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	<title>Arquivo de energia renovável - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 08 Sep 2026 11:13:21 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de energia renovável - Edificios e Energia</title>
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		<title>Em Telheiras, a energia renovável cresce pelas mãos da comunidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/em-telheiras-a-energia-renovavel-tambem-se-faz-pelas-maos-dos-cidadaos-e-a-comunidade-esta-a-crescer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 09:20:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade de Energia Renovável de Telheiras]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em pouco mais de ano, a Comunidade de Energia Renovável  de Telheiras/Lumiar, em Lisboa, passou de um pequeno projecto-piloto com 16 membros para uma comunidade com dezenas de participantes, dois sistemas fotovoltaicos e uma potência instalada conjunta de mais de 30 kWp. Numa altura em que se prepara para uma terceira fase de expansão com uma nova instalação na escola básica do bairro, o percurso da primeira comunidade de energia de base cidadã em Portugal foi agora distinguido com o Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2026. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/em-telheiras-a-energia-renovavel-tambem-se-faz-pelas-maos-dos-cidadaos-e-a-comunidade-esta-a-crescer/">Em Telheiras, a energia renovável cresce pelas mãos da comunidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Em pouco mais de ano, a Comunidade de Energia Renovável de Telheiras/Lumiar, em Lisboa, passou de um pequeno projecto-piloto com 16 membros para uma comunidade com dezenas de participantes, dois sistemas fotovoltaicos e uma potência instalada conjunta de mais de 30 kWp. Numa altura em que se prepara para uma terceira fase de expansão, com uma nova instalação na escola básica do bairro, a primeira comunidade de energia de base cidadã em Portugal foi agora distinguida com o Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2026. </b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pro</span><span style="font-weight: 400;">duzir energia elétrica renovável, reduzir a factura da electricidade e, ao mesmo tempo, integrar famílias vulneráveis num sistema energético que envolve ativamente a comunidade do bairro. Foi com essa missão que, há pouco mais de um ano, entrou em operação a Comunidade de Energia Renovável (CER) de Telheiras/Lumiar, que tem vindo a crescer com o envolvimento de moradores destes dois bairros lisboetas e de organizações locais. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência do projecto &#8211; coordenado pela Associação Viver Telheiras e promovido pela parceria Viver Telheiras e pela Junta de Freguesia do Lumiar &#8211; valeu-lhe agora o <a href="https://cases.pt/pas26/" target="_blank" rel="noopener">Prémio Cooperação e Solidariedade António Sérgio 2026</a>, atribuido pela CASES &#8211; Cooperativa António Sérgio para a Economia Social, que distingue, anualmente, iniciativas com contributos relevantes para a economia social.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A CASES destacou a CER Telheiras/Lumiar na categoria Inovação e Sustentabilidade, como um projeto de inovação social e tecnológica que representa uma das primeiras comunidades de energia renovável lideradas por cidadãos em operação em Portugal, com a missão de investir, produzir, gerir e partilhar energia renovável sem fins lucrativos, contribuindo para um modelo energético mais democrático, participativo e baseado em fontes renováveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Miguel Macias Sequeira, este prémio é um reconhecimento que valoriza não só o carácter pioneiro do projecto, mas também de um trabalho colectivo desenvolvido ao longo de vários anos pelas mãos de moradores, voluntários, parceiros e entidades públicas. O coordenador da CER Telheiras/Lumiar faz um balanço positivo do primeiro ano de operação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> “Começámos com 16 membros e um sistema fotovoltaico apenas com 13 painéis [fotovoltaicos] durante a fase piloto para percebermos como é que isto funcionava. No final do ano passado, conseguimos aumentar para 70 membros e dois sistemas fotovoltaicos, em que o segundo já é bastante maior, instalado num pavilhão desportivo”, afirma Miguel Macias Sequeira, à </span><i><span style="font-weight: 400;">Edifícios e Energia. </span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projecto-piloto foi testado no Antigo Lagar da Quinta de São Vicente. Foi em Setembro de 2025 que a CER instalou este segundo sistema solar fotovoltaico com 44 painéis solares no telhado do Pavilhão Gimnodesportivo do Alto da Faia, que permitiu a entrada de 50 novos membros. No conjunto, a potência instalada ronda, actualmente, os 30 kWp. </span></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-37947 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-14.32.32-1024x576.jpg" alt="" width="628" height="354" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-14.32.32-1024x576.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-14.32.32-300x169.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-14.32.32-768x432.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/09/WhatsApp-Image-2026-09-07-at-14.32.32.jpg 1200w" sizes="(max-width: 628px) 100vw, 628px" /></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O projecto distingue-se de modelos de autoconsumo colectivo precisamente pela sua natureza associativa e pela ausência de uma finalidade lucrativa. “Tem havido alguma confusão a nível nacional entre o que são as comunidades de energia [renovável] e modelos de autoconsumo colectivo. A grande diferença é que as comunidades de energia não têm como fim o lucro e têm de ter uma entidade legal que as represente, que seja a própria comunidade”, explica o também investigador no CENSE NOVA-FCT, laboratório que, em conjunto com a Coopérnico, contribui para a colaboração técnica e científica da CER Telheiras/Lumiar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outra das dimensões que Miguel Macias Sequeira destaca é a capacidade de mobilização de investimento por parte dos próprios cidadãos. Até agora, foram mobilizados cerca de 25 mil euros para investimentos na CER Telheiras/Lumiar. O retorno desse investimento faz-se sobretudo através da redução das facturas de electricidade. “Tem um retorno relativamente rápido, em 3, 4 anos, através das poupanças nas facturas”, aponta o coordenador. Todavia, o tempo de retorno depende dos consumos e do tarifário de electricidade de cada membro que pertence à comunidade energética. No total, até agora a CER permitiu alcançar uma redução de <span class="cursor-pointer group" title="Reproduzir a partir de 2:16"><span class="group-hover:bg-base-200 rounded p-0.5 -m-0.5" data-start="136280" data-end="143520">6 a 7 mil euros.</span></span></span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas o impacto da CER Telheiras/Lumiar vai além da poupança energética. A inclusão de famílias em situação de vulnerabilidade socioeconómica destes bairros é uma das apostas centrais deste modelo.  “A inovação passa também por pensar como incluir famílias  vulneráveis, o que é bastante importante”, defende. Miguel Macias Sequeira explica que estas famílias não pagam pela entrada no projecto, sendo a componente social financiada através de uma contribuição adicional, de valor reduzido, das restantes famílias. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do reconhecimento público, o prémio da CASES inclui uma componente monetária de cinco mil euros. No caso da CER Telheiras/Lumiar, esse valor terá uma utilização directamente relacionada com uma das dimensões que esteve na origem da distinção. “Vamos usá-lo na parte social de apoio às famílias vulneráveis”, revela Miguel Macias Sequeira. A decisão segue a filosofia do projecto: utilizar a produção local de energia renovável não apenas para reduzir custos e aumentar a autonomia energética daqueles bairros, mas também para criar mecanismos de solidariedade e participação comunitária.</span></p>
