<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivo de AreanaTejo - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/tag/areanatejo/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/areanatejo/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Apr 2024 08:36:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.1</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Arquivo de AreanaTejo - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/areanatejo/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Como é que as one-stop-shops estão a facilitar a Renovation Wave?</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/como-e-que-as-one-stop-shops-estao-a-facilitar-a-renovation-wave/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Apr 2024 08:35:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AreanaTejo]]></category>
		<category><![CDATA[casas eficientes]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[one stop shops]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Energy Hub]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=26382</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ter acesso a energia a preços acessíveis e a casas eficientes é fulcral para que a comunidade europeia consiga cumprir os objetivos de sustentabilidade e de transição energética. A iniciativa europeia Renovation Wave tem como objetivo duplicar as taxas de renovação relacionadas com a energia na União Europeia (UE) até 2030, combatendo a pobreza energética.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/como-e-que-as-one-stop-shops-estao-a-facilitar-a-renovation-wave/">Como é que as one-stop-shops estão a facilitar a Renovation Wave?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span data-contrast="auto">Ter acesso a energia a preços acessíveis e a casas eficientes é fulcral para que a comunidade europeia consiga cumprir os objetivos de sustentabilidade e de transição energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa europeia </span><i><span data-contrast="auto">Renovation </span></i><span data-contrast="auto">Wave tem como objetivo duplicar as taxas de renovação relacionadas com a energia na União Europeia (UE) até 2030, combatendo a pobreza energética, criando novos empregos, e promovendo a eficiência dos recursos e a economia circular. Segundo refere o ICLEI no seu site, esta iniciativa, apesar dos seus desafios, pode ser impulsionada através da criação de pólos subnacionais que aumentem a sensibilização dos consumidores para os benefícios das renovações energéticas, ofereçam aconselhamento e formação e que direcionem as pessoas para fornecedores de soluções que satisfaçam as suas necessidades.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projeto </span><i><span data-contrast="auto">Save the Homes</span></i><span data-contrast="auto">, financiado pela UE, traça os principais passos que os governos locais devem ter em conta no momento de criar e pôr a funcionar as </span><i><span data-contrast="auto">one-stop-shops </span></i><span data-contrast="auto">(OSS): “a criação de OSS requer apoio político a vários níveis de governação, um conhecimento sólido do parque imobiliário local e o envolvimento de um vasto ecossistema de partes interessadas”, começa por referir o ICLEI. </span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, menciona que deve ser estabelecido um apoio financeiro a longo prazo e que as OSS “devem ser integradas nas estratégias e planos locais e adaptadas aos quadros jurídicos locais”. Por último, as OSS devem ser pautadas por uma abordagem centrada no consumidor, com um catálogo concreto de serviços a prestar e uma estratégia de comunicação abrangente.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projeto</span><i><span data-contrast="auto"> Save the Homes </span></i><span data-contrast="auto">é um projeto de três anos do Horizonte 2020 e tem como objetivo facilitar o processo de renovação aos consumidores através de um balcão único, o </span><i><span data-contrast="auto">Citizen Hub</span></i><span data-contrast="auto">. Embora esteja prestes a terminar, “os resultados continuarão a ser úteis para os governos locais que pretendem descarbonizar e criar um parque habitacional mais resiliente e sustentável”, admite o ICLEI, que deixa um convite aos governos locais para que aprofundem “as nuances da criação das OSS, consultando os principais recursos produzidos no âmbito do projeto”.