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	<title>Arquivo de cobertura plana tradicional - Edificios e Energia</title>
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	<link>https://edificioseenergia.pt/tag/cobertura-plana-tradicional/</link>
	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 19 Jan 2024 15:38:47 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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	<title>Arquivo de cobertura plana tradicional - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Avaliação ambiental e económica do ciclo de vida de cobertura plana tradicional inovadora</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/avaliacao-ambiental-e-economica-do-ciclo-de-vida-de-cobertura-plana-tradicional-inovadora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jan 2024 15:38:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[camada]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura]]></category>
		<category><![CDATA[cobertura plana tradicional]]></category>
		<category><![CDATA[smart roof system]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No projeto Smart Roof System foi criada uma solução inovadora que proporciona conforto térmico utilizando coberturas planas tradicionais. Neste artigo, pode conhecer as possíveis combinações de camadas que compõem esta solução e perceber como estas se posicionam nas dimensões ambiental e económica.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/avaliacao-ambiental-e-economica-do-ciclo-de-vida-de-cobertura-plana-tradicional-inovadora/">Avaliação ambiental e económica do ciclo de vida de cobertura plana tradicional inovadora</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cobertura de um edifício contribui para o desempenho global desse mesmo edifício, sendo um fator determinante no conforto térmico dos ocupantes. Apesar da sua ampla utilização, a cobertura plana acarreta dificuldades em termos de proporcionar o conforto térmico desejado no interior dos edifícios, tendo a tendência de absorver as temperaturas externas. Isso resulta em altas temperaturas internas no verão e em baixas temperaturas internas no inverno, a depender das dimensões do telhado em questão [1]. Uma cobertura plana tradicional possui, por definição, a camada de impermeabilização sobre o isolamento térmico e tem inclinação inferior a 5 % [2]. No projeto Smart Roof System foi criada uma solução inovadora que proporciona conforto térmico utilizando coberturas planas tradicionais, e neste artigo são estudadas, bem como avaliadas nas dimensões ambiental e económica, as possíveis combinações de camadas que compõem esta solução.</p>
<p>Através da Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) do berço-ao-portão é, assim, possível estimar impactes ambientais de influência local e global, além de impactes económicos de cada uma das combinações. Como as variáveis estudadas têm unidades de medidas de impacte diferentes, são utilizados dois processos sequenciais para facilitar a visualização e a análise dos resultados: os dados obtidos são normalizados e são definidos cenários onde cada dimensão de impacte tem um peso proporcional à sua influência.</p>
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<div class="column">
<p><strong>DADOS E MÉTODOS</strong></p>
<p>A caracterização da cobertura, os materiais utilizados e os dados necessários para dar prosseguimento às análises foram cedidos pela equipa de desenvolvimento do projeto Smart Roof System.</p>
<p>A cobertura plana tradicional estudada tem cinco camadas – material de colagem, isolamento térmico, barramento armado com rede de fibra de vidro, membrana líquida impermeabilizante, e armadura de reforço. As variações de camadas correspondem a três opções de isolamento térmico, a duas opções de membrana líquida impermeabilizante e a cinco opções de armaduras de reforço, totalizando 15 combinações de cobertura.</p>
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<figure id="attachment_25596" aria-describedby="caption-attachment-25596" style="width: 426px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-25596" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.15-300x145.png" alt="" width="426" height="206" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.15-300x145.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.15-610x295.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.15.png 702w" sizes="(max-width: 426px) 100vw, 426px" /><figcaption id="caption-attachment-25596" class="wp-caption-text">Figura 1</figcaption></figure>
