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	<title>Pesquisou por ashrae - Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Wed, 11 Mar 2026 09:34:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Pesquisou por ashrae - Edificios e Energia</title>
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	<item>
		<title>Eduardo Maldonado nomeado director europeu da ASHRAE</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/eduardo-maldonado-nomeado-director-europeu-da-ashrae/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 08:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[QAI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eduardo Maldonado, cronista habitual da Edifícios e Energia, foi nomeado director da ASHRAE para a Europa, considerada uma das mais influentes organizações internacionais na área da engenharia de aquecimento, ventilação, ar condicionado e eficiência energética em edifícios. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/eduardo-maldonado-nomeado-director-europeu-da-ashrae/">Eduardo Maldonado nomeado director europeu da ASHRAE</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="none">Eduardo Maldonado, cronista habitual da <em>Edifícios e Energia</em>, foi nomeado director da ASHRAE para a Europa, considerada uma das mais influentes organizações internacionais na área da engenharia de aquecimento, ventilação, ar condicionado e eficiência energética em edifícios.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A associação, fundada nos Estados Unidos e espalhada pelo mundo, dedica-se ao desenvolvimento de normas técnicas, investigação e boas práticas que orientam a conceção, operação e manutenção de edifícios.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">A nomeação representa, segundo o próprio conta à <em>Edifícios e Energia</em>, “uma honra pessoal e uma prova de confiança dos membros europeus da ASHRAE”. O cargo tem também peso institucional: integra automaticamente o Board of Directors da organização, o órgão máximo onde são decididas as principais políticas e orientações estratégicas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Com esta função, Eduardo Maldonado passa a ser o quarto director europeu desde a criação da Região XIV (Europa), em 2018. O novo responsável considera que a sua principal missão passa por consolidar a estrutura regional, que tem registado um crescimento significativo nos últimos anos. “A região cresceu muito depressa, de seis capítulos em 2018 para 12 no presente, quatro dos quais recentes”, explica. Nesse contexto, pretende trabalhar para reforçar a articulação entre as diferentes estruturas nacionais e promover uma maior cooperação entre os membros europeus.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Outro eixo do mandato será o fortalecimento da colaboração com a REHVA — Federação Europeia de Associações de Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado. “Vejo como fundamental o fortalecimento das relações de colaboração com a REHVA, aumentando as sinergias entre ambas as organizações que estão presentes e convivem nos mesmos países”, afirma o professor catedrático da FEUP (Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto).</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">No plano global, a ASHRAE tem vindo a assumir um papel relevante na resposta aos desafios climáticos no sector dos edifícios. De acordo com Eduardo Maldonado, a organização definiu como objectivo estratégico contribuir para que as comunidades sejam sustentáveis em 2050: “Mais do que definir políticas, que cabem a cada governo nacional adoptar, a ASHRAE tem como missão desenvolver e disponibilizar as melhores técnicas, ferramentas e bases regulamentares para que todos possam descarbonizar o sector dos edifícios”, sublinha.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">Este trabalho envolve diferentes intervenientes da cadeia de valor da construção e operação de edifícios. As orientações técnicas destinam-se, por exemplo, aos projectistas que trabalham em novos edifícios ou em processos de reabilitação, aos responsáveis pela operação e manutenção dos sistemas técnicos e também aos decisores públicos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="none">“Os responsáveis pela formulação das políticas públicas podem recorrer à informação mais avançada e moderna que está disponível para estabelecer metas realistas e ambiciosas”, explica, acrescentando que a transição energética não deve comprometer um aspecto essencial — uma boa qualidade do ambiente interior.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © F<span data-teams="true">otografia cedida por Eduardo Maldonado</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A região europa da ASHRAE adotou o lema &#8220;Engineering Global Net Zero&#8221;</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/a-regiao-europa-da-ashrae-adotou-o-lema-engineering-global-net-zero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduardo Maldonado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 08:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
		<category><![CDATA[net zero]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O lema orientador para a atuação da ASHRAE a nível Europeu é muito inspirador e pretende fazer a ligação das prioridades de atuação da ASHRAE com as iniciativas políticas e legislativas em curso na Europa que visam a descarbonização total (global?) de todos os setores da economia, nomeadamente para os edifícios a Diretiva EPBD, que está agora em fase de transposição da sua última versão.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/opiniao-analise/a-regiao-europa-da-ashrae-adotou-o-lema-engineering-global-net-zero/">A região europa da ASHRAE adotou o lema &#8220;Engineering Global Net Zero&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong><em>Este artigo foi originalmente publicado na <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=162" target="_blank" rel="noopener">edição nº 162 da Edifícios e Energia</a> (Novembro/Dezembro 2025).</em></strong></p>
<p>Trago desta vez a ASHRAE (American Society of Heating, Refrigeration and Air-Conditioning Engineers), aqui para este texto, pois continua a ser a organização profissional de referência mundial para os engenheiros e profissionais do AVAC&amp;R (o Aquecimento, a Ventilação, o Ar Condicionado e a Refrigeração, com o último “R” a ser frequentemente uma das componentes mais esquecidas dos sistemas, mas com um<br />
impacto muito importante na descarbonização e na eficiência energética). E este lema orientador para a atuação da ASHRAE a nível Europeu é muito inspirador e pretende fazer a ligação das prioridades de atuação da ASHRAE com as iniciativas políticas e legislativas em curso na Europa que visam a descarbonização total (global?) de todos os setores da economia, nomeadamente para os edifícios a Diretiva EPBD, que está agora em fase de transposição da sua última versão, publicada no 1º semestre de 2025.</p>
<p>Este lema está também alinhado com o plano estratégico da ASHRAE, que é atualizado de três em três anos. O mais recente (2025-2028) entrou em vigor em 1 de julho de 2025. Olhando para o detalhe deste último (disponível em aberto no sítio da ASHRAE na internet em https://www.ashrae.org/about/strategic-plan), vemos que, para além de objetivos internos à organização, um dos quatro vetores técnicos que lá consta é o de caminharmos para “comunidades saudáveis, sustentáveis e resilientes”, que minimizem as emissões de gases com efeito de estufa. E, dentro das principais iniciativas enquadráveis neste grande objetivo, a ASHRAE criou um “Centro de Excelência para a Descarbonização dos Edifícios” (www.ashrae.org/decarb), o que estará também mais próximo da temática que normalmente abordamos nesta revista.</p>
<p>A visão da ASHRAE está, novamente, muito alinhada com o que a EPBD pretende atingir: o carbono zero em 2050, com uma meta intermédia para 2030 (todos os novos edifícios com energia operacional nula, um elevado grau de renovações de edifícios existentes e fortes<br />
reduções do carbono embebido na construção).</p>
<h4><strong>MAS SERÁ QUE A ASHRAE E A EPBD ESTÃO A DIZER PRECISAMENTE A MESMA COISA?</strong></h4>
<p>Acho que não. A ASHRAE tem uma mensagem muito mais realista, pois não aponta para emissões zero de todo o edificado, aponta apenas (e já não é pouco) para comunidades de carbono nulo, ou, como a região europa da ASHRAE diz, que queremos o zero global; não diz que o objetivo seja que tudo (cada edifício) seja individualmente carbono zero. Pelo contrário, a EPBD quer que todos os edifícios existentes sejam reabilitados para carbono zero até 2050, o que é bastante diferente (muito mais exigente) do que diz a ASHRAE. Veja-se o que diz o ELPRE (Estratégia de Longo Prazo para a Reabilitação dos Edifícios), que fez uma parte da transposição da anterior versão da EPBD para Portugal no início desta década e que terá de ser revista no âmbito da nova EPBD até ao final de 2025 (veremos o que dirá então a nova versão, à luz dos ensinamentos e da realidade dos últimos anos&#8230;): pretendia-se reabilitar 100% dos edifícios existentes em Portugal até 2050. Não 99%, não 99,9%, o que está escrito é mesmo 100%. Esta reabilitação completa teria um custo então estimado (antes da elevada inflação dos custos de construção, e não só, que se observou nos últimos anos) de cerca de 137 mil milhões de euros. Hoje, teremos de lhe acrescentar mais 20% pelo menos, ou mesmo bastante mais. Um número assustador. De onde virá a disponibilidade para tal montante?</p>
<p>A estratégia de tornar todo e cada edifício universalmente carbono zero pode vir a ser muito dispendiosa. Há medidas que tal exigirá que acarretam elevados investimentos que não terão retorno económico e que muito poucos estarão dispostos a implementar (por exemplo, mudar todas as janelas e caixilharia para versões energeticamente eficientes, certas soluções de isolamento térmico das envolventes, etc.), mesmo com algum, geralmente muito pequeno, apoio do Estado. Por outro lado, há outras medidas que têm retorno interessante e que podem ser implementadas mesmo sem qualquer apoio público. Por exemplo, este último programa de apoio à substituição de equipamentos a gás por dispositivos elétricos (fogões, fornos e aquecedores de água quente sanitária), que teve tantas candidaturas que esgotou a verba disponível em poucos dias, demonstrou que há procura do público para implementar soluções interessantes, mesmo quando eventualmente tenham encargos pontuais significativos. Falta ver se este mais recente esquema de apoio, concebido para ser simples, mas que se pode revelar complexo nomeadamente em termos dos requisitos para a montagem e também do esquema de retorno do equipamento substituído para comprovar a sua efetiva inutilização, ambos com custos associados da responsabilidade integral do comprador, não acabará, como outros no passado, com muitos dos vales atribuídos a ficarem por utilizar, levando os seus detentores a desistirem dos apoios. Já circulam nos media comentários, protestos e/ou lamentações que quem vende só quer vender certos equipamentos (mais caros&#8230;) e cobra custos acima do normal para a montagem dos equipamentos novos e para a reciclagem dos equipamentos velhos (que, até agora, normalmente, era obrigatória e gratuita pelo vendedor que, diga-se, para sermos justos, também tinha menos burocracia para a reciclagem do que aquilo que é o exigido por este esquema de apoio).</p>
<blockquote><p>O 7º relatório de progresso do ELPRE, publicado em 13 de dezembro de 2024, aponta para uma taxa de reabilitação real de 3,9% desde 2023, e que a meta para 2030 é de 49% (ou seja, arredondando, 4% em 2 anos, 2% ao ano, enquanto, para cumprir a meta de 2030, precisávamos de ter 7%/ano&#8230; como só se fez 4% nos primeiros dois anos, restam 45% para fazer em 6 anos, ou seja, é preciso renovar cerca de 7,5% do edificado por ano no período 2025-2030. É necessário quase quadruplicar a taxa de renovação real entre 2023-2024.</p></blockquote>