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Os exemplos em território nacional</span></b><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Em Portugal, as </span><i><span data-contrast="auto">one-stop-shops</span></i><span data-contrast="auto"> já são uma realidade. Exemplo disso é o Balcão Porto </span><span data-contrast="auto">Energy Hub, uma OSS que fornece consultoria técnica, legal e financeira na área da energia, de forma gratuita. Disponível em formato físico e digital, o balcão está aberto a cidadãos e entidades gestoras de habitação.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No Alto Alentejo surgiu um balcão único regional criada pela AREANATejo, a Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo,</span> <span data-contrast="auto">que tem o objetivo de auxiliar a implementação de medidas de melhoria em termos de eficiência energética e conforto térmico nos edifícios residenciais no Alto Alentejo.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por fim, um contentor marítimo reutilizado e transformado numa OSS móvel viajou por vários concelhos do distrito de Setúbal no âmbito do projeto-piloto “Ponto de Transição”, que terminou em junho de 2023.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/como-e-que-as-one-stop-shops-estao-a-facilitar-a-renovation-wave/">Como é que as one-stop-shops estão a facilitar a Renovation Wave?</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>One-stop-shops como ferramenta de combate à pobreza energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/1412-one-stop-shops-como-ferramenta-de-combate-a-pobreza-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 09:32:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[AdEPorto]]></category>
		<category><![CDATA[AreanaTejo]]></category>
		<category><![CDATA[one stop shops]]></category>
		<category><![CDATA[OSS]]></category>
		<category><![CDATA[pobreza energética]]></category>
		<category><![CDATA[Ponto de Transição]]></category>
		<category><![CDATA[renovação energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=25252</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estima-se que cerca de 20 % da população portuguesa (DGEG, 2022) esteja em risco de pobreza energética. A falta de conforto térmico nas habitações posiciona Portugal como o quinto país da União Europeia com maior percentagem de população afetada. A criação de...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1412-one-stop-shops-como-ferramenta-de-combate-a-pobreza-energetica/">One-stop-shops como ferramenta de combate à pobreza energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Autores: </strong><em>Consórcio Ponto de Transição, AREANATejo e AdEPorto.<br /></em></p>
<p style="text-align: center;"><em>Fotografia de destaque: ©Francisco Teixeira/CMM</em></p>
<p><strong>Estima-se que cerca de 20 % da população portuguesa (DGEG, 2022) esteja em risco de pobreza energética. A falta de conforto térmico nas habitações posiciona Portugal como o quinto país da União Europeia com maior percentagem de população afetada. A criação de infraestruturas de proximidade às comunidades – como os balcões únicos ou as <em>one-stop-shops</em> – vai surgindo como uma das medidas para debelar este problema complexo com fortes impactos sociais. Conheça em detalhe alguns dos espaços físicos e virtuais existentes em Portugal para a promoção da renovação energética de edifícios.</strong></p>
<p>A pobreza energética define-se como a incapacidade de as pessoas garantirem os serviços energéticos essenciais nos seus alojamentos a custos comportáveis, e é um problema social que afeta milhões de pessoas na União Europeia (UE). Este é um fenómeno que internaliza em si uma série de causas complexas e variadas, como os baixos salários, os elevados preços de energia e a baixa eficiência energética do edificado e dos equipamentos.</p>
<p>Se se considerarem as diferentes dimensões da pobreza energética – como a dificuldade no pagamento de contas, a incapacidade de aquecer a casa no inverno e arrefecer no verão, as habitações ineficientes e com problemas de bolor, humidades e infiltrações –, estima- -se que se encontrem atualmente sob esta condição entre 35 e 100 milhões de europeus.</p>
