<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Pesquisou por sace - Edificios e Energia</title>
	<atom:link href="https://edificioseenergia.pt/search/sace/feed/rss2/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://edificioseenergia.pt/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Aug 2026 17:51:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2019/02/cropped-icon_001-32x32.png</url>
	<title>Pesquisou por sace - Edificios e Energia</title>
	<link>https://edificioseenergia.pt/</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Qualidade do ar interior: a nova centralidade da QAI</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/qualidade-do-ar-interior-a-nova-centralidade-da-qai/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Ascenso]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2026 08:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apirac]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[EFRIARC]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[QAI]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37625</guid>

					<description><![CDATA[<p>A nova regulamentação térmica está a chegar e a saúde passa para a linha da frente. Um novo protagonista e um novo paradigma. Para além de energeticamente eficientes e zero emissões, os edifícios deverão ter uma boa qualidade do ar interior. Fomos ouvir o sector e as conclusões são unânimes. A nossa legislação actual é suficiente, mas falta um plano de fiscalização eficaz. "O modelo assenta em verificações ambientais insuficientes e desajustadas".</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/qualidade-do-ar-interior-a-nova-centralidade-da-qai/">Qualidade do ar interior: a nova centralidade da QAI</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>A nova regulamentação térmica está a chegar e a saúde passa para a linha da frente. Um novo protagonista e um novo paradigma. Para além de energeticamente eficientes e zero emissões, os edifícios deverão ter uma boa qualidade do ar interior. Fomos ouvir o sector e as conclusões são unânimes. A nossa legislação actual é suficiente, mas falta um plano de fiscalização eficaz. &#8220;O modelo assenta em verificações ambientais insuficientes e desajustadas&#8221;.</p>
<p>Associar um bom ambiente interior ou a qualidade do ar nos edifícios que respiramos à saúde, ao bem-estar ou à produtividade já não tem qualquer novidade. Não há a menor dúvida das vantagens e da importância que a Qualidade do Ar Interior (QAI) tem nas nossas vidas. E não estamos a falar apenas no conforto, mas sim em prevenção de doenças e controlo de infecções. Já praticamente se disse tudo e as centenas de estudos científicos são à prova de bala. A novidade está agora na sua centralidade quando falamos em edifícios mais eficientes e em edifícios carbono zero (ZEB). A nova Directiva para o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) impõe a QAI como um dos drivers principais e a questão está em saber como os Estados-Membros vão transpô-la para a regulamentação nacional. É que o rigor, as metodologias ou a fiscalização são essenciais, mas nem sempre são construídos e aplicados da melhor maneira e é aí que surgem os problemas.</p>
<p>Tendo estas evidências como ponto de partida, é importante recordar que a QAI esteve sempre presente na EPBD e sempre foi uma preocupação na legislação europeia. Desde 2002 que a QAI é considerada e reforçada nas várias revisões que se seguiram. Portugal foi um dos primeiros países da UE a integrar a QAI no Sistema Nacional de Certificação Energética e da Qualidade do Ar Interior nos Edifícios (SCE), logo em 2006. Nessa altura, os requisitos de ventilação estavam perfeitamente definidos e eram acompanhados por um exigente protocolo de procedimentos obrigatórios e regulares ao nível da manutenção e auditorias nos edifícios de serviços. Um conjunto de regras sujeitas a fiscalizações periódicas, mas que não vingaram muito tempo.</p>
<p>O mercado e os proprietários dos grandes edifícios tiveram mais força e, na revisão seguinte, a legislação deixou cair este conjunto de exigências. Estávamos em plena crise e estes procedimentos e os custos falaram mais alto. Desde aí que os requisitos são actualizados e continuam a fazer parte da legislação em linha com as exigências de Bruxelas. Não há aí nenhum problema. Aparentemente, temos uma boa legislação em matéria de QAI, sucede que a atenção que lhe é dada é menor. A falta de fiscalização aparece à cabeça como o principal entrave para que os nossos edifícios possam não ser um bom exemplo em matéria de QAI. As auditorias não se fazem e as metodologias para as verificações periódicas são apontadas como insuficientes e desajustadas por parte dos profissionais do sector. Podemos ter uma legislação afinada, mas falta um conjunto de boas práticas que começa logo no projecto e que compromete todo o processo. Estamos a um mês da saída dos diplomas que transpõem a nova directiva e é por isso fundamental olharmos para a QAI e identificarmos os principais constrangimentos.</p>
<p>A última revisão da EPBD é muito clara: a directiva aprovada em 2024 (Directiva UE 2024/1275) coloca, pela primeira vez, a Qualidade do Ambiente Interior (IEQ &#8211; Indoor Environmental Quality) como um pilar central no sistema de certificação energética e ao mesmo nível da eficiência energética. Mais, as orientações definem que as melhorias ao nível da eficiência energética não podem comprometer a saúde e o conforto dos ocupantes. Para Bruxelas, a descarbonização dos edifícios faz-se com a manutenção de uma boa QAI e essa é uma novidade.</p>
<p>Os SACE ou a Inteligência nos Edifícios e a manutenção ganham ainda maior importância se pensarmos que a QAI vai passar a fazer parte de um ecossistema complexo – os ZEB, os edifícios zero emissões, que, para além da eficiência energética, das renováveis, da inteligência ou dos materiais construtivos, vão passar a olhar com mais atenção para o ar que respiramos no interior dos edifícios.</p>
<h5><strong>Por onde começar?</strong></h5>
<p>Parece que as nossas principais dificuldades não estão nos conteúdos legislativos e nas exigências do legislador, mas sim na forma como os gerimos, mantemos e fiscalizamos durante a operação do edifício. “Na regulamentação nacional já há a obrigação de garantia de boa qualidade do ar em projecto, mas isto não passa de uma declaração de intenções pois, durante a operação do edifício, não há nenhuma verificação. Os mais responsáveis fazem a sua manutenção e o seu comissionamento de forma voluntária e os edifícios funcionam bem, enquanto os outros, a maioria, tentam reduzir custos, poupam na manutenção e, se houver algum problema, paciência, resolve-se depois”, explica-nos Eduardo Maldonado na sua coluna de opinião desta edição (pág. 30).</p>
<p>Para Ernesto Peixeiro Ramos, também colunista da nossa revista (pág. 36), é importante começar por distinguir a exigência regulamentar e o desempenho real dos edifícios e deixar de “assumir que o cumprimento formal de determinados requisitos conduz automaticamente à obtenção de edifícios eficientes. Mas não conduz. O desempenho regulamentar é teórico; o desempenho relevante é o real, e entre ambos existe um desvio sistemático que permanece, em grande medida, fora de controlo”. Para este especialista, “a raiz do problema está no facto de a regulamentação incidir sobre o resultado e não sobre o processo”.</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-37628 alignleft" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1024x683.jpg" alt="" width="266" height="177" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1024x683.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-300x200.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-768x512.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-1536x1024.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_387562294-2048x1365.jpg 2048w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /></p>
<p>Todos sabemos que uma boa qualidade do ambiente interior resulta de um conjunto de decisões que se tomam na fase do projecto e, depois, durante toda a fase de operação do edifício. De facto, é preciso assegurar esta base e, para isso, os procedimentos de verificação em matéria de fiscalização são muito importantes. E é aqui que aparece um outro problema. O sector reclama uma maior atenção ao tema, considerando que a QAI deve ser tratada, como sempre foi, no domínio da energia e que, por isso, deve estar do lado da engenharia e não da saúde. Recorde-se que as verificações actualmente exigidas resumem-se a medições efectuadas por Técnicos de Saúde Ambiental. Uma abordagem e fiscalização “totalmente erradas” que deverão começar “na fase de projecto”!</p>
<p>Partindo do princípio de que a legislação tal como ela existe não é desadequada ou insuficiente, é preciso saber qual a importância que lhe vai ser dada em matéria de fiscalização e se o modelo de fiscalização se irá manter.</p>
<p>Os procedimentos de verificação tal como hoje existem são suficientes para garantir a QAI, ou é preciso ir mais longe com outra abordagem? E as auditorias? Que regras ou outros requisitos deverão ser afinados para ampliar as boas práticas em matéria de ambiente interior?</p>
<p>É que “a nova Directiva Europeia relativa ao Desempenho Energético dos Edifícios exige que os Estados-Membros imponham a inspecção regular dos sistemas de ventilação em edifícios de grande dimensão (a cada 3 ou 5 anos), a par da monitorização contínua da qualidade do ambiente interior e reforço da inspecção dos sistemas AVAC (Aquecimento, Ventilação, Ar Condicionado). A nova directiva estabelece também que os edifícios de emissões nulas (ZEB) e as renovações profundas garantam elevados padrões de QAI através de tecnologias como a ventilação mecânica com recuperação de calor, sensores de monitorização e sistemas de filtragem eficientes”, recorda Nuno Roque, secretário-geral da APIRAC, a Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Energético, Electrónico e do Ambiente.</p>
<h5><strong>Mais saúde ou mais engenharia?</strong></h5>
<p>A QAI é um tema complexo, por isso vamos por partes. Para a EFRIARC, a Associação que congrega os engenheiros portugueses profissionais do sector do Ar Condicionado e do Frio Industrial, o tema da QAI deverá ser do domínio multidisciplinar. “Quem melhor sabe qual a taxa volumétrica de ar que um indivíduo necessita respirar para garantir satisfatoriamente as suas necessidades fisiológicas, de acordo com o seu estado de saúde e a sua actividade, senão alguém que tenha conhecimento das disciplinas da área da Saúde, da Biologia, ou afins?”.</p>
<p>Para esta associação, não há dúvidas de que o tema tem de estar enquadrado em várias disciplinas. O problema é outro e está na forma como podemos garantir e verificar a QAI. E “quem melhor sabe da(s) forma(s) de fazer chegar esse ar, em condições adequadas, i.e. eficientemente, a todos os ocupantes de um espaço senão alguém com formação em algumas áreas da Engenharia? Bastam estas duas asserções para se concluir que é desejável a coadjuvação e não exclusão de qualquer das partes”, explicam os dirigentes. Até aqui, o consenso é generalizado: a saúde e a engenharia têm de andar juntas em matéria de QAI.</p>
<p>A grande questão está na metodologia para a verificação da QAI. Por quem devem ser feitos estes trabalhos? A APIRAC não tem dúvidas, “é necessária a eliminação da inenarrável obrigatoriedade do incontornável protagonismo dos técnicos de saúde ambiental na Avaliação Simplificada Anual da QAI-ASA. Isto se queremos que a QAI seja uma realidade”. Nuno Roque, secretário-geral desta associação, lembra que, “sendo obviamente uma matéria de impacto na saúde das pessoas a Direcção-Geral da Saúde já indicou e publicou várias recomendações sobre a utilização segura dos Sistemas de AVAC em diversas Orientações”.</p>
<p>Trata-se de um conjunto de práticas que vão desde a “limpeza e manutenção de acordo com as indicações do fabricante, por empresa certificada para serviços de instalação e manutenção de Sistemas AVAC; direccionamento do ar para cima, de forma a não incidir directamente sobre os ocupantes do espaço; renovação frequente do ar, de forma a assegurar, sempre que possível, uma boa ventilação nos espaços; cumprimento da regulamentação relativamente a requisitos de ventilação e qualidade do ar interior; garantia do máximo caudal de ar novo possível; funcionamento das unidades de tratamento de ar com recirculação a 100% de ar novo sempre que possível; funcionamento contínuo dos sistemas de extracção das instalações sanitárias, etc.”. Estas recomendações visam assegurar “o máximo caudal de ar novo possível e o mínimo de recirculação, de forma a remover eventuais poluentes como os resultantes da actividade metabólica dos utentes, incluindo eventuais agentes biológicos”.</p>
<p>Para este dirigente, “todas estas constatações apresentam de modo claro o tipo de acompanhamento e monitorização que deve ser requisito para o cumprimento do desempenho desejado no domínio da QAI”. E reforça que, para tal acontecer, “é absolutamente determinante o envolvimento da especialidade técnica relacionada com o funcionamento dos sistemas AVAC, com a certificação dos técnicos para a avaliação da qualidade do ambiente interior”.</p>
<h5><strong>O que diz a ADENE sobre a estratégia em matéria de QAI</strong></h5>
<p>Para entendermos o que poderá ser diferente e qual a estratégia a seguir, contactámos a Agência para a Energia, (ADENE), a entidade que desempenha um papel fundamental na transposição da Directiva do Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) para a legislação portuguesa, liderando a coordenação da primeira fase do Grupo de Trabalho (GT-EPBD). Desde logo, a principal mensagem que os responsáveis da ADENE querem passar para o mercado é a de que o processo ainda está na fase de recolha de contribuições por parte do sector. E que o principal objectivo está em “assegurar que as soluções regulamentares são tecnicamente robustas, exequíveis e alinhadas com a realidade do mercado da construção e da reabilitação”. Para isso, explicam, “os contributos dos diferentes agentes de mercado, designadamente, projectistas, peritos, indústria, entidades públicas e privadas, são fundamentais para garantir que os futuros requisitos promovem simultaneamente edifícios mais eficientes, mais saudáveis e com melhores condições de conforto para os seus utilizadores”.</p>