<p>Neste último programa de apoio, o foco foi retirar equipamentos a gás dos edifícios e mostrar o caminho para a eletrificação do edificado, indispensável para atingir uma situação de carbono zero. Subjacente a este princípio, teremos de ter também uma rede elétrica totalmente descarbonizada em 2050, sob pena de a eletricidade a usar nos edifícios e nos seus equipamentos corresponder a emissões efetivas de gases com efeitos de estufa. Foram esquecidos, propositadamente, outros apoios existentes em esquemas anteriores, tal como o isolamento da envolvente, a melhoria das janelas, as bombas de calor, a instalação de renováveis, etc. Os primeiros tiveram muito pequena procura, os dois últimos foram mais populares. Mas, no longo prazo, se quisermos edifícios carbono zero, este tipo de medidas agora omitidas, certamente não esquecidas pelo legislador, apenas adiadas, terá de ser atacado de frente. Todos os bons princípios da eficiência energética apontam para, primeiro, reduzir as cargas térmicas (renovar para NZEB&#8230;), depois, para instalar equipamentos eficientes (e limpos&#8230;) bem adequados às cargas reduzidas do edifício reabilitado, e, em paralelo, instalar dispositivos de captação de energia renovável que compensem as necessidades do edifício, que poderão ser pequenas (noção algo subjetiva e que permite muita margem de implementação), mas nunca serão nulas.</p>
<p>Ora, se tudo for eletrificado e toda a eletricidade for verde (carbono zero), não será conveniente ver qual a opção mais barata? Não valerá a pena ver se é melhor investir em medidas de redução de consumos sem retorno económico ou se é melhor investir numa rede elétrica descarbonizada de maior dimensão que satisfaça, com emissões nulas, as necessidades não-nulas dos edifícios? Por que não restringir as medidas ao nível do edifício às de menor custo global, com retorno económico, e garantir os restantes consumos, mesmo que não sejam tão “pequenos” como seria desejável, com fontes energéticas descarbonizadas? Porquê teimar em impor a cada edifício que invista verbas irrealistas se ele tiver acesso a eletricidade verde produzida algures que não no próprio edifício?</p>
<h4><strong>COMO TEM DECORRIDO A REABILITAÇÃO ENERGÉTICA EM PORTUGAL DESDE QUE O ELPRE FOI ADOTADO?</strong></h4>
<p>Basta ver a taxa de renovação prevista no ELPRE e a taxa real de renovação comprovada. O 7º relatório de progresso do ELPRE, publicado em 13 de dezembro de 2024, aponta para uma taxa de reabilitação real de 3,9% desde 2023, e que a meta para 2030 é de 49% (ou seja, arredondando, 4% em 2 anos, 2% ao ano, enquanto, para cumprir a meta de 2030, precisávamos de ter 7%/ano&#8230; como só se fez 4% nos primeiros dois anos, restam 45% para fazer em 6 anos, ou seja, é preciso renovar cerca de 7,5% do edificado por ano no período 2025-2030. É necessário quase quadruplicar a taxa de renovação real entre 2023-2024. Será realista esperar o sucesso desta meta?</p>
<p>É aqui que aparece a diferença subtil, mas muito importante entre a meta da ASHRAE e a da EPBD: o zero global não implica que cada uma das componentes tenha um valor nulo. A soma é que tem de ser nula! Portanto, podemos ter edifícios que não sejam “carbono zero” desde que haja outros que sejam “carbono positivo” e compensem (eventualmente com um benefício compensatório, uma receita paga pelos emissores) o carbono emitido pelos restantes. Numa visão mais ampla, nem sequer nos teríamos de limitar ao setor dos edifícios. O balanço nulo pode ser atingido juntando os vários setores (edifícios, transportes, indústria, agricultura), pois os desafios colocados por cada setor são distintos e alguns poderão ser mais fáceis (perdão, menos difíceis, ou menos impossíveis) de ultrapassar do que nos outros. E aqui vem o foco do Plano Estratégico da ASHRAE, que não aponta para “edifícios carbono zero”, mas, pelo contrário, para “comunidades saudáveis, sustentáveis e resilientes”, comunidades que serão integradoras dos edifícios (uns melhores, outros piores), dos transportes, dos lixos, das indústrias, e das renováveis captadas algures e utilizadas nas comunidades para compensar as necessidades de energia que a comunidade não possa captar localmente.</p>
<p>A Comissão Europeia já reconheceu, este ano, que uma pequena percentagem das metas de descarbonização pode ser conseguida por mecanismos de compensação devidamente validados. É um primeiro passo muito importante que, espero, venha a evoluir para algo mais flexível do que a fixação de um pequeno número máximo permitido como o que agora foi decidido autorizar. O que é mesmo necessário é que esses esquemas de compensação sejam reais e eficazes, não como muitos dos atualmente existentes que não passam de farsas e meios de receita fraudulenta e sem correspondência a verdadeiros mecanismos de captação de carbono a longo prazo. E Portugal poderia também, nesta ótica, adotar, na sua transposição da versão da EPBD de 2025, uma posição algo mais flexível para os edifícios, permitindo que estes possam recorrer a renováveis produzidas mais longe do que atualmente permitido (somos dos países mais restritivos pois só permite contabilizar renováveis captadas no próprio edifício ou terreno anexo), que possam recorrer a comunidades de energia mais flexíveis, de mais fácil criação e com (muito) maior âmbito geográfico do que os atuais 2 kms (basta ver o número reduzido de comunidades de energia que foi possível formalizar em Portugal até agora!) e que liguem a transposição da EPBD aos avanços na descarbonização da rede elétrica de uma forma direta, proporcional e realista. Não há que fazer compromissos com os edifícios novos e grandes reabilitações (tudo tem de ser já mesmo carbono zero e quanto mais cedo melhor), mas adotar uma estratégia mais realista e muito mais flexível para a reabilitação do edificado existente não ficava nada mal. Nem a ideia do passaporte de renovação ajudará muito a menos que permita que, no final, não se tenha de chegar ao zero em todos os casos. Mais vale, então, pensar em demolir e fazer novo, algo não compaginável com a atual crise da habitação.</p>
<blockquote><p>Portugal poderia também, nesta ótica, adotar, na sua transposição da versão da EPBD de 2025, uma posição algo mais flexível para os edifícios, permitindo que estes possam recorrer a renováveis produzidas mais longe do que atualmente permitido (somos dos países mais restritivos pois só permite contabilizar renováveis captadas no próprio edifício ou terreno anexo), que possam recorrer a comunidades de energia mais flexíveis, de mais fácil criação e com (muito) maior âmbito geográfico do que os atuais 2 kms e que liguem a transposição da EPBD aos avanços na descarbonização da rede elétrica de uma forma direta, proporcional e realista.</p></blockquote>
<p>A ASHRAE e a Comissão Europeia têm metas e objetivos muito semelhantes, nomeadamente os de atingir a descarbonização global em 2050. Mas “a letra” da meta da ASHRAE parece-me bem mais realista do que a da Comissão Europeia e da EPBD e de outras Diretivas do pacote energético europeu. O lema da Região Europa da ASHRAE do “global net zero” aponta, na minha opinião, para o caminho certo: queremos ter uma sociedade descarbonizada em 2050, mas isto não exige que todas as componentes tenham de ter carbono nulo, a soma é que tem de ser nula. A solução tem de ser global, sem exigir que cada indivíduo (edifício) tenha de ser carbono zero, desde que haja compensações verdadeiras em que os contributos negativos, que vão existir sempre, anulem os positivos, em que as emissões (pequenas, mas nunca nulas) sejam totalmente compensadas por sumidouros.</p>
<p>E, levando este pensamento ainda mais longe, o “global net zero” até pode ser levado à soma das várias geografias do planeta. Sabemos bem que certas regiões do planeta terão muito mais dificuldade em descarbonizar do que outras, por muitas e variadas razões. O planeta é apenas um, para todos, e o importante é que as emissões globais (emissões menos sumidouros) sejam nulas a nível global. Mas, há que reconhecer, atingir este ponto está ainda muito longínquo, será mesmo uma utopia no atual contexto geopolítico internacional em que há países importantes que recusam e recuam na concretização destas metas, o que nos aconselha a um avançar cuidadoso sob pena de conseguirmos uma vitória pírrica, que nos orgulhará muito, mas com pouco impacto global.</p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nova edição Novembro/Dezembro 2025 &#124; Fotovoltaico descentralizado: Uma aposta necessária!</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-2025-fotovoltaico-descentralizado-uma-aposta-necessaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2025 08:00:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BIPV]]></category>
		<category><![CDATA[descentralização]]></category>
		<category><![CDATA[desempenho energético]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[solar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a nova regulamentação sobre o desempenho energético dos edifícios a chegar e o mercado europeu a contrair, Portugal precisa de dar um novo impulso ao fotovoltaico. Mais apoios e maior integração arquitectónica são fundamentais para que a descarbonização dos nossos edifícios deixe de ser uma miragem em 2050.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/nova-edicao-novembro-dezembro-2025-fotovoltaico-descentralizado-uma-aposta-necessaria/">Nova edição Novembro/Dezembro 2025 | Fotovoltaico descentralizado: Uma aposta necessária!</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4 class="p1"><span class="s1"><b><a href="https://leitor.medialine.pt/"><img fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-33600 aligncenter" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/CapaEE162Website-225x300.png" alt="" width="433" height="577" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/CapaEE162Website-225x300.png 225w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/11/CapaEE162Website.png 600w" sizes="(max-width: 433px) 100vw, 433px" /></a></b></span></h4>
<h3>Fotovoltaico descentralizado: Uma aposta necessária!</h3>
<p class="p2">Com a nova regulamentação sobre o desempenho energético dos edifícios a chegar e o mercado europeu a contrair, Portugal precisa de dar um novo impulso ao fotovoltaico. Mais apoios e maior integração arquitectónica são fundamentais para que a descarbonização dos nossos edifícios deixe de ser uma miragem em 2050.</p>
<p>Ainda nesta edição:</p>
<h4 class="p2"><span class="s1"><b>OPINIÃO</b></span></h4>
<p>Eduardo Maldonado: &#8220;A Região Europa da ASHRAE adotou o lema &#8216;Engineering Global Net Zero'&#8221;;</p>
<p class="p2">Serafin Graña: ““Contextualização da diretiva sobre o desempenho energético dos edifícios (EPBD)&#8221;;</p>
<p class="p2">Carlos Oliveira: &#8220;Energia solar integrada&#8221;.</p>
<h4><strong>DESTAQUE</strong></h4>
<p>Jornadas de Climatização: “Estratégias para os edifícios zero emissões com elevada qualidade do ambiente interior”.</p>
<h4><strong>A CONVERSA</strong></h4>
<p>Entre o sensor e o algoritmo: &#8220;O futuro digital do sector do AVAC&amp;R&#8221;.</p>
<h4>CIDADES</h4>
<p>Fachadas solares em altura: Benidorm como um laboratório de reabilitação energética.</p>
<h4><strong>CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL</strong></h4>
<p>Passaportes Digitais: “Da informação disponível à implementação para edifícios inteligentes e circulares”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="p6" style="text-align: center;"><em><span class="s1"><strong>Não perca estes e outros temas na edição de Novembro/Dezembro de 2025.<br />
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		<title>A inteligência nos edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/a-inteligencia-nos-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Serafín Graña]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 09:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião/Análise]]></category>
		<category><![CDATA[armazenamento energético]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios inteligentes]]></category>
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		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este tema transporta-nos para a vivência dos anos em que se começou a dar importância e reconhecimento às múltiplas vantagens que as novas tecnologias emergentes foram paulatinamente integrando nos novos edifícios e, também em alguns casos, nos edifícios existentes sujeitos a renovação. Recordemos um pouco de história, as datas e a evolução dos conceitos emergentes.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em><strong><span class="s1">Artigo publicado originalmente na edição de <a href="https://leitor.medialine.pt/reader.html?p=edificiosenergia&amp;v=principal&amp;e=160" target="_blank" rel="noopener"><span class="s2">Julho/Agosto de 2025</span></a> da Edifícios e Energia.</span></strong></em></p>