<p>O material de colagem e barramento utilizado já tinha sido estudado e modelado anteriormente [3]. Os três materiais de isolamento térmico utilizados são a Lã Mineral com Primário (Mineral Wool – MW), Aglo- merado de Cortiça Expandida (Insulation Cork Board – ICB) e Poliestireno Expandido Extrudido (Extruded Polystyrene – XPS). Como opções de camada de impermeabilização são consideradas a Membrana Líquida de Poliuretano de base solvente (PU) e a Membrana Líquida de Poliuretano de base aquosa em Dispersão com pigmento branco (PUD), que apresentam formulações diferentes. A PUD foi desenvolvida neste projeto de modo a conferir a esta camada menores impactes ambientais. A sua formulação diminui a concentração de resina acrílica e aumenta a quantidade de dióxido de titânio. As armaduras apresentadas neste estudo incluem duas versões de estruturas têxteis 100 % em poliestireno reciclado (R22R e R23R), uma estrutura têxtil com polipropileno (R22PP), uma rede de fibra de vidro (FV) e uma armadura de não-tecido (NT).</p>
<p>Cada combinação de camadas foi nomeada de acordo com as abreviações referentes ao isolamento térmico, à membrana impermeabilizante e ao reforço da impermeabilização utilizados (Figura 1).</p>
<p>De acordo com a Norma Europeia EN 14040:2006 [4], existem quatro passos para realizar a ACV. O primeiro é a definição de objetivo e âmbito do estudo, neste caso, do berço ao portão, incluindo as etapas de extração de matérias-primas (A1), transporte (A2), e produção (A3). Neste primeiro momento, também são definidas as categorias de impacte analisadas, que foram, nomea- damente, o Potencial de Aquecimento Global (Global Warming Potential – GWP), a Energia Primária &#8211; não -Renovável (Primary Energy &#8211; non Renewable Energy – PE-NRe), o Potencial de Acidificação (Acidification Potential – AP), o Potencial de Eutrofização (Eutrophication Potential – EP) e o Potencial de Oxidação Fotoquímica (Photochemical Ozone Creation Potential – POCP). Os impactes globais, como GWP e PE-NRe, afetam o clima global e a camada de ozono numa ampla escala, enquanto os impactes locais, como AP, EP e POCP, estão relacionados com efeitos em ecossistemas locais.</p>
<p>Na etapa de inventário, os materiais e processos envolvidos em cada camada foram modelados e/ou adaptados com base na literatura [1,2,5-9]. Tanto a adaptação destes materiais, que pode incluir a remoção e a utilização de novas matérias-primas e de novos processos, quanto a modelação de materiais que não haviam sido previamente modelados, tiveram a Ecoinvent 3 como base de dados principal, presente no software de ACV SimaPro, que foi utilizado para obter tais dados. Os cálculos foram realizados através da metodologia prevista pela EN 15804 + A2 Method, CML-IA baseline V3.08 e CED – Cumulated Energy Demand. Já os custos individuais de cada camada foram disponibilizados pela equipa de desenvolvimento do sistema, com o custo sendo resultado do somatório do valor individual de cada camada.</p>
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<p>Para uma comparação e uma análise mais eficazes dos dados obtidos, foi realizada a normalização dos resultados dos impactes ambientais e económicos a fim de ter um parâmetro adimensional, sendo assim possível entender a relação entre custos, GWP e PE- -NRe. Este processo não foi realizado para os impactes ambientais locais (PA, PE e POCP), pois estes foram calculados apenas para a camada de impermeabilização. A normalização foi realizada através da equivalência do maior valor a um; e os demais valores sendo proporcionalmente menores foram divididos pelo maior valor. Consecutivamente, foram então aplicados possíveis cenários, um com maior influência económica (custos: 70 %, GWP: 15 % e PE-NRe: 15 %), um com influência económica equivalente à ambiental (Custos: 50 %, GWP: 25 % e PE-NRe: 25 %), um com maior influência ambiental (Custos: 34 %, GWP: 33 % e PE-NRe: 33 %); e um com maior influência de GWP (custos: 34 %, GWP: 50 % e PE-NRe: 33 %).</p>
