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	<title>Rita Galego, autor em Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Apr 2026 08:43:07 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Rita Galego, autor em Edificios e Energia</title>
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		<title>EFRIARC: Operacionalização das medidas fica aquém do necessário na renovação de edifícios</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/efriarc-operacionalizacao-das-medidas-fica-aquem-do-necessario-na-renovacao-de-edificios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 08:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[EFRIARC]]></category>
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		<category><![CDATA[PNRE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No seguimento da proposta do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE), a Edifícios e Energia tem recolhido opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. Hoje, partilhamos as considerações da EFRIARC, a associação que reúne engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>No seguimento da proposta do Plano Nacional de Renovação de Edifícios (PNRE), a <i>Edifícios e Energia</i> tem recolhido opiniões sobre a estratégia portuguesa para dar resposta aos edifícios carbono zero. Hoje, partilhamos as considerações da EFRIARC, a associação que reúne engenheiros de Frio Industrial e Ar Condicionado. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação não deixa margem para dúvidas quanto ao diagnóstico do parque habitacional nacional: “há em Portugal um número elevado de habitações, em todas as regiões, em que as condições mínimas de conforto são inalcançáveis”, sublinha, destacando que estas limitações se verificam “sobretudo na sua vertente térmica”, mas também ao nível “da qualidade do ar, da acústica e da luminosa”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Na origem deste cenário estão problemas estruturais antigos e persistentes. “O conforto térmico está sobretudo relacionado com a má qualidade das construções e, às vezes, também com más soluções de arquitectura, quando não até de ausência desta”, refere a EFRIARC. A falta de ventilação adequada agrava ainda mais o problema, comprometendo a qualidade do ambiente interior.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As patologias construtivas surgem, aliás, como um dos principais indicadores dessas falhas. “Entre elas e o desconforto a relação é praticamente biunívoca”, afirma a associação, defendendo que é precisamente aqui que deve começar qualquer estratégia de reabilitação. “Aqui deveria residir o ponto crítico da recuperação dos edifícios de habitação, antes de quaisquer outros objectivos definíveis.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a EFRIARC, uma abordagem centrada na correcção das deficiências construtivas poderá desencadear ganhos mais amplos. “Nesta forma de abordagem simples, está o caminho para a resolução deste empreendimento”, indica, acrescentando que dessa intervenção poderão resultar benefícios como “a incorporação de energias renováveis, seja de forma passiva ou activa, a melhoria da eficiência energética e, no final, algum contributo para a descarbonização se conseguirá”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No plano das prioridades, a associação entende que, “em termos de actuação hierarquizada, os edifícios de habitação deverão constituir a prioridade”, ainda que reconheça que “na categoria de comércio e serviços, também existem semelhantes necessidades”, o que exige uma resposta igualmente estruturada.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar de considerar que o conhecimento técnico necessário já existe, o problema continua a residir na execução. “A caracterização do estado dos edifícios, bem como o conjunto das medidas necessárias para os renovar, provavelmente até está realizada, ou próxima disso”, admite. Contudo, alerta: “o que sempre fica aquém do expectável é a operacionalização dos processos de concretização dessas medidas”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A comunicação e o envolvimento dos cidadãos são apontados como factores críticos. “A primeira etapa para a renovação deverá ser a divulgação das acções e das suas medidas de actuação, mas também a sua compreensão pelo público em geral”, defende a EFRIARC. Neste âmbito, destacam-se iniciativas enquadradas pelo Plano de Recuperação e Resiliência, como o Portal Casa Mais e os Espaços Energia, que procuram centralizar informação e apoiar os cidadãos na melhoria do desempenho energético das suas habitações.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ainda assim, a associação considera que estes instrumentos devem ser reforçados. “Julga-se que seria ainda necessária maior divulgação e apoio de proximidade”, refere, apontando o papel determinante das agências regionais e locais de energia. “São elas que estão mais próximas dos cidadãos em cada local/região, que melhor poderão conhecer as realidades do parque construído e das suas carências mais acentuadas.”</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Nesse sentido, a EFRIARC defende uma maior descentralização da estratégia de renovação. “Razões mais do que suficientes para que tenham intervenção activa em todas as fases do processo de renovação dos edifícios”, conclui, sublinhando que, pelas suas implicações na eficiência energética, este processo “justifica a sua passagem para o nível dessas agências”.</span></p>