<p>Este tema transporta-nos para a vivência dos anos em que se começou a dar importância e reconhecimento às múltiplas vantagens que as novas tecnologias emergentes foram paulatinamente integrando nos novos edifícios e, também em alguns casos, nos edifícios existentes sujeitos a renovação.</p>
<p>Recordemos seguidamente um pouco de história, as datas e a evolução dos conceitos emergentes:</p>
<p>O conceito Sistema de Gestão Técnica Centralizada (SGTC) foi implementado em Portugal desde, pelo menos, os anos 70. Empresas especializadas começaram a desenvolver soluções para monitorizar e otimizar o funcionamento dos edifícios, reduzindo custos e melhorando a eficiência energética.</p>
<p>Já o conceito Sistema de Gestão de Edifício, conhecido como Building Management System (BMS), ou também como Building Automation System (BAS), evoluiu ao longo das últimas décadas com o avanço da automação e da Internet das Coisas (IoT). Embora não haja uma data exata de início, a ideia de edifícios inteligentes começou a ganhar força nos anos 80 e 90, com sistemas de automação para controlo de iluminação, climatização e segurança.</p>
<p>Em Portugal, por força do novo quadro legislativo relativo aos edifícios &#8211; Decreto-Lei n.º 101/2020(1) (1), passou a prevalecer a designação de Sistema de Automação e Controlo do Edifício (SACE).</p>
<h4><strong>SISTEMA DE GESTÃO TÉCNICA CENTRALIZADA NOS EDIFÍCIOS (SGTC)</strong></h4>
<p>Revisitando o tema, não resisto à tentação de contar uma pequena história sobre um momento hilariante que ocorreu num passado recente, mas já há um bom par de anos, que presenciei durante uma apresentação dedicada à implementação de sistemas de gestão técnica centralizada em edifícios (SGTC). Esta apresentação esteve a cargo de um técnico operacional, que demonstrava possuir experiência em múltiplos e variados edifícios. A propósito de um caso de estudo que o técnico estava a apresentar, ao descrever os vários componentes do sistema, em determinada passagem, salientou com muita convicção que o dispositivo mais importante para provocar a poupança de energia seria, sem dúvida, um interruptor, pois na sua opinião ter-se-ia assim a certeza de que não haveria consumo de energia e corresponderia assim a uma poupança efetiva de energia, acabando ainda por concluir: &#8211; No poupar é que está o ganho! &#8211; E nós, perante uma conclusão tão primária pudemos e continuaremos a replicar a conhecida expressão, que é usual aparecer em filmes ou séries policiais, e legitimamente afirmar:</p>
<p>&#8211; Elementar, meu caro Watson!</p>
<p>A conclusão acima proferida, do ponto de vista financeiro, é um facto, no entanto, nos edifícios há muito mais aspetos a considerar.</p>
<p>&#8211; Aonde está a Qualidade do Ambiente Interior?</p>
<p>Para melhor exemplificar, hoje tomamos a liberdade de extrair parte do texto do discurso inaugural proferido pelo presidente eleito para o ano da sociedade ASHRAE SY 2025-26, Bill McQuade (2): “Hoje, o conceito de abrigo vai além de um simples telhado e quatro paredes. São os hospitais onde nascemos, as casas que habitamos, as escolas onde aprendemos e os edifícios onde trabalhamos. Um abrigo adequadamente projetado prioriza aspetos da qualidade ambiental interior — garantindo boa qualidade do ar, conforto térmico adequado, iluminação e acústica apropriadas, bem como acesso a água potável — que são fundamentais para a saúde e o bem-estar”.</p>
<h4><strong>A INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NOS EDIFÍCIOS (SMART BUILDINGS)</strong></h4>
<p>Vejamos a evolução que ocorreu com a introdução da inteligência artificial nos edifícios, que está a revolucionar a forma como utilizamos/consumimos e gerimos a energia. Aqui estão alguns tópicos que dão conta de importantes avanços e que acabarão por ser certamente dominantes:</p>
<p>• Autossuficiência energética – Edifícios inteligentes estão a incorporar painéis solares, baterias e sistemas de cogeração para reduzir a dependência da rede elétrica;</p>
<p>• Armazenamento de energia – Tecnologias como baterias de íon-lítio e sistemas de armazenamento térmico permitem que edifícios armazenem energia para uso posterior, aumentando a eficiência;</p>
<p>• Gestão de energia – Sensores e inteligência artificial ajudam a otimizar o uso de energia, ajustando iluminação, climatização e equipamentos conforme a ocupação e necessidades;</p>
<p>• Eficiência energética – Edifícios inteligentes utilizam automação para reduzir desperdícios, garantindo que apenas a energia necessária seja utilizada e efetivamente consumida.</p>
<p>Analisemos dentro desta temática, e numa perspetiva macro, cada um dos conceitos acima referidos e a sua aplicabilidade:</p>
<h4><strong>AUTOSSUFICIÊNCIA ENERGÉTICA</strong></h4>
<p>O recente apagão que assolou o país, em 28 de abril passado, veio expor a nu a fragilidade do nosso sistema energético, não só em Portugal e Espanha, mas também noutros países da Europa. Este foi um enorme apagão que deixou milhões sem eletricidade e particularmente em Espanha e Portugal milhares, tendo causado o caos nestes dois países.</p>
<p>Uma síntese do que se passou e que se regista para memória futura: autoridades de Portugal e Espanha disseram no dia seguinte que “não havia indícios de que um ataque cibernético tivesse provocado o apagão do dia anterior. A causa do apagão ainda é desconhecida, e está a ser investigada pelas autoridades. O governo espanhol negou indícios de ataques cibernéticos, mas disse que está a investigar ‘todas as possibilidades’&#8221;.</p>
<p>A operadora espanhola de eletricidade Red Eléctrica disse que dois eventos consecutivos, com um segundo entre si, provocaram os apagões — e afirmou que não houve indícios de erro humano.</p>
<p>A empresa não detalhou o que seriam os eventos. O diretor de serviços operacionais da companhia, Eduardo Prieto, disse que a rede elétrica conseguiu recuperar do primeiro evento, mas não do segundo.</p>
<p>Ele disse também que a Red Eléctrica conseguiu reestabelecer a luz com uma operação de turbinas de gás e vapor.</p>
<p>Ashish Khanna, que dirige a Aliança Solar Internacional (ISA, na etimologia em inglês), nega responsabilidade de energias renováveis no apagão (3) &#8211; “Não acredito que esteja provado que os apagões em Espanha e em Portugal tenham sido causados sobretudo por programas de energias renováveis”. O diretor-geral desta aliança de 123 países, liderada pela França e pela Índia, sublinhou que, embora a investigação esteja em curso, publicações de prestígio mostram que o apagão se deveu a fatores mais técnicos, &#8220;especialmente relacionados com a transmissão e escoamento de energia&#8221;.</p>
<p>A Rede Europeia de Gestores de Redes de Transporte de Eletricidade anunciou a criação de um comité para investigar as causas deste apagão, que classificou como &#8220;excecional e grave&#8221;, e que deixou Portugal e Espanha às escuras.</p>
<p>Este painel de peritos terá de elaborar um relatório factual que constituirá a base do relatório final até o prazo máximo de 28 de outubro deste ano. O relatório final sobre a investigação do incidente deverá ser publicado, o mais tardar, até 30 de setembro de 2026.</p>
<p>Khanna defendeu que o armazenamento de energia e o desenvolvimento de uma infraestrutura adequada de transmissão são vitais para evitar apagões ligados aos períodos de ausência de geração de energia solar.</p>
<p>A Índia &#8220;implementou uma proporção muito maior [do que a Europa] de energia solar renovável, com quase 100 gigawatts já instalados. A China está a multiplicar este número, e não há apagões causados pela energia solar&#8221;, sublinhou. &#8220;São apenas exemplos de que não é o problema principal&#8221;, acrescentou Khanna.</p>
<p>A REN &#8211; Redes Energéticas Nacionais decidiu, entretanto, aumentar o limite das importações de eletricidade de Espanha nas horas de sol e retirar as restrições em vigor para as restantes, na sequência do apagão de abril.</p>
<p>Estas medidas implementadas pela gestora das redes elétricas fazem parte do processo de estabilização em curso do mercado ibérico de eletricidade (MIBEL), após o corte generalizado no abastecimento elétrico em 28 de abril, que deixou Portugal e Espanha praticamente sem eletricidade, bem como uma parte do território de França.</p>
<p>Após este apagão, os governos de Portugal e Espanha pediram logo em maio à Comissão Europeia um &#8220;compromisso político e financeiro firme&#8221; para avançar com interconexões entre a Península Ibérica e o resto da União Europeia (UE).</p>
<p>O anteriormente descrito vem evidenciar a importância de se providenciar, em cada país, sistemas de armazenamento de energia.</p>
<h4><strong>ARMAZENAMENTO DE ENERGIA</strong></h4>
<p>O armazenamento eficiente de energia reconhece-se como sendo um pilar fundamental da transição energética, pois permitirá flexibilizar a produção de energia renovável e garantir a sua integração no sistema. Deverão, pois, ser analisados quais os sistemas de armazenamento mais eficientes e qual deles poderá promover, com mais força, a tão necessária transição para um sistema elétrico descarbonizado.</p>
<p>A energia elétrica pode ser facilmente gerada, transmitida e transformada. Porém, até agora não foi possível armazená-la de forma prática, fácil e barata. Isto implica que a energia elétrica deva ser sempre gerada em conformidade com a procura e, consequentemente, as energias renováveis precisarão de apoio dos sistemas de armazenamento para se integrarem, evitarem descargas de energia limpa em períodos de necessidade mínima e darem maior eficiência e segurança ao sistema elétrico.</p>
<p>Num mundo em plena transição das energias fósseis para as fontes renováveis, como a energia eólica e a solar, uma melhoria do armazenamento de energia elétrica seria de vital importância para suportar estas tecnologias, garantindo que os sistemas de rede estejam equilibrados e contribuindo para aproveitar ao máximo cada megawatt verde gerado.</p>
<p>Como tal, não podendo a energia elétrica ser armazenada, será necessário transformá-la em outros tipos, como é o caso das energias mecânica ou química. Os sistemas de armazenamento podem conferir um valor agregado a todos os elos da cadeia de fornecimento.</p>
<p>Dependendo da sua capacidade, os sistemas de armazenamento de energia podem ser divididos em:</p>
<p>• Armazenamento em grande escala, utilizado em lugares onde se trabalha com escalas de GW;</p>
<p>• Armazenamento em redes e ativos de geração, onde se trabalha com escalas de MW;</p>
<p>• Armazenamento a nível do utilizador final, quando se está perante níveis residenciais e com escalas de kW.</p>
<h4><strong>AS TECNOLOGIAS DE ARMAZENAMENTO ENERGÉTICO</strong></h4>
<p>As tecnologias de armazenamento de energia são fundamentais para otimizar o uso de energia renovável e garantir uma rede elétrica mais estável. Elas abrangem desde sistemas em grande escala, como o armazenamento hidrelétrico, até soluções mais compactas e específicas para uso doméstico, como as baterias.</p>
<p>São várias as tecnologias e modos de armazenamento de energia:</p>
<p>• Baterias:<br />
São dispositivos eletroquímicos que armazenam energia elétrica em forma química, libertando-a quando necessário. As baterias de íon-lítio são as mais comuns devido à sua alta densidade de energia e longa vida útil;</p>
<p>• Armazenamento térmico:<br />
Armazena calor em materiais específicos, que podem ser utilizados posteriormente para geração de energia elétrica ou outros processos;</p>
<p>• Armazenamento mecânico:<br />
Utiliza mecanismos físicos, como volantes de inércia ou ar comprimido, para armazenar energia cinética;</p>
<p>• Armazenamento hidroelétrico:<br />
A energia é armazenada, elevando a água a um reservatório, que é disponibilizada posteriormente para gerar eletricidade;</p>
<p>• Armazenamento de energia magnética:<br />
Utiliza campos magnéticos para armazenar energia, especialmente em materiais supercondutores.;</p>