<h6><b>Terceira fase de expansão supera expectativas </b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">O crescimento da CER não deverá ficar pelos dois sistemas actualmente em funcionamento. Está em preparação uma terceira fase de expansão, que prevê a instalação de uma nova unidade fotovoltaica na Escola Básica n.º 1 de Telheiras, com cerca de 142 painéis solares e uma potência instalada de 83,8 kWp, que permitirá aumentar a produção renovável local e alargar a participação a novos membros. As incrições terminaram em Julho passado. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O coordenador revela que a adesão da comunidade superou largamente as expectativas da organização. Depois de, na segunda fase, terem sido registadas cerca de 60 a 70 inscrições, a terceira fase chegou às 150 inscrições. Em termos de participações energéticas, estavam disponíveis 216, mas foram solicitadas mais de 300. “A meta foi ultrapassada por mais de 40%”, salienta Miguel Macias Sequeira, atribuindo este crescimento sobretudo ao &#8220;passar a palavra&#8221; de vizinho para vizinho. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Foi muito orgânico. Pensámos que teríamos de ter, por exemplo, uma pessoa na rua a</span><span style="font-weight: 400;"> falar com as pessoas, a divulgar e a visitar os estabelecimentos de comércio. Mas acabou por não ser preciso, porque se cada um falar no café, no restaurante ou com o vizinho, essa comunicação acontece toda”, aponta. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nova instalação deverá ainda avançar este ano, embora o calendário dependa da formalização necessária com as entidades públicas responsáveis pelo edifício. A CER encontra-se agora a articular o processo com a Junta de Freguesia do Lumiar e a Câmara Municipal de Lisboa. </span></p>
<h6><b>Um modelo com potencial para crescer</b></h6>
<p><span style="font-weight: 400;">Miguel Macias Sequeira acredita que o reconhecimento atribuído ao prémio da CASES pode funcionar também como um impulso para a criação de novas comunidades de energia em Portugal, embora a CER Telheiras/Lumiar não seja um caso isolado. A CER da Ilha da Culatra, no Algarve, avançou praticamente em paralelo e constitui outro exemplo de um modelo de base comunitária aplicado num contexto muito diferente, nota o investigador. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Este modelo é aplicável numa ilha remota no Algarve como é num bairro urbano de Lisboa. Isto mostra que este modelo dá para aplicar no país todo”, afirma. O  interesse tem vindo a estender-se a diferentes territórios, desde a Comenda (Gavião), no distrito de Portalegre, a São Luís (Odemira), no distrito de Beja. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partilha de conhecimento é, por isso, uma das prioridades da CER Telheiras/Lumiar. Há cerca de dois anos, a comunidade publicou um guia prático com dez passos para a criação de uma comunidade de energia renovável, baseado na experiência do próprio projecto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a entrada em operação das instalações fotovoltaicas, a equipa teve também de desenvolver ferramentas digitais para a gestão da comunidade, nomeadamente para o tratamento de dados e para a optimização da partilha de energia. Essas ferramentas encontram-se ainda em fase de testes e aperfeiçoamento, mas a intenção é disponibilizá-las a outros projectos. “Estamos disponíveis a partilhá-las com qualquer outro projecto que siga esta filosofia do envolvimento da comunidade, do sector da economia social, das autarquias”, afirma Miguel Macias Sequeira.</span></p>
<p>Por agora, um dos maiores desafios é a ausência de mecanismos públicos de financiamento especificamente destinados ao desenvolvimento de CER de iniciativa cidadã. Mas começam a surgir oportunidades como o concurso <a href="https://gulbenkian.pt/bolsas-lista/comunidades-de-energia-gulbenkian" target="_blank" rel="noopener">Comunidades de Energia Gulbenkian</a> &#8211;  promovido pela Fundação Calouste Gulbenkian em parceria com a Coopérnico -,  para colmatar essa falta.</p>
<p>O concurso, cujas candidaturas decorrem até 16 de Setembro, prevê apoiar dez projectos de iniciativa cidadã, com um financiamento de até 30 mil euros por projecto. A iniciativa procura responder a algumas das principais barreiras à criação destas comunidades, nomeadamente o investimento inicial, a capacitação técnica e a literacia energética, privilegiando projectos que promovam a participação dos cidadãos e a inclusão de famílias economicamente vulneráveis.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Viver Telheiras</p>
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		<title>Adiar ou antecipar consumos: novo modelo procura alinhar procura com a produção renovável nas comunidades de energia</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/adiar-ou-antecipar-consumos-novo-modelo-procura-alinhar-procura-com-a-producao-renovavel-nas-comunidades-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ines Malhado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades energéticas]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>À medida que cresce a produção de energia solar das comunidades de energia renovável, o desafio passa a ser saber quando consumir, antecipar ou adiar um consumo e aproveitar os excedentes na altura certa. Uma nova regra de preços  proposta por um grupo de investigadores nos EUA, procura fazer essa gestão dos consumos para ajudar a tirar maior partido da produção renovável local, nomeadamente os usos de energia considerados flexíveis. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>À medida que cresce a produção de energia solar das comunidades de energia renovável, o desafio passa a ser saber quando consumir, antecipar ou adiar um consumo e aproveitar os excedentes na altura certa. Uma nova regra de preços</b> <b>proposta por um grupo de investigadores nos EUA, procura fazer essa gestão dos consumos, nomeadamente os usos de energia considerados flexíveis, para ajudar a tirar maior partido da produção renovável local.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine-se um bairro onde vários edifícios produzem energia eléctrica através de painéis solares e integram uma comunidade de energia. Dentro das suas casas, os participantes conseguem saber o melhor período do dia para utilizar equipamentos de climatização e veículos eléctricos com base na quantidade de energia renovável disponível e nos excedentes. Tornar o funcionamento das comunidades mais eficiente como um todo é a questão central de um <a href="https://arxiv.org/pdf/2608.27174" target="_blank" rel="noopener">novo estudo</a> de um grupo de investigadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos da América, cujos resultados preliminares foram, recentemente, publicados. </span></p>
