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	<title>Arquivo de apal - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
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	<title>Arquivo de apal - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Projeto APAL é apresentado este sábado na Tektónica</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/projeto-apal-e-apresentado-este-sabado-na-tektonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 09:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa do Alumínio (APAL) vai apresentar oficialmente o seu novo Projeto no próximo sábado, 12 de abril, às 11h15, no Pavilhão 4, durante o evento Tektónica – Feira Internacional da Construção, que decorre na FIL – Feira Internacional de Lisboa. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/projeto-apal-e-apresentado-este-sabado-na-tektonica/">Projeto APAL é apresentado este sábado na Tektónica</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-42edb932125dfdb9cf8a4423a2978e7f wp-block-paragraph"><strong><em>Associação fortalece colaboração com entidades estratégicas para preparar as empresas do setor para os<br>desafios da economia circular e da transição energética</em></strong></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ccee45fc9b1f98195fb833f451352863 wp-block-paragraph"><strong>A Associação Portuguesa do Alumínio (APAL) vai apresentar oficialmente o seu novo Projeto no próximo sábado, 12 de abril, às 11h15, no Pavilhão 4, durante o evento Tektónica – Feira Internacional da Construção, que decorre na FIL – Feira Internacional de Lisboa.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3dacb6a9fa8438f84d8be57a6c0a3e49 wp-block-paragraph">A <a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">APAL – Associação Portuguesa do Alumínio</a> apresenta este sábado, 12 de abril, na Tektónica, o seu novo Projeto, uma iniciativa que reforça a rede de parcerias estratégicas da associação e consolida um ecossistema de colaboração orientado para a inovação, sustentabilidade e competitividade. Este projeto assume particular relevância num contexto de transição energética, descarbonização e digitalização, promovendo a capacitação das empresas, o acesso a conhecimento especializado e a adaptação às exigências de uma economia circular.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<figure class="wp-block-video"><video controls src="https://apal.pt/home/wp-content/uploads/2025/03/APAL2025_v5_small.mp4"></video></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>APAL assume nova missão para um alumínio sustentável e inclusivo</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/apal-assum-nova-missao-para-um-aluminio-sustentavel-e-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Mar 2025 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
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		<category><![CDATA[Associação Portuguesa do Alumínio]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto Parceiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa do Alumínio (APAL) entra numa nova fase da sua história com uma missão renovada: impulsionar a modernização do setor, colocando a sustentabilidade, a inovação e a igualdade no centro da transformação industrial. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-05c0fbdf195b4fcae8b92f20beede880 wp-block-paragraph"><strong>Descarbonização, igualdade de género e inovação colocam a APAL na linha da frente da modernização da indústria</strong></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-31ef8a46bf82daa30dab4b6adf99fd54 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-370cb673cc9a8cb0bbb577e1653470f2 wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Associação Portuguesa do Alumínio (APAL)</a></strong> entra numa nova fase da sua história com uma missão renovada: impulsionar a modernização do setor, colocando a sustentabilidade, a inovação e a igualdade no centro da transformação industrial.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-b57925b868784a8c98eae3cbb28247e3 wp-block-paragraph">Pela primeira vez, a <strong>APAL</strong> assume um papel ativo na definição de um futuro mais sustentável para o alumínio em Portugal. Com um compromisso reforçado com a descarbonização e a economia circular, a associação quer ser um motor de mudança, promovendo a adaptação das empresas às novas exigências ambientais e sociais. A transição energética, a aposta em energias renováveis e a redução da pegada ecológica são agora prioridades no setor.