<p>• Ar comprimido:<br />
Armazena ar comprimido em reservatórios, que pode ser expandido para gerar energia ou outros processos.</p>
<p>Vejamos as aplicações e vantagens do armazenamento:</p>
<p>• Estabilização da rede elétrica:<br />
As tecnologias de armazenamento de energia ajudam a compensar a intermitência das fontes renováveis, como a solar e a eólica, garantindo um fornecimento de energia contínuo;</p>
<p>• Gestão das necessidades e da procura:<br />
Permitem armazenar energia em períodos de baixa procura e libertá-la quando a procura é alta, evitando a sobrecarga da rede;</p>
<p>• Sistemas fora da rede (off-grid):<br />
As tecnologias de armazenamento de energia são essenciais para sistemas de energia fora da rede, como casas, habitações unifamiliares, prédios multifamiliares ou comunidades em áreas remotas;</p>
<p>• Redução de custos:<br />
O uso de tecnologias de armazenamento de energia pode reduzir os custos de geração e distribuição de energia, especialmente em sistemas renováveis;</p>
<p>• Sustentabilidade:<br />
As tecnologias de armazenamento de energia contribuem para a transição energética, permitindo um uso mais eficiente e sustentável das fontes de energia.</p>
<p>e também alguns exemplos específicos:</p>
<p>• Sistemas BESS (Battery Energy Storage Systems):<br />
Sistemas de armazenamento em bateria para armazenamento de energia elétrica em grande escala;</p>
<p>• Armazenamento por bombagem hidráulica:<br />
Armazenamento de energia em grande escala, utilizando o mecanismo de bombeamento de água entre reservatórios;</p>
<p>• Armazenamento de ar comprimido:<br />
Sistema que armazena ar comprimido em cavernas subterrâneas ou tanques.</p>
<p>Salienta-se, porém, que as tecnologias de armazenamento de energia estão em constante evolução e desenvolvimento, prometendo um futuro mais sustentável e eficiente na gestão da energia.</p>
<h4><strong>GESTÃO DE ENERGIA</strong></h4>
<p>Compreenderá o uso de sistemas que integram softwares e sensores para monitorizar e controlar o uso de energia, água e gás em tempo real.<br />
Estes sistemas permitem também identificar desperdícios e ajustar consumos e o uso da Inteligência Artificial ajudará a otimizar o uso de energia, ajustando a iluminação, climatização e equipamentos conforme a ocupação e necessidades. O objetivo é reduzir custos e melhorar a eficiência energética.</p>
<h4><strong>EFICIÊNCIA ENERGÉTICA</strong></h4>
<p>A construção e a gestão de edifícios sustentáveis contribuem para a redução de emissões de gases de efeito estufa, a conservação de recursos naturais e a promoção de espaços mais saudáveis e confortáveis.</p>
<p>Podemos, em síntese, afirmar que a Eficiência Energética e a Gestão de Energia nos Edifícios são elementos essenciais para a Sustentabilidade, apresentando diversos benefícios, nomeadamente uma forte contribuição para a minimização do impacte ambiental, a economia de custos operacionais, o reconhecimento do valor de mercado efetivo e correspondente valorização patrimonial, quer no presente, quer numa eventual futura transação, a promoção de um ambiente mais saudável e confortável para os ocupantes e a melhoria da qualidade de vida.</p>
<p>A Eficiência Energética e a Gestão de Energia nos edifícios são, pois, os temas centrais da Sustentabilidade e isso mesmo vem sendo reconhecido há muito pela União Europeia (UE) e pelos países membros.</p>
<h4><strong>A REGULAMENTAÇÃO DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL</strong></h4>
<p>Aqui chegados, importa referir que a utilização da Inteligência Artificial na UE é regulada pela Lei da IA, a primeira lei abrangente do mundo sobre a IA. Para uma melhor e mais completa informação e compreensão desta regulamentação, poderemos observar como esta lei nos protege. Dada a extensão do documento, aconselha-se a navegação no portal do Parlamento Europeu. (4)</p>
<h4><strong>IMPLEMENTAÇÃO</strong></h4>
<p>O Parlamento criou um grupo de trabalho para supervisionar a implementação e a aplicação do regulamento sobre a Inteligência Artificial (IA), uma vez que os eurodeputados querem garantir que as regras de IA adotadas contribuam para o desenvolvimento do setor digital na Europa.</p>
<p>O grupo coopera com o Gabinete da Comissão Europeia para a IA (5), que foi criado para esclarecer as disposições-chave da legislação nesta matéria.</p>
<h4><strong>CALENDÁRIO DE CUMPRIMENTO DA LEI DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL DA UE</strong></h4>
<p>Em junho de 2024, a UE adotou as primeiras regras mundiais sobre a inteligência artificial. O Regulamento relativo à Inteligência Artificial (IA) será aplicável, na íntegra, 24 meses após a sua entrada em vigor. Algumas das suas disposições serão aplicáveis antes desse período, incluindo:</p>
<p>• a proibição dos sistemas de IA que apresentem riscos inaceitáveis começou a ser aplicada a partir de 2 de fevereiro de 2025;</p>
<p>• os códigos de prática serão aplicáveis nove meses após a entrada em vigor da legislação;</p>
<p>• as regras sobre sistemas de IA de uso geral que precisam de cumprir os requisitos de transparência serão aplicáveis 12 meses após a entrada em vigor.</p>
<h4><strong>AS NOVAS REGRAS</strong></h4>
<p>As novas regras estabelecem obrigações para os fornecedores e utilizadores em função da classificação do nível de risco da IA. Embora muitos sistemas de IA representem um risco mínimo, é necessário avaliá-los.</p>
<p>A classificação que referimos sucintamente estende-se desde risco inaceitável (aplicações de IA proibidas na UE) a risco elevado (sistemas de IA que afetam negativamente a segurança ou os direitos fundamentais).</p>
<p>Note-se que os sistemas classificados de risco elevado dispõem de mais tempo para cumprir os requisitos, uma vez que as obrigações que lhes dizem respeito serão aplicáveis 36 meses após a entrada em vigor da legislação sobre Inteligência Artificial.</p>
<h4><strong>E AGORA?</strong></h4>
<p>Aqui chegados, temos de aguardar o que vai acontecer, pois vamos ser confrontados, muito provavelmente, com propostas consistentes, umas verdadeiras e também com propostas que poderão ser perigosamente falsas.</p>
<p>O golpe com inteligência artificial já anda por aí e é uma fraude sofisticada, em que os golpistas utilizam a tecnologia para enganar, manipular ou explorar os indivíduos, ou até mesmo organizações.</p>
<p>Ainda que existam diferentes modalidades, basicamente esse tipo de ação criminosa consiste no uso da IA para criar textos, manipular dados ou até mesmo desenvolver áudios e/ou vídeos, usados como ferramentas de convencimento.</p>
<p>Quanto mais a tecnologia avança e expande as suas possibilidades, a tendência é que mais golpes elaborados sejam criados — aumentando também a necessidade de ficarmos todos atento a eles.</p>
<p>Teremos todos de estar permanentemente com redobrada atenção!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Referências</p>
<p>(1) https://files.dre.pt/1s/2020/12/23701/0002100045.pdf<br />
(2) https://www.ashrae.org/about/leadership/ashrae-board-of-directors<br />
(3) https://cnnportugal.iol.pt/eletricidade/espanha/alianca-solar-internacional-nega-responsabilidade-de-energias-renovaveis-no-apagao/20250520/682c1fdfd34ef72ee44631a6<br />
(4) https://www.europarl.europa.eu/topics/pt/article/20230601STO93804/lei-da-ue-sobre-ia-primeira-regulamentacao-de-inteligencia-artificial<br />
(5) https://digital-strategy.ec.europa.eu/en/policies/ai-office</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>As conclusões expressas são da responsabilidade dos autores.</strong></em></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Geoterme nas 25as Jornadas da Climatização: reforço do compromisso com a inovação e a sustentabilidade</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-nas-25as-jornadas-da-climatizacao-reforco-do-compromisso-com-a-inovacao-e-a-sustentabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 08:52:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[25as Jornadas da Climatização]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[climatização]]></category>
		<category><![CDATA[CRC (Chapter Regional Conference)]]></category>
		<category><![CDATA[Delta Controls]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<category><![CDATA[Kelly Jenkins]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geoterme participou nas 25as Jornadas da Climatização, evento de referência no setor em Portugal que, há um quarto de século, promove a partilha de conhecimento e a discussão de soluções inovadoras nas áreas da climatização, eficiência energética e sustentabilidade. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-fda5219e57c5e39af04793b491c56396"></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-8fa3bbcda96dd115f58db5e48741fff7">A <strong><a href="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong> participou nas 25as Jornadas da Climatização, evento de referência no setor em Portugal que, há um quarto de século, promove a partilha de conhecimento e a discussão de soluções inovadoras nas áreas da climatização, eficiência energética e sustentabilidade.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-da3ba585110c27e1aff7a84f7f552cee">Um dos momentos mais relevantes desta edição foi a intervenção da nossa colega da <strong><a href="https://deltacontrols.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">DeltaControls EU</a></strong>, Kelly Jenkins, que apresentou uma comunicação dedicada ao tema da Qualidade do Ar Interior (QAI). Baseando-se em experiências recentes num projeto desenvolvido em Manhattan, a oradora destacou a importância crescente deste fator para o conforto, a saúde e o bem-estar em todas as tipologias de edifícios, mesmo naqueles de menor dimensão.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6db3933f292bc7960f805c756b92abbe">Jenkins evidenciou ainda as soluções da <strong>DeltaControls</strong> como resposta eficaz a este desafio, sublinhando a relevância da tecnologia e da inovação no desenho de sistemas de climatização mais sustentáveis e orientados para as necessidades atuais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-6fa97e2bb8c3c52fb6368af0f1fba398">A presença da <strong>Geoterme</strong> neste encontro contou também com o enquadramento proporcionado pelo <strong>CRC (Chapter Regional Conference)</strong> da <strong>ASHRAE</strong>, que tem desempenhado um papel fundamental na dinamização e integração dos profissionais e empresas do setor. Este envolvimento reforçou a pertinência da participação da Geoterme no evento, consolidando a sua imagem como empresa atenta às melhores práticas internacionais e comprometida com a evolução do setor da climatização em Portugal.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-636669aeebdba9432e29b8c61895995c">Com esta participação, a <strong>Geoterme</strong> reafirma a sua missão de contribuir ativamente para a difusão de conhecimento técnico e para o desenvolvimento de soluções que conciliem eficiência, inovação e sustentabilidade.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#07a1a6;color:#07a1a6"/>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-6250fd371e486e656029c64a0e308dd3"><strong><em>Conteúdo com o apoio</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="717" height="113" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png" alt="" class="wp-image-26303" style="width:127px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme.png 717w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-300x47.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2024/03/logogeoterme-610x96.png 610w" sizes="(max-width: 717px) 100vw, 717px" /></figure>
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			</item>
		<item>
		<title>ASHRAE e PNUMA lançam ferramentas para promover a sustentabilidade em sistemas de refrigeração e ar condicionado</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/ashrae-e-pnuma-lancam-ferramentas-para-promover-a-sustentabilidade-em-sistemas-de-refrigeracao-e-ar-condicionado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 09:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ar condicionado]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[PNUMA]]></category>
		<category><![CDATA[refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=33103</guid>

