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	<title>Arquivo de energia eólica - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 04 Feb 2025 14:46:19 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de energia eólica - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>WIMBY em Portugal para debater setor eólico com apoio de ferramentas interativa</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/wimby-em-portugal-para-debater-setor-eolico-com-apoio-de-ferramentas-interativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Feb 2025 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[APREN]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN) recebeu em Portugal o WIMBY (acrónimo de Wind In My BackYard), um projeto europeu financiado pelo programa-quadro Horizonte Europa (Horizon Europe). ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-small-font-size wp-block-paragraph"><br><em><strong>Projeto passou pelos municípios de Viana do Castelo e Torres Vedras, onde realizou workshops com representantes dos principais atores do setor, nomeadamente câmara municipal, entidades licenciadoras, academia, associações ambientais e promotores.</strong></em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1 wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://www.apren.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN)</a></strong> recebeu em Portugal o <strong><a href="https://wimby.eu/">WIMBY</a></strong> (acrónimo de <em>Wind In My BackYard</em>), um projeto europeu financiado pelo programa-quadro Horizonte Europa (Horizon Europe). A <strong>APREN</strong> é a parceira portuguesa deste projeto e uma de quinze entidades europeias que fazem parte do respetivo consórcio.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2 wp-block-paragraph">O <strong>WIMBY</strong> tem como objetivo central apoiar a adoção e aceitação da energia eólica na União Europeia. Fá-lo através da promoção do diálogo entre comunidades locais, especialistas e outros interessados sobre a expansão e/ou reequipamento de parques eólicos onshore em Portugal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3 wp-block-paragraph">Numa fase inicial, os parceiros do projeto criaram ferramentas inovadoras para facilitar a interação entre cidadãos e partes interessadas, a partilha de conhecimentos e a avaliação colaborativa de impactos, conflitos, sinergias e potencial de inovação social. Estas ferramentas utilizam tecnologia 3D para simular, de forma realista, a instalação de vários tipos de turbinas eólicas em diferentes tipos de paisagem e cenários reais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4 wp-block-paragraph">Foi também desenvolvida uma plataforma interativa <em>Web-SIG</em>, ainda em processo de finalização, que permite o envolvimento precoce das partes interessadas locais e dos cidadãos, envolvendo-os desde o início do projeto nos processos de planeamento, implementação e operação da implantação do parque eólico.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-5 wp-block-paragraph">Estas ferramentas foram depois aplicadas em workshops em quatro zonas-piloto: a ilha de Pantelleria (Itália), a região de Styria (Áustria), os municípios de Viana do Castelo e Torres Vedras (Portugal), e a região de Rogaland (Noruega).</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6 wp-block-paragraph">Coube à <strong>APREN</strong> a realização dos workshops do projeto em Portugal. Dado o recurso eólico abundante e também a existência de um número considerável de parques eólicos, Viana do Castelo e Torres Vedras foram os municípios escolhidos para a imersão do projeto, com foco no reequipamento dos parques eólicos já existentes.<br></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="640" height="340" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/APREN-WimbyTVedras.png" alt="" class="wp-image-29606" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/APREN-WimbyTVedras.png 640w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/APREN-WimbyTVedras-300x159.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/02/APREN-WimbyTVedras-610x324.png 610w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7 wp-block-paragraph"><br>Cada um dos municípios recebeu, no final do mês de janeiro de 2025, um total de quatro <em>workshops</em>, divididos por dois dias, de forma a chegar ao maior número de atores do setor possível. Cada <em>workshop</em> proporcionou aos participantes uma experiência imersiva. Com recurso à tecnologia, os participantes visualizaram virtualmente como as turbinas eólicas seriam integradas na paisagem local, simulando diferentes configurações de parques eólicos. Estas simulações ajudaram ao debate entre os participantes sobre os impactos sociais, ambientais e económicos da energia eólica no país.