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-756794d28b6ece172a101e441533ccef wp-block-paragraph">Neste novo ciclo, a <strong>APAL</strong> lança o <strong><a href="https://apal.pt/home/parceiros-apal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Projeto Parceiros</a></strong>, um programa estratégico que fortalece o setor através de colaborações institucionais. As primeiras parcerias são com a ADENE – Agência para a Energia e o Itecons – Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade. Estas colaborações vão permitir capacitar as empresas com conhecimento técnico atualizado, apoiar a transição para práticas mais sustentáveis e alinhar a indústria com as metas nacionais e europeias de descarbonização e eficiência energética.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-143ebb1737e8e463fb3e5eac93892aee wp-block-paragraph">A <strong>APAL</strong> assume ainda o compromisso de reforçar a igualdade de género e a diversidade na indústria, criando condições para um setor mais equilibrado e atrativo para as novas gerações.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-367fbd6129ff7a875f8d3b7611c63363 wp-block-paragraph">Este é um novo capítulo para a <strong>APAL</strong>, que pretende abrir caminho para um alumínio mais responsável, moderno e alinhado com as exigências da economia do futuro.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9ac00cf961d1ea846fe5a532228b76c6 wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph" style="font-size:14px"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/apal-assum-nova-missao-para-um-aluminio-sustentavel-e-inclusivo/">APAL assume nova missão para um alumínio sustentável e inclusivo</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Associação Portuguesa do Alumínio tem novo Presidente</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/associacao-portuguesa-do-aluminio-tem-novo-presidente-160724-1-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jul 2024 14:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[apal]]></category>
		<category><![CDATA[Hydro Building Systems]]></category>
		<category><![CDATA[indústria do alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[José Manuel Pereira Dias]]></category>
		<category><![CDATA[novo Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eleição do novo Presidente da APAL teve lugar durante a Assembleia Geral da APAL, no dia 5 de julho, no Meliã Ria Hotel, em Aveiro. José Dias, Strategic Unit Director da Hydro em Portugal, irá assegurar a gestão da associação ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/associacao-portuguesa-do-aluminio-tem-novo-presidente-160724-1-2/">Associação Portuguesa do Alumínio tem novo Presidente</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<section class="elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-daaf713 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="daaf713" data-element_type="section" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}"></section>
<p style="text-align: center;"><em><strong>José Manuel Pereira Dias, Strategic Unit Director da Hydro em Portugal, é o novo Presidente da APAL cujos associados representam no país a indústria do alumínio.</strong></em></p>
<p class="x_MsoNormal">
<p>&nbsp;</p>
<p>A eleição do novo Presidente da <a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noopener"><strong>APAL</strong></a> teve lugar durante a Assembleia Geral da <strong>APAL</strong>, no dia 5 de julho, no Meliã Ria Hotel, em Aveiro. José Dias, Strategic Unit Director da Hydro em Portugal, irá assegurar a gestão da associação nos próximos dois anos, sucedendo Rui Abreu, que deixa as suas funções devido a novos desafios profissionais, mantendo-se como vogal do Conselho Fiscal, contribuindo para o papel da <strong>APAL</strong> na indústria do alumínio.</p>
<p class="x_MsoNormal">Manter a linha de atuação da associação e dar continuidade à promoção das potencialidades do alumínio como material inteligente e sustentável nos diferentes setores em Portugal é o principal objetivo deste novo mandato. Com mais de 40 anos, a associação dedica-se à promoção das potencialidades do alumínio enquanto material inteligente e sustentável no mercado português e à representação dos interesses dos seus associados junto da tutela, Governo e outras instituições relevantes.</p>
