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	<title>Arquivo de Cláudia Antunes - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Oct 2023 09:19:05 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Cláudia Antunes - Edificios e Energia</title>
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		<title>BIM: Eficiência, comunicação e interoperabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/entrevista/0210-claudia-antunes-bim-eficiencia-comunicacao-e-interoperabilidade-ee148/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ascenso]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 07:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[BIM]]></category>
		<category><![CDATA[Cláudia Antunes]]></category>
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		<category><![CDATA[Women in BIM Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dentro de alguns anos, a adopção do BIM – Building Information Modeling vai passar a ser obrigatória. Este modelo, que já é uma prática em muitos mercados internacionais, está a mudar o sector. Claúdia Antunes, arquitecta e Executive Director &#038; BIM Consultant na StratBIM, bem como...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/0210-claudia-antunes-bim-eficiencia-comunicacao-e-interoperabilidade-ee148/">BIM: Eficiência, comunicação e interoperabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Dentro de alguns anos, a adopção do BIM – <em>Building Information Modeling</em> vai passar a ser obrigatória. Este modelo, que já é uma prática em muitos mercados internacionais, está a mudar o sector. Claúdia Antunes, arquitecta e <em>Executive Director &amp; BIM Consultant</em> na StratBIM, bem como <em>Regional Lead</em> da iniciativa <em>Women in BIM Portugal</em>, fala-nos das dificuldades e vantagens desta transição para a digitalização dos processos.</strong></p>
<p><strong>A iniciativa <em>Women in BIM Portugal</em> é uma novidade. Como surgiu o seu interesse em trazer esta organização para o nosso país?</strong></p>
<p>Foi tudo muito natural. Voltando um pouco atrás, tirei o meu curso de Arquitectura muito focada na área do projecto e no papel da arquitectura nas cidades. Foi uma aprendizagem muito tradicional, mas quando fui estudar para Madrid e na fase final do curso tive a oportunidade de ter um maior contacto com <em>softwares</em> de modulação, renderização e visualização – ferramentas que ainda não estavam exploradas no nosso país. Mais tarde, comecei a trabalhar numa câmara municipal onde ainda dominava o analógico e, então, comecei a explorar a temática do BIM, um método inovador na altura. Surgiu a oportunidade de fazer uma pós-graduação em Lisboa nesta área e, com isso, deu-se uma grande mudança. Soube que o caminho era por aí. Começámos por criar a StratBIM, uma marca dedicada à consultoria e ao desenvolvimento de soluções em BIM, com o objectivo de apoiar os profissionais na transição para a adopção desta metodologia. Em 2019, no âmbito das comemorações do Dia da Mulher, por parte da [iniciativa global] <em>Women in BIM</em>, achei que poderia fazer sentido trazer o projecto para Portugal, até porque a nossa comunidade já começava a crescer e merecia esta rede de apoio regional. Demonstrei esta vontade e, mais tarde, surgiu o convite do grupo internacional para o fazer.</p>
<p><strong>Quer falar-nos um pouco da actividade internacional do grupo <em>Women in BIM</em>?</strong></p>
<p>O <em>Women in BIM</em> está em 47 países actualmente, incluindo países em África, e essencialmente trata-se de uma rede de apoio, principalmente entre mulheres, através da qual trocamos conhecimento e experiências neste processo de transição para a digitalização do sector da construção.</p>
<p><strong>Sentiam que havia menos mulheres a trabalhar no sector?</strong></p>
<p>Exactamente. Havia poucas mulheres e ainda há. E sentimos que é uma oportunidade para estas profissionais se destacarem na área do digital, o que tem acontecido com muita facilidade sobretudo nas áreas da coordenação e gestão BIM. A Rebecca De Cicco iniciou o <em>Women in BIM</em> em 2012 porque sentiu que estava perdida num mundo de homens e não tinha ninguém com quem partilhar as dúvidas e dificuldades que tinha. Foi nessa altura que começou a ser criada uma rede informal que veio dar origem ao grupo <em>Women in BIM</em>.</p>
<p><strong>Nestes últimos anos, temos assistido a uma maior aceleração do sector da construção. Há mais sensibilização e entendimento a propósito da importância da digitalização?</strong></p>
