<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de COST - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/cost/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/cost/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Jul 2024 11:32:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de COST - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/cost/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Acelerando a transição da construção para a economia circular</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerando-a-transicao-da-construcao-para-a-economia-circular/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luís Bragança]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Aug 2024 08:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[COST]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[economia circular]]></category>
		<category><![CDATA[Plano de Ação para a Economia Circular da UE]]></category>
		<category><![CDATA[reciclagem]]></category>
		<category><![CDATA[resíduos]]></category>
		<category><![CDATA[sector da construção]]></category>
		<category><![CDATA[stakeholders]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=27543</guid>

					<description><![CDATA[<p>A transição para a economia circular na construção é uma das alavancas para o desenvolvimento sustentável, tanto a nível ambiental como económico. Acelerar este processo implica, entre outros aspetos, desenvolver e promover políticas concretas e adequadas e análises de custo-benefício que considerem as perspectivas dos diferentes stakeholders.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerando-a-transicao-da-construcao-para-a-economia-circular/">Acelerando a transição da construção para a economia circular</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=153" target="_blank" rel="noopener">edição nº 153 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2024).</em></p>
<p><strong>Autor:</strong> Luís Bragança, Universidade do Minho, ISISE, ARISE, Departamento de Engenharia Civil, Guimarães, Portugal</p>
<p>A transição para a economia circular na construção é uma das alavancas para o desenvolvimento sustentável, tanto a nível ambiental como económico. Acelerar este processo implica, entre outros aspetos, desenvolver e promover políticas concretas e adequadas e análises de custo benefício que considerem as perspectivas dos diferentes <em>stakeholders.</em></p>
<h4><strong>INTRODUÇÃO</strong></h4>
<p>Na União Europeia (UE), o setor da construção não é apenas um pilar económico, contribuindo com aproximadamente 11,5 % do valor acrescentado bruto e empregando quase 25 milhões de pessoas em mais de cinco milhões de empresas. É também uma área primordial para a inovação sustentável e para a transformação ecológica. Sendo a maioria dessas empresas PMEs, o impacto e a oportunidade para a adoção de práticas de economia circular são imensos, prometendo não apenas reduzir significativamente os impactos ambientais, mas também impulsionar a inovação e a eficiência em toda a indústria.</p>
<p>Em consonância com o Plano de Ação para a Economia Circular (CEAP) da UE, a transição para uma economia circular na construção emerge como uma força motriz para reter mais valor dentro das cadeias de valor da indústria, enquanto simultaneamente indica o caminho para reduzir a pegada ambiental de uma das indústrias mais materialmente intensivas e de alto impacto do mundo.</p>
<p>Na sequência da implementação do CEAP, têm sido realizados vários esforços para aplicar o pensamento circular às práticas de construção e incluir a circularidade de recursos em quadros de sustentabilidade. No âmbito deste movimento encontra-se a Ação COST CircularB, uma iniciativa pioneira destinada a estabelecer uma metodologia comum europeia para avaliar a circularidade no ambiente construído. Apresentada na edição n.º 149 da revista Edifícios e Energia, esta iniciativa tem por objetivo desenvolver um quadro comum e uma ferramenta de classificação de circularidade com indicadores-chave de desempenho (KPIs) baseados nas melhores práticas atuais da construção, do estado da arte e do CEAP. A estrutura da ferramenta permitirá a aplicação local e a sua adaptação aos diferentes países<br />
e regiões do programa COST. Ao desenvolver uma base de dados de referência, baseada nas condições, cultura e tradições de cada país/região, é possível a utilização direta da ferramenta, apoiando tanto os projetistas no desenvolvimento de edifícios mais sustentáveis como os governos nacionais/locais na avaliação e promoção dos seus objetivos de economia circular. Além disso, a Ação CircularB proporá diretrizes de construção, montagem, adaptabilidade, desconstrução e modelos de negócios para edifícios novos e existentes para melhorar a implementação da economia circular no ambiente construído e promover o conhecimento dos diversos <em>stakeholders</em>.</p>
