Procura por escritórios “verdes” está a aumentar em Lisboa e no Porto

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“A procura por edifícios «verdes» está a aumentar nos mercados de Lisboa e Porto”, mas a oferta é insuficiente, diz o arquitecto Nuno Fideles, em resposta à divulgação do Savills Green Office Deficit Index. O documento, que classifica 20 cidades no que diz respeito à disponibilidade de escritórios sustentáveis, foi divulgado na semana passada.

Até 2024, a entrega de escritórios novos ou renovados em 20 cidades inquiridas pela Savills no âmbito do Savills Green Office Deficit Index deverá ser “22 % mais elevada relativamente à média anual dos últimos cinco anos”. Apesar de Portugal não constar da análise, Nuno Fideles, arquitecto associado e consultor em BREEAM AP & Sustainability da Savills Portugal, refere que a tendência portuguesa é semelhante à dos outros mercados mundiais: “a procura por edifícios «verdes» está a aumentar nos mercados”, nomeadamente em Lisboa e no Porto.

No entanto, a oferta deste tipo de escritórios ainda é insuficiente. Como explica o responsável, não só o stock edificado português é datado e está a necessitar de reabilitação profunda para atingir as metas de 2030 em matéria de eficiência energética, como os novos projectos alinhados com as métricas de sustentabilidade “ainda se assumem insuficientes perante o volume de procura”.

Este desafio é comum às 20 cidades analisadas, com os escritórios com certificações sustentáveis a representarem, em média, 22 % do stock total. Enquanto cidades como Varsóvia, São Francisco e Nova Iorque apresentam uma fatia de stock maior, de cerca de 40 %, Los Angeles e Londres têm apenas cerca de 15 % deste tipo de edifícios. 

Além da escassez de stock, o aumento dos custos energéticos, as interrupções nas cadeias de abastecimento e a preocupação com o impacto ambiental do sector da construção são factores que influenciam a nova construção e os processos de renovação. “O desafio para enfrentar o défice de green offices é enorme”, sobretudo em Los Angeles, Paris, Frankfurt e Seul, realça Eri Mitsostergiou. Para a directora da World Research na Savills, a competitividade de uma empresa depende, no entanto, de ultrapassar os obstáculos e assegurar um escritório “verde”.

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