					<description><![CDATA[<p>As ferramentas, que se traduzem em listas de verificação e folhas de orientação, estão disponíveis gratuitamente e foram concebidas para ajudar técnicos, engenheiros, fornecedores e gestores a melhorar o desempenho, reduzir emissões e promover operações mais sustentáveis e eficientes. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/ashrae-e-pnuma-lancam-ferramentas-para-promover-a-sustentabilidade-em-sistemas-de-refrigeracao-e-ar-condicionado/">ASHRAE e PNUMA lançam ferramentas para promover a sustentabilidade em sistemas de refrigeração e ar condicionado</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A ASHRAE e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) OzonAction anunciaram o lançamento de novas ferramentas de avaliação de sustentabilidade direccionadas para instalações de refrigeração e ar condicionado. </strong></p>
<p>As ferramentas, que se traduzem em listas de verificação e folhas de orientação, estão disponíveis gratuitamente e foram concebidas para ajudar técnicos, engenheiros, fornecedores e gestores a melhorar o desempenho, reduzir emissões e promover operações mais sustentáveis e eficientes.</p>
<p><span data-contrast="auto">A rápida evolução tecnológica e a introdução de novos refrigerantes exigem conhecimento técnico especializado. Neste contexto, as novas ferramentas desenvolvidas pela ASHRAE e pelo PNUMA surgem como instrumentos práticos para apoiar a gestão responsável e eficiente desses sistemas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Estas ferramentas fornecem orientações práticas que ligam a intenção do projecto aos resultados operacionais”, destacou Bill McQuade, presidente da ASHRAE para 2025-2026, em comunicado. “Ao ajudar os profissionais a avaliar e melhorar a sustentabilidade em áreas-chave de desempenho, estamos a capacitar a indústria para tomar decisões baseadas em dados, que beneficiam o ambiente, a força de trabalho e os resultados financeiros.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As folhas de orientação incluem ainda recomendações para eficiência energética, avaliações de investimento no ciclo de vida e indicadores de desempenho que ajudam a determinar quando é necessária a substituição ou actualização de equipamentos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O novo recurso faz parte de um portfólio mais amplo de ferramentas conjuntas da ASHRAE e do PNUMA, criadas para incentivar práticas de refrigeração responsáveis e apoiar os compromissos internacionais no âmbito do Protocolo de Montreal, que visa proteger a camada de ozono e reduzir o impacte ambiental dos gases refrigerantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As ferramentas estão disponíveis para </span><em>download </em><span data-contrast="auto">no </span><a href="https://www.ashrae.org/professional-development/ashrae-unep-portal" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">Portal ASHRAE-UNEP</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Unsplash</p>
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			</item>
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		<title>25.ªs Jornadas de Climatização: edifícios sem emissões e ambientes mais saudáveis</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/25-as-jornadas-de-climatizacao-edificios-sem-emissoes-e-ambientes-mais-saudaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 10:46:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[jornadas da climatizacao]]></category>
		<category><![CDATA[neutralidade carbónica]]></category>
		<category><![CDATA[OE]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[refrigeração]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Auditório da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros (OE) foi novamente o palco das Jornadas de Climatização, desta vez para a sua 25ª edição, no dia 25 de Setembro. As estratégias para edifícios sem emissões e a boa qualidade do ambiente interior foram os temas centrais do encontro. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O Auditório da Sede Nacional da Ordem dos Engenheiros (OE) foi novamente o palco das Jornadas de Climatização, desta vez para a sua 25ª edição, no dia 25 de Setembro. As estratégias para edifícios sem emissões e a boa qualidade do ambiente interior foram os temas centrais do encontro. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento, organizado pela Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a secção portuguesa da REHVA e o capítulo português da ASHRAE, foi realizado em conjunto com a Conferência Regional da Região XIV da ASHRAE (CRC). Por este motivo, todas as sessões foram conduzidas em inglês. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As 25.ªs Jornadas de Climatização reuniram oradores nacionais e internacionais, incluindo palestrantes da ASHRAE, os presidentes cessantes da REHVA e da ASHRAE, professores e diversos convidados de empresas que partilharam casos práticos e perspectivas do sector.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Descarbonizar o ambiente construído</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">A sessão da manhã arrancou com a apresentação de Thomas Lawrence, professor na Universidade da Geórgia e palestrante (</span><em>distinguished lecturer</em><span data-contrast="auto">) da ASHRAE, que se centrou no conceito de descarbonização do ambiente construído. O</span><span data-contrast="auto"> especialista destacou a importância dos padrões de desempenho dos edifícios, que obrigam os proprietários a melhorar continuamente o desempenho energético dos seus edifícios. Os padrões podem incluir consumos máximos de energia ou limites de emissões, visando a mitigação dos impactes ambientais e climáticos. </span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:0,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Com muitos países a estabelecerem objectivos de neutralidade carbónica para 2030 e 2050, a necessidade de agir é cada vez mais urgente. Thomas Lawrence fez referência à norma ASHRAE 240P, que define uma metodologia padronizada para quantificar as emissões de gases com efeito de estufa </span><span data-contrast="auto">incorporadas e operacionais ao longo de todo o ciclo de vida dos edifícios</span><span data-contrast="auto">, com requisitos mínimos para a documentação dessas emissões.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Lawrence sublinhou ainda que aumentar a eficiência energética continua a ser uma das formas mais eficazes de alcançar os objectivos climáticos. O papel da inteligência artificial na operação de edifícios também foi abordado como uma tendência transformadora.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">Certificação energética inteligente</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Seguiu-se </span><span data-contrast="auto">Catalin Lungu, presidente cessante da REHVA, que apresentou as linhas gerais do projecto SmartLivingEPC, financiado pela Comissão Europeia e concluído em Junho deste ano. A iniciativa tem como objectivo desenvolver uma nova geração de certificados de desempenho energético inteligentes, capazes de integrar dados em tempo real, fontes renováveis e tecnologias digitais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Através de casos-piloto em países como Grécia, Chipre, Estónia e Espanha, o projecto demonstrou como é possível combinar eficiência energética com soluções tecnológicas para criar edifícios mais sustentáveis, acessíveis e confortáveis. A plataforma </span><em>web</em> <span data-contrast="auto">do SmartLivingEPC foi apresentada como uma ferramenta estratégica que permite recolher dados e usá-los para desenvolver políticas públicas mais eficazes. “Com base na leitura de dados, podemos oferecer ambientes mais saudáveis, eficientes e confortáveis para viver”, concluiu Lungu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<h4><b><span data-contrast="auto">A procura por edifícios saudáveis</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></h4>
<p><span data-contrast="auto">Ainda durante a manhã, </span><span data-contrast="auto">Dennis Knight, presidente cessante da ASHRAE, abordou a saúde e o bem-estar no ambiente construído. Knight discutiu as crescentes exigências dos consumidores por espaços que promovam o conforto, a qualidade do ar, a iluminação adequada e o controlo da humidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:384,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Foi dado destaque à qualidade do ambiente interior, incluindo questões como a presença de poluentes nos materiais de construção – muitos dos quais ainda carecem de dados sobre os seus efeitos na saúde humana.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, temas como ventilação, qualidade do ar, iluminação circadiana (que respeita os ritmos biológicos humanos) e conforto térmico foram discutidos como factores que influenciam directamente a produtividade e o bem-estar.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Após uma breve pausa nas sessões, foram aprofundadas </span><span data-contrast="auto">as soluções tecnológicas e as estratégias para a descarbonização dos edifícios, com enfoque em refrigeração, climatização, eficiência energética e planeamento urbano sustentável.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">William Doll, da Carrier, apresentou o roteiro da empresa para a descarbonização, destacando o papel das bombas de calor como fonte renovável em Portugal e o uso crescente de fluidos refrigerantes naturais na Europa.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já Stefano Salvagnin, da Vertiv, abordou a transição da refrigeração de </span><em>data centers</em><span data-contrast="auto"> por ar para soluções líquidas híbridas, com o intuito de alcançar uma maior eficiência térmica em ambientes de alta computação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nas sessões da tarde,</span><span data-contrast="auto"> Paolo Falcioni, director geral da APPLIA – Home Apppliance Europe, alertou para o crescimento global da procura por sistemas de climatização, estimando que dois terços das habitações mundiais terão ar condicionado até 2050, o que implicará grandes desafios em termos de demanda energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">António Grangeia, engenheiro e consultor externo do Grupo Centauro, reforçou que novas tecnologias de refrigeração estão a ser desenvolvidas para dar resposta às exigências ambientais e Ljubomir Jankovic, professor na Universidade de Salford, apresentou metodologias para conceber edifícios verdadeiramente zero carbono, considerando tanto as emissões incorporadas como as operacionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Kelly Jenkins, directora de desenvolvimento de negócios na Delta Controls/Geoterme, falou sobre soluções tecnológicas para melhorar a qualidade do ar em espaços comerciais, promovendo ambientes mais saudáveis e eficientes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Antes do encerramento das 25.ªs Jornadas de Climatização, </span><span data-contrast="auto">Daniel Malveiro, da BAXI, destacou as soluções da empresa para edifícios de energia quase nula (ZEB) com baixo impacto carbónico e Paulo Ferrão, do Instituto Superior Técnico e presidente do Conselho da Missão da UE para Cidades Climaticamente Neutras e Inteligentes, encerrou as intervenções técnicas com uma análise ao papel dos edifícios na transição para cidades climaticamente neutras, no âmbito da Missão da UE, destacando desafios como financiamento, governação multinível e barreiras culturais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A sessão de encerramento contou com intervenções da c</span><span data-contrast="auto">oordenadora da Comissão de Especialização em Climatização e Refrigeração,</span><span data-contrast="auto"> Odete Almeida, e do bastonário da Ordem dos Engenheiros, Fernando Santos, reforçando o compromisso com a sustentabilidade e inovação no sector da climatização e refrigeração.</span></p>
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		<item>
		<title>Geoterme e Delta Controls: Tecnologia e Sustentabilidade em Destaque no CRC 2025</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-e-delta-controls-tecnologia-e-sustentabilidade-em-destaque-no-crc-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Regional Europeia da ASHRAE]]></category>
		<category><![CDATA[CRC 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Delta Controls]]></category>
		<category><![CDATA[geoterme]]></category>
		<category><![CDATA[Jornadas de Climatização e Refrigeração]]></category>
		<category><![CDATA[Patrocinador Platinum]]></category>
		<category><![CDATA[stratégias para Edifícios Sem Emissões e com Boa Qualidade do Ambiente Interior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=32753</guid>