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8 wp-block-paragraph">Fizeram parte destes <em>workshops</em> representantes de entidades licenciadoras, das câmaras municipais de ambos os municípios, Academia, Investigação, associações ambientais, e também promotores e developers do setor renovável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9 wp-block-paragraph">Para Pedro Amaral Jorge, Presidente da <strong>APREN</strong>, <em>“estes encontros surgiram com o objetivo de serem um espaço de partilha de conhecimento e avaliação colaborativa dos desafios e oportunidades da energia eólica onshore em Portugal. Desta forma, conseguimos contribuir para o envolvimento das comunidades locais no cumprimento daquilo que são as metas de descarbonização impostas até 2030, e garantir que todos são ouvidos na implementação da transição energética.”</em></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-10 wp-block-paragraph">Os resultados do projeto e dos <em>workshops</em> nas regiões-piloto serão transformados em informações práticas para todas as partes interessadas tomarem decisões informadas, e serão partilhadas através de repositórios de acesso aberto e redes sociais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-11 wp-block-paragraph">O projeto <strong>WIMBY</strong> conta com 15 parceiros, distribuídos por toda a Europa:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Coordenação de Projeto: <a href="https://www.vub.be/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">VUB – Vrije Universiteit Brussel</a> (Bélgica)</li>



<li>Coordenação científica: <a href="https://www.uu.nl/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Utrecht University</a> (Países Baixos)</li>



<li>Parceiros:<br><a href="https://www.apren.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis</a> (Portugal)<br><a href="https://boku.ac.at/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">BOKU University</a> (Áustria)<br><a href="https://dblue.it/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Deep Blue</a> (Itália)<br><a href="https://www.dtu.dk/english/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">DTU – Techninal University of Denmark</a> (Dinamarca)<br><a href="https://ethz.ch/en.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">ETH Zürich (Suíça)</a><br><a href="https://kelso-institute-europe.de/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Kelso Institute Europe</a> (Alemanha)<br><a href="https://www.multiconsultgroup.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Multiconsult Group</a> (Noruega) <br><a href="https://www.nazka.be/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Nazka</a> (Bélgica)<br><a href="https://www.polito.it/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Politecnico di Torino</a> (Itália)<br><a href="https://www.psi.ch/en" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">PSI – Paul Scherrer Institute</a> (Suíça)<br><a href="https://www.unipa.it/target/international-students/en/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Universitá degli Studi di Palermo</a> (Itália)<br><a href="https://www.ucl.ac.uk/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">UCL – University College London</a> (Reino Unido)<br><a href="https://www.uio.no/english/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">University of Oslo</a> (Noruega)</li>
</ul>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-12 wp-block-paragraph"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-13 wp-block-paragraph" style="background-color:#d7d7d7"><strong>Acerca do Projeto:</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="WIMBY Horizon Europe project promotional video" width="800" height="450" src="https://www.youtube.com/embed/nMYOyx0fv10?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-14 wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background" style="background-color:#168e9c;color:#168e9c"/>



<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary>  <em><strong>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br>Fonte: Press Release </strong></em><br> </summary>
<p class="wp-block-paragraph"></p>
</details>
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			</item>
		<item>
		<title>As cidades do amanhã: 5 benefícios das energias renováveis no ambiente urbano</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/as-cidades-do-amanha-5-beneficios-das-energias-renovaveis-no-ambiente-urbano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 11:41:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[alterações climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com as alterações climáticas a tornarem-se um desafio cada vez mais presente, a necessidade de uma transição energética é urgente. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com as alterações climáticas a tornarem-se um desafio cada vez mais presente, a necessidade de uma transição energética é urgente. Neste sentido, a adoção de energias renováveis surge como uma solução essencial para mitigar os impactos climáticos, permitindo que as cidades portuguesas avancem rumo a um futuro mais sustentável.</p>