<p>O estudo propõe uma nova regra de preços designada <i>threshold pricing rule </i>(TPR), que pode vir a ser usada para transformar a quantidade de energia eléctrica renovável disponível numa determinada comunidade num sinal capaz de orientar os consumos, de forma a reduzir a necessidade de recorrer a energia da rede. O objectivo é fazer coincidir os períodos do dia em que existe maior disponibilidade de energia renovável com o momento em que os membros da comunidade utilizam a electricidade produzida.</p>
<h5>D<b>ois limiares de produção para ajudar a decidir</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Para isso, os investigadores estabelecem dois limiares de produção para decidir o uso de energia renovável para determinados consumos. O primeiro corresponde ao ponto em que a produção de energia renovável da comunidade é baixa. Quando fica abaixo dessa referência, é lançado um incentivo para que os consumos flexíveis &#8211; isto é, aqueles que podem ser ser ajustados em função da disponibilidade de energia renovável, sem deixar de responder à necessidade do consumidor &#8211; sejam reduzidos ou adiados, de forma a evitar recorrer desnecessariamente à energia da rede. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segundo limiar diz respeito a um nível de produção elevada, a partir do qual existe energia renovável em quantidade suficiente para justificar o incentivo de antecipar ou deslocar consumos flexíveis  &#8211; como é, por exemplo, carregar um veículo eléctrico -, em vez de não utilizar a energia excedente ou desta ser simplesmente vendida à rede. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É entre estes dois pontos que se encontra a zona intermédia, isto é, quando a produção e o consumo se aproximam do equilíbrio. A partir dessas duas referências, os sistemas divulgam um sinal ou preço aos consumidores para reduzir, adiar, antecipar ou deslocar os consumos de energia renovável, consoante esteja numa situação de consumo líquido, de equilíbrio ou de produção líquida. Desta forma, é possível indicar se é mais vantajoso consumir energia renovável naquele momento ou esperar, deixando a decisão na mão de cada consumidor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O uso de preços e de resposta da procura para gerir consumos de energia eléctrica renovável não é, por si só, uma novidade. Outros mecanismos estão a ser estudados no contexto de comunidades de energia. A TPR traz uma nova abordagem ao basear-se em dois limiares de produção para definir em que situação a comunidade se encontra e, consequentemente, qual o sinal deve ser aplicado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, o modelo mostra a quantidade de energia renovável disponível de forma a orientar os comportamentos dos consumidores de determinada comunidade energética. Note-se que o conceito de “preço” utilizado no estudo não se trata de uma tarifa paga por kWh, nem significa que os membros da comunidade energética passem a pagar pela electricidade produzida nos edifícios, mas sim de um sinal para orientar as decisões de consumo em determinados momentos do dia. </span></p>
<h5><b>Quanto maior a comunidade, maior o potencial</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Cada família reage a esse sinal, ao poder ajustar os seus consumos de energia renovável: sabe, assim, se deve ligar o ar condicionado naquele período do dia ou carregar o automóvel. Desta forma, a energia produzida não funciona apenas em benefício de cada edifício, mas sim como parte de um sistema energético comum. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A soma dessas decisões individuais podem aproximar a comunidade daquilo a que os investigadores calculam ser a utilização “óptima” dos recursos. Sob determinadas condições, os investigadores mostram que, à medida que aumenta o número de participantes, os resultados obtidos através da regra TPR aproximam-se da melhor solução possível para uma gestão integrada de toda a comunidade energética.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas simulações que constam no estudo, a TPR resultou em benefícios maiores entre os membros das comunidades com menor capacidade de produção, uma vez que podem aproveitar o uso de energia renovável produzida pelos restantes participantes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os edifícios assumem um papel na transição energética enquanto locais que podem produzir electricidade renovável. Mas este resultado aponta para uma outra mudança: quando estão ligados entre si numa comunidade energética, os consumos podem passar a ser recursos do conjunto, utilizados de forma coordenada, para evitar a necessidade de recorrer à rede nos momentos de maior uso e aproveitar melhor a produção local.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<item>
		<title>GreenYellow antecipa futuro do setor energético em 2026: um ano marcado pela inovação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/greenyellow-antecipa-futuro-do-setor-energetico-em-2026-um-ano-marcado-pela-inovacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 10:47:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[sector energético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A GreenYellow, empresa internacional e parceira da transição energética de empresas em mais de 15 países, identificou cinco tendências estratégicas que vão moldar o setor energético em Portugal ao longo do próximo ano. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/greenyellow-antecipa-futuro-do-setor-energetico-em-2026-um-ano-marcado-pela-inovacao/">GreenYellow antecipa futuro do setor energético em 2026: um ano marcado pela inovação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Segundo a empresa, a integração das energias renováveis, o avanço das baterias, a digitalização das redes e a adoção de sistemas inteligentes baseados em IA vão marcar profundamente o mercado no próximo ano.</strong></li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph">A <a href="https://www.greenyellow.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>GreenYellow</strong></a>, empresa internacional e parceira da transição energética de empresas em mais de 15 países, identificou cinco tendências estratégicas que vão moldar o setor energético em Portugal ao longo do próximo ano.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph">O setor da energia atravessa um período de transformação acelerada no nosso país, impulsionado pela transição energética, pela digitalização das infraestruturas e pelo crescimento das soluções distribuídas.