					<description><![CDATA[<p>De 25 a 27 de setembro de 2025, Lisboa será o palco da Conferência Regional Europeia da ASHRAE (CRC 2025), um dos encontros internacionais mais relevantes no domínio da climatização, refrigeração e edifícios sustentáveis. ...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-da6af3784984af259fef9c6bfcc482a8"></p>



<div style="height:16px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-bed8ff7ff83020c2268054f42c2982d4">De 25 a 27 de setembro de 2025, Lisboa é o palco da <strong><a href="https://sites.google.com/view/ashraeportugalchapter/pt?authuser=0" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Conferência Regional Europeia da ASHRAE (CRC 2025)</a></strong>, um dos encontros internacionais mais relevantes no domínio da climatização, refrigeração e edifícios sustentáveis. Organizado pelo capítulo português da <strong>ASHRAE</strong> em parceria com a <strong>Ordem dos Engenheiros</strong>, o evento contará no primeiro dia com a <strong><a href="https://www.ordemdosengenheiros.pt/pt/eventos/25-as-jornadas-de-climatizacao-e-refrigeracao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">25.ª edição das Jornadas de Climatização e Refrigeração</a></strong>, centrada no tema <strong>“Estratégias para Edifícios Sem Emissões e com Boa Qualidade do Ambiente Interior”</strong>.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-903d217ef4ca19d1264f36ad390a91b5">Neste contexto, a <strong><a href="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Geoterme</a></strong>, em conjunto com a sua parceira de longa data <strong><a href="https://deltacontrols.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener sponsored nofollow">Delta Controls</a></strong>, assume o estatuto de Patrocinador Platinum. Esta presença não se limita ao apoio institucional: simboliza o compromisso das duas empresas com a inovação tecnológica, a sustentabilidade e a criação de edifícios mais inteligentes e saudáveis.</p>