<p>Para a ADENE, “os edifícios com emissões nulas previstos na nova Directiva EPBD devem assegurar não apenas um elevado desempenho energético, mas também uma boa qualidade do ambiente interior, que inclui o conforto térmico, a ventilação e, nesse contexto, a qualidade do ar interior. Estes aspectos fazem parte integrante do desempenho global do edifício e devem ser assegurados desde a fase de projecto, evitando que a eficiência energética seja alcançada à custa da saúde ou do conforto dos ocupantes”.</p>
<p>Sabemos que estas exigências não são novas em Portugal e, por isso, “desde a primeira transposição da Directiva EPBD que a legislação nacional estabelece requisitos mínimos de ventilação, onde se incluem os caudais mínimos de ar novo, caudais de extracção e renovações por hora, que variam em função da categoria de edifícios, precisamente para garantir condições adequadas de qualidade do ambiente interior”.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-37629 alignright" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1024x768.jpg" alt="" width="342" height="257" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1024x768.jpg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-300x225.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-768x576.jpg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-1536x1152.jpg 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/08/shutterstock_2643694735-2048x1536.jpg 2048w" sizes="(max-width: 342px) 100vw, 342px" /></p>
<p>Mas será necessária uma nova estratégia e abordagem em matéria de fiscalização? Para a ADENE, “a nova EPBD reforça a necessidade de considerar a qualidade do ambiente interior, onde naturalmente se inclui a qualidade do ar interior, ao longo de todo o ciclo de vida do edifício. A estratégia arranca logo na fase de concepção, em que, através dos requisitos de dimensionamento adequado dos sistemas técnicos, incluindo os sistemas técnicos de ventilação, devem ser previstos os caudais necessários à remoção de poluentes decorrentes do tipo de utilização dos espaços. Assim, a abordagem passa cada vez mais por assegurar que as soluções de projecto garantem, desde início, condições adequadas de qualidade do ar interior”, explicam.</p>
<p>Quanto aos procedimentos de verificação que existem actualmente e que o sector reclama como não sendo eficazes, a ADENE garante que a “a evolução da legislação passa também por reforçar o papel da manutenção enquanto elemento essencial para garantir o correcto funcionamento dos sistemas técnicos ao longo do tempo, condição indispensável para assegurar simultaneamente elevados níveis de eficiência energética e uma adequada qualidade do ar interior. Este quadro é complementado pela actuação das entidades competentes pela fiscalização, que, no âmbito do enquadramento regulamentar aplicável, procedem à avaliação do cumprimento dos limiares de poluentes dos espaços, assegurando o controlo e a verificação das condições de qualidade do ar nos edifícios”.</p>
<blockquote><p><strong>Estanquidade e monitorização (SACE)</strong></p>
<p>A prática da introdução de ar exterior por sistemas de ventilação/extracção em todos os edifícios, seja natural ou forçada, além de obrigatória, é fundamental para a saúde, bem-estar e segurança dos seus ocupantes ou utilizadores. A análise do espaço, das obstruções existentes, do tipo de actividade, do caudal de ar mínimo, do local de entradas e saídas do ar, da eficácia de ventilação, da climatização para evitar choques térmicos, são alguns dos requisitos a ter em conta na escolha e implementação de um bom sistema AVAC. Em alguns casos, é necessário remover a poluição do ar externo antes de o introduzir num edifício, usando sistemas de filtragem adequados do ar a introduzir no espaço interior, garantir a distribuição homogénea do ar novo em toda a zona ocupada e a renovação do ar interior. Só assim conseguimos garantir o caudal mínimo de ar novo considerado adequado.</p>
<p>Assim como o projecto de um sistema de ventilação e ar condicionado é muito importante para o conforto e qualidade de vida dos utentes, a manutenção também desempenha um papel essencial para garantir que os parâmetros de projecto são mantidos ao longo do tempo de vida do equipamento.</p>
<p>Considera-se relevante enquadrar adicionalmente os seguintes aspectos no âmbito da revisão regulamentar:</p>
<ul>
<li>Qualificação e certificação de instaladores, garantindo níveis adequados de competência técnica na concepção, instalação e manutenção dos sistemas de ventilação, contribuindo para assegurar o desempenho previsto em projecto, mitigando situações de instalação e ou funcionamento inadequado;</li>
<li>Acções de sensibilização e informação dirigidas aos utilizadores, promovendo a compreensão do funcionamento dos sistemas, a necessidade da sua manutenção e utilização adequada e ainda a valorização da qualidade do ambiente interior, tudo factores essenciais para a eficácia das soluções implementadas;</li>
<li>Incentivo à inovação tecnológica e digitalização dos sistemas, nomeadamente através da adopção e integração com SACE, potenciando melhorias contínuas de desempenho e eficiência energética;</li>
<li>Articulação com políticas públicas nas áreas da energia, saúde e sustentabilidade do edificado, assegurando coerência entre instrumentos regulamentares e estratégias nacionais de descarbonização, eficiência energética, promoção do bem-estar e resiliência do parque edificado;</li>
<li>Incentivar soluções tecnicamente evoluídas, designadamente sistemas de ventilação mecânica de duplo fluxo com recuperação de calor, que contribuam simultaneamente para a melhoria da qualidade do ambiente interior, redução do consumo e exigências energéticas e a adaptação progressiva do edificado às exigências ambientais futuras.</li>
</ul>
<p>Neste contexto, ainda de relevar o contributo que o selo de qualidade AR SAUDÁVEL emitido pela APIRAC passível de ser atribuído às instalações AVAC que demonstrem acompanhar as regras de saúde adequadas, através de procedimentos de avaliação de conformidade com inspecção aos sistemas de ventilação e climatização instalados.</p>
<p style="text-align: right;">APIRAC</p>
</blockquote>
<h5><strong>Que estratégia deveria ser seguida?</strong></h5>
<p>Neste impasse em saber como será feito esse reforço na manutenção ou que entidades irão proceder às avaliações da QAI, importa perceber que estratégia seria a ideal e que mais alertas podem ser feitos nesta fase.</p>
<p>Cláudia Casaca, professora no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL) e presidente cessante da EFRIARC, relembra que “a revisão é clara ao estabelecer que os Edifícios de Emissões Nulas devem garantir níveis óptimos de qualidade do ambiente interior, incluindo a qualidade do ar interior (QAI), integrando explicitamente a saúde e o bem-estar dos ocupantes no cálculo do desempenho energético. A eficiência energética deixa assim de ser um objectivo isolado e passa a estar indissociavelmente ligada à saúde e ao conforto dos ocupantes”. Para esta especialista, “a QAI tem sido tradicionalmente tratada sobretudo como uma questão de saúde pública, com uma repartição de responsabilidade ainda difusa”. Uma abordagem relevante, mas que tende “a tratar o problema a jusante, isto é, quando os efeitos sobre a saúde já se manifestam.</p>
<p>Contudo, do ponto de vista técnico, a QAI é, em grande medida, o resultado directo de decisões tomadas no domínio da engenharia dos edifícios. A selecção de materiais de construção, o nível de estanquidade da envolvente, o dimensionamento dos sistemas de ventilação, a estratégia de filtração do ar exterior e o modo de operação dos sistemas AVAC determinam, em grande medida, a concentração de poluentes no ambiente interior. Por outras palavras, a QAI não é apenas uma questão sanitária; é, fundamentalmente, uma consequência das decisões de projecto e de operação energética dos edifícios”.</p>
<p>Assim, Cláudia Casaca defende que &#8220;a separação institucional entre políticas de energia e políticas de saúde pode revelar-se insuficiente para responder ao desafio colocado pela nova EPBD” e apela a uma nova abordagem. Para esta professora universitária, uma abordagem possível consistiria em “limitar a intervenção regulamentar à verificação periódica de alguns indicadores de QAI, como concentrações de CO2 ou partículas”. Embora a monitorização seja importante, e a nova directiva europeia vai precisamente nesse sentido, dificilmente será suficiente para garantir ambientes interiores saudáveis, considera. A razão é simples: “monitorizar um problema não significa necessariamente preveni-lo&#8221;.</p>
<h5><strong>Então, o que é preciso fazer?</strong></h5>
<p>Cláudia Casaca é perentória. “Não basta haver procedimentos de verificação a posteriori. A QAI garante-se no projecto, com requisitos técnicos claros para ventilação, controlo de poluentes e desempenho dos sistemas AVAC, e mantém-se na operação. A operação e a manutenção assumem um papel também decisivo, pois podem comprometer rapidamente o desempenho inicialmente previsto e, com isso, permitir a degradação do ambiente interior, transformando o edifício numa estrutura ´doente`.”</p>
<p>Sabemos que o foco passa a estar no “desempenho operacional e, por isso, o edifício deve ser eficiente e manter o ar limpo”. Neste sentido, “os caudais de ar novo calculados revelam-se insuficientes para obtenção de uma solução de ventilação eficaz”, destaca Nuno Roque, da APIRAC. Desta forma, entende como recomendável a introdução de uma abordagem complementar baseada no desempenho. Como? Para este dirigente, e para começar, considera-se “pertinente a obrigatoriedade de as Unidades de Tratamento de Ar (UTA) e Unidades de Tratamento de Ar Novo (UTAN) acima de um determinado caudal terem sistema de controlo do seu próprio funcionamento, montados em fábrica e que permitam garantir o funcionamento capaz do sistema, incluindo o da própria unidade e unidades exteriores a ela associadas (excepções possíveis: sistemas específicos como industriais e hospitalares); o contributo dos sistemas de ventilação mecânica controlada de duplo fluxo com recuperação de calor como solução de referência para edifícios novos e reabilitações profundas, dada a sua capacidade de assegurar caudais controlados com a consequente redução de perdas energéticas; a necessidade de actualização dos requisitos mínimos de eficiência aplicáveis aos permutadores de calor e a inclusão de critérios de verificação de desempenho real, incluindo monitorização e registo operacional”.</p>
<p>Como medidas procedimentais da maior relevância a considerar na revisão, Nuno Roque identifica “a inclusão obrigatória da avaliação das condições higiossanitárias dos sistemas de climatização, incluindo os registos da manutenção preventiva, nas Avaliações da QAI (GES e PES); a obrigatoriedade da Avaliação da qualidade do ambiente interior a cada três anos (GES e PES) e a inclusão da medição de iluminância na avaliação da qualidade do ambiente interior”.</p>
<p>A presidente cessante da EFRIARC alerta para o facto de, durante muitos anos, a redução dos consumos de energia ser a peça central na política energética. E, com isso, “tornou-se progressivamente evidente que intervenções focadas apenas na eficiência energética, nomeadamente o aumento da estanquidade da envolvente, podem gerar efeitos indesejáveis caso não sejam acompanhadas por soluções adequadas de ventilação e controlo da qualidade do ar”.</p>
<p>Para esta engenheira, a nova directiva vem agora “evitar este risco”. E como? “Sem algumas condições de base, a monitorização pode limitar-se a revelar problemas estruturais cuja resolução posterior será complexa e dispendiosa. A experiência acumulada no sector dos edifícios demonstra que a QAI deve ser assegurada sobretudo numa fase de projecto, através de decisões correctas de concepção. Isto inclui, por exemplo, o controlo das fontes de poluição (materiais e equipamentos), o dimensionamento adequado da ventilação, a possível utilização de sistemas de recuperação de calor e a integração de estratégias de filtração ajustadas às condições do ar exterior”.</p>
<p>Para Cláudia Casaca não há qualquer dúvida: “se a ambição europeia for efectivamente alcançar edifícios de emissões nulas que sejam simultaneamente saudáveis, será necessário adoptar uma abordagem mais integrada e que a QAI deixe de ser uma verificação administrativa e passe a ser um parâmetro operativo”. Mais, “tal como aconteceu com a eficiência energética nas últimas duas décadas, a qualidade do ar interior poderá tornar-se um dos grandes temas da próxima geração de regulamentação do sector. Se assim for, a questão central deixará de ser apenas quanto consome um edifício, passando também a ser que ambiente proporciona aos seus ocupantes”, conclui.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/qualidade-do-ar-interior-a-nova-centralidade-da-qai/">Qualidade do ar interior: a nova centralidade da QAI</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qualidade do ar e a EPBD: &#8220;Não é nada realmente de novo, vai ser mais do mesmo&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/qualidade-do-ar-e-a-epbd-nao-e-nada-realmente-de-novo-vai-ser-mais-do-mesmo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Maldonado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 08:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[QAI]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37616</guid>