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">Eis as tendências que a GreenYellow marcou para 2026:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5"><strong>Crescimento das energias renováveis e das comunidades de energia</strong><br>Portugal tem registado uma expansão notável na produção solar e noutras fontes renováveis. Em 2026, esta dinâmica será amplificada pelo desenvolvimento das comunidades de energia – estruturas que permitem que diferentes consumidores partilhem a energia produzida num ponto da rede que, muitas vezes, não coincide com o local do seu consumo. Ao contrário do autoconsumo individual tradicional, onde a produção acontece no próprio edifício, uma comunidade de energia permite que a eletricidade gerada num local (por exemplo, num telhado industrial, num terreno ou numa instalação próxima) seja distribuída entre vários membros conectados à mesma área de rede. Este modelo promove maior autonomia local, reduz custos e cria novas formas de participação ativa na transição energética.<br>A consolidação destes ecossistemas vai exigir a implementação de estruturas operacionais mais avançadas, incluindo mecanismos de preços dinâmicos, soluções de <em>trading peer-to-peer</em> e integração total com redes inteligentes capazes de gerir fluxos energéticos em tempo real.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6"><strong>Armazenamento e <em>Virtual Power Plants</em>: os novos pilares da flexibilidade</strong><br>Portugal é hoje um dos países da Europa com maior penetração de energias renováveis na sua matriz elétrica, como a solar e a eólica. Embora este seja um progresso significativo, traz também um desafio estrutural: por se tratarem de fontes intermitentes, a produção nem sempre é previsível ou suficiente para garantir, por si só, a estabilidade da rede em todos os momentos do dia.<br>É neste contexto que o armazenamento assume um papel decisivo. As baterias vão deixar de ser vistas como sistemas de reserva para passarem a ser elementos centrais para tornar a geração renovável mais estável, atuando com capacidade de apoio quando a produção não cobre a procura, ou quando ocorrem variações súbitas na rede.<br>Em conjunto com as <em>Virtual Power Plants</em> (VPP), vão permitir agregar recursos distribuídos, realizar a arbitragem de preços e prestar serviços essenciais, como a regulação de frequência e a redução de picos de carga.<br>Este avanço abre novas oportunidades de negócio e representa um passo fundamental para garantir a resiliência da rede num contexto de elevada presença de renováveis.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7"><strong>Eficiência energética guiada pela digitalização e redes inteligentes</strong><br>Num cenário de crescente pressão regulamentar, 2026 será um ano decisivo para a aposta em redes inteligentes e na modernização de infraestruturas. A digitalização vai permitir realizar uma monitorização contínua, com manutenção preditiva e uma maior capacidade de resposta à procura.<br>Ao investir em tecnologias digitais, as empresas podem otimizar fluxos energéticos, reduzir custos operacionais e melhorar a fiabilidade do sistema, tornando a eficiência um eixo central da estratégia do setor.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8"><strong>Integração inteligente da mobilidade elétrica para evitar pressão sobre a rede</strong><br>O aumento acelerado da adoção de veículos elétricos vai continuar a marcar o panorama nacional. Contudo, esta expansão exige respostas robustas para evitar sobrecargas na rede.<br>O desenvolvimento de soluções de carregamento inteligente, articuladas com sistemas de armazenamento e com VPPs, será fundamental para gerir picos de procura, garantir estabilidade e criar novos serviços energéticos orientados para a mobilidade.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9"><strong>Sistemas inteligentes alimentados por IA: o futuro das operações</strong><br>A utilização de Inteligência Artificial será determinante para elevar a eficiência operacional a um novo patamar. No próximo ano, espera-se que os operadores do setor utilizem IA para prever padrões de consumo, automatizar decisões críticas e otimizar a gestão de ativos ao longo de toda a cadeia, desde a criação à distribuição.<br>Estas capacidades vão reforçar a resiliência, melhorar a qualidade do serviço e apoiar modelos de gestão cada vez mais complexos, tornando a IA um elemento incontornável nas operações energéticas do futuro.</li>
</ol>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph"><em>“Portugal está a entrar numa nova era da energia, onde inovação, sustentabilidade e inteligência artifical se juntam para criar um sistema mais resiliente, eficiente e participativo. As tendências que identificamos para 2026 não são apenas oportunidades de crescimento para o setor energético, mas sim pilares essenciais para um futuro energético mais sustentável no nosso país,</em>” afirmou Miguel Almeida Henriques, President of the Executive Commitee Portugal da <strong>GreenYellow</strong>.</p>



<ol class="wp-block-list"></ol>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-12 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/greenyellow-antecipa-futuro-do-setor-energetico-em-2026-um-ano-marcado-pela-inovacao/">GreenYellow antecipa futuro do setor energético em 2026: um ano marcado pela inovação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Presença de mulheres nas energias renováveis não regista &#8220;nenhum progresso significativo&#8221; nesta década, diz a IRENA</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/presenca-de-mulheres-nas-energias-renovaveis-nao-regista-nenhum-progresso-significativo-nesta-decada-diz-a-irena/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sónia Sul]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 08:47:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[género]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade de género]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[IRENA]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) divulgou a segunda versão do seu relatório, Energia Renovável: Uma Perspectiva de Género, que mostra uma persistente sub-representação das mulheres no sector. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Agência Internacional para as Energias Renováveis (IRENA) divulgou a segunda versão do seu relatório, <i>Energia Renovável: Uma Perspectiva de Género</i>, que mostra uma persistente sub-representação das mulheres no sector. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Em comparação com o primeiro relatório, publicado em 2019, a IRENA afirma que &#8220;não foram alcançados progressos significativos&#8221; na representação feminina, com apenas 32% dos empregos a tempo inteiro no sector das energias renováveis a serem ocupados por mulheres.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com o relatório, as mulheres representam apenas 19% em cargos de liderança sénior, em comparação com 45% em cargos administrativos. Além disso, apenas 22% das mulheres trabalham em profissões como electricistas ou operadoras de máquinas, que geralmente exigem formação profissional ou estágios.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O director-geral da IRENA, Francesco La Camera, afirmou que, “infelizmente, apesar do desempenho superior ao das indústrias de combustíveis fósseis, poucos progressos foram feitos. O sector ainda tem muito trabalho a fazer. Para concretizar todo o potencial da transição energética, as mulheres devem ser reconhecidas como parceiras e líderes iguais na construção do futuro baseado nas energias renováveis.”