<p></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-05caa77c06fd32141a22a1f5b7b6c087"><strong>Uma parceria com história</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0cf5f54ac58ad36e7b8a893a993ca900">Há 18 anos que a <strong>Geoterme</strong> representa a <strong>Delta Controls</strong> em Portugal, aliando o <em>know-how</em> nacional na implementação de sistemas de supervisão e automação (SACE) à liderança internacional da <strong>Delta Controls</strong> em soluções de gestão integrada de edifícios. Esta cooperação tem sido fundamental para transformar edifícios convencionais em infraestruturas capazes de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-72df680d322960dd18a8eb47d775ab7b">Reduzir consumos e emissões, através da gestão energética em tempo real.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-70ddb147fb92c831c3069d9f0c576659">Garantir conforto e bem-estar, com ambientes interiores que respondem às necessidades dos utilizadores.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-4de67b3ef21c29ad2319b4fde01e90ce">Assegurar qualidade do ar interior, apoiada em sensores de última geração.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-430235b984fdbbea08380386a16b3f2b">Antecipar o futuro, com soluções interoperáveis alinhadas com a legislação e os objetivos climáticos.</li>
</ul>



<p></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f4ba44d3f60bdb7c65e312c786ec2200"><strong>Qualidade do ar em foco</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-2b49ca5224c930f594a84fc97772cb1a">Um dos pontos altos da participação será a intervenção da Business Development Manager da <strong>Delta</strong>, Kelly Jenkins, dedicada ao tema da Qualidade do Ar Interior (QAI), evidenciando o papel da tecnologia na conciliação entre eficiência energética e bem-estar humano.</p>