<figure id="attachment_25597" aria-describedby="caption-attachment-25597" style="width: 228px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-25597 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.27-228x300.png" alt="" width="228" height="300" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.27-228x300.png 228w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.27.png 349w" sizes="(max-width: 228px) 100vw, 228px" /><figcaption id="caption-attachment-25597" class="wp-caption-text">Figura 2</figcaption></figure>
<p><strong>RESULTADOS</strong></p>
<p><strong>i) Potencial de Aquecimento Global (GWP)</strong></p>
<p>As Figuras 2a) e 2b) representam os impactes referentes ao GWP por camada e por combinação, respetivamen- te. Ao analisar a influência das camadas, é possível notar que a contribuição do isolamento térmico XPS é superior à das demais. Ainda assim, as camadas de impermeabilização e de reforço vão influenciar apenas dentro das suas camadas de materiais.</p>
<p><strong>ii) Energia Primária (PE-NRe)</strong></p>
<p>As Figuras 3a) e 3b) representam os impactes referentes a PE-NRe por camada e por combinação. Apesar de serem semelhantes aos de GWP, os valores diferem, fazendo com que as alternativas de isolamento térmico e armaduras de reforço de menos impacte em GWP não sejam as mesmas em PE-NRe.</p>
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<div class="column">
<p><strong>iii) Acidificação, Eutrofização e Oxidação Fotoquímica</strong></p>
<p>As Figuras 4a), 4b) e 4c) representam os impactes locais referentes ao AP, EP e POCP por camada de impermeabilização. É possível perceber que, em todas as categorias de impacte locais, a PUD se mostra mais vantajosa ambientalmente.</p>
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<div class="column">
<p><strong>iv) Custos</strong></p>
<p>As Figuras 5a) e 5b) representam os custos por camada e por combinação. É possível perceber uma menor amplitude de valores referente ao isolamento térmico, porém ainda sendo a camada que mais influencia na ordenação das combinações. As membranas impermea- bilizantes também têm uma diferença considerável de valor, enquanto as armaduras de reforço variam pouco.</p>
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<div class="column">
<p><strong>v) Análise multicritério e cenários</strong></p>
<p>Após a normalização e a aplicação de pesos que se referem aos graus de influência das dimensões económicas e ambientais, percebeu-se que algumas soluções se destacaram repetidamente como as mais vantajosas nos vários cenários, nomeadamente as ICB-PU-NT, MW-PU-NT e MW-PUD-FV.</p>
<figure id="attachment_25598" aria-describedby="caption-attachment-25598" style="width: 234px" class="wp-caption alignleft"><img decoding="async" class="wp-image-25598 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.40-234x300.png" alt="" width="234" height="300" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.40-234x300.png 234w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.40.png 341w" sizes="(max-width: 234px) 100vw, 234px" /><figcaption id="caption-attachment-25598" class="wp-caption-text">Figura 3</figcaption></figure>
<p><strong>DISCUSSÃO</strong></p>
<p><strong>a) Impactes ambientais globais</strong></p>
<p>A pegada de carbono refere-se à quantidade total de gases de efeito estufa emitidos direta ou indiretamente por uma atividade, um produto ou um serviço, enquanto a energia primária não-renovável se trata da quantidade total de energia utilizada durante o fabrico do produto, incluindo a extração de matérias-primas, o transporte e a produção.</p>
<p>Sabendo que as diferentes categorias de impacte tratam de consequências distintas para o meio ambiente, é compreensível que tenham resultados diferentes. No caso deste estudo, a influência das camadas manteve-se a mesma entre categorias (sendo a camada de isolamento térmico a que mais influencia, seguida da membrana de impermeabilização e da armadura de reforço), porém, os impactes de cada material alteram- -se. Por exemplo, o ICB, que tem o menor impacte em GWP, tem um dos maiores impactes em PE-NRe. Apesar de terem resultados diferentes, há soluções que podem combinar baixos impactes em GWP e PE-NRe.</p>
<p><strong>b) Impactes ambientais locais</strong></p>