<p>Sem dúvida de que sim. A nível mundial, as metas são sempre de construir mais e mais rápido. A nossa população cresce de uma forma acelerada e há que encontrar estratégias para conseguir apoiar essa rapidez, que é necessária, e dar resposta à necessidade de mais habitação. Depois, temos as questões associadas ao clima, nomeadamente às metas que existem quanto à descarbonização. Aqui, o digital tem tido um papel muito importante ao permitir simular e controlar os consumos e gastos energéticos. A metodologia BIM tem provado ser uma aliada na construção para que se cumpram as metas de descarbonização.</p>
<p><strong>É justo afirmar que Portugal está mais atrasado do que a generalidade dos países europeus na transição para o digital?</strong></p>
<p>Em Portugal, temos duas realidades muito assimétricas. Temos empresas e profissionais do lado da arquitectura ou da engenharia que estão num nível muito elevado de maturidade digital, nomeadamente na adopção do BIM, porque tiveram de se tornar competitivos ao posicionarem-se em mercados onde é obrigatória a utilização da metodologia do BIM. Os fabricantes de produtos têm de ter os seus “objectos” BIM para não deixarem também de integrar estas obras. Os construtores estão a acelerar este processo de transição com o objectivo de inovarem, mas também para alargarem a sua área de actuação para fora de Portugal. Estes mercados internacionais estão maduros. Por outro lado, temos pessoas, entidades e empresas que nunca ouviram falar do BIM e isso tem gerado muitas dificuldades na definição das estratégias para a sua adopção a nível nacional. É um desafio nivelar estes diferentes patamares de maturidade. Se pensarmos nas pequenas e médias empresas com as dificuldades do dia-a-dia, vocacionadas para as pequenas obras e que usam ferramentas tradicionais de desenho como o 2D ou o AutoCAD, as dificuldades são muito grandes no que diz respeito a entender as vantagens do BIM e a conseguir investir em formação ou mudança de processos.</p>
<p><strong>O investimento financeiro exigido nessa transição é apontado como elevado. É mesmo assim?  Quais as vantagens que uma pequena organização pode retirar da digitalização dos seus processos?</strong></p>
<p>Num primeiro momento, o meu conselho a essas empresas passa pela definição de uma estratégia interna, ou seja, pela elaboração de um plano que diga claramente onde querem chegar, quais os objectivos que alcançam com a introdução da metodologia BIM e como lá conseguem chegar. Passo a passo. O desafio está em saber como é que se consegue lá chegar da forma mais suave possível, sem impacto na actividade diária e sem custos desajustados. O investimento deverá ser adequado àquilo que será o retorno previsto com o BIM. Tudo deverá começar com uma definição de estratégia adaptada à realidade de cada empresa para que se consiga, com isso, controlar os investimentos. Depois, é preciso entender qual o “seu” BIM e qual a sua mais-valia. O universo BIM é muito vasto e é um erro comum ter a ideia de que podemos dar resposta a todo o universo BIM. Se formos bons a modelar ou se formos bons a fazer a coordenação, óptimo. Mas se nos pudermos especializar na parte da fiscalização e transpor isso para o universo BIM é excelente. As empresas podem especializar-se em diferentes áreas de actuação. A área dos custos é também uma possibilidade e aí entramos na dimensão 5D. A ideia é que as empresas consigam encontrar o seu ponto forte e possam focar-se nessa ou noutras áreas. A tendência global vai no sentido da especialização.</p>
<p><strong>Como se cruzam estes conhecimentos na realidade prática, no mercado e nas obras?</strong></p>
<p><strong><img decoding="async" class="wp-image-24445 size-medium alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/214-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/214-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/214-610x319.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/214.jpg 650w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></strong></p>
<p>É uma questão de posicionamento em relação ao mercado e muitas vezes surge mesmo como uma oportunidade. Se pensarmos nas pequenas empresas, há a possibilidade de estas organizações se juntarem inclusivamente a outras pequenas empresas e conseguirem, assim, ser uma “máquina” de produção eficaz de BIM. Este <em>timing</em> é interessante porque temos obrigatoriedade da adopção do BIM para breve, mas nesta fase são várias as empresas que já se estão a antecipar.</p>
<p><strong>A meta da obrigatoriedade da metodologia BIM foi estendida por mais alguns anos. Uma boa decisão?</strong></p>