<p></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-0e29d86a42a6f2cd518be5aa02469e59"><strong>Protagonistas da transição</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ec252ac29e4ce3f9a57fb3eaf2c932a0">Com 25 anos de presença ativa no mercado, a <strong>Geoterme</strong> consolidou a sua posição como referência nacional na evolução dos edifícios inteligentes. A associação à <strong>Delta Controls</strong> reforça esta liderança, particularmente num momento em que o setor enfrenta os desafios da neutralidade carbónica e da reabilitação sustentável do parque edificado.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-134b74ac4d58bd759272ad9fdb5448c2">O patrocínio Platinum no CRC 2025 e nas <strong>Jornadas de Climatização</strong> traduz-se, assim, em três grandes contributos para o setor:</p>



<ol start="1" class="wp-block-list">
<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-169a2988febfbd85b2e9f2776dcc8147">Afirmação da liderança técnica em edifícios inteligentes e qualidade do ar interior.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-9069e072a2844cb6444a06959d92e5d4">Criação de oportunidades de networking internacional entre especialistas, académicos e decisores.</li>



<li class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-c99da819a2330a7606297a8ba07100bc">Alinhamento com as metas globais de sustentabilidade e transição energética.</li>
</ol>



<p></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-1f7b707851e19fd6c8b0f25a64ef7252"><strong>Olhar para o futuro</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-fe6e99d6a0c28a3f410e186728398d96">Mais do que um patrocínio, a presença conjunta da <strong>Geoterme</strong> e da <strong>Delta Controls</strong> é uma declaração de liderança e visão. A convergência entre eficiência energética, qualidade do ar interior e conforto humano representa o caminho inevitável para os edifícios do futuro.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-ae2bdb2d539e47fb9fb34a61fd3f68a9">Com esta participação ativa, as duas empresas demonstram que tecnologia e sustentabilidade não são objetivos opostos, mas sim complementares — e que os edifícios de próxima geração já estão a ser construídos hoje.</p>



<p></p>



<div class="wp-block-columns is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><a href="https://www.geoterme.com/" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-31495" style="width:151px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-1024x1024.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-300x300.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-150x150.png 150w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-768x768.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-1536x1536.png 1536w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-2048x2048.png 2048w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-610x610.png 610w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-1080x1080.png 1080w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-440x440.png 440w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/05/Geoterme-logo-scaled.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow">
<figure class="wp-block-image alignleft size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="300" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/09/DeltaControls.png" alt="" class="wp-image-32757" style="width:144px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/09/DeltaControls.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2025/09/DeltaControls-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></figure>
</div>
</div>



<p></p>



<div style="height:70px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<hr class="wp-block-separator aligncenter has-text-color has-alpha-channel-opacity has-background is-style-wide" style="background-color:#19a2a2;color:#19a2a2"/>



<p class="has-text-align-center" style="font-size:14px"><em><strong><em><strong>Conteúdo com Apoio da GEOTERME</strong></em> Edifícios Suficientes</strong></em></p>



<p></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/geoterme-e-delta-controls-tecnologia-e-sustentabilidade-em-destaque-no-crc-2025/">Geoterme e Delta Controls: Tecnologia e Sustentabilidade em Destaque no CRC 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Evento nas Nações Unidas dá palco à qualidade do ar interior</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/evento-nas-nacoes-unidas-da-palco-a-qualidade-do-ar-interior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 08:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente interior]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[QAI]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade do ar interior]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=32899</guid>

					<description><![CDATA[<p>A sede das Nações Unidas será palco do evento “Ar Interior Saudável: Um Apelo Global à Acção”, um encontro inteiramente dedicado à qualidade do ar em ambientes interiores. A iniciativa, que decorre no dia 23 de Setembro e paralelamente à Assembleia Geral da ONU, reúne líderes globais, cientistas, especialistas em saúde pública e decisores políticos de todo o mundo com o objectivo de colocar a saúde do ambiente interior no centro da agenda global. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A sede das Nações Unidas será palco do evento <i>“</i>Ar Interior Saudável: Um Apelo Global à Acção<i>”</i>, um encontro inteiramente dedicado à qualidade do ar em ambientes interiores. A iniciativa, que decorre no dia 23 de Setembro e paralelamente à Assembleia Geral da ONU, reúne líderes globais, cientistas, especialistas em saúde pública e decisores políticos de todo o mundo com o objectivo de colocar a saúde do ambiente interior no centro da agenda global. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Num mundo onde as pessoas passam, em média, 90% do seu tempo em espaços fechados, quer seja em casas, escolas, escritórios ou transportes, existem perigos invisíveis que se escondem no ar que respiramos dentro de portas. Poluentes, vírus e partículas nocivas são factores que contribuem para doenças respiratórias, cardiovasculares e outras condições crónicas. Neste sentido, a necessidade de garantir ar limpo e saudável em ambientes interiores é encarada como uma exigência urgente de saúde pública.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O evento é promovido por instituições como a Academia Australiana de Ciências, a Escola de Saúde Pública da Universidade Brown, o Instituto Burnet e o Projecto OSLUV. A copatrocinar esta iniciativa estão os governos de Montenegro e França, com a presença confirmada do Presidente montenegrino e a aguardada participação do ministro da saúde francês.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre os oradores principais estão representantes do Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), da Organização Internacional do Trabalho (OIT) e da Organização Mundial de Saúde (OMS). A diversidade e amplitude das mais de 50 organizações parceiras sublinham a importância transversal do tema, com entidades como a Federação Mundial de Associações de Saúde Pública, o Instituto Internacional de Construção WELL, a ASHRAE e o Harvard Healthy Buildings a marcar presença.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos momentos centrais do encontro será o lançamento oficial do Compromisso Global para um Ar Interior Saudável, uma iniciativa que visa mobilizar governos, instituições e empresas a adoptarem padrões mais elevados e práticas inovadoras para garantir ambientes fechados mais seguros, saudáveis e resilientes.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, serão apresentadas as melhores práticas internacionais, resultados de pesquisas científicas recentes e soluções tecnológicas. O evento também pretende inspirar novas colaborações, facilitar o intercâmbio de experiências e fomentar redes globais em torno do tema.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Clean Air for Kids</p>
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		<item>
		<title>Portugal acolhe Conferência Europeia da ASHRAE 2025</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-acolhe-conferencia-europeia-da-ashrae-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Edifícios e Energia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Sep 2025 08:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ashrae]]></category>
		<category><![CDATA[AVACR]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[ordem dos engenheiros]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://edificioseenergia.pt/?p=32806</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Ordem dos Engenheiros, em colaboração com o Capítulo português da ASHRAE, vai coorganizar a Conferência dos Capítulos Europeus da ASHRAE (CRC 2025). Realizada anualmente numa base de rotação entre os capítulos, este ano a responsabilidade cabe a Portugal. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/portugal-acolhe-conferencia-europeia-da-ashrae-2025/">Portugal acolhe Conferência Europeia da ASHRAE 2025</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Ordem dos Engenheiros, em colaboração com o Capítulo português da ASHRAE, vai coorganizar a Conferência dos Capítulos Europeus da ASHRAE (CRC 2025). Realizada anualmente numa base de rotação entre os capítulos, este ano a responsabilidade cabe a Portugal. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A organização deste evento é feita em coordenação com a nova Comissão de Climatização e Refrigeração da OE, e integra, no dia 25 de Setembro, as 25ªs Jornadas de Climatização e Refrigeração da OE, que constituem a parte técnica do CRC, e que contam com a presença de três peritos da ASHRAE no seu programa de Oradores Distintos, bem como outros oradores nacionais e institucionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em comunicado, a Ordem dos Engenheiros explica que o CRC 2025 será “uma excelente oportunidade para estabelecer contactos com representantes da Direcção da ASHRAE e com os líderes europeus do sector do AVAC e da Refrigeração, bem como conhecer as melhores práticas actuais do sector e ficar a conhecer as tendências para o futuro, em termos de tecnologias e políticas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:6,&quot;335551620&quot;:6,&quot;335557856&quot;:16777215,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A CRC 2025 terá lugar de 25 a 27 de Setembro, em Lisboa, proporcionando uma oportunidade para estabelecer contactos com profissionais de AVAC&amp;R e membros da ASHRAE de toda a Região XIV, ao mesmo tempo que acontecem sessões lideradas por especialistas sobre eficiência energética, sustentabilidade e edifícios com elevado conforto ambiental interior.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O </span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSevsWGk4zng7MqtP1TUE3_IJjhmHTviE6ScDZyTHN3Gt2X-Hg/viewform" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="auto">formulário</span></a><span data-contrast="auto"> para inscrição encontra-se disponível no site da CRC.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Ordem dos Engenheiros</p>
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