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<div class="column">
<p>O POCP, AP e EP são importantes indicadores de impacte ambiental local, ou seja, que tem influência no ecossistema local. O POCP refere-se à capacidade de formar ozono troposférico. O AP é o resultado da libertação de gases que acidificam solos e águas e danificam os ecossistemas. O EP é o resultado de um excesso de nutrientes nas massas de água, que causa o crescimento excessivo de algas e afeta a biodiversidade. Estas categorias permitiram definir as vantagens ambientais da PUD, mostrando que é melhor para o ecossistema local do que a PU.</p>
<p><strong>c) Impactes económicos</strong></p>
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<div class="column">
<p>Sendo a dimensão que mais impacta a tomada de de- cisão do cliente, os impactes económicos precisam de ser levados em conta. Através dos resultados obtidos, foi possível validar a consideração de alguns materiais na investigação, como o XPS como isolante térmico, que não se destacou em GWP ou em PE-NRe, mas que se trata de uma solução mais vantajosa financeiramente do que o AICB.</p>
<p>Neste estudo, é ainda possível perceber que os fatores que mais influenciam os custos são, também, o isolamento térmico e a camada de impermeabilização, dado que as armaduras de reforço possuem custos muito menores do que as demais camadas.</p>
<figure id="attachment_25599" aria-describedby="caption-attachment-25599" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-25599 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.49-300x232.png" alt="" width="300" height="232" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.49-300x232.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.49.png 346w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-25599" class="wp-caption-text">Figura 4</figcaption></figure>
<p><strong>d) Considerações finais sobre a análise multicritério</strong></p>
<p>Uma vez que os resultados obtidos em cada categoria de impacte não convergem para uma solução específica, a normalização de dados e a aplicação de cenários apresentam-se como uma possibilidade de analisar os resultados comparando valores expressos em diferentes unidades num parâmetro adimensional, resultando numa análise multicritério.</p>
<p>Através da aplicação de cenários que apresentam diferentes prioridades, é possível perceber que algumas soluções se destacam em todos os cenários, outras soluções estão na metade mais vantajosa das soluções em todos os cenários, e há soluções que não são destacadas em nenhum caso.</p>
<p>É necessário, portanto, destacar o seguinte:<br />
• O ICB mostra-se como uma alternativa interessante de isolamento térmico mesmo quando o custo é uma prioridade na tomada de decisão;<br />
• As soluções utilizando MW são destacadas mesmo quando a variável de GWP tem maior peso;<br />
• Mesmo com pior desempenho nos impactes ambientais globais, as combinações utilizando a PUD destacam-se em diferentes cenários. No entanto, soluções utilizando XPS não se destacaram em nenhum caso.</p>
<p><strong>CONCLUSÃO</strong></p>
<p>O presente artigo apresentou o estudo ambiental e económico de várias combinações de uma solução inovadora de cobertura plana tradicional, o qual se integrou no projeto Smart Roof System. Esta análise contribui para facilitar o processo de tomada de decisão do cliente e também a compreensão de possíveis melhorias pela equipa de desenvolvimento do produto.</p>
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<div class="section">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>A ACV apresentou tanto impactes decompostos referentes às camadas, quanto acumulados, possibilitando a compreensão do resultado de cada combinação. Assim, foi possível analisar a razão de ser dos resultados que divergiram do esperado e contribuir para uma solução mais aprimorada nestas dimensões.</p>
<p>Como resultado final, a normalização e a aplicação de pesos aos resultados obtidos facilitaram o entendi- mento do desempenho multicritério das combinações, destacando pela positiva algumas destas em diversos cenários. Como algumas soluções não se destacam em nenhum dos cenários analisados, é possível definir ações que tenham em vista melhorá-las em diversas frentes do desenvolvimento do produto e da solução construtiva.</p>
