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	<title>Arquivo de AEA - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Mar 2026 11:57:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de AEA - Edificios e Energia</title>
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		<title>AEA: Redução de emissões na indústria exige transformação do sector</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/reduzir-emissoes-nas-industrias-de-utilizacao-intensiva-de-energia-exige-a-transformacao-do-sector-assegura-a-aea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 10:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AEA]]></category>
		<category><![CDATA[carbono]]></category>
		<category><![CDATA[emissões]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transformação industrial surge como peça-chave para aprofundar a redução das emissões e da poluição nas indústrias de utilização intensiva de energia na Europa, segundo um novo relatório da Agência Europeia do Ambiente (AEA). Apesar dos progressos alcançados nas últimas duas décadas, o estudo alerta para uma estagnação recente e para os elevados custos de saúde pública associados à poluição. </p>
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<p class="wp-block-paragraph"><strong>A transformação industrial surge como peça-chave para aprofundar a redução das emissões e da poluição nas indústrias de utilização intensiva de energia na Europa, segundo um novo&nbsp;</strong><a href="https://www.eea.europa.eu/en/analysis/publications/zero-pollution-decarbonisation-and-circular-economy-in-energy-intensive-industries" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>relatório</strong></a><strong>&nbsp;da Agência Europeia do Ambiente (AEA). Apesar dos progressos alcançados nas últimas duas décadas, o estudo alerta para uma estagnação recente e para os elevados custos de saúde pública associados à poluição.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório, intitulado&nbsp;<em>“Poluição zero, descarbonização e economia circular em indústrias de utilização intensiva de energia”</em>, analisa as tendências de longo prazo das emissões de gases com efeito de estufa&nbsp;(GEE)&nbsp;e dos principais poluentes atmosféricos. As conclusões mostram que estes sectores são responsáveis por cerca de 27% das emissões industriais de gases com efeito de estufa da União Europeia, bem como por uma parcela significativa de poluentes como os óxidos de enxofre (SOx) e os óxidos de azoto (NOx).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de as emissões destas indústrias terem diminuído cerca de 42% nas últimas duas décadas, e de se registarem reduções relevantes em substâncias como dioxinas (63%), níquel (64%) e&nbsp;NOx&nbsp;(55%), os custos externos da poluição mantêm-se elevados, estimando-se em cerca de 73 mil milhões de euros anuais. A AEA considera que uma transformação industrial orientada para a descarbonização, a prevenção da poluição e a economia circular poderá trazer benefícios simultâneos para o clima, o ambiente e a saúde pública,&nbsp;enquanto&nbsp;reforça a competitividade europeia.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório centra-se em sectores-chave como o ferro e aço, cimento e cal, alumínio, pasta de papel e papel, vidro e produtos cerâmicos, bem como a indústria química. Em conjunto, estas&nbsp;actividades&nbsp;representam mais de 60% do consumo energético total da indústria transformadora, o que agrava a sua vulnerabilidade face à crise energética europeia e à concorrência internacional, sobretudo num contexto em que a&nbsp;electricidade&nbsp;na UE permanece duas a quatro vezes mais cara do que em vários parceiros comerciais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A análise indica ainda que as reduções mais acentuadas de emissões observadas após 2020 coincidem com uma quebra no valor acrescentado bruto destes sectores, sugerindo que as mudanças estruturais na economia, a par das melhorias tecnológicas, têm desempenhado um papel crescente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para alcançar novos avanços, a AEA defende a plena implementação da legislação ambiental e climática existente, aliada a mudanças mais profundas nos processos industriais. Entre os caminhos identificados estão a&nbsp;electrificação, a utilização de matérias-primas alternativas e secundárias e o reforço da circularidade, medidas que podem reduzir simultaneamente as emissões, a poluição e a dependência de recursos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relatório sublinha, contudo, que estes percursos implicam compromissos entre diferentes objectivos ambientais, exigindo abordagens sectoriais específicas e decisões políticas cuidadosas. &#8220;Compreender estas interacções é essencial para orientar investimentos e escolhas políticas que ofereçam oportunidades para reduzir as emissões ao menor custo possível, garantindo que os esforços para reduzir as emissões e a poluição também trazem benefícios para a saúde, a competitividade e a resiliência”, conclui o relatório. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Fotografia de destaque: © Freepik</p>
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		<title>Agência Europeia do Ambiente critica a ausência de sinergias na estratégia para os edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/agencia-europeia-do-ambiente-critica-a-ausencia-de-sinergias-na-estrategia-para-os-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Oct 2024 08:45:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[AEA]]></category>