					<description><![CDATA[<p>"Na regulamentação nacional já há obrigação de garantia de boa qualidade do ar em projeto, mas isto não passa de uma declaração de intenções pois, durante a operação do edifício, não há depois nenhuma verificação. Os mais responsáveis fazem a sua manutenção e o seu comissionamento de forma voluntária, e os edifícios funcionam bem, enquanto os outros, a maioria, tentam reduzir custos, poupam na manutenção e, se houver algum problema, paciência, resolve-se depois."</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/qualidade-do-ar-e-a-epbd-nao-e-nada-realmente-de-novo-vai-ser-mais-do-mesmo/">Qualidade do ar e a EPBD: &#8220;Não é nada realmente de novo, vai ser mais do mesmo&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=165" target="_blank" rel="noopener">edição nº 165 da Edifícios e Energia</a> (Maio/Junho 2026).</em></strong></p>
<p>Desde a primeira versão da EPBD que esta, embora concentrada na eficiência energética, sempre estabeleceu que a eficiência energética não podia comprometer a qualidade do ar interior. No artigo 4.º da EPBD de 2002, sob o título “definir requisitos para a eficiência energética” (dos edifícios, claro), constava claramente que “estes requisitos deverão ter em conta as condições gerais do clima interior, para evitar quaisquer efeitos negativos, tais como ventilação insuficiente,&#8230; etc.”. Houve sempre imposições deste tipo em todas as versões da EPBD. A Qualidade do Ar interior nunca poderia ser comprometida por quaisquer outras medidas impostas para eficiência energética. A qualidade do ambiente interior foi sempre um pressuposto obrigatório da EPBD e das suas transposições nacionais.</p>
<p>Nas sucessivas transposições nacionais em Portugal, a ventilação foi sempre tida também em conta, quer em edifícios residenciais, quer, porventura com maior detalhe, em edifícios de serviços, impondo taxas de ventilação de referência no cálculo das necessidades de energia para aquecimento e arrefecimento. Desta forma, a regulamentação nacional nunca permitiu que a eficiência energética pudesse ser obtida à custa de uma redução indesejável da ventilação e da subsequente degradação da qualidade do ar interior. A regulamentação nacional tem definido não só taxas de ventilação (recomendadas ou de referência para o cálculo das necessidades energéticas) em sistemas mecânicos, para diferentes tipologias de espaços, como também estabelece requisitos de aberturas permanentes e/ou reguláveis para edifícios que recorram a ventilação natural (como é mais normal em edifícios de habitação em Portugal).</p>
<p>Claro que tudo isto se aplica apenas à fase de projeto e licenciamento. Não se verifica depois o funcionamento e o desempenho do edifício durante a sua operação. Ninguém vai verificar, por exemplo, se os ocupantes de um apartamento fecham, ou cobrem, as aberturas existentes para ventilação natural, ou desligam ventiladores de extração mecânica, para evitar a entrada de ar novo frio no inverno e assim reduzir os custos de aquecimento! Duvido mesmo que haja qualquer consequência se o previsto em projeto for alterado em construção, pois a ADENE não tem poder para dizer a uma qualquer Câmara Municipal para não dar licença de utilização a um edifício que, cumprindo o atual mínimo de A na fase de projeto (pré-certificado legalmente exigido), seja B, por exemplo, no fim da construção, quando é emitido o certificado final. Há casos destes reportados na excelente base de dados que a ADENE mantém disponível no site do SCE (Sistema de Certificação Energética).</p>
<p>Como talvez se recordem ainda, quando houve um RQSECE (Regulamento da Qualidade dos Sistemas Energéticos de Climatização nos Edifícios), chegou a estar na Lei a obrigatoriedade de um comissionamento detalhado dos edifícios de serviços, bem como a obrigatoriedade de manutenção regular nesses edifícios, incluindo o problema prevalecente de prevenção de infeções de Legionella, mas que a contestação dos grandes proprietários (hotéis, centros comerciais, hipermercados e do próprio Estado, um dos maiores proprietários de edifícios em Portugal, entre outros) fez cair, passando a aplicar-se apenas o princípio da penalização em caso de problemas derivados do incumprimento das regras impostas, mas não verificadas, na regulamentação nacional. Não há notícias de penalizações impostas até agora por qualquer incumprimento, que acaba por vezes entregue aos tribunais.</p>
<p>Portanto, na regulamentação nacional já há obrigação de garantia de boa qualidade do ar em projeto, mas isto não passa de uma declaração de intenções pois, durante a operação do edifício, não há depois nenhuma verificação. Os mais responsáveis fazem a sua manutenção e o seu comissionamento de forma voluntária, e os edifícios funcionam bem, enquanto os outros, a maioria, tentam reduzir custos, poupam na manutenção e, se houver algum problema, paciência, resolve-se depois.</p>
<p>O que é diferente agora na mais recente versão da EPBD de 2024 que impõe que os novos edifícios sejam ZEB (emissões zero)? É que, agora, a referência à qualidade do ar interior é mais forte. O n.º 4 do artigo 13.º (Sistemas Técnicos em Edifícios) especifica que os Estados Membros devem estabelecer requisitos normativos adequados para assegurar a qualidade do ambiente interior, por forma a que este seja saudável. E, no n.º 5 do mesmo artigo, para edifícios não-residenciais de maior dimensão, deverá ser obrigatória a instalação de sensores que permitam a monitorização da qualidade do ar durante o funcionamento do edifício.</p>
<p>Em teoria, as disposições descritas no parágrafo anterior poderiam ser entendidas como a obrigação de haver regulamentação nacional para a fixação de taxas mínimas de ventilação e, ainda, provisões para que não sejam ultrapassados níveis de contaminantes de determinados poluentes ou micro-organismos nos ambientes interiores durante o funcionamento dos edifícios de serviços. Será esta, talvez, a questão que se coloca agora: até onde irá a nova regulamentação nacional que irá fazer a transposição da nova Diretiva? Imporá taxas efetivas mínimas obrigatórias de ventilação? Dará ao projetista, como na norma ASHRAE 62, a possibilidade de escolha de um projeto com taxas prescritivas ou a possibilidade de maior flexibilidade com garantia de desempenho baseada na monitorização dos ditos sensores de qualidade do ar? Imporá algum mecanismo de verificação de desempenho durante a operação do edifício, sobretudo nos casos em que seja necessário fazer alguma reabilitação por excesso de consumos de energia no caminho para a descarbonização? O atual regulamento já exige os SACE com capacidades bem exigentes para os grandes edifícios.</p>
<p>Ou entender-se-á que o que já está na atual regulamentação já cumpre o que a EPBD prescreve? Não sou adivinho, e posso estar redondamente enganado, mas creio que a transposição desta última EPBD em Portugal vai ser algo muito próximo desta última opção. Mais sensor, menos sensor a monitorizar, não haverá uma revolução. Não estou a ver o retomar de algo mais exigente que se aproxime do que já foi tentado uma vez e não foi aceite pelo mercado, sobretudo no atual contexto económico difícil e de custos crescentes na construção.</p>
<p>E, na realidade, a passagem de NZEB para ZEB será sobretudo baseada na eliminação do uso de combustíveis fósseis e da eletrificação generalizada dos edifícios, com a eletricidade verde (renovável e, quem sabe, nuclear, importada provavelmente). Não será através de melhores envolventes que se vai dar o passo final. As envolventes podem melhorar ainda um pouco, sobretudo nos climas mais exigentes, mas as melhorias irão ser marginais. E a carga de ventilação, importante sobretudo no inverno, manter-se-á quase inalterada devido, precisamente, à necessidade de garantia de boa qualidade do ar.</p>
<p>Portanto, se bem entendo o espírito da EPBD, acho que a formulação adotada na atual regulamentação nacional já cumpre os mínimos exigidos pela nova EPBD. Esta não exige mais do que já está implementado no presente. Não há nada que obrigue a mais do que a pequenos retoques na legislação, eventualmente sobre os sensores de qualidade do ar onde os SACE já sejam obrigatórios. A garantia da qualidade do ar interior foi sempre o princípio orientador da EPBD desde 2002, esteja onde estiver no texto do articulado, com frases mais fortes ou menos fortes. Por isso, não devemos esperar que a regulamentação nacional imponha novos requisitos exclusivamente para garantia da qualidade do ambiente interior porque não é necessário. Os projetistas já estão bem conscientes deste princípio e já usam as taxas de renovação de referência do regulamento como base para o seu trabalho. E não é preciso mais. A operação do edifício é outra coisa, tal como a existência de um bom comissionamento e a manutenção do edifício em condições eficientes de funcionamento, mas aí dificilmente haverá evolução, apesar de haver margem para tal.</p>
<p>Claro que isto diz respeito sobretudo ao Setor Não Residencial. No Setor Residencial, também não são de esperar alterações, nem, na minha opinião, serão desejáveis. Desde o início da EPBD, e mesmo antes, na regulamentação nacional anterior à EPBD nunca foi imposta a necessidade de ventilação mecânica nos edifícios e frações habitacionais. É muito normal recorrer à simples extração centralizada ou à ventilação natural para o controle da qualidade do ar anterior. Será que alguém pode sequer sugerir a obrigatoriedade de recorrer a ventilação mecânica com insuflação e com extração (por exemplo, com recuperação de calor para reduzir as necessidades de aquecimento, uma das maiores razões para as necessidades de aquecimento dos edifícios) em todos os edifícios nacionais? Sim, há problemas de falta de ventilação quando se recorre à ventilação natural, e até quando os edifícios gerem (limitam o funcionamento) a extração mecânica para reduzir custos de funcionamento (e, por vezes, para reduzir ruído nas frações próximas, sobretudo de noite). Mas será que se quer solucionar este problema com sistemas que serão muito mais dispendiosos, quer para instalação, quer para funcionamento? Duvido que seja esta a solução desejável. E espero que nada mude: devemos continuar a valorizar a ventilação natural sempre que possível (no verão, resolve a grande maioria das situações) e recorrer apenas a extração mecânica focada nas instalações sanitárias, arrumos e cozinhas sempre que possível, garantindo que há entradas de ar adequadas, ou não exigindo envidraçados tão estanques como por vezes é recomendado (a existência de aberturas permanentes não funciona, pois são a primeira coisa que os ocupantes tapam sempre que sentem a corrente de ar frio a entrar em casa!).</p>
<p>Ora, sendo esta a prática atual, compatível com a regulamentação nacional, acho que também aqui, no setor residencial, não se recomendam grandes alterações. Não queremos impor ventilação mecânica generalizada em todos os edifícios de habitação&#8230; já basta estarmos a recomendar a instalação generalizada de ar-condicionado em todos os edifícios de habitação, na febre da procura das energias renováveis. Atenção que eu defendo muito as energias renováveis, mas nunca concordei com a classificação de energia “calor” derivada do uso de bombas de calor e dispositivos equivalentes como “energia renovável”. Este efeito é meramente um resultado das leis da termodinâmica, não é energia proveniente do Sol, ou do vento da atmosfera.</p>
<p>Na realidade, visto o sistema como um todo, uma bomba de calor é um simples ciclo frigorífico que produz entropia como qualquer outro, e tira “calor” de um lado e o coloca noutro mediante a adição de energia elétrica. Uma bomba de calor não cria “energia renovável”, apenas aquece o ar interior, arrefecendo mais o ar exterior, ou arrefece o ar interior, aquecendo mais o ar exterior, “consumindo”, no processo, eletricidade para o funcionamento do compressor. O efeito de aquecimento ou de arrefecimento do ar interior não é a produção de energia renovável e até resulta em aquecimento global da atmosfera – basta aplicar o balanço energético global do sistema com base na primeira Lei da Termodinâmica. É, apenas, um mito criado pelo lobby dos fabricantes das bombas de calor e dos equipamentos de ar-condicionado, que viram neste aproveitamento um grande argumento para promover o seu negócio.</p>
<p>Portanto, como digo no título desta curta crónica, acho que não vai acontecer nada de significativo. Vamos continuar na mesma. E, neste caso, ainda bem. Se vierem muitas alterações, voltarei então a esta temática. Pode ser que me surpreendam com mudanças nos requisitos de manutenção periódica, ou na exigência de um comissionamento adequado. Se assim for, serei o primeiro a felicitar a coragem dos legisladores. Estou otimista que isto aconteça? Não.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/qualidade-do-ar-e-a-epbd-nao-e-nada-realmente-de-novo-vai-ser-mais-do-mesmo/">Qualidade do ar e a EPBD: &#8220;Não é nada realmente de novo, vai ser mais do mesmo&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ZETA ZERO HP da BlueBox climatiza as novas instalações da ARFIT</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/zeta-zero-hp-da-bluebox-climatiza-as-novas-instalacoes-da-arfit/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[arfit]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37182</guid>