<p>No <strong>Dia Mundial das Cidades</strong>, que se celebra a 31 de outubro, a <a href="https://www.statkraft.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>Statkraft</strong></a> &#8211; maior produtora europeia de energias renováveis e líder de mercado em <em>Power Purchase Agreements (PPAs)</em> &#8211; destaca como a energia renovável pode estimular o desenvolvimento regional, destaca algumas das formas como a energia renovável pode transformar as áreas urbanas, tornando-as mais verdes, resilientes e preparadas para os desafios do amanhã.</p>
<p><strong>1 | Cidades mais verdes e saudáveis<br />
</strong>O uso de fontes renováveis, como a solar e a eólica, permite reduzir significativamente as emissões de carbono e, simultaneamente, reduzir a poluição atmosférica e sonora, tendo um impacto direto na saúde pública dos cidadãos.</p>
<p><strong>2 | Infraestruturas urbanas resilientes<br />
</strong>A integração de energias renováveis nas cidades contribui para o desenvolvimento de infraestruturas mais modernas e resilientes. As redes inteligentes, alimentadas por energia solar ou eólica, permitem uma melhor gestão do consumo energético e maior eficiência na distribuição de energia. Além disso, as melhorias nas infraestruturas, como por exemplo vias de acesso, também beneficiam a mobilidade urbana e a acessibilidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-28269 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1024x427.png" alt="" width="515" height="215" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiaeolica.png 1200w" sizes="(max-width: 515px) 100vw, 515px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>3 | Promoção de um futuro mais inclusivo e sustentável<br />
</strong>A implementação de projetos de energia renovável é também uma oportunidade para fomentar a inclusão social e económica. A transição energética e os projetos de transição para energias renováveis possibilitam a criação de novos empregos, promovem a formação contínua e oferecem às cidades a possibilidade de se tornarem mais autónomas e resilientes em termos energéticos, reduzindo a dependência de combustíveis fósseis.</p>
<p><strong>4 | Desenvolvimento urbano harmonizado com o meio ambiente</strong><br />
Os projetos de energia renovável permitem que o desenvolvimento urbano ocorra de forma harmoniosa com o meio ambiente através da preservação de ecossistemas e promoção de soluções energéticas mais limpas. Desta forma, as mesmas contribuem para a proteção dos recursos naturais que sustentam a vida urbana, promovendo cidades mais sustentáveis a longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" class="wp-image-28270 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1024x427.png" alt="" width="530" height="221" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/energiasolar.png 1200w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>5 | Atração de novos investimentos<br />
</strong>O foco na energia renovável nas cidades atrai investimentos em tecnologia limpa e inovação, promovendo o desenvolvimento de novas soluções urbanas, como edifícios eficientes e sistemas energéticos de baixo carbono. Estes investimentos impulsionam não só a economia local, mas também a competitividade das cidades e países a nível global.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-28271 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1024x427.png" alt="" width="530" height="221" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1024x427.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-300x125.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-768x320.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1536x640.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-2048x853.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-610x254.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft-1080x450.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/10/JoãoSchmidt-Statkraft.png 1200w" sizes="(max-width: 530px) 100vw, 530px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>“Neste Dia Mundial das Cidades, é essencial refletirmos sobre o papel transformador que as energias renováveis têm na construção de cidades mais sustentáveis e preparadas para o futuro. A transição para fontes de energia limpa é crucial para garantir não apenas a eficiência energética, mas também uma melhor qualidade de vida para os cidadãos”</em>, afirma João Schmidt, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da <strong>Statkraft</strong> em Portugal.</p>