</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório foi elaborado para sensibilizar para a falta de igualdade de género e de diversas perspectivas, bem como para o impacto que esta poderia ter numa transição energética justa e sustentável.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Solicita ainda que sejam abordadas as barreiras sistémicas que dificultam o equilíbrio de género, destacando especificamente o preconceito persistente, os estereótipos culturais, os desafios para equilibrar as responsabilidades profissionais e de cuidado e a discriminação.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O estudo destaca que as empresas privadas, que dominam o sector das energias renováveis, reportam os níveis mais baixos de participação feminina, com 25%. Em comparação, as organizações não governamentais apresentam quase 48% de representação feminina, enquanto as instituições governamentais e não comerciais reportam 37%.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Derrubar as barreiras</span></b><span data-ccp-props="{}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">O relatório da IRENA faz várias recomendações para abordar estas barreiras, como o acesso à educação, as políticas de igualdade salarial e a aplicação de leis anti-discriminação por parte dos governos.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A IRENA apela a todos os empregadores, tanto no sector público como no privado, para que implementem estratégias que proporcionem igualdade de oportunidades. Estas estratégias podem incluir acordos de trabalho flexíveis, práticas de recrutamento e promoção transparentes, oportunidades de mentoria e locais de trabalho seguros e respeitadores.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Francesco La Camera acrescentou: “Ao integrar a inclusão em todos os programas, políticas e etapas do planeamento, implantação e investimento energético, podemos desbloquear a inovação, expandir as oportunidades de mercado e construir sistemas energéticos que sirvam populações inteiras de forma mais eficaz.”</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<title>Sabadell cria comunidade energética local com participação de cidadãos, empresas e serviços públicos</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/sabadell-cria-comunidade-energetica-local-com-participacao-de-cidadaos-empresas-e-servicos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 08:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade de energia]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Sabadell]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cidade de Sabadell, em Barcelona, está prestes a tornar-se uma referência em transição energética local. A Câmara Municipal anunciou a criação de uma comunidade energética local, um projecto que procura produzir e distribuir energia renovável a partir de painéis fotovoltaicos instalados nos telhados da cidade. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A cidade de Sabadell, em Barcelona, está prestes a tornar-se uma referência em transição energética local. A Câmara Municipal anunciou a criação de uma comunidade energética local, um projecto que procura produzir e distribuir energia renovável a partir de painéis fotovoltaicos instalados nos telhados da cidade.</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa envolve directamente cidadãos, empresas e serviços públicos, que irão beneficiar de electricidade mais barata, limpa e produzida localmente. Cada participante poderá consumir parte da energia gerada, o que se traduzirá numa redução da factura de electricidade e numa maior independência energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Trata-se de um modelo baseado na cooperação e na participação activa de toda a comunidade, com vantagens para o ambiente, para a economia local e para a coesão social”, destaca a autarquia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A comunidade será constituída como uma sociedade mista, com a seguinte repartição de capital: 40% para a Câmara Municipal; 30% para investidores locais; 15% para uma associação de consumidores domésticos; 15% para uma associação de consumidores empresariais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta estrutura pretende garantir uma gestão partilhada e representativa, onde todos os sectores envolvidos têm voz e responsabilidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p aria-level="3"><strong>O impacte ambiental e económico</strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Do ponto de vista ambiental, o projecto contribuirá para a redução das emissões de dióxido de carbono e da poluição urbana, promovendo a produção de energia limpa e local.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em termos económicos, prevê-se uma poupança de 25% de poupança nos equipamentos municipais (que actualmente consomem cerca de 8160 MWh (Megawatt-hora) por ano), 50% no sector terciário (com consumo anual de 271 mil MWh) e 25% por residência participante, cuja média de consumo é de 3,5 MWh/ano.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O processo de criação da comunidade energética será feito em duas fases principais. A primeira será a abertura formal do processo de actividade económica, prevista para o final do ano, para criar legalmente a entidade com participação da Câmara Municipal. A segunda fase será a definição do modelo de funcionamento, incluindo selecção das entidades participantes, regras de operação e formas de financiamento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Paralelamente, a autarquia está a avaliar mais de 70 edifícios municipais para a instalação de painéis solares fotovoltaicos, com o objectivo de expandir progressivamente a capacidade de produção de energia renovável em toda a cidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A comunidade energética de Sabadell será aberta à participação de todos, e existem várias formas de colaborar:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="1" data-aria-level="1"><strong>Ceder o telhado</strong><span data-contrast="auto"><strong>:</strong> Proprietários de edifícios podem disponibilizar o telhado para instalação dos painéis. A comunidade energética assume o investimento e gestão, e os proprietários beneficiam de energia mais barata;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="2" data-aria-level="1"><strong>Investimento directo</strong><span data-contrast="auto"><strong>:</strong> Cidadãos ou empresas podem investir em instalações próprias e partilhar os excedentes com a comunidade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></li>
</ul>
<ul>
<li aria-setsize="-1" data-leveltext="" data-font="Symbol" data-listid="4" data-list-defn-props="{&quot;335552541&quot;:1,&quot;335559685&quot;:720,&quot;335559991&quot;:360,&quot;469769226&quot;:&quot;Symbol&quot;,&quot;469769242&quot;:[8226],&quot;469777803&quot;:&quot;left&quot;,&quot;469777804&quot;:&quot;&quot;,&quot;469777815&quot;:&quot;hybridMultilevel&quot;}" data-aria-posinset="3" data-aria-level="1"><strong>Consumidores associados</strong><span data-contrast="auto"><strong>:</strong> Pessoas e empresas podem aderir como consumidores de energia renovável através das respectivas associações, mesmo sem instalações próprias.</span></li>