<p>Um ano e meio após o início da atividade da Ação COST CircularB, de entre as múltiplas atividades de investigação e desenvolvimento realizadas, destacam-se duas atividades principais: i) o levantamento de normas, regulamentos e políticas existentes para a implementação<br />
da economia circular no ambiente construído, e ii) a análise do custo-benefício da implementação de práticas de economia circular no setor da construção, baseada nas perspetivas dos diversos <em>stakeholders.</em></p>
<blockquote><p>&#8220;Em consonância com o Plano de Ação para a Economia Circular da UE, a transição para uma economia circular na construção emerge como uma força motriz para reter mais valor dentro das cadeias de valor da indústria, enquanto simultaneamente indica o caminho para reduzir a pegada ambiental de uma das indústrias mais materialmente intensivas e de alto impacto do mundo.&#8221;</p></blockquote>
<h4>LEVANTAMENTO DE NORMAS, REGULAMENTOS E POLÍTICAS</h4>
<p>Uma das principais atividades realizadas foi o levantamento de normas, regulamentos e políticas existentes nos países-membros do programa COST. Este levantamento forneceu uma visão abrangente das abordagens adotadas para incorporar a economia circular no ambiente construído. Identificou-se que, embora haja uma base comum de entendimento resultante do plano de ação europeu e um compromisso com a economia circular, há diferenças na implementação e exemplos importantes de países líderes em práticas de economia circular.</p>
<p><strong>Abordagem comum nos diversos países</strong></p>
<p>Em toda a UE, uma estratégia universal é o desenvolvimento de instrumentos nacionais que tentam promover a integração da economia circular no setor da construção. Os principais instrumentos são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Quadros regulamentares: Os países europeus estão a reformular os regulamentos para darem prioridade à minimização de resíduos, à reciclagem de materiais e a metodologias de construção sustentáveis. Estes quadros são a espinha dorsal dos esforços nacionais para<br />
incorporar a circularidade nos processos de construção.</li>
<li>Planos estratégicos de ação nacional: Países como a Finlândia lideraram a adoção de guias detalhados e planos de ação que delineiam objetivos e medidas de forma clara para integrar os princípios da economia circular na indústria da construção. Estes planos apresentam frequentemente metas ambiciosas para a redução de resíduos em aterros e para o aumento da utilização de materiais reciclados.</li>
<li>Colaboração dos <em>stakeholders:</em> Um tema recorrente é o papel central da colaboração entre órgãos governamentais, <em>stakeholders</em> da indústria e o público. Este esforço concertado é crucial para promover um compromisso partilhado com os princípios da economia circular e garantir a implementação bem-sucedida das estratégias nacionais.</li>
</ul>
<p><strong>Estratégias divergentes e inovações nacionais</strong></p>
<p>Apesar dos pontos em comum anteriormente referidos, algumas estratégias nacionais revelam-se como abordagens únicas adaptadas para ultrapassarem desafios e oportunidades locais específicos. Algumas dessas abordagens são as seguintes:</p>
<ul>
<li>Práticas inovadoras: A iniciativa <em>Material Passport</em> da Alemanha exemplifica a inovação, fornecendo dados abrangentes sobre a reciclabilidade e a recuperabilidade dos materiais de construção. Este sistema aumenta a transparência e a eficiência da reutilização de materiais em projetos de construção.</li>
<li>Avanços tecnológicos: O investimento da Suécia na digitalização e em técnicas de construção sustentável sublinha o papel crítico das tecnologias de informação no avanço da circularidade no setor. O programa <em>Smart Built Environment</em> exemplifica como as ferramentas digitais podem otimizar o uso de recursos e minimizar o desperdício.</li>
<li>Desafios da força de trabalho: Os Países Baixos tentam superar os desafios demográficos através da promoção da construção inteligente e da inovação dos materiais, com o objetivo de aliviarem a escassez de mão de obra e de se adaptarem a uma força de trabalho envelhecida. Esta abordagem sublinha os benefícios multifacetados das práticas de economia circular, que vão além da sustentabilidade ambiental para abordar questões sociais e económicas.</li>
</ul>
<p><strong>Práticas exemplares de países líderes</strong></p>
<p>Certos países distinguem-se através de implementações abrangentes e eficazes da economia circular. Alguns desses exemplos são os seguintes:</p>
<ul>
<li>Lei AGEC de França: A França promulgou a ambiciosa Lei Antirresíduos para uma Economia Circular, estabelecendo um modelo com medidas amplas que incluem todo o ciclo de vida do produto, incluindo resíduos de construção e demolição. Esta lei ilustra o potencial da ação legislativa para impulsionar a mudança sistémica no sentido da circularidade.</li>
<li>A estratégia colaborativa de Espanha: <em>España Circular 2030</em> mostra o foco de Espanha nas parcerias público-privadas para alcançar os objetivos da economia circular. A ênfase da estratégia nos contratos públicos ecológicos e no desenvolvimento de clusters de economia circular demonstra a importância de uma ação coesa em todos os setores da sociedade.</li>
