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	<title>Osvaldo Pires, autor em Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
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	<title>Osvaldo Pires, autor em Edificios e Energia</title>
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		<title>Edição Chillventa eSpecial com “enorme sucesso”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/chillventa2310/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Osvaldo Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2020 11:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foram três dias de apresentações, com novos produtos e muita interacção entre os participantes. A edição deste ano do Chillventa, que contou com um congresso e mostra de soluções virtuais, aconteceu entre 13 e 15 de Outubro e terminou com um “feedback incrivelmente positivo”, diz a organização. A pandemia foi um dos temas cruciais para os especialistas do sector.</p>
<p>Os principais temas abordados pelo congresso Chillventa, assim como as apresentações de produtos no Chillventa eSpecial, abrangeram todo o espectro de desenvolvimentos recentes relacionados com os sectores da refrigeração, sistemas ar condicionado, ventilação e tecnologias de bomba de calor, desde a Investigação &amp; Desenvolvimento até às questões relacionadas com a vida real, enquadrados no quadro político actual.</p>
<p>Segundo dados da organização, o evento contou com mais de 6800 participantes activos, oriundos de 113 países. Durante os três dias, trocaram-se mais de 100 mil mensagens instantâneas e foram feitas 1200 chamadas de vídeo. “Tudo isto mostra que a indústria precisava muito de um evento deste tipo, pois o <em>feedback</em> tem sido incrivelmente positivo”, afirma a organização em comunicado.</p>
<p>Considerado um tema importante, a actual crise do novo coronavírus foi discutida em detalhe nos vários segmentos da indústria, quer no âmbito do congresso Chillventa, quer durante as apresentações promovidas. Como um elo crítico na alimentação da população mundial, a cadeia de refrigeração também foi apresentada e analisada em profundidade.</p>
<p>Uma apresentação que levantou bastante interesse dos participantes foi dedicada ao hidrogénio. Os refrigerantes, em especial no que se refere à economia circular, as importações ilegais e os fluídos refrigerantes com baixo impacto de aquecimento global estiveram também no programa de debate.</p>
<p>Mais de dez apresentações exploraram o tema das bombas de calor, desde as instaladas em simples secadores de roupa até às aplicações de redes de aquecimento urbano. Os debates sobre sistemas híbridos (que podem aquecer e arrefecer ao mesmo tempo) também foram bastante dinamizados no evento.</p>
<p>Cinco apresentações abordaram a situação dos centros informáticos na Alemanha, incluindo o impacto da pandemia do novo coronavírus, aprofundando os mais recentes dados, tendências, desafios e soluções actuais e futuras.</p>
<p>Espera-se que a próxima edição da Chillventa, agendada para os dias 11-13 de Outubro de 2022, regresse ao espaço físico em Nuremberga, na Alemanha. Até lá, o centro de exposições da cidade alemã conta receber o <em>European Heat Pump Summit</em>, entre 26 a 27 de Outubro de 2021.</p>
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		<title>REHVA lança curso on-line para operação de edifícios e sistemas AVAC em contexto Covid- 19</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/rehva-curso-online-2110/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Osvaldo Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 10:27:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A REHVA, entidade que representa as associações europeias de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), acaba de lançar um curso on-line para ajudar o sector na operação de edifícios e de sistemas de AVAC no actual contexto pandémico...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A REHVA, entidade que representa as associações europeias de aquecimento, ventilação e ar condicionado (AVAC), acaba de lançar um curso on-line para ajudar o sector na operação de edifícios e de sistemas de AVAC no actual contexto pandémico. A formação, com uma duração de seis horas, inclui recomendações sobre como retomar as actividades, operar edifícios com segurança e, em particular, usar espaços interiores densamente ocupados durante e após a pandemia de Covid- 19.</p>
<p>O curso baseia-se nos documentos de apoio REHVA Covid- 19 e os seus módulos fornecem conhecimentos teóricos básicos com informações práticas ensinadas por especialistas da REHVA. Dirigido a gestores de edifícios e instalações, especialistas em segurança e higiene no trabalho, empreiteiros de serviços de construção, engenheiros mecânicos &amp; AVAC, inspectores de sistemas de ventilação e ar condicionado e representantes técnicos de autoridades públicas (reguladores), a formação é também adequada a quaisquer profissionais de edifícios envolvidos na gestão da qualidade do ambiente interior, operações de construção e manutenção de sistemas.</p>
<p>Os participantes têm também acesso aos mais recentes manuais da REHVA sobre filtragem de ar e requisitos de higiene em sistemas de ventilação. Depois de passarem pelo material de formação, os formandos que também concluam com sucesso os exames on-line obtêm uma certificação.</p>
<p>O curso on-line é composto por módulos independentes gravados, de modo a que os participantes possam vê-los ao seu próprio ritmo e tempo conveniente, incluindo a conclusão dos exercícios e os exames.</p>