<p><span style="font-size: revert; color: initial;">Fotografia de destaque: © Shutterstock</span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Crise energética reacende debate sobre bombas de calor: sector pede medidas para impulsionar estes sistemas</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/crise-energetica-reacende-debate-sobre-bombas-de-calor-sector-pede-medidas-para-impulsionar-estes-sistemas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bombas de calor]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[EHPA]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escalada das tensões no Médio Oriente está a provocar uma nova subida nos preços do gás e do petróleo, reacendendo preocupações com a segurança energética na Europa. A EHPA (Associação Europeia de Bombas de Calor) defende que a actual conjuntura representa uma oportunidade para impulsionar a transição para soluções de aquecimento mais sustentáveis. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A escalada das tensões no Médio Oriente está a provocar uma nova subida nos preços do gás e do petróleo, reacendendo preocupações com a segurança energética na Europa. A EHPA (Associação Europeia de Bombas de Calor) defende que a actual conjuntura representa uma oportunidade para impulsionar a transição para soluções de aquecimento mais sustentáveis. </strong></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo a associação, o aumento dos custos dos combustíveis fósseis já está a traduzir-se numa maior procura por bombas de calor: “O sector das bombas de calor pode expandir-se, desde que se garanta um crescimento estável através de medidas estruturais e de longo prazo. Já existem muitos instaladores qualificados, bem como outros trabalhadores em sectores adjacentes, que poderiam passar a trabalhar com bombas de calor”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559738&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:276}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Apesar do potencial, a indústria enfrenta um paradoxo: a capacidade produtiva europeia, significativamente reforçada após o pico de procura em 2022, encontra-se “significativamente subutilizada”. De acordo com a EHPA, as fábricas “poderiam produzir várias vezes os volumes actuais do mercado. A principal limitação são as condições necessárias para desbloquear esta capacidade extra&#8221;.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Esta desaceleração deve-se, em grande medida, à quebra da procura após 2022, que deixou fabricantes com elevados níveis de </span><i><span data-contrast="auto">stock</span></i><span data-contrast="auto">. Como consequência, as empresas mostram-se “relutantes em aumentar a produção sem sinais fortes e credíveis de que a procura se concretizará a longo prazo”, como alterações na tributação da electricidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para ultrapassar estes entraves, a associação apresenta um </span><a href="https://ehpa.org/wp-content/uploads/2026/04/Five-steps-to-increasing-heat-pump-deployment-in-Europe_EHPA_April-2026.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">plano</span></a><span data-contrast="auto"> com cinco medidas-chave que visam acelerar a adopção das bombas de calor na União Europeia:</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Isenção de IVA</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A EHPA propõe que as regras europeias passem a permitir uma taxa de IVA de 0% para bombas de calor, à semelhança do que já acontece com sistemas fotovoltaicos. A medida deveria ser complementada com outros incentivos fiscais, como deduções no IRS ou IRC.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Redução do custo da electricidade</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A competitividade das bombas de calor depende directamente do preço da electricidade. Entre as soluções sugeridas estão a redução de impostos sobre a electricidade, a aplicação de um IVA inferior ao praticado sobre combustíveis fósseis e o financiamento público de infraestruturas de rede para aliviar os encargos dos consumidores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Eliminação de barreiras administrativas</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação critica a existência de requisitos considerados excessivos ou desnecessários, como condicionar subsídios a padrões rígidos de eficiência dos edifícios ou exigir licenças adicionais. Estas barreiras, argumenta, travam o mercado e fragmentam o espaço europeu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Aceleração da eliminação dos combustíveis fósseis</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Definir metas claras e acelerar a regulamentação para eliminar sistemas de aquecimento baseados em combustíveis fósseis, sobretudo em novas construções, é visto como essencial para dar confiança ao mercado e incentivar o investimento.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><b><span data-contrast="auto">Melhoria dos programas de subsídios</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A EHPA sublinha que os apoios públicos devem ser estáveis, previsíveis e de fácil acesso. Programas demasiado complexos ou sujeitos a mudanças frequentes acabam por desincentivar consumidores e empresas. As alterações recentes em países como Áustria, Polónia, França, Itália e República Checa são apontadas como exemplos de políticas que prejudicaram a adopção.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seu conjunto, a associação defende que estas medidas podem desbloquear rapidamente o potencial do sector, contribuindo para reduzir a dependência energética da Europa e acelerar os objectivos climáticos traçados.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alentejo 2030 lança 2 milhões de euros para eficiência energética em habitações sociais</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/alentejo-2030-lanca-2-milhoes-de-euros-para-eficiencia-energetica-em-habitacoes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 08:27:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[poupança energética]]></category>
