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	<title>Arquivo de habitação social - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Aug 2025 19:51:12 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de habitação social - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>A certificação energética no contexto da nova habitação social ao abrigo do PRR</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-certificacao-energetica-no-contexto-da-nova-habitacao-social-ao-abrigo-do-prr/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carlos Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 08:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[anpq]]></category>
		<category><![CDATA[certificação energética]]></category>
		<category><![CDATA[certificados energéticos]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
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		<category><![CDATA[habitação social]]></category>
		<category><![CDATA[PRR]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>"Estamos a instalar um verdadeiro "elefante branco" na habitação social do Estado: edifícios com isolamento térmico elevado (o que, por si só, não é negativo), mas combinados com sistemas técnicos desproporcionados e dispendiosos, sem qualquer racionalidade económica ou energética."</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição 159 (<a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=159" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Maio/Junho de 2025)</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p>A certificação energética, no contexto da nova habitação social ao abrigo do PRR (Plano de Recuperação e Resiliência), assume atualmente uma importância extrema, tendo em vista os requisitos regulamentares e as boas práticas, com foco no bom senso e na sustentabilidade social, técnica e económica dos recursos disponíveis. Os contos maravilhosos da nossa infância costumam começar com a expressão “Era uma vez…”. No entanto, abramos uma exceção à regra e contemos uma história menos feliz.</p>
<p>Era uma vez o Estado português, que desperdiçava rios de dinheiro no programa de recuperação do Parque Escolar, através de um ambicioso plano de modernização das escolas públicas. À época, em 2007, muitas dessas escolas encontravam-se degradadas, insalubres, desconfortáveis e energeticamente ineficientes.</p>
<p>Dizia-se, inclusive, que havia notícias de alunos do ensino básico e secundário que consumiam bebidas alcoólicas logo pela manhã, apenas para suportar o frio intenso no inverno.</p>
<p>Coincidindo com o início do referido programa do Parque Escolar — uma entidade criada para esse fim —, entraram em vigor os primeiros dois Decretos-Lei da era moderna do Sistema de Certificação Energética (SCE): os Decretos-Lei n.º 79/2006 e 80/2006. Estes foram complementados por diversa legislação conexa e, além dos requisitos térmicos e energéticos, introduziram um novo tema: a Qualidade do Ar Interior. Este conjunto legislativo sobrepôs-se às obrigações da Diretiva n.º2002/91/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, relativa ao desempenho energético dos edifícios.</p>
<p>Muitos ainda se recordam de como o programa do Parque Escolar impôs exigências megalómanas em matéria de ventilação e renovação de ar, apesar da importância do tema. Centenas de escolas foram remodeladas com sistemas de climatização tecnologicamente avançados que, infelizmente, em muitos casos foram rapidamente desligados devido à falta de recursos financeiros para suportar os elevados consumos de eletricidade e para contratar empresas de manutenção especializadas.</p>
<p>Durante anos, muitas dessas escolas enfrentaram dificuldades em obter a certificação energética final obrigatória, devido à ausência de técnicos de manutenção responsáveis pelo bom funcionamento dos sistemas de climatização e pela qualidade do ar interior.</p>
<p>Mais tarde, em 2013, este tema foi praticamente apagado com a eliminação regulamentar das auditorias obrigatórias à Qualidade do Ar. Do ponto de vista legal, o problema deixou de existir. A machadada final foi dada com o Despacho n.º 6476-H/2021, no qual o legislador introduziu uma solução “criativa”:</p>
<p>&#8220;Nos edifícios de comércio e serviços, para efeitos da verificação de requisitos, pode ser considerado o efeito da abertura de janelas para determinação do caudal de renovação de ar dos espaços.&#8221;</p>
<p>Basta, agora, abrir uma janela para controlar a qualidade do ar interior!</p>
<p>Para facilitar ainda mais, a legislação recomenda, mas não obriga, a instalação de sistemas de monitorização permanente de dióxido de carbono (CO2) para assegurar uma ventilação eficaz dos espaços.</p>
<p>Curiosamente, a mesma legislação proíbe que a ventilação dos edifícios residenciais seja feita através de janelas. E, de forma inexplicável do ponto de vista do uso racional da energia, aumenta a taxa de renovação de ar de 0,40 para 0,50 renovações por hora.</p>
<p>A única explicação plausível para tal alteração reside na “Teoria do Imperativo da Imitação”, que nos leva a seguir cegamente normas europeias pouco adaptadas à realidade de um país com recursos limitados, como Portugal. Foi essa mesma lógica que conduziu ao sobredimensionamento dos sistemas de ventilação mecânica nas escolas — sistemas que agora o legislador tenta simplificar por conveniência.</p>
<p>E cá estamos de novo, numa prática insustentável no âmbito do PRR, com a construção de novos bairros sociais.</p>
<p>De acordo com a legislação atual, a construção de novos edifícios residenciais exige a classe energética mínima &#8220;A&#8221;, o que significa que as necessidades de aquecimento dos edifícios devem ser inferiores a 0,75/0,85/0,90, dependendo da localização. Além disso, o rácio de eficiência energética deve ser inferior a 50% face ao consumo de referência de um edifício regulamentar.</p>
<p>No entanto, os projetos financiados pelo PRR têm de melhorar este indicador em 20%, exigindo que o rácio seja inferior a 40%.</p>