<li>Estratégia holística: Portugal adota uma estratégia holística com a sua iniciativa <em>Portugal + Verde</em>, reduzindo significativamente os resíduos e melhorando a recuperação de materiais na construção. A adoção de tecnologias inovadoras de reciclagem e a colaboração entre os setores público e privado destacam o compromisso de Portugal na integração dos princípios da economia circular.</li>
<li>Plataforma <em>CB’23</em> dos Países Baixos: Ao estabelecerem normas para a construção circular, os Países Baixos proporcionam um quadro claro para a indústria, facilitando a adoção de práticas circulares e incentivando a inovação no setor.</li>
</ul>
<blockquote><p>Com foco no impacto financeiro das estratégias de economia circular, os participantes apontaram para a necessidade de haver mais investigação para quantificar melhor o efeito nos custos e benefícios da construção.</p></blockquote>
<p>Este exercício destacou áreas potenciais para melhoria e normalização, sugerindo que uma maior harmonização das políticas e regulamentações poderia facilitar uma transição mais suave para práticas de construção circulares em toda a Europa.</p>
<h4>ANÁLISE CUSTO-BENEFÍCIO</h4>
<p>Outro destaque das atividades da Ação COST CircularB foi a análise do custo-benefício da implementação de práticas de economia circular no setor da construção. Baseando-se num inquérito amplo, que reuniu 382 respostas válidas de um conjunto variado de intervenientes no ambiente construído, esta análise permitiu obter uma visão alargada das perceções dos diversos <em>stakeholders</em> acerca dos desafios e das oportunidades associados à transição para a economia circular.</p>
<p>Os entrevistados desempenhavam diversas funções essenciais na indústria da construção, cada um contribuindo com as suas próprias perceções sobre o cenário da economia circular.</p>
<ul>
<li>As empresas de construção relataram as experiências no terreno, partilhando as suas perspetivas sobre os impactos da economia circular nos processos e nos resultados de construção;</li>
<li>Os gestores de projeto partilharam pontos de vista práticos sobre os desafios e as oportunidades apresentados pela economia circular, refletindo sobre as particularidades da sua implementação em projetos de construção;</li>
<li>Os projetistas (arquitetos e engenheiros) relataram as perspetivas técnicas e criativas, destacando a integração dos princípios da economia circular no projeto de construção e nos processos de engenharia;</li>
<li>Os fabricantes e os fornecedores de materiais destacaram a cadeia de fornecimento e as considerações sobre materiais essenciais para o sucesso da economia circular na indústria da construção;</li>
<li>Os clientes e os investidores contribuíram com preocupações financeiras e estratégicas, enfatizando os aspetos económicos e de investimento da adoção da economia circular em projetos de construção;</li>
<li>Os investigadores trouxeram uma abordagem holística, enriquecendo o estudo com as perspetivas académicas sobre práticas de economia circular e suas implicações mais amplas.</li>
</ul>
<p>Este variado leque de participantes mostra o amplo interesse e o potencial impacto das práticas de economia circular em todo o setor da construção. Os principais resultados do estudo efetuado são apresentados de seguida.</p>
<p><strong>Importância do envolvimento dos <em>stakeholders</em></strong></p>
<p>Reconhecendo a resistência à mudança do setor da construção, o estudo destaca a necessidade de integrar as diversas opiniões dos <em>stakeholders.</em> As barreiras financeiras são uma grande preocupação, com as empresas muitas vezes hesitantes em adotarem novas práticas devido aos potenciais custos associados. Esta hesitação salienta a importância de superar barreiras para promover a inovação e garantir a integração eficaz das práticas de economia circular.</p>
<p><strong>Obstáculos financeiros e como superá-los</strong></p>
<p>Analisando os custos associados à economia circular, o inquérito categoriza-os em desenvolvimento de mercado, métodos de medição, políticas e conhecimento, enfatizando a variação nos custos e benefícios em função das diferenças geográficas. O estudo evidencia que os principais desafios para a adoção de práticas de economia circular estão essencialmente relacionados com os substanciais investimentos iniciais necessários, tais como os associados às fábricas de processamento de resíduos e aos equipamentos de reciclagem.</p>
<p><strong>Vantagens e desafios</strong></p>
<p>Os benefícios da adoção da economia circular são significativos, variando desde a redução de resíduos e menores impactos ambientais até ganhos económicos, como novas oportunidades de negócio. No entanto, o estudo também identifica desafios como a qualidade dos materiais recuperados e a necessidade de novos métodos de conceção de produtos.</p>
<p><strong>Sopesando custos e benefícios</strong></p>