					<description><![CDATA[<p>A descarbonização dos edifícios deixou de ser uma tendência para se tornar uma prioridade. Atualmente, projetar um sistema AVAC implica encontrar o equilíbrio entre eficiência energética, conforto térmico, sustentabilidade e preparação para os desafios regulamentares que irão moldar o futuro do setor. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/zeta-zero-hp-da-bluebox-climatiza-as-novas-instalacoes-da-arfit/">ZETA ZERO HP da BlueBox climatiza as novas instalações da ARFIT</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A descarbonização dos edifícios deixou de ser uma tendência para se tornar uma prioridade. Atualmente, projetar um sistema AVAC implica encontrar o equilíbrio entre eficiência energética, conforto térmico, sustentabilidade e preparação para os desafios regulamentares que irão moldar o futuro do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi precisamente com esta visão que a <strong><a href="https://arfit.pt/pt/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/">ARFIT</a></strong> definiu a solução de climatização para as suas novas instalações na Maia. O objetivo não era apenas garantir o conforto do edifício administrativo, da unidade fabril e do armazém, mas implementar uma solução tecnologicamente avançada, eficiente e preparada para responder às exigências da transição energética.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha recaiu no <strong><a href="https://arfit.pt/pt/product/zeta-zero-hp/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/product/zeta-zero-hp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ZETA ZERO HP da BlueBox</a></strong>, uma bomba de calor reversível ar-água que assegura a climatização de todo o complexo e representa uma nova geração de equipamentos concebidos para edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>O papel das bombas de calor na transição energética</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">As bombas de calor assumem hoje um papel determinante na descarbonização da climatização. Ao utilizarem energia renovável para produzir aquecimento e arrefecimento, permitem reduzir significativamente o consumo de energia primária e as emissões de carbono associadas aos edifícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que as metas europeias de neutralidade carbónica se tornam mais exigentes, esta tecnologia afirma-se como uma das soluções mais eficazes para substituir sistemas tradicionais baseados em combustíveis fósseis, tanto em edifícios novos como em projetos de reabilitação energética.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>A escolha pelo ZETA ZERO HP</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os vários fatores que sustentaram esta decisão, destaca-se a utilização do <strong>refrigerante natural R290 (propano)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com um potencial de aquecimento global (GWP) praticamente nulo, ausência de impacto na camada de ozono e excelentes propriedades termodinâmicas, o R290 constitui uma resposta concreta aos atuais desafios ambientais e à evolução da regulamentação europeia relativa aos gases fluorados. Associado a uma reduzida carga de refrigerante, permite minimizar a pegada ambiental da climatização sem comprometer o desempenho do sistema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Paralelamente, o <strong>ZETA ZERO HP</strong> combina elevada eficiência energética com uma arquitetura otimizada para aplicações exigentes. A gama disponibiliza potências entre <strong>30 e 230 kW</strong>, incorpora compressores scroll desenvolvidos para R290 e permite produzir água quente até <strong>70 °C com temperatura exterior de -10 °C</strong>, podendo atingir <strong>75 °C</strong> na versão Hi HP.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro dos aspetos diferenciadores é a tecnologia <strong>XR (Extreme Recovery)</strong>, concebida para manter elevados níveis de eficiência mesmo em condições climatéricas mais exigentes, reduzindo a perda de capacidade quando as temperaturas exteriores descem significativamente.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Um investimento que reflete a visão da ARFIT</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha do <strong>ZETA ZERO HP</strong> integra-se numa estratégia global de sustentabilidade implementada nas novas instalações da <strong>ARFIT</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O espaço foi desenvolvido para privilegiar a eficiência energética e a gestão inteligente dos edifícios, integrando Sistemas de Automação e Controlo de Edifícios (SACE), Gestão Técnica Centralizada (GTC), produção de energia através da instalação de uma central fotovoltaica e uma estratégia de eletrificação progressiva da frota automóvel.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que climatizar um edifício, a <strong>ARFIT</strong> procurou criar um espaço que traduzisse, na prática, aquilo que defende diariamente junto dos seus clientes: soluções tecnologicamente evoluídas, energeticamente eficientes e preparadas para os desafios da descarbonização.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Uma solução preparada para o futuro</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A transformação do setor AVAC passa inevitavelmente pela adoção de tecnologias capazes de reduzir consumos, minimizar o impacto ambiental e aumentar a eficiência dos edifícios. Ao escolher o <strong>ZETA ZERO HP</strong> da <strong><a href="https://www.blueboxcooling.com/" type="link" id="https://www.blueboxcooling.com/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">BlueBox</a></strong> para climatizar as suas novas instalações, a <strong>ARFIT</strong> demonstra que acredita nesse caminho e que o futuro da climatização passa por soluções cada vez mais sustentáveis, inteligentes e alinhadas com os objetivos da transição energética.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A tecnologia BlueBox ao serviço dos edifícios</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposta da Arfit em soluções de climatização com <strong>refrigerante natural R290 (propano)</strong> vai muito além do ZETA ZERO HP. Enquanto parceiro BlueBox, disponibilizamos um portefólio de equipamentos desenvolvidos para responder aos desafios da eficiência energética, da descarbonização e da utilização de refrigerantes naturais. Além do <strong>ZETA ZERO HP</strong>, a nossa oferta inclui as gamas <strong>Geyser Sky</strong>, <strong>Titan Sky</strong>, <strong>Titan Zero</strong>, <strong>Omicron Zero</strong> e <strong>Sigma Zero</strong>, soluções concebidas para diferentes aplicações e necessidades de climatização, mantendo um compromisso comum: elevada eficiência energética, reduzido impacto ambiental e preparação para os desafios futuros do setor AVAC.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gama BLUEBOX</strong></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7387b849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxGEYSERSkyR0.png" alt="" class="wp-image-37189" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxGEYSERSkyR0.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxGEYSERSkyR0-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://arfit.pt/pt/product/geyser-sky-r0/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Geyser Sky</mark></a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANSkyR0-1.png" alt="" class="wp-image-37190" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANSkyR0-1.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANSkyR0-1-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-TITAN-Sky-R0.pdf" type="link" id="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-TITAN-Sky-R0.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Titan Sky</mark></a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANZero.png" alt="" class="wp-image-37188" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANZero.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxTITANZero-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-TITAN-Zero.pdf" type="link" id="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-TITAN-Zero.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Titan Zero</mark></a></strong></figcaption></figure>
</div>
</div>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7387b849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxOMICRONZero.png" alt="" class="wp-image-37191" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxOMICRONZero.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueBoxOMICRONZero-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-OMICRON-Zero-S4.pdf" type="link" id="https://arfit.pt/wp-content/uploads/2025/10/Ficha-Tecnica-OMICRON-Zero-S4.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Omicron Zero</mark></a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueboxSIGMAZero.png" alt="" class="wp-image-37192" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueboxSIGMAZero.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/BlueboxSIGMAZero-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong><a href="https://arfit.pt/pt/product/sigma-zero-hi/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/product/sigma-zero-hi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color">Sigma Zero</mark></a></strong></figcaption></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="550" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/EPSILONZeroNew.png" alt="" class="wp-image-37194" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/EPSILONZeroNew.png 600w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/07/EPSILONZeroNew-300x275.png 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption class="wp-element-caption"><a href="https://arfit.pt/pt/todos-os-produtos/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/todos-os-produtos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0)" class="has-inline-color has-black-color"><strong>Epsilon Zero</strong><br><strong>Lançamento oficial no dia 09 de julho</strong></mark></a><br><strong>&nbsp;</strong></figcaption></figure>
</div>
</div>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/zeta-zero-hp-da-bluebox-climatiza-as-novas-instalacoes-da-arfit/">ZETA ZERO HP da BlueBox climatiza as novas instalações da ARFIT</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mercado global da energia solar fotovoltaica bate novo recorde com 664 GW instalados em 2025 </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/mercado-global-da-energia-solar-fotovoltaica-bate-novo-recorde-com-664-gw-instalados-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 08:34:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[EU]]></category>
		<category><![CDATA[política energética]]></category>
		<category><![CDATA[solar fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[SolarPower Europe]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37132</guid>