		<category><![CDATA[renovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">O Programa Alentejo 2030 abriu um novo aviso de candidaturas para apoiar investimentos em eficiência energética na habitação social da região. O objectivo passa por reduzir o consumo de energia e combater a pobreza energética entre as populações mais vulneráveis.</span></b></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a informação divulgada, o aviso conta com uma dotação de 2 milhões de euros, sendo financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), com uma taxa máxima de cofinanciamento de 85%.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">A iniciativa destina-se a apoiar intervenções na renovação energética do parque habitacional público existente, promovendo simultaneamente a descarbonização dos consumos de energia. Entre as prioridades está o reforço da electrificação e da eficiência energética, consideradas essenciais para cumprir os objectivos nacionais em matéria de energia e clima.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as acções elegíveis destacam-se intervenções nas envolventes dos edifícios, como isolamento térmico e melhoria de fachadas, bem como a substituição de sistemas energéticos por soluções mais eficientes. Está também prevista a promoção da utilização de energias renováveis, contribuindo para a redução da dependência de fontes fósseis e para a diminuição das emissões de carbono.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O programa aposta ainda na adopção de soluções técnicas adequadas à renovação energética, com o objectivo de criar um parque edificado de elevado desempenho energético e baixo impacte ambiental.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Podem candidatar-se aos apoios os municípios e as associações de municípios da região do Alentejo. O período de candidaturas decorre em várias fases ao longo deste ano. A primeira termina a 30 de Abril, seguindo-se novas fases com prazos mensais até ao final do ano, sendo a última data fixada para 31 de Dezembro de 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O aviso pode ser consultado através deste </span><a href="https://portugal2030.pt/wp-content/uploads/sites/3/2026/04/ALT2030-2026-17.pdf" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">site</span></a><span data-contrast="auto">.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>


<p></p>
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		<item>
		<title>Comissão Europeia reforça estratégia para descarbonizar o sector da construção </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/comissao-europeia-reforca-estrategia-para-descarbonizar-o-sector-da-construcao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 09:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ciclo de vida]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou novas orientações destinadas a acelerar a descarbonização do sector da construção. O documento “Abordagens do ciclo de vida para a descarbonização dos edifícios europeus” estabelece um quadro estratégico para reduzir o impacte ambiental dos edifícios desde a sua conceção até ao fim da sua vida útil. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/comissao-europeia-reforca-estrategia-para-descarbonizar-o-sector-da-construcao/">Comissão Europeia reforça estratégia para descarbonizar o sector da construção </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A Comissão Europeia apresentou novas orientações destinadas a acelerar a descarbonização do sector da construção. O documento “Abordagens do ciclo de vida para a descarbonização dos edifícios europeus” estabelece um quadro estratégico para reduzir o impacte ambiental dos edifícios desde a sua conceção até ao fim da sua vida útil.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O objectivo central destas directrizes é apoiar autoridades públicas, tanto a nível europeu como nacional e local, e profissionais do sector na adopção de práticas mais sustentáveis. A abordagem proposta assenta numa visão integrada do ciclo de vida dos edifícios, incluindo as fases de projecto, construção, utilização, renovação e demolição.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com o executivo europeu, a redução das emissões não deve focar-se apenas no consumo energético durante a utilização dos edifícios, mas também nas emissões associadas aos materiais de construção e aos processos construtivos. O documento destaca ainda a importância de considerar o fim de vida das estruturas, incentivando a reutilização e reciclagem de materiais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos aspectos mais inovadores das orientações prende-se com as chamadas “medidas do lado da procura”. Estas incluem a optimização do uso de edifícios existentes, a redução de demolições desnecessárias e a diminuição da necessidade de novos materiais. A estratégia visa, assim, não apenas construir melhor, mas também utilizar de forma mais eficiente o património edificado já disponível.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste contexto, a Comissão Europeia sublinha o potencial da renovação e reconversão de edifícios. Um exemplo concreto apresentado no documento é a transformação de escritórios desocupados em habitação social e acessível, contribuindo simultaneamente para mitigar a crise habitacional e reduzir emissões.