<p>Com o objetivo de contribuir para um futuro cada vez mais sustentável fundamentado em soluções verdes, a <strong>Statkraft</strong> reitera o seu compromisso em promover a energia renovável através da adoção de práticas que permitam que os seus projetos coexistam com o meio ambiente e as comunidades nas quais estão inseridos, tais como medidas de inclusão social e ambiental, o apoio a programas de formação e o estabelecimento de parcerias com as autoridades para promover o desenvolvimento local.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</span></span></strong></em><em><strong><span class="break-words tvm-parent-container"><span dir="ltr">Fonte: Press Release</span></span></strong></em></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><em><strong> </strong></em></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>OBO BETTERMANN: Sistemas de instalação elétrica para aerogeradores</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/obo-bettermann-sistemas-de-instalacao-eletrica-para-aerogeradores-010824/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 07:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[aerogeradores]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[energia renovável]]></category>
		<category><![CDATA[instalação elétrica de aerogeradores]]></category>
		<category><![CDATA[Instalações elétricas]]></category>
		<category><![CDATA[obo bettermann]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vento é uma fonte inesgotável de produção de energia renovável e desempenha um papel decisivo na transição energética. ...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O vento é uma fonte inesgotável de produção de energia renovável e desempenha um papel decisivo na transição energética. Os aerogeradores que constituem os parques eólicos estão implementados em locais estratégicos e onde a presença do vento é predominante, sendo unidos entre si por cabos subterrâneos e conectados de forma autónoma à rede elétrica, permitindo uma maior capacidade de produção de energia renovável.</p>
<p>As turbinas eólicas são reconhecidas globalmente como uma tecnologia sustentável que impõe grandes exigências à qualidade e fiabilidade dos seus componentes e as soluções de instalação elétrica são determinantes para o funcionamento e para a segurança dos aerogeradores.</p>
<p>A <a href="https://www.obo.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong>OBO Bettermann</strong></a>, fabricante de material elétrico especialista em soluções para instalações, atua no setor da energia eólica disponibilizando soluções completas para toda a instalação elétrica de aerogeradores, desde a fundação, até à nacela, assegurando a segurança e a eficiência de todo o sistema.</p>
<p>O sucesso de projetos de energia eólica globais e de grande escala depende de um conhecimento e acompanhamento especializados, de uma tecnologia sofisticada e de produtos de elevada qualidade que funcionem como um sistema integrado.</p>
<p><strong>Soluções de energia eólica da OBO</strong></p>
<p><u><strong>Sistemas de fundação</strong>:</u> sistemas de aterramento, sistemas de base da torre, sistemas de caminho de cabos, sistemas de proteção contra avarias ou condições meteorológicas adversas, sistemas de condução de cabos e ligação equipotencial.</p>
<p><u><strong>Sistemas para a torre</strong>:</u> sistemas de fixação, sistemas de suporte de cabo e sistemas de proteção contra incêndios.</p>
<p><u><strong>Sistemas para a nacela</strong>:</u> sistemas de suporte de cabos, sistemas de conexão e fixação, sistemas de condução de cabos e sistemas de proteção contra raios.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="x_MsoNormal" style="text-align: center;"><em><strong>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-julho-agosto-2024-epbd-missao-impossivel/" target="_blank" rel="noopener">Edição nº 154</a> da Edifícios e Energia (Julho/Agosto 2024).<br />
As ideias expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/obo-bettermann-sistemas-de-instalacao-eletrica-para-aerogeradores-010824/">OBO BETTERMANN: Sistemas de instalação elétrica para aerogeradores</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Iberdrola recebe luz verde para avançar com o maior parque eólico em Portugal</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/iberdrola-recebe-luz-verde-para-avancar-com-o-maior-parque-eolico-em-portugal180624-1-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 14:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[energia limpa]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[Iberdrola]]></category>