<p>Neste momento, temos o ano de 2026 para as câmaras municipais, em que a obrigatoriedade se traduz na utilização de uma plataforma única para o licenciamento. Em 2027, serão já introduzidos requisitos em alguns municípios e projectos de maior dimensão. Depois, temos 2030 como a última data na qual se fixou a obrigatoriedade da utilização do BIM para todos os técnicos que integram uma obra, arquitectos ou engenheiros. A data inicial de 2025 era muito curta e surgiram vários documentos, inclusivamente da Associação BuildingSMART Portugal, uma entidade internacional com espelho no nosso país, com comentários bastante detalhados a desaconselhar essa ambição, sobretudo no nosso país.</p>
<p><strong>Os técnicos têm sete anos para se prepararem?</strong></p>
<p>Sim, o que é um tempo confortável.</p>
<p><strong>Quer explicar-nos as vantagens do BIM para esse futuro próximo e que impacto vai ter no sector da construção e da sustentabilidade?</strong></p>
<p>A grande vantagem do BIM está em conseguirmos, num ambiente totalmente digital, antever, coordenar e perceber colisões ou problemas em obra. Hoje, esses problemas tradicionais que todos conhecemos e que têm um custo muito elevado poderão ser prevenidos e eliminados. A ideia é, numa fase inicial, conseguirmos juntar todas as especialidades e todos os intervenientes numa construção e com isso poupar. Este tem sido o maior sucesso do BIM. Para as equipas, a grande vantagem surge depois de consolidada esta fase de adopção e de transição para um novo método, sendo que estamos a falar de eficiência e de rapidez de produção. Quando falamos em fazer uma alteração num projecto, sabemos que, depois, automaticamente, todas as vistas e todos os desenhos vão ser espelhados no processo, e isso poupa imenso tempo a toda a gente. Em resumo, falamos de eficiência, de rapidez e de redução de custos. Estas são as grandes bandeiras do BIM.</p>
<p><strong>O BIM poderá ajudar a juntar as especialidades e a fazê-las falar na mesma língua para que se entendam mais facilmente?</strong></p>
<p>Claro que sim, porque facilita a comunicação e a interoperabilidade, uma expressão que utilizamos muito no contexto BIM. Essencialmente, estamos a falar de uma ferramenta que facilita a comunicação entre as diferentes fases e os diferentes intervenientes e que reduz os tempos de intervenção. Cada vez que é fechada uma fase e começa outra, com outro interveniente, existem tradicionalmente quebras e o que se pretende é reduzir, e até eliminar, essas quebras e comunicar de uma forma mais ágil. Depois, estamos a normalizar e a standardizar a produção da informação para que todos tenham a mesma informação. Estamos a falar de documentos, de sistemas de classificação de informação e de que todos consigam falar a mesma língua, seja em Portugal, na China ou no Reino Unido. Trata-se de uma linguagem internacional.</p>
<p><strong>Os nossos técnicos vão adaptar-se com facilidade?</strong></p>
<p>Vai existir alguma resistência como acontece em todas as mudanças. Muitas vezes, até pelo desconhecimento ou pela desinformação, porque é recorrente a ideia de que o BIM é caro e também pode ter havido uma má experiência. Existem alguns rótulos que geram resistência, mas é necessário existir formação, formação de base, para aquilo que é a metodologia e as suas vantagens – e não só para os técnicos, mas também para os donos de obra. Quem vai investir em BIM terá de saber o que está a comprar porque o universo BIM é grande e é importante o dono de obra ter conhecimento sobre a suas características, até para definir os requisitos na contratação de serviços.</p>
<p><strong>Do seu ponto de vista, deveria ser criada uma estrutura própria ou um <em>curriculum</em> próprio do lado da formação ou é vantajoso deixar o mercado funcionar por si?</strong></p>
<p><strong><img decoding="async" class="wp-image-24444 size-medium alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/043-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/043-300x157.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/043-610x319.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/10/043.jpg 650w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></strong>Tem acontecido um pouco isso. O mercado tem-se regulado com vários tipos de formação, umas mais avulsas e outras mais estruturadas. Algumas entidades estão a fazer formação específica, como é o caso da Ordem dos Arquitectos, onde estou integrada enquanto formadora – e já vamos na 15.ª edição. A própria Ordem dos Engenheiros também criou um curso e algumas universidades também, nomeadamente por via de pós-graduações ou [cursos] especializados. Não existe, até à data, a ideia de uma formação base que seja tutelada pelo Estado, mas, sim, é desejável que exista. Neste momento, a BuildingSMART começa já a certificar profissionais e empresas através daquilo a que nós chamamos capítulo espanhol. Seria bom existir uma entidade do Estado a fazê-lo.</p>
<p><strong>E nas escolas faz sentido começar a incluir já a formação BIM?</strong></p>
