
A procura de fontes energéticas
O desenvolvimento económico vai conduzir progressivamente a uma intensa procura de fontes energéticas nas próximas décadas.

O desenvolvimento económico vai conduzir progressivamente a uma intensa procura de fontes energéticas nas próximas décadas.

As vantagens da descentralização da energia e da produção local são óbvias e fazem parte da estratégia europeia. O fotovoltaico para o autoconsumo está a ser um sucesso. O crescimento é exponencial, mas os entraves burocráticos e a…

Em conversa com Jorge Araújo, CEO da Smartwatt e presidente da APESE – Associação Portuguesa das Empresas de Serviços Energéticos, ficamos a conhecer como funciona o mercado dos projectos de Eficiência Energética e do fotovoltaico.

O termo “Engenharia Financeira” é dos mais perversos que surgiu no vocabulário corrente no mundo dos negócios, porque a sua prática baseia-se no oposto do que é a engenharia.

Hoje, os grandes investidores estrangeiros que alavancam a economia vieram para ficar e não prescindem da qualidade. Aumenta a procura pelos sistemas de certificação voluntária.

Seguindo o sempre sábio pensamento pessoano, o comportamento do Governo da República, ao fazer o contrário do que determina, está no caminho da verdade, pois envolve a contradição. E esta é a essência do Universo…

A eficiência energética está, pois, cada vez mais na ordem do dia e será um tema essencial nos próximos anos. A banca mostra-se mais interessa no sector e tem tentado acompanhar o mercado.

De uma conversa informal com o Eduardo de Oliveira Fernandes nasce uma retrospectiva e uma reflexão tão próprias e tão marcantes de uma pessoa que dispensa apresentações.

A União Europeia está comprometida com um desenvolvimento sustentável, competitivo, seguro e um sistema energético na rota da descarbonização.

Reabilitação energética, reforço dos mecanismos de financiamento, tecnologias de informação inteligentes e electromobilidade são os grandes temas que nova Directiva para o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) traz. No longo prazo, o horizonte temporal vai até 2050, mas, com tanto por fazer, fica a pergunta: conseguiremos acompanhar as novas exigências?