</ul>
<p><span data-contrast="auto">Com este projecto, a cidade de Sabadell espera servir de exemplo para outras localidades que procuram soluções concretas e inclusivas para a transição energética.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Governos apoiam as vantagens económicas, sociais e de sustentabilidade da eficiência energética em declaração conjunta</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/governos-apoiam-as-vantagens-economicas-sociais-e-de-sustentabilidade-da-eficiencia-energetica-em-declaracao-conjunta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Conferência Anual Global sobre Eficiência Energética da Agência Internacional de Energia (AIE), realizada recentemente em Bruxelas, ministros e altos funcionários representantes de 47 governos reafirmaram "o papel que a eficiência energética desempenha para garantir serviços energéticos acessíveis e seguros para os cidadãos, aumentar a competitividade das empresas e salvaguardar a segurança energética das nações". </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/governos-apoiam-as-vantagens-economicas-sociais-e-de-sustentabilidade-da-eficiencia-energetica-em-declaracao-conjunta/">Governos apoiam as vantagens económicas, sociais e de sustentabilidade da eficiência energética em declaração conjunta</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na Conferência Anual Global sobre Eficiência Energética da Agência Internacional de Energia (AIE), realizada recentemente em Bruxelas, ministros e altos funcionários representantes de 47 governos reafirmaram &#8220;o papel que a eficiência energética desempenha para garantir serviços energéticos acessíveis e seguros para os cidadãos, aumentar a competitividade das empresas e salvaguardar a segurança energética das nações&#8221;. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A </span><a href="https://www.iea.org/news/outcome-statement-of-the-iea-s-10th-annual-conference-on-energy-efficiency" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">declaração</span></a><span data-contrast="auto"> foi feita após as discussões na 10ª Conferência Global da AIE sobre Eficiência Energética, que reuniu quase 700 participantes de cerca de 100 países, incluindo dezenas de ministros e representantes de movimentos juvenis e laborais.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os governos que emitiram a declaração conjunta declararam que &#8220;após o acordo histórico na COP28 para duplicar o progresso da eficiência energética até 2030, é agora o momento de gerar um maior impacto através de acções colectivas e nacionais mais fortes e de melhorias tecnológicas em todos os sectores&#8221;.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Destacaram ainda a necessidade de reforçar as acções de eficiência energética através da implementação de “políticas eficazes” e identificaram “acções relacionadas com a acessibilidade, melhor qualidade de vida e competitividade que possam gerar um forte progresso em direcção aos objectivos gerais, ao mesmo tempo que trazem o máximo de benefícios a todas as pessoas o mais rapidamente possível”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Conferência Global foi co-presidida pelo comissário europeu para a Energia e a Habitação, Dan Jørgensen, e pelo director executivo da AIE, Fatih Birol, e foi organizada com o apoio do Movimento para a Eficiência Energética.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Fatih Birol destacou que “a eficiência energética está no cerne da segurança energética” e garantiu que existe um “amplo consenso” de que, em conjunto e como países e empresas individualmente, é possível colher os benefícios daquilo a que chamou “o primeiro combustível para reduzir as facturas de energia, reforçar a competitividade e a segurança energética e reduzir as emissões”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na declaração, os ministros comprometeram-se a colocar as pessoas no centro das transições para a energia limpa e a concentrar-se em políticas justas de eficiência energética que tragam benefícios para todos. Comprometeram-se ainda a &#8220;aproveitar a inovação e a implementar tecnologias digitais para maximizar os benefícios da eficiência energética – colocando a digitalização no centro dos sistemas energéticos modernos e, em particular, das instalações industriais, edifícios e sistemas eléctricos&#8221;.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Portugal esteve representado nesta conferência por Nelson Lage, presidente da ADENE, que interveio no Painel Ministerial de Alto Nível em nome da ministra do Ambiente e da Energia, Maria da Graça Carvalho, e reuniu-se com o director executivo da AIE. Durante o encontro, Nelson Lage sublinhou o percurso consistente de Portugal rumo à transição energética e reforçou a ambição do país na eficiência energética, energias renováveis e literacia energética. Foram abordados os resultados alcançados nos primeiros cinco meses de 2025, como os 81,5% de electricidade proveniente de fontes renováveis, a triplicação da produção em regime de autoconsumo, e os níveis historicamente baixos de intensidade energética e de emissões do sector energético desde 1990.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Durante a sua intervenção na sessão ministerial, o presidente da ADENE defendeu que a eficiência energética deve ser um pilar estruturante da segurança e da soberania energética, e apelou a uma aposta firme na informação e formação como motor de uma transição justa e inclusiva, ao afirmar que “a literacia energética deve ser tratada como a alfabetização foi no século passado, ou seja, uma prioridade de política pública com impacto directo na vida das pessoas”. Acrescentou ainda que são necessárias redes mais interligadas, “que reforcem a coesão energética da Europa e nos preparem melhor para enfrentar eventos extremos”.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Agência Internacional de Energia</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/governos-apoiam-as-vantagens-economicas-sociais-e-de-sustentabilidade-da-eficiencia-energetica-em-declaracao-conjunta/">Governos apoiam as vantagens económicas, sociais e de sustentabilidade da eficiência energética em declaração conjunta</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comunidade Solar de Vilamoura entrou em funcionamento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/comunidade-solar-de-vilamoura-entrou-em-funcionamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 08:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Solar]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[paineis fotovoltaicos]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
		<category><![CDATA[produção de energia]]></category>
		<category><![CDATA[Vilamoura]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=31364</guid>