<p>Em Portugal, dados de 2021 revelam que 16,4 % da população reporta incapacidade de manter a habitação adequadamente quente, sendo Portugal o quinto país da UE com uma maior percentagem da população afetada (EUROSTAT, 2022). Um quinto da população (2020) revela que vive em habitações com presença de infiltrações, humidade e bolores, [colocando o país] apenas atrás do Chipre (EUROSTAT, 2021), e cerca de 20 % das habitações têm direito a uma tarifa social para ajudar no pagamento das contas de energia (DGEG, 2022). Adicionalmente, Portugal apresentou em 2021 um índice de Gini de 33,0 %, o que nos torna um dos países europeus com maior desigualdade de rendimentos, a sexta pior posição da UE27, [uma diferença de] 2,8 % face a [média da] UE27 (PORDATA, 2022).</p>
<p>[learn_more caption=&#8221;Coeficiente de Gini&#8221;]O coeficiente de Gini mede, numa escala entre zero e 100, a desigualdade na distribuição do rendimento da população. O coeficiente de Gini teria o valor mínimo de zero caso toda a população ficasse com o mesmo rendimento e o valor máximo de 100 caso todo o rendimento fosse para a mesma pessoa.[/learn_more] </p>
<p>Correlacionando estes vários indicadores, Portugal posiciona-se como um dos três países com maior vulnerabilidade à pobreza energética, principalmente devido à incapacidade de manter temperaturas de conforto térmico nas habitações, estimando-se que entre dois e três milhões de portugueses sejam especialmente vulneráveis a este problema. Os elevados números têm suscitado maior atenção por parte dos média e dos decisores políticos.</p>
<p>Devido às grandes diferenças sociais e geográficas associadas à distribuição da pobreza energética na UE e dentro de cada país, as políticas e iniciativas destinadas à sua mitigação deverão ter uma génese regional ou local, sendo, contudo, apoiadas e enquadradas a nível nacional.</p>
<p>Não obstante avanços nacionais em termos de planos (como o PNEC 2030), estratégias (por exemplo, a proposta de <em>Estratégia Nacional de Longo Prazo para o Combate à Pobreza Energética</em>, cuja consulta pública foi recentemente finalizada [entretanto foi aprovada]) e financiamentos à escala nacional resultantes do <em>Plano de Recuperação e Resiliência</em>, a atuação da administração central na prossecução dos objetivos de redução [da pobreza energética] e das estratégias e iniciativas envidadas à escala regional e local [com esse fim] pode ter um impacto acrescido.</p>
<p>Assim, se, por um lado, a relação de maior confiança e proximidade com as populações e a experiência e informação à disposição dos governos e das organizações locais são elementos que capacitam estes agentes para uma melhor identificação de situações de vulnerabilidade e um relevante poder de atuação, por outro, o suporte de uma estratégia nacional de mitigação da pobreza energética que preveja a implementação de medidas reais e com impactos práticos significativos na vida das pessoas, coordenada de forma suprarregional, é fundamental para a consolidação de uma abordagem coerente.</p>
<h4><strong>O papel das <em>one-stop-shops </em>e o foco no edificado</strong></h4>
<p>O setor dos edifícios é responsável por cerca de 40 % do consumo final de energia na Europa – e por cerca de 30 % em Portugal. Neste contexto, a reabilitação de edifícios pode trazer benefícios económicos e financeiros ao mesmo tempo que melhora a saúde e o bem-estar dos residentes e das comunidades, contribuindo, assim, para as metas e para os objetivos de eficiência energética.</p>
<p>Como parte do novo pacote <em>Fit for 55</em>, da Comissão Europeia, foi publicado um conjunto de propostas políticas para reduzir as emissões em 55 % até 2030, incluindo a revisão da Diretiva de Eficiência Energética da UE. A nova versão exige mais ações que apoiem o desenvolvimento do mercado e estimulem o papel dos intermediários de mercado, como os balcões únicos – <em>one-stop-shops</em> (OSS).</p>
<p>De acordo com um estudo publicado pelo Joint Research Centre, da Comissão Europeia, as OSS podem ser a solução integrada que ajuda os cidadãos a ultrapassarem as dificuldades inerentes a um processo de reabilitação fragmentado e complexo (com necessidade de intervenção de várias entidades), que, muitas vezes, requer capacidade financeira e conhecimento técnico significativos à escala residencial. As OSS podem, neste contexto, desempenhar um papel importante como centros de aconselhamento e informação, agregando vários serviços num único local, ajudando cidadãos, projetistas e empreiteiros a planearem obras de reabilitação em todos os seus aspetos.</p>