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">As novas orientações estão alinhadas com os objectivos climáticos da União Europeia e reforçam iniciativas como o Novo Bauhaus Europeu, que promove espaços habitacionais sustentáveis e inclusivos. Esta iniciativa pretende também impulsionar a inovação e a competitividade no sector da construção, enquanto acelera a transição para uma economia circular.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Ao integrar políticas de eficiência energética, gestão sustentável de materiais e planeamento urbano inteligente, a Comissão Europeia pretende criar sinergias que permitam uma redução significativa das emissões no sector da construção. O documento pode ser consultado </span><a href="https://environment.ec.europa.eu/publications/commission-staff-working-document-supporting-life-cycle-approaches-decarbonise-european-buildings_en" target="_blank" rel="noopener"><span data-contrast="none">aqui</span></a><span data-contrast="auto">.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;201341983&quot;:0,&quot;335551550&quot;:1,&quot;335551620&quot;:1,&quot;335559685&quot;:0,&quot;335559737&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240,&quot;335559740&quot;:279}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>“É fundamental assegurar que os diplomas sejam devidamente adaptados à realidade do parque edificado.”</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/e-fundamental-assegurar-que-os-diplomas-sejam-devidamente-adaptados-a-realidade-do-parque-edificado-as-caracteristicas-do-mercado-e-a-maturidade-dos-instrumentos-ja-existentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 09:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[DGEG]]></category>
		<category><![CDATA[diplomas]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[epbd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova regulamentação térmica (Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) deverá ser transposta para o direito nacional até 29 de Maio. Irá Portugal cumprir ou até antecipar este prazo? E que impacto terão as novas regras no mercado da construção e reabilitação? Paulo Carmona, Director-Geral de Energia garante responsabilidade no processo: “está a ser assegurada uma transição suave”. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><b><span data-contrast="none">A nova regulamentação térmica (Directiva sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD)) deverá ser transposta para o direito nacional até 29 de Maio. Irá Portugal cumprir ou até antecipar este prazo? E que impacto terão as novas regras no mercado da construção e reabilitação? Paulo Carmona, Director-Geral de Energia, garante responsabilidade no processo: “está a ser assegurada uma transição suave”.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>



<p><span data-contrast="none">No âmbito da nova regulamentação térmica associada à transposição da&nbsp;Directiva&nbsp;sobre o Desempenho Energético dos Edifícios (EPBD) fomos tentar perceber como estão a decorrer os trabalhos. Recorde-se que está prevista uma consulta pública antes da publicação dos diplomas que deverá acontecer até o final do mês de&nbsp;Maio e,&nbsp;por isso,&nbsp;falta apenas um mês e meio para Portugal cumprir a meta imposta por Bruxelas.</span></p>



<div class="wp-block-columns is-not-stacked-on-mobile is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="814" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/PAULO-CARMONA_DG_DGEG-1024x814.jpeg" alt="" class="wp-image-35978" style="aspect-ratio:1.257998328140436;object-fit:cover;width:225px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/PAULO-CARMONA_DG_DGEG-1024x814.jpeg 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/PAULO-CARMONA_DG_DGEG-300x238.jpeg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/PAULO-CARMONA_DG_DGEG-768x610.jpeg 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/04/PAULO-CARMONA_DG_DGEG.jpeg 1032w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
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<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.67%">
<p><span data-contrast="none">Paulo Carmona,&nbsp;Director-Geral&nbsp;de Energia e Geologia,&nbsp;a&nbsp;entidade responsável pela regulação do processo, falou com a</span><i><span data-contrast="none">&nbsp;Edifícios e Energia</span></i><span data-contrast="none">&nbsp;e explicou que o essencial não está apenas no calendário, mas na qualidade da implementação. “A transposição da&nbsp;directiva&nbsp;não pode ser encarada como um exercício meramente jurídico, mas como um processo de desenho de política pública com impacto estrutural no sector. É essencial garantir que os instrumentos definidos são tecnicamente sólidos, operacionalizáveis e alinhados com a capacidade do mercado”.</span></p>
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<p><span data-contrast="none">Paulo Carmona,&nbsp;Director-Geral&nbsp;de Energia e Geologia,&nbsp;a&nbsp;entidade responsável pela regulação do processo, falou com a</span><i><span data-contrast="none">&nbsp;Edifícios e Energia</span></i><span data-contrast="none">&nbsp;e explicou que o essencial não está apenas no calendário, mas na qualidade da implementação. “A transposição da&nbsp;directiva&nbsp;não pode ser encarada como um exercício meramente jurídico, mas como um processo de desenho de política pública com impacto estrutural no sector. É essencial garantir que os instrumentos definidos são tecnicamente sólidos, operacionalizáveis e alinhados com a capacidade do mercado”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">Segundo o&nbsp;Director-Geral&nbsp;de Energia, Portugal tem acompanhado os prazos europeus “de forma responsável”, mas sublinha que o verdadeiro desafio passa por garantir que o enquadramento legal nacional seja ajustado à realidade do país. “Mais do que o estrito cumprimento de um calendário, é fundamental assegurar que os diplomas e&nbsp;actos&nbsp;normativos nacionais resultantes desta transposição são devidamente adaptados à realidade do parque edificado, às características do mercado e à maturidade dos instrumentos já existentes no país”, refere.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<h5 class="wp-block-heading"><b><span data-contrast="none">Flexibilidade nacional será determinante</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></h5>