<p>O sistema de certificação energética para edifícios de habitação assenta numa metodologia de cálculo extremamente complexa, que procura um equilíbrio difícil entre a eficiência da envolvente passiva e os sistemas técnicos — sistemas esses que implicam custos elevados de manutenção.</p>
<p>E é precisamente aqui que estamos a falhar: sem massa crítica e sem discernimento, estamos a encher a habitação pública de sistemas técnicos caros e complexos, tanto no investimento inicial como nas despesas de operação e manutenção.</p>
<p>“Errare humanum est, perseverare diabolicum.”</p>
<p>A construção de edifícios deve basear-se em princípios de qualidade, sustentabilidade ambiental, baixa manutenção e durabilidade, assegurando o uso racional dos recursos e minimizando os impactos ecológicos. Para tal, é essencial integrar estratégias simples de conservação, eficiência energética e otimização dos consumos, promovendo um equilíbrio entre conforto e responsabilidade ambiental.</p>
<p>Além disso, está a criar-se uma injustiça social: a habitação social, financiada por dinheiros públicos, torna-se mais eficiente do que a habitação privada — que, independentemente do rendimento dos seus ocupantes, não beneficia dos mesmos apoios.</p>
<p>Estamos a instalar um verdadeiro &#8220;elefante branco&#8221; na habitação social do Estado: edifícios com isolamento térmico elevado (o que, por si só, não é negativo), mas combinados com sistemas técnicos desproporcionados e dispendiosos, sem qualquer racionalidade económica ou energética.</p>
<p>Os incentivos do PRR deveriam privilegiar soluções construtivas passivas e sistemas simples, de fácil manutenção, assegurando eficiência a longo prazo sem criar dependências técnicas e financeiras.</p>
<div class="post-wrap">
<div class="post-content entry-content">
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
</div>
</div>
<p><span class="TextRun SCXW88395394 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW88395394 BCX0">Fotografia de destaque: © </span></span><span class="TextRun SCXW88395394 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW88395394 BCX0">Freepik</span></span></p>
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		<title>13ª Conferência Passive House regressa com novidades</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/13a-conferencia-passive-house-regressa-com-novidades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 11:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[13ª Conferência Passivhaus Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p> 13ª Conferência Passivhaus Portugal vai contar com uma novidade este ano: um terceiro dia com visitas a Passive Houses certificadas, a acontecer a 23 de outubro. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/13a-conferencia-passive-house-regressa-com-novidades/">13ª Conferência Passive House regressa com novidades</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><br></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph"><strong>A 13ª Conferência Passivhaus Portugal vai contar com uma novidade este ano: um terceiro dia com visitas a Passive Houses certificadas, a acontecer a 23 de outubro. Nos dias 21 e 22 Outubro, o Centro de Congressos de Aveiro volta a receber o maior evento sobre o padrão Passive House em Portugal, com <em>workshops</em> práticos e sessões do Grande Auditório com oradores internacionais.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph">Esta é a maior conferência nacional dedicada exclusivamente ao padrão Passive House, e este ano volta a reunir profissionais, empresas, decisores públicos e todos os que acreditam que construir bem feito é o único caminho. Durante os dois primeiros dias, a conferência assume o formato que já é referência no setor, com <em>workshops</em> práticos a decorrer em simultâneo, sessões no Grande Auditório com temas estruturantes e uma área de exposição com mais de 50 marcas especializadas em soluções eficientes, sustentáveis e orientadas para a o desempenho dos edifícios.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">Para João Marcelino, presidente da Passivhaus Portugal, <em>“mais do que um evento técnico, esta conferência é também o ponto de encontro da comunidade que tem nas mãos a transformação da construção em Portugal. Aqui cruzam-se conhecimento, experiência e compromisso com o futuro, com os donos de obra a assumirem também um papel preponderante na forma como &#8216;obrigam&#8217; o setor a mexer.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph">Este ano, a conferência cresce também em ambição. No dia 23 de outubro, o evento ganha uma nova dimensão. Depois de dois dias intensos de partilha e debate, a proposta é sair do auditório e viver, na prática, o que significa habitar uma Passive House. O terceiro dia será dedicado a visitas guiadas a edifícios certificados, com o acompanhamento do respetivo Passive House Designer. Uma oportunidade única para ver de perto o desempenho, o conforto e a diferença que a qualidade construtiva faz na vida das pessoas. As inscrições para este terceiro dia abrirão mais perto da data do evento e serão exclusivas a quem já seja ou se torne sócio da Passivhaus Portugal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph"><em>“Acreditamos que não basta ouvir falar de Passive House. É preciso ver, sentir e experienciar. O terceiro dia nasce dessa vontade, de aproximar o conceito da realidade, e reforçar a confiança na sua aplicação prática em Portugal”,</em> reforça João Marcelino.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph">O programa da conferência contará com oradores nacionais e internacionais e abordará alguns dos temas mais relevantes para o presente e o futuro do setor. Estará em debate a autonomia dos edifícios Passive House face aos desafios na gestão da rede elétrica, a monitorização de edifícios certificados em Portugal e o papel da construção bem feita na habitação social, com destaque para o exemplo da região de Navarra, em Espanha. A conferência contará ainda com a presença de Lloyd Alter, que traz uma nova perspetiva sobre o impacto das janelas no bem-estar e conforto interior, e de Barnabas Calder, historiador e autor, com uma leitura crítica sobre o futuro da arquitetura e da construção.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph">A participação na conferência é gratuita mas a inscrição é obrigatória: pode reservar o seu lugar <strong><a href="https://www.eventbrite.pt/e/bilhetes-13a-conferencia-passivhaus-portugal-2024-1411768390259?aff=oddtdtcreator">aqui.</a></strong></p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#0897a2;color:#0897a2"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-9 wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em><br><em>Fonte: Press Release</em></strong></em></strong></p>