<p>A partir das múltiplas experiências existentes na Europa (dados de 2020 indicam que existiriam cerca de 60 OSS operacionais por toda a Europa), existem evidências claras de que o conceito de OSS pode contribuir de forma significativa não só para a descarbonização do edificado existente, mas, em particular, para o apoio às comunidades mais vulneráveis, auxiliando-as com aconselhamento técnico-financeiro.</p>
<p>Os modelos de negócio das OSS podem ser variados no que concerne aos modelos de <em>governance</em>, esquemas financeiros e/ou operacionais.</p>
<p>A nível europeu, a OSS pode ser a solução integrada que ajuda efetivamente proprietários e inquilinos a ultrapassarem dificuldades e a iniciarem um processo de renovação de edifícios no setor residencial, oferecendo soluções holísticas.</p>
<h4>Casos de estudo nacionais</h4>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><em>Ponto de Transição</em></strong></span></p>
<p>Neste âmbito e na sua estratégia de promoção da sustentabilidade, a Fundação Calouste Gulbenkian promove o projeto <em>Ponto de Transição</em>, que assenta num modelo inovador de ações de proximidade ao nível do município ou da freguesia. Fá-lo em parceria com a ENA – Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, o CENSE – Centro de Investigação em Ambiente e Sustentabilidade (da FCT-NOVA, da Universidade Nova de Lisboa) e a RNAE – Associação das Agências de Energia e Ambiente. O projeto conta também com parcerias com os governos locais por onde tem passado (concelhos de Setúbal, Palmela, Sesimbra).</p>
<figure id="attachment_25257" aria-describedby="caption-attachment-25257" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-25257 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-1536x1024.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-610x407.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-1080x720.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/PT_setbal-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-25257" class="wp-caption-text">Espaço do projeto <em>Ponto de Transição</em>, um contentor marítimo reutilizado e transformado numa OSS móvel. <em>©Consórcio Ponto de Transição</em></figcaption></figure>
<p>O projeto <em>Ponto de Transição</em> visa apoiar as famílias na melhoria do desempenho energético das suas habitações e na redução das suas despesas com energia, funcionando num contentor marítimo reutilizado e transformado num espaço de atendimento presencial, que pode ser deslocado entre municípios, consoante as necessidades do projeto. Inspirado no modelo <em>one-stop-shop</em>, num único local, disponibilizam-se vários serviços a título inteiramente gratuito, incluindo os seguintes:<br />• Aconselhamento sobre faturas de eletricidade e gás (por exemplo, sobre potências contratadas, tarifários, comercializadores);<br />• Avaliação energética das habitações para identificação de oportunidades de melhoria recorrendo a “agentes de transição”, selecionados entre a comunidade local e formados especificamente para prestarem apoio e aconselhamento em áreas que contemplam conceitos básicos de energia, contabilidade energética, tipos de equipamentos consumidores de energia e boas práticas;<br />• Informação sobre financiamento público para a renovação energética das habitações e apoio ao preenchimento de candidaturas (por exemplo, informação sobre o programa <em>Vale Eficiência</em>).</p>
<p>O <em>Ponto de Transição</em> esteve já localizado junto ao edifício da junta de freguesia do Sado, no concelho de Setúbal, tendo anteriormente estado presente em várias localidades dos concelhos de Palmela e Sesimbra. O projeto-piloto<em> Ponto de Transição</em> teve um tempo de duração de 18 meses, prazo esse que terminou no final do mês de junho de 2023. Neste momento, encontra-se a ser elaborado o relatório de impacto. Brevemente, serão apresentados os resultados sistematizados, tangíveis e intangíveis, do projeto. Em simultâneo, será disseminado um <em>Policy Brief</em> por forma a aumentar a consciencialização para a problemática social associada à pobreza energética com o objetivo de incluí-la na agenda das políticas públicas. Mais informações sobre o<em> Ponto de Transição</em> podem ser consultadas <a href="https://gulbenkian.pt/programas/programa-desenvolvimento-sustentavel/acao-climatica/ponto-de-transicao/">aqui</a>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>OSS regional do projeto <em>EUROPA</em></strong></span></p>