					<description><![CDATA[<p>A capacidade de energia solar fotovoltaica a nível mundial voltou a atingir um máximo histórico em 2025. Ao longo do ano foram instalados 664 GW de nova capacidade, um crescimento de 12% face a 2024, elevando a capacidade solar acumulada para mais de 3 TW no início de 2026. Os dados constam do relatório Global Solar Market Outlook 2026-2030, publicado pela SolarPower Europe. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/mercado-global-da-energia-solar-fotovoltaica-bate-novo-recorde-com-664-gw-instalados-em-2025/">Mercado global da energia solar fotovoltaica bate novo recorde com 664 GW instalados em 2025 </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>


<p><b><span data-contrast="auto">A capacidade de energia solar fotovoltaica a nível mundial voltou a atingir um máximo histórico em 2025. Ao longo do ano foram instalados 664 GW de nova capacidade, um crescimento de 12% face a 2024, elevando a capacidade solar acumulada para mais de 3 TW no início de 2026. Os dados constam do relatório </span></b><a href="https://www.solarpowereurope.org/insights/outlooks/global-solar-market-outlook-2026-2030" target="_blank" rel="noopener"><b><i><span data-contrast="auto">Global Solar Market Outlook 2026-2030</span></i></b></a><b><span data-contrast="auto">, publicado pela SolarPower Europe.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar de representar mais um recorde anual, o estudo assinala uma mudança na dinâmica do mercado. Depois de vários anos de crescimento, a expansão do sector começa a desacelerar e deverá mesmo registar uma contracção temporária em 2026, antes de retomar a trajectória de crescimento em 2027.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a SolarPower Europe, o desafio da próxima fase da transição energética deixará de ser apenas instalar mais capacidade solar, passando a centrar-se na integração dessa produção nos sistemas eléctricos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório destaca o papel crescente da energia solar fotovoltaica na segurança energética mundial. Em 2025, a electricidade produzida por centrais fotovoltaicas foi equivalente a quase cinco anos de fluxo de gás natural liquefeito (GNL) através do Estreito de Ormuz.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">&#8220;A era da energia solar está firmemente estabelecida&#8221;, afirma Walburga Hemetsberger, CEO da SolarPower Europe, citada no relatório. No entanto, alerta que a desaceleração observada em 2025 e a queda prevista para 2026 demonstram que &#8220;a expansão da energia solar fotovoltaica já não se resume apenas à instalação de mais capacidade, mas à sua integração eficiente no sistema energético&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a responsável, a crescente penetração da energia solar está a expor limitações das infraestruturas eléctricas, como congestionamentos na rede, restrições de produção e sinais negativos de preços, tornando prioritários os investimentos em redes, armazenamento por baterias e outras soluções de flexibilidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Solar representa 77% da nova capacidade renovável</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">A energia solar continuou a liderar o crescimento das energias renováveis em 2025, representando 77% de toda a nova capacidade renovável instalada a nível mundial. A produção global de electricidade solar atingiu 2778 TWh, correspondendo a cerca de 9% da procura mundial de electricidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O parque solar mundial ultrapassou a marca dos 3 TW de capacidade instalada no início de 2026, triplicando em apenas quatro anos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">China mantém liderança</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O mercado continua, contudo, fortemente concentrado em poucos países. A China voltou a liderar destacadamente as instalações, com 382 GW adicionados em 2025, o equivalente a 57% de toda a nova capacidade instalada no mundo.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A Índia consolidou-se como o segundo maior mercado solar mundial ao instalar 45,7 GW, um crescimento anual de 49%, ultrapassando os Estados Unidos. Considerada como mercado único, a União Europeia teria ocupado a segunda posição, com 67,2 GW instalados e um crescimento de 1%.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Primeira quebra prevista em mais de duas décadas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Após vários anos consecutivos de expansão, o relatório prevê que o mercado global registe uma redução de 8% em 2026, para cerca de 612 GW de nova capacidade instalada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Será a primeira contracção do mercado solar fotovoltaico em mais de 20 anos e resulta, sobretudo, da expectativa de uma redução de 24% nas instalações na China, consequência da revisão das políticas nacionais de apoio ao sector.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, os autores salientam que esta diminuição não altera a tendência estrutural de crescimento da energia solar. Sonia Dunlop, CEO do Global Solar Council, considera que os resultados de 2025 demonstram &#8220;o papel vital da energia solar associada ao armazenamento num mundo cada vez mais volátil&#8221; e defende que políticas estáveis, processos de licenciamento mais rápidos, modernização das redes eléctricas e melhores condições de investimento serão determinantes para sustentar a próxima fase de crescimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Integração da produção como prioridade</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Além do aumento da capacidade instalada, o relatório identifica a integração da produção renovável como o principal desafio da próxima década. Segundo Markus Elsässer, CEO da Solar Promotion GmbH, a rápida expansão da energia solar exige investimentos simultâneos em armazenamento, infraestruturas inteligentes e reforço das redes eléctricas para garantir uma operação eficiente dos sistemas energéticos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta necessidade torna-se particularmente evidente em mercados com elevada penetração da energia solar, como a Austrália, que o relatório destaca como exemplo da crescente integração entre sistemas fotovoltaicos e armazenamento por baterias.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="2"><b><span data-contrast="auto">Capacidade global poderá atingir 6,6 TW até 2030</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:299,&quot;335559739&quot;:299}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Apesar da desaceleração prevista para 2026, as perspectivas de longo prazo permanecem positivas: no cenário de referência da SolarPower Europe, as instalações anuais deverão crescer para cerca de 864 GW até 2030, elevando a capacidade solar mundial para 6,6 TW. Num cenário mais optimista, a capacidade instalada poderá atingir 7,6 TW.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o relatório, a energia solar continuará a ser o principal motor da transição energética global, representando cerca de 60% da capacidade renovável necessária para cumprir os objectivos internacionais para 2030.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/mercado-global-da-energia-solar-fotovoltaica-bate-novo-recorde-com-664-gw-instalados-em-2025/">Mercado global da energia solar fotovoltaica bate novo recorde com 664 GW instalados em 2025 </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ARFIT investe sete milhões de euros em novas instalações e prepara nova fase de crescimento</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/arfit-investe-sete-milhoes-de-euros-em-novas-instalacoes-e-prepara-nova-fase-de-crescimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[arfit]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=37039</guid>