<p>Faz todo o sentido, e os próprios alunos que saem neste momento para o mercado de trabalho sentem esta dificuldade. Muitos deles esbarram com ofertas de emprego que têm requisitos obrigatórios em BIM e isso passa-se a nível internacional, mas também nacional. É expectável que um aluno quando sai para o mercado de trabalho procure as melhores oportunidades e isso deixa de ser possível com a sua formação de licenciatura base. A maioria destes alunos nunca teve contacto com esta abordagem nas universidades e se teve foi muito deficiente, embora existam algumas e louváveis iniciativas em universidades pelo nosso país, como é o caso da Universidade do Minho, da Faculdade de Engenharia do Porto ou do Instituto Superior Técnico. Sucede que estes conhecimentos não estão integrados nos currículos formais das universidades. O feedback que nos vai chegando é de que é muito difícil fazer alterações neste curriculum pela forma como estão estruturados os cursos. Qualquer alteração é sempre muito lenta e difícil de se fazer também ao nível da contratação de docentes.</p>
<p><strong>Ainda há um longo caminho para percorrer?</strong></p>
<p>Há, e essa é uma ideia generalizada, mas há muita coisa que já foi feita ao nível de Comissões Técnicas criadas para o efeito, como a CT 197, que produz documentação e estratégias para a adopção do BIM. Trata-se de uma Comissão Técnica que já pensa nestes temas desde 2016, e é constituída por empresas e profissionais que dedicam o seu tempo a esta abordagem. Temos também a Comissão Técnica para a transição BIM da Ordem dos Arquitectos, que eu integro e que também apoia as decisões do Governo para esta mudança. Existem Grupos de Trabalho para a uniformização de procedimentos, para a criação da tal plataforma única, e a própria BuildingSMART. Já existem guias produzidos especificamente para o público, para as autarquias e há muito trabalho disponível.</p>
<p><strong>Existe alguma entidade internacional que agregue o conhecimento e, de alguma forma, oriente os trabalhos?</strong></p>
<p>Existe a BuildingSMART, que está por todo o mundo e tem apoiado os vários governos locais no desenvolvimento de normas. Está muito focada no BIM aberto, um BIM livre de softwares e de barreiras de interoperabilidade, no <em>Open BIM</em>, que é a grande tendência internacional. Esta associação internacional sem fins lucrativos pretende criar estas regras comuns e, no ano passado, chegou a Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td><strong>O que é o BIM e quais as principais vantagens deste modelo?</strong></p>
<p>A metodologia BIM é uma abordagem de trabalho colaborativa que envolve a criação, a gestão e o uso de informações digitais num projecto de construção ou infraestruturas.  Ao contrário dos métodos tradicionais de projecto baseados em desenhos 2D, o BIM permite que os intervenientes do sector da construção trabalhem num ambiente digital partilhado, onde podem visualizar, analisar e colaborar de forma mais eficiente. Com a utilização do BIM, os profissionais podem criar simulações, realizar análises de desempenho, detectar conflitos e realizar um planeamento mais preciso durante todas as fases do projecto, desde a concepção, até à construção e à operação. Além disso, o BIM permite uma melhor coordenação entre as diferentes disciplinas envolvidas no projecto, como arquitectura, engenharia civil, eléctrica e mecânica, evitando erros e retrabalho. Também facilita a gestão e a manutenção do edifício ao longo do seu ciclo de vida, fornecendo informações precisas e actualizadas sobre os componentes e sistemas da construção, o que resulta em economia de tempo, redução de custos e melhoria da qualidade do projecto e da construção. Assim, o BIM é uma abordagem de trabalho que utiliza modelos 3D inteligentes e informações detalhadas para melhorar estes vários aspectos.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><strong><em style="text-align: center;">Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-julho-agosto-2023-edificios-os-protagonistas-da-descarbonizacao-das-cidades/">edição nº 148</a> da Edifícios e Energia (Julho/Agosto 2023).</em></strong></p>
<p>*Entretanto, foi publicada a <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/255-2023-216770690" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portaria n.º 255/2023</a>, que, entre outros aspetos, introduz, pela primeira vez, modelos paramétricos desenvolvidos com recurso à metodologia BIM como suporte à elaboração de projetos de obra pública.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/entrevista/0210-claudia-antunes-bim-eficiencia-comunicacao-e-interoperabilidade-ee148/">BIM: Eficiência, comunicação e interoperabilidade</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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