Para quando a aposta na formação técnica?

O sector da construção enfrenta uma escassez crescente de quadros técnicos qualificados, com impactos significativos na capacidade de resposta do mercado, na qualidade das construções e na competitividade da economia. Historicamente, o ensino da engenharia em Portugal privilegiou uma formação de base generalista, muitas vezes excessivamente teórica, deixando as especialidades técnicas ligadas aos edifícios numa posição precária e secundária.

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Energia Solar Integrada

Os sistemas de energia integrada chamados BIPV – Building Integrated Photovoltaics – estão a desenvolver-se rapidamente porque vão muito além da colocação de painéis sobrepostos em coberturas ou fachadas, que, por si só, desvirtuam a estética urbana e paisagem local. Com estes sistemas de energia solar integrada, os módulos solares são parte integrante da estrutura do edifício, sobrepondo-se a materiais convencionais como vidro, telha ou revestimentos. O resultado é duplo: produção de eletricidade limpa e integração arquitetónica harmoniosa.

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Fotovoltaico descentralizado: Europa preocupada com abrandamento do sector

Depois de dois anos de um crescimento promissor, o ritmo da energia solar fotovoltaica tem vindo a abrandar na Europa: pela primeira vez em quase uma década, está prevista uma contração em 2025. Vamos perceber o que está em causa, num momento em que a União Europeia precisa mais do que nunca de consolidar o fotovoltaico como pilar da transição energética do continente.

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Fotovoltaico descentralizado: Uma aposta necessária!

Com a nova regulamentação sobre o desempenho energético dos edifícios à porta, Portugal precisa de dar um novo impulso ao fotovoltaico. Mais incentivos, integração arquitectónica, sensibilização e flexibilidade são fundamentais para que a descarbonização dos nossos edifícios deixe de ser uma miragem em 2050. Sem um sector forte, não conseguimos lá chegar!

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Fotovoltaico lidera o crescimento das energias renováveis até 2030, prevê AIE

A capacidade global de energias renováveis deverá mais do que duplicar até 2030, impulsionada sobretudo pela energia solar fotovoltaica. Esta conclusão está patente no novo relatório “Renováveis 2025” da Agência Internacional de Energia (AIE). Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento, na integração na rede eléctrica e no financiamento, o sector mostra resiliência e continua a crescer a nível mundial. 

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Para quando a aposta na formação técnica?

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A capacidade global de energias renováveis deverá mais do que duplicar até 2030, impulsionada sobretudo pela energia solar fotovoltaica. Esta conclusão está patente no novo relatório “Renováveis 2025” da Agência Internacional de Energia (AIE). Apesar dos desafios nas cadeias de abastecimento, na integração na rede eléctrica e no financiamento, o sector mostra resiliência e continua a crescer a nível mundial. 

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