<p>Os interessados em seguir este curso on-line poderão registar-se <a href="https://www.rehva.eu/pre-registration-safe-building-operation-during-covid-19">neste link</a>.</p>
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		<title>Estado da União da Energia: progressos realizados na transição energética limpa e uma base para a recuperação verde</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/estado-energia-2010/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Osvaldo Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 09:10:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia acaba de aprovar o Relatório do Estado da União da Energia para 2020 e os documentos que o integram, centrados em diferentes aspectos da política energética da União Europeia (UE)...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia acaba de aprovar o Relatório do <a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_20_1837">Estado da União da Energia para 2020</a> e os documentos que o integram, centrados em diferentes aspectos da política energética da União Europeia (UE). O relatório deste ano é o primeiro desde a adopção do Pacto Ecológico Europeu, e analisa o contributo da União da Energia para os objectivos climáticos a longo prazo da Europa.</p>
<p>As avaliações individuais dos 27 Planos Nacionais de Energia e Clima (PNECs) analisam o caminho e a ambição de cada Estado-Membro em relação às actuais metas climáticas e energéticas para 2030. A avaliação global mostra que os Estados-Membros são capazes de atingir esses objectivos e estão, na sua maioria, a fazer bons progressos nesse sentido. Os relatórios sublinham o contributo que o sector energético pode dar para a recuperação da crise económica criada pela Covid-19 na UE. Até agora, a União da Energia provou ser robusta perante os desafios colocados pela pandemia aos seus sistemas energéticos e aos trabalhadores do sector energético.</p>
<p>O Relatório analisa as cinco dimensões diferentes da União da Energia: a descarbonização, incluindo as energias renováveis, eficiência energética, segurança energética, o mercado interno da energia, e investigação, inovação e competitividade. O documento fornece orientações sobre a rápida aplicação dos PNECs e sobre a forma como os investimentos e reformas relacionados com a energia podem impulsionar a recuperação económica da UE. Destaca ainda como o plano de recuperação <a href="https://ec.europa.eu/commission/presscorner/detail/en/ip_20_940">NextGenerationEU</a> pode apoiar os Estados-Membros através de uma série de programas de financiamento emblemáticos.</p>
<p>Com base no PNEC de Portugal, e nas prioridades de investimento e reformas identificadas para Portugal no semestre europeu, os serviços da Comissão convidaram Portugal a ponderar, enquanto desenvolve o seu plano nacional de recuperação e resiliência, as seguintes medidas de investimento e reformas relacionadas com o clima e energia: medidas que fomentem o transporte sustentável, nomeadamente através da electrificação do sector dos transportes e garantindo uma melhor interoperabilidade dos comboios e integração dos portos e das infra-estruturas ferroviárias; medidas para aumentar a eficiência energética dos edifícios, diversificar a produção de energia renovável e implantar redes inteligentes; medidas destinadas a reforçar e a alargar as linhas de transmissão e distribuição, incluindo as interconexões elétricas com os países vizinhos, e medidas direcionadas para a adaptação às alterações climáticas, integrando uma melhor gestão da água, prevenção de riscos e preparação.</p>
<p>A legislação da UE exige que cada Estado-Membro adopte um Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC) de dez anos, com o objectivo de estes detalharem os seus respectivos contributos para as metas vinculativas comunitárias, no que concerne ao clima e energia para 2030.</p>
<p>No quadro da Avaliação da Comissão do PNEC de Portugal, apresentaram-se os seguintes objectivos, metas e contribuições esperadas:</p>
<p>Para as emissões de gases com efeito de estufa, em comparação com 2005, e ao abrigo do Regulamento de Partilha de Esforços (<em>Effort-Sharing Regulation</em> – ESR), o PNEC de Portugal pretende atingir a meta de 1% para o corrente ano 2020 e uma redução de emissão de gases de efeito de estufa de -17 % para 2030, reconhecendo que, como na ESR, a meta total para a redução de Emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE) implica reduções ainda mais altas.</p>
<p>Para as energias renováveis (no que concerne à percentagem de energia proveniente de fontes renováveis no consumo final bruto de energia), o PNEC português prevê atingir a meta de 31% para o decorrente ano, visando alcançar a meta dos 47 % em 2030, pois a considera suficientemente ambiciosa, uma vez que 42 % representa o resultado da fórmula RES<em> (Renewable Energy Source)</em> para esta medida.</p>
<p>Quanto ao contributo nacional para a Eficiência Energética, espera-se no final deste ano alcançar a meta dos 22.5 % em relação ao consumo de energia primária (Mtoe – <em>Million Tonnes of Oil Equivalent</em>) e de 21.5 % para 2030, enquanto, para o consumo de energia final (Mtoe), prevê-se atingir o objectivo de 17.4 para 2020 e de 14.9 para 2030; valores de poupança que, apesar do nível de ambição, o PNEC de Portugal considera ainda modestos para se atingir no final da década.</p>
<p>Já ao nível das interconexões eléctricas, a avaliação que o PNEC nacional faz é a de se atingir 10 % em 2020 e 15 % em 2030.</p>
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