<p>Apesar dos desafios, a maioria dos entrevistados considera que, a médio prazo, os benefícios da economia circular superam significativamente os custos. Envolver os decisores e todas as partes interessadas em discussões transparentes sobre estes custos e benefícios é fundamental para o sucesso da implementação da economia circular.</p>
<p><strong>Estudos futuros e recomendações de políticas</strong></p>
<p>Com foco no impacto financeiro das estratégias de economia circular, os participantes apontaram para a necessidade de haver mais investigação para quantificar melhor o efeito nos custos e benefícios da construção. Além disso, os participantes também apontaram para a necessidade de serem desenvolvidas políticas concretas adaptadas às especificidades regionais, defendendo a produção interna nos países europeus, promovendo a reutilização otimizada de materiais e melhorias na gestão de resíduos.</p>
<p>Este estudo sobre o custo-benefício da implementação de práticas de economia circular no setor da construção, apoiado por dados de uma vasta gama de participantes em países do programa <em>COST</em> (membros e não membros da UE), apresenta argumentos convincentes para a adoção de princípios de economia circular.</p>
<blockquote><p>Acelerando a Transição da Construção para a Economia Circular não é apenas o título do projeto; é um apelo à ação! É uma chamada para que todos os atores da indústria da construção, bem como da sociedade em geral, colaborem e inovem juntos na busca por um modelo mais sustentável e circular.</p></blockquote>
<h4>CONCLUSÃO</h4>
<p>À medida que se avança para 2030, um marco definidor para as ambiciosas metas de desenvolvimento sustentável da ONU, torna-se cada vez mais evidente a necessidade de ações concretas e imediatas em todos os setores. No setor da construção, esta década representa uma oportunidade crítica para alinhar práticas e políticas com os objetivos globais de sustentabilidade, visando não apenas mitigar os impactos ambientais adversos, mas também promover um desenvolvimento económico que seja inclusivo, resiliente e sustentável. A transição para a economia circular na construção emerge, portanto, não apenas como um imperativo ambiental, mas também como uma oportunidade económica imensa, constituindo-se como uma estratégia essencial para contribuir para esses objetivos globais, impulsionando transformações significativas no modo como se constrói e habita o nosso mundo.</p>
<p>Os esforços empreendidos até agora, destacados neste artigo, ilustram claramente o potencial de transformação da indústria da construção através da adoção de práticas de economia circular. A Ação COST CircularB, juntamente com outras iniciativas internacionais e nacionais em cada país, demonstra que, apesar dos desafios, a mudança é possível e já está em curso.</p>
<p>Acelerar esta transição, contudo, requer uma abordagem multifacetada que envolva a cooperação de todos os stakeholders – governos, indústrias, comunidade científica e sociedade civil. As barreiras financeiras, culturais e tecnológicas, embora significativas, não são intransponíveis. A chave para superá-las reside na inovação, nas políticas públicas incentivadoras, na educação para a sustentabilidade e, sobretudo, na vontade coletiva de agir para [alcançarmos] um futuro mais sustentável.</p>
<p>Os benefícios de uma transição bem-sucedida para a economia circular na construção são claros: redução dos impactos ambientais, maior eficiência e inovação, criação de novos empregos e de novos negócios, e promoção de um desenvolvimento económico mais resiliente e sustentável. No entanto, para que estes benefícios sejam plenamente realizados, é necessário um compromisso renovado e reforçado por parte de todos os envolvidos. É imprescindível que se continue a promover a investigação, a inovação e a colaboração transfronteiriça, bem como a implementação de políticas que apoiem efetivamente a economia circular.</p>
<p>Olhando para o futuro, é essencial que sejam desenvolvidas mais políticas concretas adaptadas às especificidades regionais, promovendo não apenas as melhorias significativas na gestão de resíduos, mas também a reutilização otimizada de materiais. Além disso, a continuação e expansão de estudos sobre o custo-benefício da economia circular na construção ajudarão a ilustrar ainda mais o seu valor e a incentivar a adoção de suas práticas.</p>
<p>Em conclusão, Acelerando a Transição da Construção para a Economia Circular não é apenas o título do projeto; é um apelo à ação! É uma chamada para que todos os atores da indústria da construção, bem como da sociedade em geral, colaborem e inovem juntos na busca por um modelo mais sustentável e circular. O momento para agir é agora e juntos podemos construir um futuro onde a economia circular na construção seja a norma, não a exceção.</p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/acelerando-a-transicao-da-construcao-para-a-economia-circular/">Acelerando a transição da construção para a economia circular</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