					<description><![CDATA[<p>A ARFIT inaugurou um novo complexo industrial na Maia, projeto integrado num plano de investimentos de cerca de sete milhões de euros, marcando uma das etapas mais significativas do seu percurso recente. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/arfit-investe-sete-milhoes-de-euros-em-novas-instalacoes-e-prepara-nova-fase-de-crescimento/">ARFIT investe sete milhões de euros em novas instalações e prepara nova fase de crescimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Infraestrutura na Maia reforça capacidade produtiva, acelera digitalização e posiciona a empresa para os desafios do setor AVAC em Portugal e nos mercados internacionais</strong></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://arfit.pt/pt/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ARFIT</a></strong> inaugurou <strong>um novo complexo industrial na Maia</strong>, projeto integrado num <strong>plano de investimentos de cerca de sete milhões de euros</strong>, marcando uma das etapas mais significativas do seu percurso recente. Mais do que uma expansão física, o projeto traduz uma <strong>decisão estratégica orientada para o reforço da capacidade produtiva, a melhoria da eficiência operacional e a preparação da empresa para uma nova fase de crescimento sustentado.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O novo complexo é composto por <strong>três edifícios distintos</strong> — <strong>fábrica, armazém e edifício administrativo</strong> — projetados para otimizar processos e garantir uma organização mais eficiente. Esta separação funcional permite uma <strong>gestão mais fluida dos fluxos produtivos e logísticos</strong>, aumentando a capacidade de resposta e assegurando maior agilidade operacional.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-7387b849 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://arfit.pt/pt/" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/fabricaArfit-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37043" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/fabricaArfit-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/fabricaArfit-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/fabricaArfit-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/fabricaArfit.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://arfit.pt/pt/" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/armazemArfit-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37044" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/armazemArfit-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/armazemArfit-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/armazemArfit-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/armazemArfit.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://arfit.pt/pt/" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo3-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37045" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo3-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo3-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo3-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo3.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>
</div>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Um investimento alinhado com o crescimento da empresa</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução da <strong>ARFIT</strong> ao longo dos últimos anos tem sido marcada por um <strong>crescimento consistente</strong>, tanto a nível financeiro como organizacional. O reforço de equipas, o investimento em tecnologia e o desenvolvimento de novos produtos têm sustentado esta trajetória, à qual se junta agora <strong>um investimento estruturante em infraestruturas</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de expansão surge diretamente da <strong>dinâmica do mercado AVAC</strong>, que tem registado uma evolução significativa em Portugal e a nível global. Esta realidade exigiu uma infraestrutura mais robusta, capaz de acompanhar o aumento da atividade e as exigências crescentes em termos de <strong>eficiência</strong>, <strong>qualidade</strong> e <strong>capacidade de entrega</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para <strong>Pedro Silva</strong> e <strong>Paulo Feyo </strong>(<strong>Administradores da Arfit</strong>), “<em>mais do que uma expansão física,</em> <em>estas novas instalações refletem a necessidade de preparar a empresa para os desafios</em> <em>futuros</em> ”</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administradores-1-1024x768.png" alt="" class="wp-image-37046" style="width:603px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administradores-1-1024x768.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administradores-1-300x225.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administradores-1-768x576.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administradores-1.png 1448w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto representa assim um marco estratégico, consolidando o percurso realizado até aqui e criando condições para sustentar o crescimento nos próximos anos.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Eficiência operacional e organização integrada</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A nova organização industrial permite uma <strong>maior especialização e eficiência dos processos internos</strong>. A separação entre produção, logística e administração contribui para uma melhoria significativa dos fluxos operacionais, reduzindo tempos de resposta e aumentando a capacidade de planeamento e execução. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para uma empresa industrial como a <strong>ARFIT</strong>, esta reorganização estrutural é determinante para manter elevados padrões de qualidade e competitividade. O impacto estende-se também ao serviço prestado aos clientes, que beneficiam de maior rapidez, maior capacidade de resposta e uma estrutura logística reforçada.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37047" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo1-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo1-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo1-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo1.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Digitalização e inovação ao serviço do AVAC</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">O setor AVAC encontra-se atualmente num processo de transformação profunda, impulsionado pela <strong>eficiência energética</strong>, pela <strong>digitalização</strong> e pela <strong>sustentabilidade</strong>. A <strong>ARFIT</strong> tem acompanhado esta evolução através do desenvolvimento <strong>de soluções tecnológicas que promovem a gestão inteligente dos edifícios e dos equipamentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre estas soluções destaca-se a <strong><a href="https://arfit.pt/pt/solucoes-inteligentes/be-on-be-smart/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/solucoes-inteligentes/be-on-be-smart/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Be.On Be.Smart</a></strong>, desenvolvida para transformar equipamentos AVAC em sistemas inteligentes. Assente em <strong>quatro pilares</strong> — <strong>integração nativa, monitorização em tempo real, análise inteligente e gestão centralizada</strong> — esta solução permite <strong>melhorar a eficiência operacional, apoiar a manutenção preventiva e otimizar o desempenho energético</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As novas instalações refletem igualmente esta visão tecnológica, integrando <strong>sistemas de automação</strong>, <strong>controlo de edifícios (<a href="https://arfit.pt/pt/solucoes-inteligentes/sace/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/solucoes-inteligentes/sace/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">SACE</a>)</strong> e <strong>Gestão Técnica Centralizada (GTC)</strong>. Estes sistemas permitem monitorizar e controlar climatização, iluminação, energia e outros sistemas técnicos de forma integrada e automatizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde sensores de luminosidade com ajuste automático até à gestão inteligente da rega exterior e à integração dos ventiloconvectores na GTC, todo o edifício foi concebido para funcionar de forma eficiente e adaptativo, reduzindo consumos e garantindo conforto térmico e qualidade do ar interior.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo2-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37048" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo2-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo2-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo2-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo2.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Sustentabilidade como eixo estratégico</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">A componente ambiental assume um papel central neste investimento. A climatização de todo o complexo é assegurada por um <strong>chiller com <a href="https://arfit.pt/pt/product/zeta-zero-hp/" type="link" id="https://arfit.pt/pt/product/zeta-zero-hp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">bomba de calor ZETA ZERO HP</a></strong>, da <strong>BlueBox</strong>, que utiliza o <strong>refrigerante natural R290 (propano)</strong>, contribuindo para uma redução significativa do impacto ambiental e alinhando-se com os objetivos de descarbonização do setor AVAC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A estratégia de sustentabilidade da empresa inclui ainda a i<strong>nstalação de uma central fotovoltaica</strong> e a <strong>eletrificação progressiva da frota automóvel</strong>, atualmente com cerca de <strong>50% de veículos elétricos</strong> e com o objetivo de atingir <strong>100% até 2027.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>A eficiência energética e a sustentabilidade são hoje fatores determinantes na evolução do</em> <em>setor AVAC</em>”, segundo <strong>Pedro Silva</strong> e <strong>Paulo Feyo</strong>.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo5-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37050" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo5-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo5-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo5-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo5.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong>Pessoas, talento e cultura organizacional</strong></h6>



<p class="wp-block-paragraph">Para além da vertente tecnológica e produtiva, o projeto foi igualmente desenhado para <strong>melhorar as condições de trabalho dos colaboradores</strong>. Os novos espaços privilegiam o <strong>conforto</strong>, a <strong>funcionalidade e a colaboração entre equipas</strong>, criando um ambiente mais moderno e orientado para o bem-estar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>ARFIT</strong> reforça ainda a aposta na <strong>valorização dos seus recursos humanos</strong> através de <strong>formação contínua</strong>, <strong>benefícios internos</strong> e <strong>oportunidades de progressão profissional.</strong> O objetivo passa por atrair, desenvolver e reter talento, assegurando que o crescimento da empresa é acompanhado pelo crescimento das suas equipas.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo4-1024x576.png" alt="" class="wp-image-37049" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo4-1024x576.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo4-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo4-768x432.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/06/Administrativo4.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Crescimento sustentado e visão de futuro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com cerca de <strong>120 colaboradores</strong> e uma <strong>faturação anual na ordem dos 14 milhões de euros</strong>, a <strong>ARFIT</strong> mantém uma trajetória de crescimento médio anual na ordem dos 15%. A nova infraestrutura constitui uma base fundamental para sustentar esta evolução e reforçar a competitividade da empresa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>internacionalização</strong> assume um papel cada vez mais relevante na estratégia futura, com a empresa a apostar no <strong>reforço da exportação e na entrada em novos mercados</strong>, sem perder o foco na consolidação da sua posição em Portugal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que crescer em dimensão, a <strong>ARFIT</strong> pretende afirmar-se pela inovação, pela qualidade das suas soluções e pela capacidade de criar valor para clientes, colaboradores e parceiros, consolidando uma nova fase de desenvolvimento e maturidade empresarial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/arfit-investe-sete-milhoes-de-euros-em-novas-instalacoes-e-prepara-nova-fase-de-crescimento/">ARFIT investe sete milhões de euros em novas instalações e prepara nova fase de crescimento</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Chillers e Bombas de Calor YORK com refrigerante R454B e SCOP de carga parcial líder na indústria</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/chillers-e-bombas-de-calor-york-com-refrigerante-r454b-e-scop-de-carga-parcial-lider-na-industria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 07:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[contimetra]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=36777</guid>