<p>O <em>EUROPA</em> é um projeto cofinanciado no âmbito do programa Horizonte 2020, coordenado pela região de Piemonte (Itália) e que conta com mais oito parceiros europeus, um deles a AREANATejo, que procurou implementar as ações previstas nos municípios pertencentes à sub-região do Alto Alentejo. Entre essas ações, destaca-se a criação de um balcão único regional, uma OSS oficialmente estabelecida no final de 2021 com o objetivo de auxiliar a implementação de medidas de melhoria em termos de eficiência energética e conforto térmico nos edifícios residenciais no Alto Alentejo.</p>
<figure id="attachment_25258" aria-describedby="caption-attachment-25258" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img decoding="async" class="wp-image-25258 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-2048x1536.jpg 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-610x458.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-1080x810.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/20220708_100922-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-25258" class="wp-caption-text">Visita a intervenções em edifícios de habitação social, no concelho de Alter do Chão, promovida no âmbito do projeto <em>EUROPA</em>.</figcaption></figure>
<p>A renovação energética das habitações é uma jornada que nem todos os proprietários querem fazer, seja por razões financeiras, seja por falta de conhecimento técnico, ou ainda por falta de informação. Face a essa situação, o projeto <em>EUROPA</em> (de forma geral) e a OSS regional criada pela AREANATejo (de forma particular) mostraram que a renovação pode ser feita por todos e para todos: proprietários de habitações, condomínios, operadores de mercado, autoridades locais.</p>
<p>Localizada em Portalegre, nas instalações da AREANATejo, a OSS funciona numa vertente virtual e física (presencial) [e é um espaço] onde os proprietários podem apresentar diretamente as necessidades que os seus edifícios possuem, a fim de ser dado o apoio técnico especializado nas seguintes áreas relacionadas com a temática da eficiência energética e da melhoria do conforto térmico:<br />• Identificação, recolha e análise de dados e elementos relacionados com os consumos e custos energéticos (análise das faturas de energia elétrica, de gás ou de outras fontes de energia existentes) nos edifícios identificados pelos proprietários, incluindo a realização de visitas técnicas necessárias à prossecução dos objetivos do trabalho;<br />• Identificação das medidas de melhoria a considerar como prioritárias com vista a uma melhoria da eficiência energética do edifício e, não menos importante, do seu conforto térmico, sendo [estas] suportadas pela elaboração de um diagnóstico energético;<br />• Preparação da intervenção através da elaboração de tarefas de assessoria relacionadas com a instrução/implementação das medidas identificadas (especificações técnicas, procedimentos e acordos contratuais-padrão, que garantam poupanças de energia através da renovação profunda de edifícios residenciais) numa estreita articulação com os <em>stakeholders</em> que estejam, previamente, capacitados para a implementação das medidas necessárias;<br />• Identificação dos mecanismos de financiamento disponíveis para a implementação das medidas;<br />• Acompanhamento de todo o processo, numa vertente transversal a todas as tarefas.</p>
<figure id="attachment_25259" aria-describedby="caption-attachment-25259" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-25259 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-610x458.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-1080x810.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/333713935_633787052095372_4792837175592626314_n-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-25259" class="wp-caption-text">Instalações da OSS regional da AREANATejo.</figcaption></figure>
<p>Para além disso, e tendo em consideração a relação de proximidade com os 15 municípios do distrito de Portalegre (associados da AREANATejo), é de referir também o trabalho potenciado pela OSS Regional ao nível da renovação energética de edifícios sob a responsabilidade direta dos municípios e afetos à habitação social. Para a AREANATejo, é muito gratificante poder implementar, na sua área de intervenção, um projeto de apoio à eliminação de barreiras à eficiência energética e que contribui para a mitigação da pobreza energética numa região que apresenta um elevado nível de vulnerabilidade à pobreza energética, esperando que inspire outras entidades e incite a replicação.</p>