		<category><![CDATA[parque eólico]]></category>
		<category><![CDATA[parques Eólicos Tâmega Norte e Tâmega Sul.]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Iberdrola obteve a aprovação ambiental final do Governo Português para a construção do maior parque eólico do país. A empresa dá assim mais um passo na expansão em território nacional, impulsionando a transição para um modelo económico baseado na descarbonização através ...</p>
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<p>A <a href="https://www.iberdrola.pt/" target="_blank" rel="noopener"><strong><span class="markgvja5kz5m" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Iberdrola</span></strong></a> obteve a aprovação ambiental final do Governo Português para a construção do maior parque eólico do país. A empresa dá assim mais um passo na expansão em território nacional, impulsionando a transição para um modelo económico baseado na descarbonização através das energias renováveis e na independência face aos combustíveis fósseis, o que permitirá fornecer uma maior segurança e autonomia energética com uma produção limpa e de proximidade.</p>
<p>O novo parque eólico terá uma<b> potência de 274 MW</b>, o equivalente ao consumo de<b> 128 mil habitações</b>, e será construído nos distritos de Braga e Vila Real. Concebido para aproveitar o ponto de injeção na rede elétrica já construído no Sistema Eletroprodutor do Tâmega (SET), este é o maior projeto de hibridização do país, sendo o primeiro a combinar<b> energia eólica e hídrica</b>.</p>
<p>Concretamente, a empresa obteve o segundo e último parecer ambiental favorável para o projeto dos parques Eólicos Tâmega Norte e Tâmega Sul. Trata-se da denominada DCAPE (Decisão de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução).</p>
<p>Este passo implica a aprovação pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ao projeto de construção, cumprindo todas as condições e medidas incluídas na Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável, recebida em março de 2023 pela <span class="markgvja5kz5m" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Iberdrola</span>.</p>
<p>Desta forma, a energética continua com o processo de instalação, sendo que o próximo passo consiste na solicitação da licença de produção à Direção-Geral de Energia e Geologia de Portugal (DGEG). O objetivo da <span class="markgvja5kz5m" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Iberdrola</span> é obter todas as autorizações e começar as obras no início de 2025.</p>
<p><b><br />
</b><strong>Tecnologia de ponta</strong><br />
A incorporação de energia eólica no Sistema Eletroprodutor do Tâmega aumenta a sua contribuição de energia limpa, acessível e competitiva para o sistema elétrico, garantindo o fornecimento da quantidade máxima de energia verde autorizada, originalmente, para cada projeto, durante o maior tempo possível.</p>
<p>Ao contar com duas tecnologias que funcionam em alternância, reduz-se significativamente a dependência da variação das condições ambientais e das limitações pela possível falta de recursos como o vento, facilitando uma produção renovável mais estável e permitindo otimizar a infraestrutura elétrica de transporte.</p>
<p>As centrais de geração híbrida utilizam o mesmo ponto de conexão à rede e partilham infraestruturas, como a subestação que, neste caso, requererá a construção de uma ampliação, já prevista no projeto inicial, e a linha de evacuação da eletricidade produzida.</p>
<p>Além disso, localizam-se em terrenos já destinados à geração renovável e contam com caminhos e instalações comuns para a operação de ambas as tecnologias. Tudo isso resulta num impacto ambiental consideravelmente menor quando comparado com o impacto que teriam duas centrais independentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Convivência com o ambiente</strong></p>
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<p>A <span class="markgvja5kz5m" data-markjs="true" data-ogac="" data-ogab="" data-ogsc="" data-ogsb="">Iberdrola</span> implementará, também, diversas medidas ambientais nos ecossistemas dentro da área dos parques eólicos. Dada a proximidade de ambos os projetos, será dada continuidade a algumas das medidas já executadas com sucesso no Sistema Eletroprodutor do Tâmega, como a plantação de espécies autóctones e ações relativas à gestão florestal das florestas circundantes.Terão, ainda, continuidade, medidas que favorecem a fauna, como plantações de pastos, plantação de espécies com frutos carnudos, execução e recuperação de charcas ou instalação de caixas-ninho para morcegos.</p>