					<description><![CDATA[<p>Num setor AVAC cada vez mais pressionado pela necessidade de descarbonização, um processo de Retrofit não pode ser abordado apenas na vertente de substituição de equipamentos. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/chillers-e-bombas-de-calor-york-com-refrigerante-r454b-e-scop-de-carga-parcial-lider-na-industria/">Chillers e Bombas de Calor YORK com refrigerante R454B e SCOP de carga parcial líder na indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Num setor <strong>AVAC</strong> cada vez mais pressionado pela necessidade de <strong>descarbonização</strong>, um processo de <strong>Retrofit</strong> não pode ser abordado apenas na vertente de <strong>substituição de equipamentos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Garantir <strong>eficiência energética</strong> e <strong>estabilidade operacional</strong> de forma integrada e sem comprometer o funcionamento do edifício e a sua compatibilidade com as mais recentes <strong>normativas europeias</strong> são temas a colocar em cima da mesa de projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>hotéis</strong>, <strong>edifícios de serviços</strong> e <strong>aplicações industriais</strong>, isto tornou-se particularmente crítico à medida que os projetos avançam para <strong>soluções de descarbonização</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É neste contexto que as <strong>bombas de calor inverter ar-água</strong> estão a ganhar relevância em projetos pela capacidade de responder a <strong>condições reais de operação &#8211; carga parcial, integração com SACE/GTC, produção simultânea de aquecimento e arrefecimento, limitação de espaço técnico e exigências de retrofit</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Num mercado pressionado por <strong>prazos </strong>e <strong>disponibilidade de equipamento</strong>, a <strong>capacidade de resposta</strong> tornou-se igualmente decisiva para continuidade dos projetos.<br><br>Neste sentido que apresentamos dois produtos que consideramos bastante importantes no nosso portfólio:</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://files.hvacnavigator.com/p/EN%20YORK%20CAT%20HVAC%202025%20EV.pdf" type="link" id="https://www.contimetra.com/Conteudos_F/AC/Folhetos/york/Folheto_A4_Bombas_de_Calor.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bomba de Calor YMPA</a></strong> de <strong>45kW</strong> a <strong>260kW</strong> com compressores scroll DC Inverter da gama AMICHI, desenvolvida para cumprir as <strong>exigências futuras de eficiência</strong> através de uma <strong>combinação otimizada de tecnologias da YORK</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.contimetra.com/Conteudos_F/AC/Folhetos/york/Folheto_A4_Bombas_de_Calor.pdf" type="link" id="https://www.contimetra.com/Conteudos_F/AC/Folhetos/york/Folheto_A4_Bombas_de_Calor.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Bomba de Calor YMAE</a></strong> de <strong>45kW</strong> a <strong>300kW</strong> apresenta um <strong>SCOP de carga parcial líder na indústria de até 4.24</strong> e <strong>SEER até 4.94</strong>, de acordo com a norma <strong>EN14825</strong>. Equipada com todos os <strong>compressores scroll DC Inverter com tecnologia EVI, ventiladores EC e drivers inverter da YORK</strong>, permite o <strong>ajuste preciso de capacidade de 7 a 100%</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que gerar <strong>aquecimento</strong> ou <strong>arrefecimento</strong>, trata-se de adaptar os <strong>sistemas AVAC à realidade energética dos edifícios atuais</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:36px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center wp-block-paragraph"><strong>Artigo com apoio</strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><a href="https://www.contimetra.com/Default.aspx" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="979" height="551" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo.png" alt="" class="wp-image-35102" style="aspect-ratio:1.7768523338538955;width:229px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo.png 979w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo-300x169.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/03/GrupoContimetraSistimetraLogo-768x432.png 768w" sizes="(max-width: 979px) 100vw, 979px" /></a></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/chillers-e-bombas-de-calor-york-com-refrigerante-r454b-e-scop-de-carga-parcial-lider-na-industria/">Chillers e Bombas de Calor YORK com refrigerante R454B e SCOP de carga parcial líder na indústria</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Mais de cem profissionais participaram na sessão técnica sobre descarbonização no IPO de Lisboa </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/mais-de-cem-profissionais-participaram-na-sessao-tecnica-sobre-descarbonizacao-no-ipo-de-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 08:47:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carrier]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<category><![CDATA[grundfos]]></category>
		<category><![CDATA[IPO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=36721</guid>

					<description><![CDATA[<p>O evento promovido pela Geoterme, Grundfos e Carrier destacou soluções inovadoras de eficiência energética e mostrou, no terreno, a nova central de frio e calor do IPO de Lisboa. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/mais-de-cem-profissionais-participaram-na-sessao-tecnica-sobre-descarbonizacao-no-ipo-de-lisboa/">Mais de cem profissionais participaram na sessão técnica sobre descarbonização no IPO de Lisboa </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O evento promovido pela Geoterme, Grundfos e Carrier destacou soluções inovadoras de eficiência energética e mostrou, no terreno, a nova central de frio e calor do IPO de Lisboa. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Mais de uma centena de profissionais do sector AVAC participaram numa sessão técnica dedicada à descarbonização e eficiência energética no sector hospitalar, promovida pelas empresas Geoterme, Grundfos e Carrier. A iniciativa decorreu no Hotel Sana Malhoa e incluiu uma visita técnica à central de frio e calor do IPO de Lisboa, permitindo aos participantes conhecer de perto o projecto.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">À </span><i><span data-contrast="auto">Edifícios e Energia</span></i><span data-contrast="auto">, José Luis Moura, da Carrier, contou que o balanço do encontro foi “extremamente positivo” e destacou a forte adesão dos profissionais do sector e o interesse demonstrado pelas soluções apresentadas. “O evento contou com uma sala cheia, com mais de uma centena de participantes, reunindo clientes finais, consultores, projectistas, instaladores, empreiteiros gerais e empresas de manutenção”, afirmou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o responsável, os participantes valorizaram particularmente a combinação entre a componente técnica e a vertente prática da iniciativa. “Todos os participantes valorizaram a oportunidade de conhecer em detalhe o projecto, bem como as diferentes perspectivas apresentadas pela empresa projectista e pela empresa instaladora”, sublinhou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A sessão contou ainda com intervenções do projectista João Cardoso, da Acet, e de Duarte Pinto, da Electrocabos, responsáveis por apresentar diferentes etapas da execução do projecto. Após a sessão técnica, os participantes visitaram a central de frio e calor do IPO de Lisboa, numa oportunidade de contacto directo com soluções de engenharia aplicadas em contexto hospitalar.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">José Luis Moura destacou a importância da receptividade do IPO para a concretização do evento. “Esta iniciativa só foi possível graças à excepcional receptividade do IPO, a quem as três empresas organizadoras manifestam o seu profundo agradecimento”, afirmou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as soluções em destaque estiveram as bombas de calor de alta temperatura, bombas circuladoras de elevada eficiência energética e um sistema SACE descrito como particularmente inovador. “Estas três famílias de equipamentos desempenham um papel fundamental ao contribuírem, de forma proactiva, para o sucesso deste projecto inovador e disruptivo”, explicou o representante da Carrier.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O projecto da central de frio e calor do IPO foi apresentado como um exemplo de engenharia orientada para a sustentabilidade e descarbonização do sector da saúde. Entre os principais objectivos encontram-se a redução dos consumos energéticos, a diminuição das emissões de gases com efeito de estufa e a utilização de fluidos frigorigéneos com baixo potencial de aquecimento global.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Trata-se de uma solução moderna: um sistema de </span><i><span data-contrast="auto">district heating e cooling</span></i><span data-contrast="auto"> implementado dentro de um hospital”, referiu José Luis Moura, acrescentando que a rede permite “optimizar recursos e reduzir significativamente os custos operacionais e de manutenção”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O responsável considera que este modelo poderá servir de referência para outras unidades hospitalares e mesmo para outros sectores de actividade. “Esta base conceptual pode tornar-se uma referência para o sector da saúde e inspirar outros sectores”, afirmou, destacando a capacidade das bombas de calor de alta temperatura para aquecer água até 65 ou 70 ºC.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A integração de circuladores inovadores e de sistemas inteligentes de controlo energético foi igualmente apontada como um dos factores-chave do projecto. “Esta combinação de tecnologias reflecte um compromisso com a modernização, promovendo eficiência e sustentabilidade através de soluções pioneiras”, salientou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Questionado sobre a possibilidade de replicar esta iniciativa noutras unidades de saúde em Portugal, José Luis Moura mostrou-se confiante. “Esta iniciativa demonstra claramente que é possível promover sessões técnicas diferenciadas e inovadoras”, afirmou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para o responsável da Carrier, o actual contexto de descarbonização em Portugal cria condições favoráveis à multiplicação deste tipo de projectos. “Portugal está a avançar com processos de descarbonização em todos os sectores, o que reforça ainda mais a relevância destas iniciativas e o seu potencial de replicação noutras realidades”, concluiu.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © IPO Lisboa</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/mais-de-cem-profissionais-participaram-na-sessao-tecnica-sobre-descarbonizacao-no-ipo-de-lisboa/">Mais de cem profissionais participaram na sessão técnica sobre descarbonização no IPO de Lisboa </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>EFRIARC promove Tarde Técnica sobre nova EPBD, SACE e descarbonização no Porto</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/efriarc-promove-tarde-tecnica-sobre-nova-epbd-sace-e-descarbonizacao-no-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[EFRIARC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=36497</guid>

					<description><![CDATA[<p>A EFRIARC – Associação Portuguesa dos Engenheiros e Técnicos de Frio Industrial e Ar Condicionado vai realizar uma Tarde Técnica dedicada aos desafios regulamentares e à eficiência energética dos edifícios, no próximo dia 28 de maio, no AC Hotel Porto. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/efriarc-promove-tarde-tecnica-sobre-nova-epbd-sace-e-descarbonizacao-no-porto/">EFRIARC promove Tarde Técnica sobre nova EPBD, SACE e descarbonização no Porto</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://efriarc.pt/" type="link" id="https://efriarc.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">EFRIARC – Associação Portuguesa dos Engenheiros e Técnicos de Frio Industrial e Ar Condicionado</a></strong> vai realizar uma <a href="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-nova-epbd-e-sace-desafios-requisitos-tecnicos-e-descarbonizacao/" type="link" id="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-nova-epbd-e-sace-desafios-requisitos-tecnicos-e-descarbonizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow"><strong>Tarde Técnica dedicada aos desafios regulamentares e à eficiência energética dos edifícios</strong></a>, no próximo dia 28 de maio, no <strong>AC Hotel Porto</strong>.<br>Sob o tema <strong>“Nova EPBD e SACE: desafios, requisitos técnicos e descarbonização”</strong>, o evento reunirá especialistas do setor para debater o enquadramento legal, as exigências técnicas e as soluções inovadoras que estão a transformar o desempenho energético dos edifícios.<br><br>A sessão terá início às 14h00 com as boas‑vindas de <strong>Pedro Pereira</strong>, em representação da <strong>Direção da EFRIARC</strong>, seguindo‑se a abertura pelo coordenador da Tarde Técnica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa integra um conjunto de intervenções técnicas de referência:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Vítor Rodrigues (<a href="https://www.sauteriberica.com/pt-pt/" type="link" id="https://www.sauteriberica.com/pt-pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">SAUTER</a>)</strong> abordará a <strong>legislação SACE</strong>, destacando os principais desafios e oportunidades;</li>