<figure id="attachment_25600" aria-describedby="caption-attachment-25600" style="width: 233px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-25600 size-medium" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.56-233x300.png" alt="" width="233" height="300" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.56-233x300.png 233w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/01/Captura-de-ecrã-2024-01-19-às-15.26.56.png 333w" sizes="(max-width: 233px) 100vw, 233px" /><figcaption id="caption-attachment-25600" class="wp-caption-text">Figura 5</figcaption></figure>
<p><strong>AGRADECIMENTOS</strong></p>
<p>Este trabalho insere-se na atividade de investigação desenvolvida no Centro de Investigação em Engenharia</p>
</div>
<div class="column">
<p>Civil e Inovação para a Sustentabilidade (CERIS) e foi financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) no âmbito do projeto UIDB/04625/2020. Este trabalho enquadrou-se no âmbito do projeto Smart Roof System, financiado pela Agência da Inovação (POCI-01-0247-FEDER-046957), agradecendo-se toda a informação disponibilizada pelas entidades participantes no mesmo.</p>
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<div class="section">
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<div class="column">
<p><strong>Bibliografia</strong></p>
<p>[1] Gomes, R. “Avaliação Do Ciclo De Vida ‘Do Berço Ao Berço’ De Soluções Construtivas Em Edifícios &#8211; Aplicação Às Coberturas Planas”. 2019. Maris Saint-Gobain. Program EPD. – Environmental Product Declaration</p>
</div>
</div>
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<div class="column">
<p>[2] MARIS Solvent-based Products. 2023. https://api.environdec.com/api/v1/EPDLi- brary/Files/770d2445-1ae1-4819-a8b6-08db1289e542/Data</p>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>[3] Pargana, N., Pinheiro, M., Silvestre, J., De Brito, J. – Comparative environmental life cycle assessment of thermal insulation materials of buildings. 2014.</p>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>[4] ISO, 2006. EN ISO 14040: 2006. Environmental management – Life cycle assessment – Principles and framework. ISO.</p>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>[5] Amorim Isolamentos, S.A. DAP 002:2016 Expanded Insulation Corckboard (ICB). 2016.</p>
<p>[6] Pedroso, M.; Silvestre, J. D.; Flores-Colen, I. – Relatório de Estudo de Avaliação do Ciclo de Vida: Sistema de revestimento exterior de paredes desenvolvido pela Saint-Gobain Weber, Instituto da Construção &#8211; FEUP e CERIS – IST. 2019.</p>
<p>[7] Tecnopol. Program DAPConstrucción. – Declaración Ambiental de Productos de Construcción: Desmopol System &#8211; Polyurethane Waterproofing Mem- brane. 2023. https://csosteniblev4.s3.eu-west-1.amazonaws.com/dapcons/ DAPcons_100_132-ENG.pdf</p>
<p>[8] Volcalis, Isolamentos Minerais S.A. DAP 007:2022 Lã Mineral revestida com Véu Negro. 2022.</p>
<p>[9] Weber Saint-Gobain. Program EPD. – Environmental Product Declaration – Weber Solvent-Based Products. 2023. https://api.environdec.com/api/v1/EPDLi- brary/Files/2f3f5039-6262-4e6c-affb-08db681d8c95/Data</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<div class="page" title="Page 1">
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<div class="column">
<p><strong>OS AUTORES</strong></p>
</div>
</div>
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>Giovanna Schäfer Bartels, José Dinis Silvestre e Inês Flores-Colen (CERIS, Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa) e Luís Silva (Saint-Gobain Weber, Aveiro, Portugal)</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-o-dominio-do-fotovoltaico/" target="_blank" rel="noopener" data-unsp-sanitized="clean">edição nº 150</a> da Edifícios e Energia (Novembro/Dezembro 2023).</em></strong></p>
</div>
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<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/avaliacao-ambiental-e-economica-do-ciclo-de-vida-de-cobertura-plana-tradicional-inovadora/">Avaliação ambiental e económica do ciclo de vida de cobertura plana tradicional inovadora</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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