		<category><![CDATA[Agência Europeia do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[emissões de carbono]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[Renovation Wave]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/agencia-europeia-do-ambiente-critica-a-ausencia-de-sinergias-na-estrategia-para-os-edificios/">Agência Europeia do Ambiente critica a ausência de sinergias na estratégia para os edifícios</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A entidade deixa um alerta relativamente à falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida e integrar as questões ambientais e climáticas”.  </strong><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Mais de 30% da pegada ambiental da União Europeia (UE) provém dos edifícios, o que faz deste o sector com o maior impacto ambiental. Para além disso, o parque edificado é responsável por 42% do consumo anual de energia da UE, 35% das emissões anuais de gases com efeito de estufa (GEE) e cerca de um terço de todos os materiais consumidos anualmente na UE. Ao mesmo tempo, os edifícios representam uma indústria de 1,7 mil milhões de euros, o que se reflete em mais de 20 milhões de empregos. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Agência Europeia do Ambiente (AEA), através do relatório “</span><a href="https://www.eea.europa.eu/en/newsroom/news/renovations-sustainable-building-materials" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios</span></a><span data-contrast="auto">”, realça o facto de a UE ter criado um quadro legislativo “sólido” dedicado aos edifícios &#8211; exemplo disso são a Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) e a Vaga de Renovação (</span><i><span data-contrast="auto">Renovation Wave</span></i><span data-contrast="auto">). Contudo, a entidade critica a falta de uma “abordagem política holística dos edifícios para os tratar como um sistema unificado ao longo de todo o seu ciclo de vida”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Olhando para o futuro, a AEA afirma que “as actuais tendências sociais significam que é provável que haja um aumento da procura de espaço [para habitação] na UE e é também provável que seja necessário alargar o parque residencial devido ao envelhecimento da população”. É neste contexto que os edifícios têm cada vez mais potencial para oferecer soluções: “precisam de ser transformados para minimizar o consumo de energia ou para se tornarem veículos de produção de energia renovável (por exemplo, através da instalação de painéis solares)”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em termos de impactos ambientais, a renovação de um edifício é, nas palavras da AEA, um “veículo fundamental para alterar a forma como os edifícios interagem com o ambiente e com outros sistemas, como o sistema energético”. Uma vez que os edifícios podem ser utilizados durante um longo período de tempo, a renovação pode ocorrer mais do que uma vez num mesmo edifício e pode ter consequências no desempenho ambiental do edifício. “A renovação é a única forma de melhorar o desempenho actual do parque imobiliário da UE sem recorrer a demolições extensivas e a novas construções. Como tal, é um domínio político fundamental na UE”, refere a organização.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><strong>Os princípios para o futuro ambiente construído </strong></h4>
<p><span data-contrast="auto">Segundo dados do Buildings Performance Institute Europe (BPIE), referentes a 2021, a taxa de renovações de edifícios que atingem o nível desejável de melhoria em termos de desempenho energético &#8211; definido como renovação profunda &#8211; é de apenas 0,2%, em contraste com os 3% anuais necessários. Isto demonstra que, “apesar das preocupações prementes e do panorama complexo das políticas europeias, é evidente que as reduções das emissões de GEE do sector dos edifícios não estão actualmente em conformidade com as ambições climáticas da UE”, admite a Agência Europeia do Ambiente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seguimento desta afirmação, a AEA enumera seis princípios-chave para um sistema de edifícios sustentáveis a atingir até 2050:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Tornar a renovação dos edifícios prioritária, para minimizar o consumo de materiais e energia, a produção de resíduos e a ocupação do solo;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir edifícios duradouros e adaptáveis, concebidos para serem desmontados, reduzindo a produção de resíduos, o consumo de matérias-primas e de substâncias perigosas, ao mesmo tempo que se promove a reutilização de produtos;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Construir e renovar edifícios utilizando produtos de construção com baixo teor de carbono: materiais como a madeira, as fibras, a argila e outros materiais de base biológica e de origem local;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Garantir que os edifícios permitam aos utilizadores consumir menos energia, minimizando assim as emissões de GEE na fase de utilização. Nas habitações, a ênfase é posta em paredes e telhados bem isolados, janelas de alto desempenho, sistemas inteligentes de automatização, monitorização e gestão, e a redução do consumo e das emissões de carbono;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Promover espaços mais acessíveis, flexíveis e multifuncionais, contribuindo para o envolvimento da comunidade;</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8211; Assegurar a resistência dos edifícios às alterações climáticas: o sistema de edifícios sustentável que a AEA espera que seja uma realidade em 2050 deverá prestar vários serviços “ecossistémicos” e contribuir activamente para as comunidades e o ambiente. As soluções baseadas na natureza deverão promover a biodiversidade em ambientes urbanos, reduzir a poluição e as ilhas de calor urbanas, e melhorar a saúde mental e a qualidade de vida dos habitantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A AEA frisa que estes seis princípios têm de ser integrados para que seja possível alcançar o sistema de edifícios sustentáveis de 2050. “É necessário incentivar a colaboração entre arquitectos, indústria e empresas, proprietários e utilizadores, decisores políticos, comunidades e outras partes interessadas para além do sector da construção&#8221;, refere a organização, acrescentando que esta sinergia pode permitir “realizar todo o potencial do sistema de edifícios sustentáveis do futuro e evitar soluções fragmentadas, que correm o risco de não criar sinergias entre os diferentes domínios políticos”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório “Abordar a questão da pegada ambiental e climática dos edifícios”, publicado pela AEA, avalia o estado actual dos edifícios da Europa e analisa as acções políticas necessárias para atingir a sua descarbonização em 2050.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/agencia-europeia-do-ambiente-critica-a-ausencia-de-sinergias-na-estrategia-para-os-edificios/">Agência Europeia do Ambiente critica a ausência de sinergias na estratégia para os edifícios</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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