<li><strong>António Vieira (<a href="https://www.geoterme.com/" type="link" id="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">GEOTERME</a>)</strong> apresentará o impacto da norma <strong>NP/EN/ISO 52120-1</strong> na eficiência energética dos edifícios;</li>



<li><strong>Nuno Silva (<a href="https://www.contimetra.com/" type="link" id="https://www.contimetra.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">CONTIMETRA</a>)</strong> analisará os requisitos aplicáveis a <strong>edifícios existentes no setor do comércio e serviços</strong>;</li>



<li><strong>Francisco Pombas (<a href="https://www.domotica.pt/" type="link" id="https://www.domotica.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">DOMÓTICA</a>)</strong> irá partilhar as <strong>expectativas para a transposição da nova EPBD</strong>;</li>



<li><strong>Sérgio Malvar (<a href="https://malvar.pt/" type="link" id="https://malvar.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">MALVAR CONTROLS</a>)</strong> apresentará soluções de <strong>gestão técnica inteligente orientadas para a neutralidade carbónica</strong>.</li>
</ul>



<div style="height:31px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A agenda inclui ainda um momento de debate entre participantes e oradores, promovendo a partilha de conhecimento e a discussão de soluções práticas para os desafios atuais do setor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento termina com o encerramento por parte da Comissão Técnica da <strong>EFRIARC</strong>, seguido da possibilidade de participação numa sessão opcional de <strong>formação profissional certificada</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação é gratuita para sócios da <strong>EFRIARC</strong> e estudantes, sendo aplicável uma taxa simbólica para não sócios. As inscrições decorrem até ao dia <strong>26 de maio de 2026</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<div style="height:48px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<div class="wp-block-buttons is-content-justification-center is-layout-flex wp-container-core-buttons-is-layout-3e41869c wp-block-buttons-is-layout-flex">
<div class="wp-block-button has-custom-width wp-block-button__width-50"><a class="wp-block-button__link has-white-color has-vivid-red-background-color has-text-color has-background has-link-color wp-element-button" href="https://efriarc.pt/product/tarde-tecnica-nova-epbd-e-sace-desafios-requisitos-tecnicos-e-descarbonizacao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow"><strong>INSCREVA-SE!</strong></a></div>
</div>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="margin-top:2px;margin-bottom:2px;background-color:#27a5b8;color:#27a5b8"/>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/efriarc-promove-tarde-tecnica-sobre-nova-epbd-sace-e-descarbonizacao-no-porto/">EFRIARC promove Tarde Técnica sobre nova EPBD, SACE e descarbonização no Porto</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crise energética reacende debate sobre bombas de calor: sector pede medidas para impulsionar estes sistemas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/crise-energetica-reacende-debate-sobre-bombas-de-calor-sector-pede-medidas-para-impulsionar-estes-sistemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=36097</guid>

					<description><![CDATA[<p>A escalada das tensões no Médio Oriente está a provocar uma nova subida nos preços do gás e do petróleo, reacendendo preocupações com a segurança energética na Europa. A EHPA (Associação Europeia de Bombas de Calor) defende que a actual conjuntura representa uma oportunidade para impulsionar a transição para soluções de aquecimento mais sustentáveis. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/crise-energetica-reacende-debate-sobre-bombas-de-calor-sector-pede-medidas-para-impulsionar-estes-sistemas/">Crise energética reacende debate sobre bombas de calor: sector pede medidas para impulsionar estes sistemas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A escalada das tensões no Médio Oriente está a provocar uma nova subida nos preços do gás e do petróleo, reacendendo preocupações com a segurança energética na Europa. A EHPA (Associação Europeia de Bombas de Calor) defende que a actual conjuntura representa uma oportunidade para impulsionar a transição para soluções de aquecimento mais sustentáveis. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a associação, o aumento dos custos dos combustíveis fósseis já está a traduzir-se numa maior procura por bombas de calor: “O sector das bombas de calor pode expandir-se, desde que se garanta um crescimento estável através de medidas estruturais e de longo prazo. Já existem muitos instaladores qualificados, bem como outros trabalhadores em sectores adjacentes, que poderiam passar a trabalhar com bombas de calor”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do potencial, a indústria enfrenta um paradoxo: a capacidade produtiva europeia, significativamente reforçada após o pico de procura em 2022, encontra-se “significativamente subutilizada”. De acordo com a EHPA, as fábricas “poderiam produzir várias vezes os volumes actuais do mercado. A principal limitação são as condições necessárias para desbloquear esta capacidade extra&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta desaceleração deve-se, em grande medida, à quebra da procura após 2022, que deixou fabricantes com elevados níveis de </span><i><span data-contrast="auto">stock</span></i><span data-contrast="auto">. Como consequência, as empresas mostram-se “relutantes em aumentar a produção sem sinais fortes e credíveis de que a procura se concretizará a longo prazo”, como alterações na tributação da electricidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para ultrapassar estes entraves, a associação apresenta um </span><a href="https://ehpa.org/wp-content/uploads/2026/04/Five-steps-to-increasing-heat-pump-deployment-in-Europe_EHPA_April-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">plano</span></a><span data-contrast="auto"> com cinco medidas-chave que visam acelerar a adopção das bombas de calor na União Europeia:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Isenção de IVA</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A EHPA propõe que as regras europeias passem a permitir uma taxa de IVA de 0% para bombas de calor, à semelhança do que já acontece com sistemas fotovoltaicos. A medida deveria ser complementada com outros incentivos fiscais, como deduções no IRS ou IRC.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Redução do custo da electricidade</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A competitividade das bombas de calor depende directamente do preço da electricidade. Entre as soluções sugeridas estão a redução de impostos sobre a electricidade, a aplicação de um IVA inferior ao praticado sobre combustíveis fósseis e o financiamento público de infraestruturas de rede para aliviar os encargos dos consumidores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Eliminação de barreiras administrativas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação critica a existência de requisitos considerados excessivos ou desnecessários, como condicionar subsídios a padrões rígidos de eficiência dos edifícios ou exigir licenças adicionais. Estas barreiras, argumenta, travam o mercado e fragmentam o espaço europeu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Aceleração da eliminação dos combustíveis fósseis</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Definir metas claras e acelerar a regulamentação para eliminar sistemas de aquecimento baseados em combustíveis fósseis, sobretudo em novas construções, é visto como essencial para dar confiança ao mercado e incentivar o investimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Melhoria dos programas de subsídios</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A EHPA sublinha que os apoios públicos devem ser estáveis, previsíveis e de fácil acesso. Programas demasiado complexos ou sujeitos a mudanças frequentes acabam por desincentivar consumidores e empresas. As alterações recentes em países como Áustria, Polónia, França, Itália e República Checa são apontadas como exemplos de políticas que prejudicaram a adopção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seu conjunto, a associação defende que estas medidas podem desbloquear rapidamente o potencial do sector, contribuindo para reduzir a dependência energética da Europa e acelerar os objectivos climáticos traçados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/crise-energetica-reacende-debate-sobre-bombas-de-calor-sector-pede-medidas-para-impulsionar-estes-sistemas/">Crise energética reacende debate sobre bombas de calor: sector pede medidas para impulsionar estes sistemas</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Geoterme reforça liderança com implementação de Sistema Sace no Centro Logístico do Leroy Merlin</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-reforca-lideranca-com-implementacao-de-sistema-sace-no-centro-logistico-do-leroy-merlin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=36067</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Geoterme orgulha-se de anunciar a sua participação estratégica no projeto do novo Centro Logístico do Leroy Merlin, localizado em Castanheira do Ribatejo. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-reforca-lideranca-com-implementacao-de-sistema-sace-no-centro-logistico-do-leroy-merlin/">Geoterme reforça liderança com implementação de Sistema Sace no Centro Logístico do Leroy Merlin</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-2 wp-block-paragraph"><br></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-3 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">A <strong><a href="http://www.geoterme.com/pt/" type="link" id="http://www.geoterme.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong> orgulha-se de anunciar a sua participação estratégica no projeto do novo Centro Logístico do Leroy Merlin, localizado em Castanheira do Ribatejo. Este empreendimento, que se destaca pelas suas dimensões monumentais e pela importância logística para a região e para o país, contou com a expertise técnica da Geoterme para a implementação de uma das suas componentes mais vitais: o sistema SACE (Sistema de Automação e Controlo de Edifícios).</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph"><strong>A Importância do Sistema SACE para a Infraestrutura</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A implementação do sistema SACE por parte da Geoterme é um fator determinante para a eficiência operacional do edifício. Num centro logístico desta escala, a gestão inteligente de recursos não é apenas uma opção, mas uma necessidade. O sistema instalado permite o controlo centralizado e a monitorização em tempo real das instalações técnicas, garantindo uma otimização rigorosa dos consumos energéticos e uma redução significativa da pegada de carbono da operação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da sustentabilidade, o SACE assegura o máximo conforto e segurança para os utilizadores do espaço, permitindo uma resposta rápida a qualquer anomalia técnica e garantindo que os sistemas funcionem em perfeita harmonia com as necessidades dinâmicas de um centro logístico de alta rotatividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como empresa líder no mercado de implementação de sistemas SACE, a Geoterme reafirma com este projeto a sua capacidade de entregar soluções de alta complexidade em ambientes industriais e logísticos exigentes. A escolha da Geoterme para este projeto sublinha a confiança que os grandes players do mercado depositam no rigor técnico e na inovação da empresa.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">Este projeto em Castanheira do Ribatejo representa mais um marco fundamental na trajetória da Geoterme. Ao concluir com sucesso a implementação tecnológica num edifício de tão grandes dimensões, a empresa consolida o seu portefólio de referência e demonstra, uma vez mais, o seu papel essencial na construção de edifícios mais inteligentes, eficientes e preparados para os desafios do futuro.<br><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-7 wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="717" height="113" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png" alt="" class="wp-image-26303" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png 717w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-300x47.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-610x96.png 610w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-8 wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-reforca-lideranca-com-implementacao-de-sistema-sace-no-centro-logistico-do-leroy-merlin/">Geoterme reforça liderança com implementação de Sistema Sace no Centro Logístico do Leroy Merlin</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
