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	<title>Arquivo de reabilitação do edificado - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
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		<title>“Seria possível e desejável ir mais longe”: Conselho do Ambiente identifica lacunas e fragilidades no PNEC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Sep 2024 08:50:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) divulgou um parecer sobre a versão final do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC). Existem “intenções correctas”, mas falta clareza e fundamentação nas orientações e prioridades do documento.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/seria-possivel-e-desejavel-ir-mais-longe-conselho-do-ambiente-identifica-lacunas-e-fragilidades-no-pnec/">“Seria possível e desejável ir mais longe”: Conselho do Ambiente identifica lacunas e fragilidades no PNEC</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0">O Conselho Nacional do Ambiente e do Desenvolvimento Sustentável (CNADS) divulgou um parecer sobre a </span><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0">versão final do Plano Nacional de Energia e Clima (PNEC). </span><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0">Existem “intenções </span><span class="SpellingError SCXW37709085 BCX0">correctas</span><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0">”, mas falta clareza</span><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0"> e fundamentação</span> <span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0">nas orientações e prioridades</span><span class="NormalTextRun SCXW37709085 BCX0"> do documento.</span></strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Terminou a 5 de Setembro o período de consulta pública do Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030), que, no total, contou com 183 contributos de vários sectores, </span><span data-contrast="auto">incluindo empresas, associações de defesa do ambiente, centros de investigação, entidades públicas e cidadãos</span><span data-contrast="auto">. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seu parecer, o Conselho do Ambiente indica que, na generalidade dos domínios, a versão final do PNEC expressa “intenções certamente positivas”, mas que “a </span><span data-contrast="auto">definição de orientações e prioridades é insuficiente, as metas não são claras e as medidas concretas são inexistentes ou pouco fundamentadas&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O CNADS considera “muito positivo” o acréscimo de prioridade conferido à eficiência energética, contudo, considera que “</span><span data-contrast="auto">seria possível e desejável ir mais longe”.</span><span data-contrast="auto"> A eficiência energética tem de ser a primeira prioridade das políticas energéticas: “em particular, deve ser conferida prioridade a medidas passivas e de reabilitação do edificado”. E o apoio às autarquias e actores locais será vital quando as medidas careçam de acompanhamento de proximidade para que sejam eficazes. Neste sentido, o parecer menciona que é “crucial a criação, a nível nacional, de uma rede de ‘balcões de energia’ dedicados à literacia energética e à mediação e facilitação do acesso ao financiamento de bens e serviços energeticamente mais eficientes”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Portugal é um dos países europeus mais vulneráveis à pobreza energética e, por isso, é também considerada crucial a “a operacionalização de estratégias locais para o seu combate, priorizando medidas de reabilitação dos sistemas activos e passivos de aquecimento e arrefecimento”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Uma outra lacuna identificada é a falta de prazos de execução das medidas apresentadas no plano, assim como a “necessária” calendarização da sua sequência e metas concretas. “O PNEC 2030 ganharia com as indicações de ‘execução imediata’ ou a menção do horizonte temporal em cada uma das medidas propostas”, sugere o CNADS.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Quanto à produção descentralizada de energia e às comunidades de energia, que, segundo o Conselho, deveriam ser uma prioridade, ainda não foram tomadas medidas para mitigar as dificuldades e barreiras destes modelos de produção de electricidade. “Deverá apostar-se cada vez mais na produção de energia descentralizada, promovendo o conceito de ‘prosumer’ (ou seja, o produtor é também o consumidor), seja na dimensão particular, seja através da criação de comunidades de energia renovável”. Além disto, o CNADS sublinha que “a facilitação administrativa e a remuneração adequada da energia eléctrica injectada na rede pelos ‘prosumers’ são condições necessárias ao sucesso desta componente essencial à transição energética. Em alternativa ou complemento, deverá ser equacionado maior apoio ao investimento na geração descentralizada, com especial enfoque na energia solar fotovoltaica no sector empresarial e público”, completa o Conselho do Ambiente.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já esta semana, pronunciou-se também o Observatório de Energia, Inovação e Clima da Associação para o Desenvolvimento Económico e Social (SEDES). No parecer divulgado, a entidade defende inclusivamente que o PNEC deve ser suspenso, repensado e substituído por um “verdadeiro plano energético”, com metas realistas e orientado para o fomento da economia nacional.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O observatório critica o apoio dado à energia eólica através de “tarifas políticas muito generosas” por parte dos últimos governos e refere que a instalação de centrais fotovoltaicas em grandes áreas agrícolas e florestais se trata de um “crime ambiental que vai destruir a biosfera das regiões afectadas”. Como forma de substituir as centrais fotovoltaicas, o parecer vê com bons olhos a descentralização da energia solar através da instalação de painéis solares para autoconsumo e a criação de comunidades de energia renovável.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Finda esta etapa da revisão do PNEC 2030, o Ministério do Ambiente e Energia informa que “serão agora analisadas as pronúncias e acolhidos os contributos que possam ser uma mais-valia para o plano”. Posteriormente, o documento será sujeito à aprovação do Governo e remetido à Assembleia da República para que seja discutido e aprovado.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © <em>Shutterstock</em></p>
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