<p class="x_MsoNormal">Com mais de 20 anos de experiência no setor do alumínio, José Dias, integrou a indústria com a chegada do Grupo Sueco, SAPA, a Portugal, onde desempenhou funções como Diretor Regional de Vendas. Em 2013 integra a Technal como Diretor Executivo da Alumil Angola, responsável pela colaboração com o Grupo Grego no mercado angolano.</p>
<p class="x_MsoNormal">O novo presidente da <strong>APAL</strong> integra há 9 anos a Hydro Building Systems Portugal, S.A, onde se mantém até hoje, a exercer a função de Strategic Unit Director com a responsabilidade da gestão das marcas do grupo no mercado português, desde 2021.</p>
<p class="x_MsoNormal">José Dias, refere que “<i>Esta nova liderança representa um enorme desafio pessoal, alicerçado na confiança de uma direção coesa e experiente, que irá garantir que a APAL esteja sempre presente na defesa dos interesses dos seus associados, assim como,  garantir o contributo dos mesmos nos projetos estratégicos mais importantes para o futuro do setor.”</i></p>
<p class="x_MsoNormal">A <strong>Associação Portuguesa do Alumínio</strong> tem hoje como associados 54 empresas e representa em Portugal as marcas internacionais de qualidade das indústrias do alumínio e do tratamento de superfície de metais, como as indústrias de extrusão, de anodização, de lacagem, de aplicação, de limpeza e manutenção.</p>
<p class="x_MsoNormal">A associação tem desenvolvido múltiplas ações de sensibilização para a sustentabilidade, com foco nas vantagens da utilização do alumínio como material circular em diversos setores, nomeadamente, lançou este ano a nova campanha institucional para 2024 com destaque na promoção das potencialidades do alumínio nos setores da Mobilidade, Energia, Construção e Indústria, para alcançar uma sociedade neutra em carbono, de forma a contribuir para definir uma construção mais sustentável ajudando a atingir uma economia circular no setor.</p>
<p class="x_MsoNormal">
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.</strong></em><br />
<em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/associacao-portuguesa-do-aluminio-tem-novo-presidente-160724-1-2/">Associação Portuguesa do Alumínio tem novo Presidente</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alumínio na linha da frente no caminho rumo à neutralidade carbónica</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/aluminio-na-linha-da-frente-no-caminho-rumo-a-neutralidade-carbonica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 07:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[apal]]></category>
		<category><![CDATA[APAL - Associação Portuguesa do Alumínio]]></category>
		<category><![CDATA[Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD)]]></category>
		<category><![CDATA[emissão de gases com efeito de estufa]]></category>
		<category><![CDATA[janelas]]></category>
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		<category><![CDATA[resistência ao fogo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No âmbito da implementação da Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD), aprovada pela Comissão Europeia, a APAL - Associação Portuguesa do Alumínio apresenta o alumínio como material potencial na prevenção das consequências previstas para Portugal e Espanha perante as alterações climáticas. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/aluminio-na-linha-da-frente-no-caminho-rumo-a-neutralidade-carbonica/">Alumínio na linha da frente no caminho rumo à neutralidade carbónica</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<section class="elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-daaf713 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="daaf713" data-element_type="section" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}"></section>
<p>No âmbito da implementação da <a href="https://eur-lex.europa.eu/legal-content/PT/TXT/?uri=CELEX%3A32022L2464" target="_blank" rel="noopener">Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa (CSRD)</a>, aprovada pela Comissão Europeia, a <a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noopener"><strong>APAL &#8211; Associação Portuguesa do Alumínio</strong></a> apresenta o alumínio como material potencial na prevenção das consequências previstas para Portugal e Espanha perante as alterações climáticas.</p>
