Lisboa poupa 50 % de energia com reabilitação energética do edifício dos Paços do Concelho

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Entre 2016 e 2019, a câmara municipal de Lisboa conseguiu reduzir em 50 % o consumo de energia da rede no edifício dos Paços do Concelho. A redução foi alcançada graças à implementação de medidas de eficiência energética neste edifício histórico da capital portuguesa e representou uma redução de 36 % na factura energética.

A intervenção custou cerca de 893 mil euros ao município e aconteceu integrada no projecto farol Sharing Cities, que financiou 30% do investimento total, e no programa NEDO.

No âmbito da reabilitação energética do edifício municipal, onde trabalham diariamente cerca de 100 colaboradores, foram substituídos os vãos envidraçados (99 janelas), a iluminação interior e o sistema de AVAC por outros mais eficientes. Para além disso, foram instalados painéis fotovoltaicos na cobertura com vista à produção local de energia eléctrica, da qual 90 % é para autoconsumo, e implementado um sistema de gestão inteligente de energia, para a monitorização e gestão permanente dos usos.

Cobertura com painéis fotovoltaicos que fornecem 90% do consumo do edifício. © CMLisboa

Para além das poupanças de energia e na factura, com esta reabilitação, a câmara municipal de Lisboa conseguiu também evitar a emissão de 84 toneladas de equivalente de CO2.

Segundo a agência de energia e ambiente Lisboa E-nova, que acompanhou tecnicamente a implementação destas medidas, para o projecto, foi ainda importante a plataforma Observatórios Lisboa, que disponibiliza dados quantificados sobre os usos de energia e água e ainda as emissões de gases com efeito de estufa na cidade. Nesta ferramenta, é possível encontrar “dados de telecontagem provenientes de contadores inteligentes de electricidade, permitindo monitorizar e analisar os consumos da instalação, identificar padrões e desvios, conhecer perfis de consumo, entre outras funcionalidades e, desta forma, obter melhorias, minimizar impactos ambientais e reduzir consumos e custos operacionais”, refere a Lisboa E-nova, que é a responsável pela plataforma.

 

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