<p>Além do acompanhamento biológico e arqueológico durante a sua construção, serão implementados Programas de Monitorização de Sistemas Ecológicos (avifauna, morcegos, lobo, flora e habitats) como medidas de controlo sobre os possíveis impactos e de definição de novas medidas mitigadoras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sistema Eletroprodutor do Tâmega</strong></p>
</div>
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<p>O <a href="https://tamega.iberdrola.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer" data-auth="NotApplicable" data-linkindex="0">Sistema Eletroprodutor do Tâmega</a> é um dos maiores projetos hidroelétricos da Europa nos últimos 25 anos. Com um investimento total de mais de 1.500 milhões de euros, é composto por três centrais: a Central Hidroelétrica do Alto Tâmega, com uma capacidade instalada de 160 MW, a Central de Armazenamento por Bombagem de Gouvães (880 MW) e a Central de Daivões (118 MW), estas duas últimas em funcionamento desde 2022.As três centrais somam uma capacidade instalada de 1.158 MW, que representa um aumento de 6% da potência elétrica total instalada no país. Assim, o complexo tem a capacidade de produzir até 1.766 GWh por ano, suficiente para satisfazer as necessidades energéticas dos municípios vizinhos, bem como das cidades de Braga e Guimarães (440 mil habitações). Adicionalmente, esta infraestrutura renovável tem uma capacidade de armazenamento de 40 milhões de kWh, equivalente à energia consumida por 11 milhões de pessoas durante 24 horas nos seus lares.</p>
<p>O SET permite eliminar a emissão de 1.2 milhões de toneladas de CO2 anuais e diversificar as fontes de produção, evitando a importação de mais de 160 mil toneladas de petróleo por ano. O impacto positivo para a região permite fomentar a atividade económica e o emprego através da criação de até 3.500 postos de trabalho diretos e 10.000 indiretos ao longo da sua construção, 20% dos quais provenientes dos municípios vizinhos  através de mais de 100 fornecedores, 75 deles portugueses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong style="text-align: center;"><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa.<br />
</em></strong><strong><em>Fonte: Press Release</em></strong></p>
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		<title>Está a nascer o maior parque energético do mundo — e vê-se do espaço</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/0901-esta-a-nascer-o-maior-parque-energetico-do-mundo-e-ve-se-do-espaco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Andreia Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 11:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia eólica]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[índia]]></category>
		<category><![CDATA[painéis solares]]></category>
		<category><![CDATA[parque energético]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No meio do deserto indiano, a poucos quilómetros da fronteira com o Paquistão, está a ser construído um parque de energias solar e eólica tão ambicioso (e grande) que, de acordo com os responsáveis, poderá ser avistado do espaço.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p class="p1"><span class="s1">No meio do deserto indiano, a poucos quilómetros da fronteira com o Paquistão, está a ser construído um parque de energias solar e eólica tão ambicioso (e grande) que, de acordo com os responsáveis, poderá ser avistado do espaço.</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">O projeto deverá estar concluído dentro de três anos e pretende ser o maior parque energético do mundo. O <a href="https://www.indiatoday.in/science/story/indias-biggest-energy-project-that-will-be-visible-from-space-see-pictures-2473278-2023-12-07">Khavda</a>, nome que herdou da povoação mais próxima, deverá estender-se por 726 quilómetros quadrados, mais ou menos o mesmo que a cidade de Singapura, e custar mais de dois mil milhões de euros.<br />
</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">No local estão a ser instalados painéis solares e turbinas eólicas. O parque fica num deserto de sal, no estado de Gujarat, e as condições climatéricas (como as chuvas sazonais, por exemplo) nem sempre facilitam o avanço do projeto, que decorre há um ano. Cerca de quatro mil trabalhadores e 500 engenheiros vivem na zona, já que para chegar a uma localidade habitada é necessário percorrer 70 quilómetros.<br />
</span></p>
<p class="p1"><span class="s1">A Índia, que é o país do mundo com mais população, é também o terceiro maior emissor de gases responsáveis pelo aquecimento do planeta, atrás da China e dos EUA. Atualmente, as energias renováveis produzidas localmente apenas cobrem 10% das necessidades. Com este investimento, o objetivo é atingir 30 GW de energias renováveis por ano, chegando a 18 milhões de casas.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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