<p>Esta premissa reforça os dados apresentados no relatório da Organização Meteorológica Mundial (OMM), que salienta a probabilidade em 80% de em pelo menos um ano as temperaturas médias globais excederem 1,5°C até 2028, o que reflete o contínuo aquecimento do planeta causado pela emissão de gases com efeito de estufa. O relatório prevê, ainda, o aumento das temperaturas terrestres em relação ao aumento da temperatura do oceano até 2028, sendo que anomalia da temperatura próxima da superfície do Ártico é três vezes maior do que a média global.</p>
<p>No contexto europeu, a Península Ibérica e os países do Sul da Europa são os que apresentam maior vulnerabilidade com as alterações climáticas e o alumínio por apresentar o melhor comportamento na resistência ao fogo e, ao mesmo tempo, promover a qualidade do ar, permite minimizar estes impactos e tornar as regiões mais resilientes ao clima.</p>
<p>No atual panorama de desafios associados às alterações climáticas, a recente Diretiva da União Europeia propõe de forma unilateral que todos os Estados-membros sejam responsáveis a nível ambiental com foco na redução de energia e na proteção contra extremos de calor e frio. No entanto, a Península Ibérica e os países do Sul da Europa são os que apresentam maiores vulnerabilidades com as alterações climáticas e, consequentemente, o impacto das alterações climáticas assumem uma maior expressão em Portugal e Espanha.</p>
<p>Neste contexto, a APAL apresenta o alumínio como o material que pode ser adotado pelas diferentes áreas setoriais de forma a promover o desenvolvimento sustentável destas regiões e torná-las resilientes ao impacto das alterações climáticas, dada a sua durabilidade, leveza, resistência e versatilidade.</p>
<p>O Presidente da APAL, Rui Abreu, salienta que<b> </b><i>“O Alumínio tem um papel importante na proteção das nossas habitações das temperaturas exteriores, tanto do frio como do calor. Mas aqui convém detalhar algo muito importante: o alumínio tem uma resistência ao fogo muito boa e não liberta elementos tóxicos. Sem dúvida, muito importante a ter em conta quando projetamos uma habitação. Ter um ambiente saudável dentro de casa é preciso. O futuro traz-nos muitos desafios e o alumínio é a solução para muitos deles.”</i></p>
<p>São vários estudos que apresentam o alumínio como o material com melhor comportamento na resistência ao fogo, capaz de suportar altas temperaturas, e que promove a qualidade do ar, pois não liberta emissões tóxicas, como clorobenzeno, benzeno, dióxido de enxofre, metano, etanol, etileno, formaldeíco, etano e ácido clorídrico, tornando-se um material eficaz na redução de emissões poluentes no processo de utilização.</p>
<p>O alumínio está, assim, na linha da frente no caminho rumo à neutralidade carbónica e, acima de tudo, como potencial para que Portugal e Espanha consigam tornar-se mais resilientes ao impacto das alterações climáticas nos territórios.</p>
<p>A Associação Portuguesa do Alumínio prepara-se para lançar em Portugal a plataforma que permite eleger qual a melhor janela, ao disponibilizar informações técnicas e dados estatísticos que comprovam o material com melhor comportamento, durabilidade, resistência e versatilidade de acordo com a região.</p>
<p>A associação tem, ainda, desenvolvido múltiplas ações de sensibilização para a sustentabilidade, com foco nas vantagens da utilização do alumínio como material circular em diversos setores, nomeadamente, lançou este ano a nova campanha institucional para 2024 com destaque na promoção das potencialidades do alumínio nos setores da mobilidade, energia, construção e indústria, para alcançar uma sociedade neutra em carbono, de forma a contribuir para definir uma construção mais sustentável ajudando a atingir uma economia circular no setor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<div class="elementor-container elementor-column-gap-default"></div>
<section class="elementor-section elementor-inner-section elementor-element elementor-element-daaf713 elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default" data-id="daaf713" data-element_type="section" data-settings="{&quot;background_background&quot;:&quot;classic&quot;}">
<div class="elementor-container elementor-column-gap-default"></div>
</section>
<div style="text-align: center;"><em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.</strong></em><br />
