“A engenharia não é um mero exercício burocrático”

Em conversa com João Sousa, projectista, traçamos um retrato da actividade de projecto no nosso país e dos desafios que se aproximam com a transposição da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). A correcção dos projectos, que se tornou habitual, o ritmo acelerado, a falta de mão de obra qualificada, o Simplex, os honorários ou a “corrida à tecnologia que ignora as bases do desempenho térmico: a envolvente do edifício” são alguns dos temas.

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“A visão de curto prazo tem dominado o mercado”

Carlos Soares tem uma vasta experiência na actividade de projecto com várias obras conceituadas no currículo. Nesta conversa, fazemos um balanço sobre a qualidade dos edifícios e sobre os desafios que os projectistas têm à sua frente com a ambição da descarbonização.

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“A indústria do cimento tem vindo a tornar-se muito mais eficiente do ponto de vista energético”

Jorge de Brito é professor catedrático no Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Ambiente do Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa). Doutorado em Engenharia Civil, a sua área de investigação está relacionada com os materiais, soluções construtivas e ciclo de vida dos edifícios. Para este especialista, “o futuro é brilhante. Vamos continuar a apostar no desenvolvimento de soluções e tenho a certeza de que daqui a 20 anos vamos ter materiais muito aperfeiçoados e que toda a construção será feita com muito menor impacte ambiental”.

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“O sector estará, como sempre esteve, pronto para responder às exigências do mercado”

“Os edifícios são um reservatório de materiais significativo, constituindo depósitos de recursos ao longo de muitas décadas e as opções de conceção e a escolha de materiais influenciam de sobremaneira as emissões de todo o ciclo de vida dos edifícios novos e dos edifícios renovados”, lê-se na nova EPBD. Numa conversa com Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, fomos conhecer a forma como o sector da construção está a olhar para estas mudanças.

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“É possível gerir melhor os edifícios com outras soluções energéticas”

Rui Lameiras é o coordenador geral da Aliança para a Transição Energética, uma rede constituída por 91 parceiros que mobiliza, entre outros, um total de 53 empresas e 26 entidades de inovação e desenvolvimento. O objectivo é, afirma o representante, “descentralizar a digitalização do sector da energia, promovendo, em Portugal, um ecossistema nacional competitivo único à escala internacional”.

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“Vão ser precisos fundos públicos para alavancar o investimento privado”

Nelson Lage, presidente da ADENE – Agência para a Energia, fala-nos dos desafios na implementação da nova directiva para os edifícios e das barreiras que devem ser eliminadas no âmbito da grande vaga de renovações de edifícios que é exigida. É preciso criar “condições facilitadoras e atractivas de financiamento”. Fala-se em “20 % de investimento público e 80 % de investimento privado. Sejam quais forem os números exactos, é evidente que será necessário usar os fundos públicos para alavancar os investimentos privados”.

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Helder Gonçalves: Desafios da transição energética no ambiente construído

Para descarbonizar as cidades, que são cada vez mais impactadas pelas alterações climáticas, é preciso acelerar a transição energética, um processo a que os edifícios não são alheios. Neste caminho cheio de desafios, traçam-se estratégias e planos, mas ainda falta colocá-los em prática, observa Helder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

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“A engenharia não é um mero exercício burocrático”

Em conversa com João Sousa, projectista, traçamos um retrato da actividade de projecto no nosso país e dos desafios que se aproximam com a transposição da nova Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD). A correcção dos projectos, que se tornou habitual, o ritmo acelerado, a falta de mão de obra qualificada, o Simplex, os honorários ou a “corrida à tecnologia que ignora as bases do desempenho térmico: a envolvente do edifício” são alguns dos temas.

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“A visão de curto prazo tem dominado o mercado”

Carlos Soares tem uma vasta experiência na actividade de projecto com várias obras conceituadas no currículo. Nesta conversa, fazemos um balanço sobre a qualidade dos edifícios e sobre os desafios que os projectistas têm à sua frente com a ambição da descarbonização.

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“A indústria do cimento tem vindo a tornar-se muito mais eficiente do ponto de vista energético”

Jorge de Brito é professor catedrático no Departamento de Engenharia Civil, Arquitectura e Ambiente do Instituto Superior Técnico (Universidade de Lisboa). Doutorado em Engenharia Civil, a sua área de investigação está relacionada com os materiais, soluções construtivas e ciclo de vida dos edifícios. Para este especialista, “o futuro é brilhante. Vamos continuar a apostar no desenvolvimento de soluções e tenho a certeza de que daqui a 20 anos vamos ter materiais muito aperfeiçoados e que toda a construção será feita com muito menor impacte ambiental”.

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“O sector estará, como sempre esteve, pronto para responder às exigências do mercado”

“Os edifícios são um reservatório de materiais significativo, constituindo depósitos de recursos ao longo de muitas décadas e as opções de conceção e a escolha de materiais influenciam de sobremaneira as emissões de todo o ciclo de vida dos edifícios novos e dos edifícios renovados”, lê-se na nova EPBD. Numa conversa com Manuel Reis Campos, presidente da CPCI e da AICCOPN, fomos conhecer a forma como o sector da construção está a olhar para estas mudanças.

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“É possível gerir melhor os edifícios com outras soluções energéticas”

Rui Lameiras é o coordenador geral da Aliança para a Transição Energética, uma rede constituída por 91 parceiros que mobiliza, entre outros, um total de 53 empresas e 26 entidades de inovação e desenvolvimento. O objectivo é, afirma o representante, “descentralizar a digitalização do sector da energia, promovendo, em Portugal, um ecossistema nacional competitivo único à escala internacional”.

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“Vão ser precisos fundos públicos para alavancar o investimento privado”

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Para descarbonizar as cidades, que são cada vez mais impactadas pelas alterações climáticas, é preciso acelerar a transição energética, um processo a que os edifícios não são alheios. Neste caminho cheio de desafios, traçam-se estratégias e planos, mas ainda falta colocá-los em prática, observa Helder Gonçalves, director do Laboratório de Energia do LNEG – Laboratório Nacional de Energia e Geologia.

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