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		<title>Lisboa vai receber próxima edição do International Social Housing Festival</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-vai-receber-proxima-edicao-do-international-social-housing-festival/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 10:19:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Gebalis]]></category>
		<category><![CDATA[habitação acessível]]></category>
		<category><![CDATA[habitação social]]></category>
		<category><![CDATA[International Social Housing Festival]]></category>
		<category><![CDATA[lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A próxima edição do International Social Housing Festival, a decorrer em 2027, será organizada pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Gebalis, trazendo a Portugal, pela primeira vez, o festival europeu dedicado à Habitação Social. ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-vai-receber-proxima-edicao-do-international-social-housing-festival/">Lisboa vai receber próxima edição do International Social Housing Festival</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"><br><strong>A Câmara Municipal de Lisboa e a Gebalis serão as entidades organizadoras da próxima edição do festival europeu, dedicado à Habitação Pública, Social e Cooperativa. </strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12 wp-block-paragraph">A próxima edição do <strong><em>International Social Housing Festival</em>,</strong> a decorrer em 2027, será organizada pela <strong><a href="https://www.lisboa.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Câmara Municipal de Lisboa</a></strong> e pela <strong><a href="https://gebalis.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Gebalis</a></strong>, trazendo a Portugal, pela primeira vez, o festival europeu dedicado à Habitação Social. A capital será a anfitriã do evento, demonstrando, uma vez mais, o compromisso para com a habitação acessível e inclusiva. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-13 wp-block-paragraph">Reconhecido como um dos principais eventos europeus neste âmbito, o <em>International Social Housing Festival </em>foi criado com o intuito de destacar o papel da habitação social para uma vida pessoal e ambientalmente sustentável nas cidades, reunindo, para tal, decisores políticos, investigadores, urbanistas, arquitetos e ativistas para discutir e partilhar as melhores práticas europeias. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14 wp-block-paragraph">Filipa Roseta, Vereadora da Habitação e Obras Municipais da Câmara Municipal de Lisboa,<strong> </strong>afirma que <em>“é com um profundo sentido de responsabilidade que Lisboa se prepara para acolher, pela primeira vez, em 2027, o International Social Housing Festival. Esta oportunidade é um reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver na área da habitação. A nossa visão para Lisboa é a de uma cidade onde a diversidade social se reflete na própria estrutura urbana, não se tratando apenas de construir casas, mas de edificar ecossistemas sustentáveis”</em>. Filipa Roseta acrescenta ainda que <em>“receber o International Social Housing Festival é uma oportunidade ímpar para partilhar as nossas experiências, aprender com as melhores práticas internacionais e reafirmar o nosso compromisso com uma Lisboa mais justa, mais inclusiva e equitativa, onde o direito à habitação digna é uma realidade para todos”</em>. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-15 wp-block-paragraph">Fernando Angleu, Presidente do Conselho de Administração da Gebalis, salienta <em>“a importância de se receber, pela primeira vez, este evento europeu, que espelha um alinhamento de compromissos face à habitação social. O trabalho desenvolvido ao longos destes últimos anos materializam uma vontade de trazer mais e melhores condições ao município de Lisboa e aos seus moradores, sendo um caso de sucesso que merece ser reconhecido e visto numa escala europeia”</em>. </p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-16 wp-block-paragraph">A edição de 2025 aconteceu em Dublin, na Irlanda, onde foram apresentados os <em>European Responsible Housing Awards</em>. O projeto “Lotes com Vida”, da Gebalis, esteve entre os 25 finalistas, de 12 países, chegando a uma short list de cinco iniciativas na categoria <em>‘Going the extra mile for safe and sound living’.</em>&nbsp;</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-17 wp-block-paragraph">A próxima edição do <em>International Social Housing Festival </em>terá lugar em Lisboa, em 2027, em data e local ainda a definir.&nbsp;&nbsp;</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#0897a2;color:#0897a2"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-18 wp-block-paragraph"><strong><em><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em><br><em>Fonte: Press Release</em></strong></em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/lisboa-vai-receber-proxima-edicao-do-international-social-housing-festival/">Lisboa vai receber próxima edição do International Social Housing Festival</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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