<em><strong>Fonte: Press Release</strong></em></div>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/aluminio-na-linha-da-frente-no-caminho-rumo-a-neutralidade-carbonica/">Alumínio na linha da frente no caminho rumo à neutralidade carbónica</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PAE+S 2023 RECEBE MAIS DE 78 MIL CANDIDATURAS</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/paes-2023-recebe-mais-de-78-mil-candidaturas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 09:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anfaje]]></category>
		<category><![CDATA[anqip]]></category>
		<category><![CDATA[apal]]></category>
		<category><![CDATA[apirac]]></category>
		<category><![CDATA[Edifícios Mais Sustentáveis 2023]]></category>
		<category><![CDATA[Fundo Ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[pae+s 2023]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 78 mil candidaturas foram submetidas à primeira fase do Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis 2023 e, segundo informação fornecida pelo Fundo Ambiental, a maior parte dos pedidos diz respeito à adopção de medidas activas.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/paes-2023-recebe-mais-de-78-mil-candidaturas/">PAE+S 2023 RECEBE MAIS DE 78 MIL CANDIDATURAS</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=151"><span class="s2">Janeiro/Fevereiro de 2024</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p><strong>Mais de 78 mil candidaturas foram submetidas à primeira fase do <em>Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis 2023</em> e, segundo informação fornecida pelo Fundo Ambiental, a maior parte dos pedidos diz respeito à adopção de medidas activas. Enquanto a análise de candidaturas está em andamento, algumas associações do sector partilham aquilo que gostavam de ver numa segunda fase do programa.</strong></p>
<p>De acordo com o Fundo Ambiental, a primeira fase de candidaturas relativa ao <em>Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis 2023</em> (PAE+S 2023) terminou, no final de Outubro, com 78 068 pedidos submetidos. Para dar continuidade ao objectivo de programas anteriores no que diz respeito ao financiamento de medidas de reabilitação, descarbonização, eficiência energética e hídrica e economia circular para melhorar o desempenho energético e ambiental dos edifícios, o Fundo Ambiental lançou, em meados de Julho, o <a href="https://www.fundoambiental.pt/apoios-prr/c13-eficiencia-energetica-em-edificios/05c13-i012023-paes-2023-1-aviso.aspx" target="_blank" rel="noopener">1.º Aviso do PAE+S 2023</a>. No entanto, para dar resposta aos “principais desafios” identificados na análise dos resultados obtidos na segunda fase do <em>Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis</em> (PAE+S II), foram introduzidas algumas novidades neste apoio mais recente.</p>
<p>Com 30 milhões de euros disponíveis numa primeira fase de candidaturas, cujo período de candidaturas começou no dia 16 de Agosto e terminou no dia 31 de Outubro de 2023, o PAE+S 2023 assumiu um sistema de majorações para promover uma maior diversificação geográfica dos investimentos, uma maior adopção de medidas passivas e uma maior implementação de medidas em edifícios multifamiliares. Terá sido bem sucedido? E o que pensam algumas associações do sector sobre este apoio?</p>
<h4>LISBOA E PORTO LIDERAM, TAL COMO MEDIDAS ACTIVAS</h4>
<p><figure id="attachment_26080" aria-describedby="caption-attachment-26080" style="width: 235px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-26080" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela1-161x300.jpg" alt="" width="235" height="438" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela1-161x300.jpg 161w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela1-548x1024.jpg 548w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela1.jpg 604w" sizes="(max-width: 235px) 100vw, 235px" /><figcaption id="caption-attachment-26080" class="wp-caption-text">Tabela 1 &#8211; Distribuição das candidaturas submetidas ao PAE+S 2023 por distrito</figcaption></figure></p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pelo Fundo Ambiental à data de 29 de Dezembro de 2023, a primeira fase do PAE+S 2023 terminou com 78 868 candidaturas submetidas. Dessas (Tabela 1), 14,4 % correspondem a pedidos relativos ao distrito de Lisboa e 13,9 % a candidaturas respeitantes ao distrito do Porto, seguindo-se os distritos de Braga (11 %) e de Aveiro (8,4 %). No total, os quatro são responsáveis por quase metade das candidaturas, sendo que só a combinação dos distritos de Lisboa e Porto ultrapassa um quinto das submissões. Do outro lado do espectro, as regiões autónomas da Madeira e dos Açores, bem como os distritos de Beja, Portalegre e Évora, contemplam menos de 2 % das candidaturas cada.</p>