					<description><![CDATA[<p>Com o objectivo de apostar no potencial solar da região do Algarve e num sistema energético mais sustentável e centrado no cidadão, Vilamoura já estreou a sua Comunidade Solar. No primeiro ano de funcionamento, estima-se uma produção de 713,40 megawatts-hora, evitando mais de 120 toneladas de dióxido de carbono. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/comunidade-solar-de-vilamoura-entrou-em-funcionamento/">Comunidade Solar de Vilamoura entrou em funcionamento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com o objectivo de apostar no potencial solar da região do Algarve e num sistema energético mais sustentável e centrado no cidadão, Vilamoura já estreou a sua Comunidade Solar. No primeiro ano de funcionamento, estima-se uma produção de 713,40 megawatts-hora, evitando mais de 120 toneladas de dióxido de carbono. </strong></p>
<p><span data-contrast="none">A Comunidade Solar de Vilamoura é constituída por consumidores que, através de instalações partilhadas, produzem parte ou a totalidade da energia eléctrica que consomem, podendo, em alguns casos, gerar excedentes e maximizar os benefícios económicos da produção de energia. Isto representa uma redução substancial nas contas de energia para mais de mil famílias.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">O Projecto Âncora – UPAC Victoria &#8211; conta com 1008 painéis solares numa área de 1924 metros quadrados. Durante o primeiro ano de funcionamento, é estimada uma produção de 713,40 megawatts-hora, evitando 120,57 toneladas de dióxido de carbono (CO₂), o equivalente a 722 árvores plantadas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A comunidade solar faz parte da estratégia ambiental global de *Vilamoura, que inclui sistemas avançados de tratamento de águas residuais, com planos para a ETAR fornecer água não potável para irrigação, até 2026; implementação de Certificações AQUA+ para todos os novos desenvolvimentos residenciais e turísticos; adesão a padrões internacionais de construção sustentável, incluindo BREEAM, LEED, e Lider A; e uso extensivo de espécies de plantas nativas de baixa procura de água na paisagem.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Em conformidade com o Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC) de Portugal, que tem como objectivo alcançar 80% de energia renovável na produção de electricidade até 2030, “a estratégia para posicionar Vilamoura como o principal destino no Algarve para viver, passar férias e investir está profundamente ligada à sustentabilidade”, asseguram os promotores desta iniciativa em comunicado.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © *Vilamoura</p>
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		<title>Helexia e Norfin impulsionam transição energética nos escritórios do Campo Novo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/helexia-e-norfin-impulsionam-transicao-energetica-nos-escritorios-do-campo-novo-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[central de autoconsumo fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[helexia portugal]]></category>
		<category><![CDATA[imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade elétrica]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Norfin Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Campo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Helexia Portugal, multinacional especializada em soluções de transição energética, e a Norfin Serviços, promotora do projeto Campo Novo, estabeleceram uma parceria para reforçar a eficiência energética e a mobilidade elétrica ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-13 wp-block-paragraph"><br><em>A parceria prevê a instalação de uma central de autoconsumo fotovoltaico de 150 kW</em> <br><em>e 44 pontos de carregamento para veículos elétricos</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14 wp-block-paragraph">A <a href="https://helexia.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Helexia Portugal</a>, multinacional especializada em soluções de transição energética, e a <a href="https://www.norfin.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Norfin Serviços</a>, promotora do projeto Campo Novo, estabeleceram uma parceria para reforçar a eficiência energética e a mobilidade elétrica, no lote de escritórios nº 1, deste projeto imobiliário único em Lisboa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15 wp-block-paragraph">No âmbito desta parceria, será instalada uma central de autoconsumo fotovoltaico de 150 kW e uma infraestrutura de carregamento para 44 veículos elétricos, nos escritórios do empreendimento. Esta solução vai permitir reduzir o consumo de eletricidade da rede, promovendo a utilização de energia renovável, e incentivar a mobilidade sustentável entre os trabalhadores daqueles edifícios.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16 wp-block-paragraph"><em>&#8220;O Campo Novo é um passo significativo na transformação urbana, ao conciliar crescimento económico e responsabilidade ambiental. A Helexia orgulha-se de fazer parte deste projeto, que tem um compromisso claro com a transição energética e a descarbonização das cidades&#8221;</em>,<strong> </strong>afirma Luís Pinho, diretor geral da Helexia Portugal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-17 wp-block-paragraph">Bruno Pança, Senior Manager da Norfin SGOIC e manager do projeto, acrescenta que <em>&#8220;a parceria com a Helexia reforça o compromisso da Norfin em integrar soluções de eficiência energética e de mobilidade sustentável. A instalação desta central fotovoltaica e dos pontos de carregamento para veículos elétricos são passos concretos na promoção de um ambiente urbano mais ecológico e inovador&#8221;.</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-18 wp-block-paragraph">Localizado na zona do Campo Grande, junto ao estádio do Sporting, o Campo Novo é um dos maiores empreendimentos imobiliários em Lisboa. O projeto inclui 80.000 m² de nova construção, distribuídos por edifícios residenciais, de escritórios e uma alameda comercial. Além disso, contará com 20.000 m² de espaços verdes e mais de 1.000 lugares de estacionamento, reforçando a aposta num modelo urbano moderno e sustentável.</p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</strong></em><br><em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>&#8220;Lisboa Clara&#8221;: O balcão único de Lisboa para o clima e energia</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-clara-o-balcao-unico-de-lisboa-para-o-clima-e-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 14:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Municipal de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[Fundos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa Clara]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa e-Nova]]></category>
		<category><![CDATA[One-Stop Shop]]></category>
		<category><![CDATA[programas de financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
		<category><![CDATA[rede espaço energia]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Loja Lisboa Clara situada na Praça José Queirós, nos Olivais, Lisboa é um novo espaço de atendimento ao cidadão, que oferece apoio personalizado nas áreas ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-19 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-20 wp-block-paragraph">A <a href="https://3xu54.r.a.d.sendibm1.com/mk/cl/f/sh/1t6Af4OiGsE8LSkDHj0bfTCQl9rB6A/n9SXFv_UHOnV" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>Loja Lisboa Clara</strong></a> situada na Praça José Queirós, nos Olivais, Lisboa é um novo espaço de atendimento ao cidadão, que oferece apoio personalizado nas áreas de:</p>