<p>No seu âmbito, a AREANATejo celebrou Protocolos de Cooperação com sete municípios pertencentes à sua área de atuação para [garantir] assistência técnica com vista ao início de intervenções profundas de reabilitação energética em 209 edifícios de habitação social. [Isto] Tudo somado corresponde a investimentos desencadeados na ordem dos 6,3 milhões de euros, a uma redução do consumo em cerca de 2 GWh e a um valor de poupança na ordem dos 300 mil euros.</p>
<p>A constituição da OSS regional foi muito importante ao nível da identificação de todos os <em>stakeholders</em> envolvidos no processo de renovação e na avaliação da sua interação, da sua influência e do seu interesse, tirando vantagens da rede existente, fomentando o <em>networking</em> e contribuindo para maiores poupanças de energia na sub-região do Alto Alentejo. Mais informações acerca do projeto <em>EUROPA</em> disponíveis em <a href="https://europaonestop.eu/pt/pagina-inicial/">aqui</a>.</p>
<p><em><span style="text-decoration: underline;"><strong>Porto Energy Hub</strong></span></em></p>
<p>Coordenado pela Agência de Energia do Porto em colaboração com a RdA Climate Solutions, a S317 Consulting e a Telles Advogados, o <em>Porto Energy Hub</em> (PEH) é uma OSS física e<a href="https://portoenergyhub.pt/"><em> on-line</em></a> implementada no âmbito do projeto <a href="https://cordis.europa.eu/project/id/101033708"><em>Porto Energy ElevatoR</em></a>. O objetivo do serviço é aconselhar e apoiar os cidadãos e outras entidades (como gestores de habitação social, municípios, empresas, etc.) da Área Metropolitana do Porto a norte do rio Douro na implementação de medidas de eficiência energética e de produção renovável nas habitações.</p>
<figure id="attachment_25263" aria-describedby="caption-attachment-25263" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-25263 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-610x407.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-1080x720.jpg 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/12/OSS_Matosinhos2-scaled.jpg 1200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-25263" class="wp-caption-text"><em>©Francisco Teixeira/CMM</em></figcaption></figure>
<p>O PEH foi criado para abordar uma das barreiras mais relevantes à reabilitação sustentável, eficaz e inclusiva de edifícios: a fragmentação da cadeia de valor, que contribui para a perceção negativa que os cidadãos têm acerca da renovação dos edifícios, que é considerada como complexa e dispendiosa. Neste contexto, o PEH estabelece-se como uma ferramenta de ação local ao permitir que, num único ponto de contacto, vários serviços e dimensões envolvidos na reabilitação de edifícios, que vão desde a informação, até à assistência técnica, ao aconselhamento e ao apoio financeiro, bem como à monitorização da poupança energética após a conclusão da obra, estejam concentrados num único serviço.</p>
<p>A funcionar <em>on-line</em> e fisicamente no município do Porto desde setembro de 2022, com mais dois balcões únicos a funcionarem nos municípios de Matosinhos e Valongo (<a href="https://matosinhosenergyhub.pt"><em>Matosinhos Energy Hub</em></a>; <a href="https://valongoenergyhub.pt"><em>Valongo Energy Hub</em></a>) e dois novos balcões prontos a inaugurar nos municípios de Trofa e Maia, o projeto apoiou, à data, mais de 150 cidadãos. Privilegiando uma lógica de proximidade, os balcões do <em>Porto Energy Hub</em> estão situados nos locais de atendimento municipais.</p>
<p>A par deste apoio a cidadãos, o projeto <em>Porto Energy Hu</em>b tem também vindo a providenciar apoio técnico a municípios no âmbito da reabilitação energética de edifícios da habitação social. À data, este apoio resultou em investimentos de 10,8 milhões de euros, estando mais 7,4 milhões de euros em pipeline.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Este artigo foi originalmente publicado na edição nº149 da Edifícios e Energia (Setembro/Outubro 2023)</em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/1412-one-stop-shops-como-ferramenta-de-combate-a-pobreza-energetica/">One-stop-shops como ferramenta de combate à pobreza energética</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