<p>Em relação ao PAE+S II, o cenário do PAE+S 2023 não é muito diferente, embora tenha conseguido diminuir o peso de Lisboa no total de candidaturas e aumentar o peso de outras regiões como a dos Açores. Relativamente à tipologia de candidaturas submetidas (Tabela 2), os dados avançados pelo Fundo Ambiental permitem fazer um retrato que parece continuar a dar preponderância às medidas activas. Talvez até mais do que antes. As tipologias 3 – Sistemas e Equipamentos Eficientes e 4 – Painéis Fotovoltaicos do PAE+S 2023 agregam 80,2 % da procura, quando antes as tipologias correspondentes incluíram cerca de 70,5 % (isto considerando as candidaturas submetidas no PAE+S II; considerando apenas as elegíveis este valor sobe para 73,6 %). Em detalhe, a tipologia 3 (onde se enquadram bombas de calor, equipamentos de ar condicionado, sistemas solares térmicos, bem como caldeiras e recuperadores a biomassa) foi a que arrecadou o maior número de candidaturas submetidas – mais de 36,5 mil, o correspondente a 46,8 %. Já a tipologia 4 (que diz respeito aos sistema solares fotovoltaicos com ou sem armazenamento) reuniu mais de 26 mil candidaturas submetidas (33,4 %).</p>
<p>A componente dedicada à substituição de janelas não eficientes por janelas de classe energética igual a A+ (tipologia 1) mantém a terceira posição em termos de procura. Em particular, foram submetidas 13 899 candidaturas no âmbito desta tipologia (17,8 %). As medidas relativas aos isolamentos térmicos e as intervenções que visam a eficiência hídrica aparecem, no PAE+S 2023, com menos candidaturas, pouco mais de mil (1,5 %) e quase 400 (0,5 %), respectivamente. Quanto ao número de candidaturas respeitantes a edifícios multifamiliares, cuja inclusão constitui uma novidade introduzida pelo programa, o Fundo Ambiental não avançou quaisquer dados. De acordo com o quadro em tempo real disponibilizado no website desta mesma entidade, sabe-se ainda que houve mais cerca de 12 mil candidaturas que ficaram apenas na fase de “em preenchimento” e quase três mil desistências. Fica agora por saber quais das mais de 78 mil candidaturas submetidas serão consideradas elegíveis pelo Fundo Ambiental. As que transitarem para o grupo de candidaturas elegíveis irão beneficiar de um apoio máximo de 7 500 euros por edifício ou fracção autónoma alvo de intervenções.</p>
<p>Recorde-se que a expectativa deste programa é de que as intervenções no edificado dos beneficiários resultem, em média, numa redução do consumo de energia primária de pelo menos 30 %. O PAE+S 2023 tem uma verba total prevista de 100 milhões de euros e decorre do investimento TC-C13-i01 – Eficiência Energética dos Edifícios Residenciais, inserido no Plano de Recuperação e Resiliência.</p>
<h4>FALTA MAIS PLANEAMENTO, CRITICA ANFAJE</h4>
<p>A existência de programas de apoio à eficiência energética nos edifícios tem sido bem recebida pela <a href="https://anfaje.pt/" target="_blank" rel="noopener">ANFAJE</a> – Associação Nacional dos Fabricantes de Janelas Eficientes, que caracteriza o PAE+S II como um “sucesso” e reforça que o PAE+S 2023 “é importante”. Não obstante esse balanço positivo, a associação tem vindo também a alertar para uma “falta de planeamento dos programas” que “pode comprometer os objectivos”. As palavras são do presidente da ANFAJE, João Ferreira Gomes, pronunciadas em Julho em resposta ao anúncio do lançamento do PAE+S 2023. Em comunicado, o dirigente explicou que a indefinição de períodos temporais para a publicação deste tipo de apoios “origina picos de procura totalmente imprevisíveis, gera falta de credibilidade junto dos portugueses, e torna difícil para as empresas a definição de uma estratégia de planeamento atempada, rigorosa e que corresponda às exigências de prazos de produção, fornecimento e instalação de todas as obras de janelas eficientes”.</p>
<p><figure id="attachment_26081" aria-describedby="caption-attachment-26081" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-26081 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela2-300x231.jpg" alt="" width="300" height="231" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela2-300x231.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela2-610x470.jpg 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/Tabela2.jpg 626w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-26081" class="wp-caption-text">Tabela 2 &#8211; Distribuição das candidaturas submetidas ao PAE+S 2023 por tipologia de intervenção</figcaption></figure></p>