<p class="wp-block-paragraph">     ✅ Eficiência Energética</p>



<p class="wp-block-paragraph">     ✅ Energias Renováveis</p>



<p class="wp-block-paragraph">     ✅ Mobilidade Sustentável</p>



<p class="wp-block-paragraph">     ✅ Programas de Financiamento</p>



<p class="wp-block-paragraph">     ✅ Informação sobre Faturas e Acesso a Fundos</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21 wp-block-paragraph">A <a href="https://lisboaenova.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Lisboa E-Nova</a> tem prestado apoio técnico à <a href="https://www.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Câmara Municipal de Lisboa</a> na conceção e implementação da <strong>Loja Lisboa Clara</strong>, dedicado ao aconselhamento ao cidadão em Energia e Sustentabilidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-22 wp-block-paragraph">Esta loja segue o modelo <em>One-Stop Shop</em>, promovendo a descarbonização do edificado da cidade, com foco no setor residencial privado e integra a Rede Nacional “Espaço Energia”.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-23 wp-block-paragraph"><strong>Missão</strong><br><strong>Lisboa Clara</strong> é o balcão único da Câmara Municipal de Lisboa sobre energia e clima, focado no apoio ao cidadão na transição energética. O seu objetivo é ajudar os lisboetas a reduzir os consumos e a fatura energética e, assim, as emissões de CO₂, melhorar o conforto e a qualidade de vida e facilitar o acesso a fundos para eficiência energética.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-24 wp-block-paragraph">Disponibiliza acompanhamento especializado para apoiar na compreensão de faturas energéticas, escolha de comercializadores mais vantajosos, tomada de decisões sobre melhorias de eficiência energética e opções de mobilidade quotidiana mais sustentável, bem como na candidatura a financiamentos, entre outros serviços.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-25 wp-block-paragraph"><strong>Lisboa Clara </strong>resulta de uma parceria com a <strong>Lisboa E-Nova – Agência de Ambiente e Energia de Lisboa </strong>e<strong> </strong>integra ainda a <strong>Rede Nacional “Espaço Energia”</strong>, uma medida do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), no âmbito da reforma RP-C21-r44.</p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-26 wp-block-paragraph"><em><strong>Queremos ajudar os lisboetas a poupar na sua fatura energética e nas emissões de CO<sub>2</sub></strong></em></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</strong></em><br><em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-clara-o-balcao-unico-de-lisboa-para-o-clima-e-energia/">&#8220;Lisboa Clara&#8221;: O balcão único de Lisboa para o clima e energia</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Relatório da AIE sobre o financiamento de energia limpa em África será traduzido para português</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-aie-sobre-o-financiamento-de-energia-limpa-em-africa-sera-traduzido-para-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 08:31:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Internacional de Energia]]></category>
		<category><![CDATA[aie]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[financiamento]]></category>
		<category><![CDATA[segurança energética]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tradução portuguesa do relatório Financiamento de energias limpas em África, da Agência Internacional de Energia (AIE), será disponibilizada online através de um webinar no dia 3 de Abril, entre as 14h30 e as 15h30 (hora de Portugal Continental) com o apoio do Governo português e da ADENE - Agência para a Energia.  </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-aie-sobre-o-financiamento-de-energia-limpa-em-africa-sera-traduzido-para-portugues/">Relatório da AIE sobre o financiamento de energia limpa em África será traduzido para português</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A tradução portuguesa do relatório <em>Financiamento de energias limpas em África</em>, da Agência Internacional de Energia (AIE), será disponibilizada <em>online</em> através de um <i>webinar </i>no dia 3 de Abril, entre as 14h30 e as 15h30 (hora de Portugal Continental) com o apoio do Governo português e da ADENE &#8211; Agência para a Energia.  </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O documento foi preparado em colaboração com o Grupo do Banco Africano e originalmente lançado na Cimeira Climática de África em 2023, em Nairobi, no Quénia. O lançamento foi feito pelo director executivo da AIE, Dr. Fatih Birol, e pelo presidente do Grupo do Banco Africano de Desenvolvimento, Dr. Akinwumi Adesina. </span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Agora, para a apresentação da tradução para o público de língua portuguesa, Mary Burce Warlick, directora executiva adjunta da AIE, ficará responsável pelo discurso de abertura, assim como Jean Barroca, secretário de Estado da Energia do Ministério do Ambiente e Energia de Portugal, Dr. Kevin. K. Kariuki, vice-presidente para a Energia, Alterações Climáticas e Crescimento Verde no Banco Africano de Desenvolvimento (BAD) e Nelson Lage, presidente da ADENE.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Embora o continente africano represente um quinto da população mundial, apenas 3% do investimento mundial em energia chegou a esta região em 2022. A Agência Internacional de Energia reitera que, até 2030, “este valor terá de duplicar”, uma tarefa que será complicada: “o perfil de risco global dos projectos em África significa que o seu financiamento é significativamente mais dispendioso do que o dos projectos nas economias avançadas, o que os torna inviáveis para os promotores”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a AIE, a análise presente no relatório aborda “soluções inovadoras para atrair investimento, aumentar a disponibilidade global de capital e reduzir o custo do financiamento de projectos de energia limpa nos países africanos, reunindo mais de 85 estudos de caso e mais de 40 entrevistas com as principais partes interessadas em todo o continente”.</span><span data-contrast="auto"> Os tópicos abordados vão desde as tecnologias até aos fornecedores de financiamento, incluindo instituições locais, cujo papel ainda é reduzido, mas que contribuem para o “desenvolvimento sustentável em África a longo prazo”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AIE refere que a tradução deste relatório contou com o “valioso apoio do Governo português, através da ADENE, que garantiu a viabilização desta versão em língua portuguesa”.</span><span data-ccp-props="{}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O registo para o </span><em>webinar</em> <span data-contrast="auto">pode ser feito </span><a href="https://meetoecd1.zoom.us/webinar/register/WN_r1Oxy5gcToqd7unl8dvhxg#/registration" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/relatorio-da-aie-sobre-o-financiamento-de-energia-limpa-em-africa-sera-traduzido-para-portugues/">Relatório da AIE sobre o financiamento de energia limpa em África será traduzido para português</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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