<p>A par disto, a ANFAJE também apontou críticas à própria altura de lançamento e abertura do programa – um período tipicamente de férias, com condicionamentos na disponibilidade das pessoas e empresas – e ao curto período para as candidaturas. “Sendo as janelas um produto de construção fabricado à medida de cada habitação, e estando as empresas em período de férias, como será possível responder a orçamentos, fabricar e instalar janelas em dois meses?”, questionou, na altura, João Ferreira Gomes. Questionada recentemente sobre este tema, a ANFAJE diz manter a sua posição em favor de um maior planeamento e de uma estratégia antecipada de comunicação, fixando e divulgando datas previstas de abertura e encerramento e envolvendo as associações e empresas do sector. Reforça também que os programas devem ter uma duração mais longa. “Três meses é pouco para uma empresa avaliar e dar um orçamento, para o cliente decidir, e para se fabricar e instalar a janela”, refere a associação, que adianta ter havido “muita procura por parte do cliente particular” quanto a este produto que “não é de stock”. Além disto, a ANFAJE defende ainda a existência de benefícios fiscais, em sede de IRS, para quem investe no conforto e na eficiência energética da sua habitação.</p>
<h4>APIRAC APELA À INCLUSÃO DE MEDIDAS PARA RENOVAÇÃO DO AR</h4>
<p>“[O PAE+S 2023] potencia o alcance de múltiplos objectivos”, que, em última análise, pretendem contribuir para edifícios mais confortáveis, saudáveis, duráveis, resilientes e para uma redução das facturas energéticas, da dependência energética do país e das emissões de gases com efeito de estufa, elenca Nuno Roque, secretário-geral da <a href="http://www.apirac.pt/" target="_blank" rel="noopener">APIRAC</a> – Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Térmico, Energético, Electrónico e do Ambiente, num comentário dirigido à Edifícios e Energia. É neste contexto que, na visão do representante e da APIRAC, se torna importante abordar a qualidade do ar interior (QAI) como um dos objectivos “definidos como estratégicos” graças aos “benefícios inegáveis para a saúde e para a extensão da vida útil dos edifícios”, e a renovação do ar como uma questão “de valor complementar inestimável [em relação] a outras soluções adoptadas pelo PAE+S 2023”. Isto porque, justifica, as tipologias relativas aos isolamentos e às janelas eficientes “tornam os edifícios estanques”.</p>
<p>A questão da ventilação “é muitas vezes ignorada ou mal compreendida – e normalmente só nos apercebemos [disso] quando há um problema”, lamenta Nuno Roque, acrescentando que o “actual enfoque nos custos energéticos” pode agravar esta situação. Esta é uma das principais críticas que a APIRAC tem em relação ao PAE+S 2023, razão por que decidiu endereçar à secretaria de Estado da Energia e Clima e ao Fundo Ambiental um apelo para que a ventilação seja considerada uma das tipologias em futuras fases do programa. Lembrando que uma boa ventilação que utilize tecnologia faz o equilíbrio entre “qualidade do ar, utilização de energia e conforto”, “a APIRAC insta o Governo e o Fundo Ambiental a internalizarem as virtualidades da ventilação para a melhoria da eficiência energética dos edifícios”, reitera Nuno Roque, colocando a tónica nos sistemas que possibilitem a recuperação de calor para eliminar eventuais perdas térmicas e evitar consumos energéticos desnecessários. “A ventilação com recuperação de calor revela-se um meio essencial para contribuir de modo evidente no sentido da concretização dos propósitos definidos. Ora, considerando que nas habitações a transmissão de calor devido à ventilação pode ser responsável por mais de 50 % das perdas térmicas no Inverno, a adopção de sistemas de ventilação com recuperação de calor, em particular com <em>free-cooling</em>, permite reduzir necessidades de aquecimento e arrefecimento”, elabora.</p>
<h4>É PRECISO APOIAR MAIS A EFICIÊNCIA HÍDRICA, DEFENDE ANQIP</h4>
<p>Como é que o PAE+S 2023 encara a eficiência hídrica? Para a <a href="https://anqip.pt/" target="_blank" rel="noopener">ANQIP</a> – Associação Nacional para a Qualidade nas Instalações Prediais, que tem este desígnio no centro da sua acção desde 2005, o programa “apoiou esse desiderato, embora de forma débil”, o que, comenta Armando Silva Afonso, presidente da direcção, não é novidade e reflecte o facto de “a Comissão Europeia priorizar as questões energéticas e, na prática, não ser sensível aos graves problemas dos países do Sul no que se refere à água”, bem como o de “Portugal só contemplar este tipo de apoios quando são suportados por fundos europeus”. “A eficiência hídrica tem sido encarada nestes programas apenas como complemento da eficiência energética, recorrendo ao nexus água-energia, quando, na realidade, pode e deve ir muito além desta perspectiva.” Mas, para isso, argumenta o representante, é preciso ter “regulamentação actualizada (a revisão do actual Regulamento Geral de Águas e Esgotos, contemplando um capítulo específico sobre eficiência hídrica em edifícios, foi iniciada em 2012 e aguarda publicação desde 2018…)” e ter a “capacidade para defender na Europa, em particular no que respeita aos fundos europeus, uma afectação mais de acordo com a realidade e as necessidades de cada país”.</p>
<p>“Há vários anos que se aguarda por um Voluntary Agreement para a adopção de uma etiqueta europeia unificada de eficiência hídrica para produtos sanitários, enquanto a etiqueta obrigatória de energia já existe há 30 anos e continua a evoluir com novas versões e actualizações”, ilustra Armando Silva Afonso. Apesar disto, o responsável salienta que Portugal tem “liderado a resposta aos problemas da eficiência hídrica em edifícios na Europa, um capital que tem sido desaproveitado face às necessidades do país”.</p>
<p>“Fomos um dos primeiros países a terem rotulagem de eficiência hídrica de produtos (voluntária), um dos primeiros a terem especificações para o aproveitamento de águas pluviais em edifícios e o primeiro a ter especificações para a reutilização predial de água e para a certificação técnico-sanitária destes sistemas (recomendada pela Comissão Europeia)”, realça.</p>
<h4>CRITÉRIOS DEVEM FAVORECER SUSTENTABILIDADE E NÃO SÓ EFICIÊNCIA, ALERTA APAL</h4>
<p>Nos isolamentos, os materiais utilizados determinam a taxa de comparticipação a atribuir – 85 % quando se recorre a materiais de base natural (ecomateriais) ou que incorporem materiais reciclados e 65 % nos restantes casos. Na visão da <a href="https://apal.pt/home/" target="_blank" rel="noopener">APAL</a> – Associação Portuguesa de Alumínio, esta majoração de financiamento dos materiais é “desajustada” ao não considerar “a composição do produto subsidiado e a sua reciclabilidade” e ao não ser aplicada a outras tipologias de intervenção. “Tendo como base a descarbonização da sociedade e o fechar dos ciclos [na economia circular], todos os materiais devem ter uma solução de final de vida”, afirma Rui Abreu. E, nesse caminho que passa por “saber aproveitar melhor os recursos”, o presidente da APAL vinca que “a reciclabilidade é o [caminho] mais lógico e mais inteligente”.</p>
<p>“Quando se faz um programa chamado Edifícios Mais Sustentáveis [2023], que tem em vista metas de descarbonização, é preciso pensar nestas coisas, [pensar] um bocadinho mais à frente”, começando já a “preparar o futuro”, destaca. Na prática, aquilo que a APAL defende é a implementação de um critério de majoração para promover incentivos fiscais que favoreçam “materiais ecológicos e não apenas eficientes energeticamente”. Esperando ver isso já numa segunda fase do PAE+S 2023, a APAL sugere que esse critério se baseie nos seguintes aspectos: composição dos materiais, focando materiais não derivados de petróleo; natureza alinhada com a economia circular; características do material reciclado que permitam optimizar recursos, processos industriais; existência de um ciclo de vida do produto completo localmente. No caso do alumínio, exemplifica a associação, é possível reduzir o consumo eléctrico em cerca de 95 % por cada tonelada de alumínio reciclado e é possível gerir todo o ciclo de vida do material dentro do país, que tem tecido produtivo para isso, contributos que, continua a APAL, são descartados se se considerar apenas a eficiência energética na caixilharia das janelas, por exemplo. “Há uma pressão para a sustentabilidade dos materiais e dos processos. E não somos só nós, no alumínio, a procurar dar resposta. Isto acontece noutros materiais também”, pelo que se deve reconhecer e fomentar isso, conclui Rui Abreu.</p>
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