<p><span data-contrast="none">A&nbsp;directiva&nbsp;europeia atribui aos Estados-Membros um papel central na definição dos instrumentos de política, nomeadamente no que diz respeito às normas mínimas de desempenho energético (MEPS) e às&nbsp;trajectórias&nbsp;de renovação dos edifícios.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">Neste contexto, Carmona destaca que “estes instrumentos são estruturantes para a descarbonização do sector dos edifícios, mas a sua eficácia depende&nbsp;directamente&nbsp;da forma como são desenhados e implementados a nível nacional”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<h5 class="wp-block-heading"><b><span data-contrast="none">Um período de adaptação para o sector</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></h5>



<p><span data-contrast="none">Num momento em que&nbsp;projectistas, promotores e indústria aguardam pelas novas regras, o&nbsp;director-geral&nbsp;procura transmitir uma mensagem de estabilidade. “Está a ser assegurada uma transição suave, em que o mercado terá conhecimento claro e atempado da nova legislação antes do início do período&nbsp;efectivo&nbsp;da sua produção de efeitos”, garante.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">Esta previsibilidade é vista como essencial para evitar&nbsp;rupturas&nbsp;no sector. Segundo Carmona, a antecipação permitirá que “os diferentes agentes de mercado […] garantam que as novas exigências são incorporadas de forma progressiva e eficiente”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">A revisão da EPBD é uma peça-chave na estratégia europeia de descarbonização, especialmente num sector responsável por uma fatia significativa do consumo energético. No entanto, a sua implementação levanta desafios técnicos e económicos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">Para o responsável da Direcção-Geral de Energia e Geologia, o equilíbrio é possível. A abordagem seguida por Portugal pretende “conciliar a ambição climática com a realidade económica e operacional do sector”, assegurando ao mesmo tempo uma&nbsp;trajectória&nbsp;consistente de redução de emissões.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}">&nbsp;</span></p>



<p><span data-contrast="none">Com o prazo europeu a aproximar-se, a expectativa centra-se agora na publicação dos diplomas nacionais.</span></p>



<p><span style="font-size: revert; color: initial;">Fotografia de destaque: © Shutterstock</span></p>
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		<title>Comunidades de Energia Renovável ganham peso no futuro orçamento da União Europeia </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/comunidades-de-energia-renovavel-ganham-peso-no-futuro-orcamento-da-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Apr 2026 08:54:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades energéticas]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A transição energética europeia poderá passar cada vez mais pelas mãos dos cidadãos. Essa é a principal conclusão de um conjunto de novos relatórios liderados pela REScoop.eu, que defendem o reforço do papel das comunidades energéticas no próximo quadro financeiro da União Europeia. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/comunidades-de-energia-renovavel-ganham-peso-no-futuro-orcamento-da-uniao-europeia/">Comunidades de Energia Renovável ganham peso no futuro orçamento da União Europeia </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A transição energética europeia poderá passar cada vez mais pelas mãos dos cidadãos. Essa é a principal conclusão de um conjunto de novos relatórios liderados pela REScoop.eu, que defendem o reforço do papel das comunidades energéticas no próximo quadro financeiro da União Europeia.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A publicação apresenta uma abordagem em dois níveis. Por um lado, um relatório geral traça uma visão estratégica à escala europeia, posicionando as comunidades energéticas como instrumentos-chave para uma transição mais inclusiva. Para além da produção de energia renovável, estas iniciativas são descritas como geradoras de valor social, económico e ambiental, com capacidade para redistribuir benefícios e reforçar a coesão entre regiões.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Por outro, fichas informativas nacionais detalham o estado de desenvolvimento destas comunidades em cada Estado-Membro, identificando entraves regulamentares e oportunidades específicas. Esta leitura territorial permite adaptar a estratégia europeia às realidades locais, reconhecendo as diferentes velocidades e contextos de implementação.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Novo orçamento europeu abre janela de oportunidade</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">O reforço destas estruturas surge num momento decisivo para a política europeia. No Verão de 2025, a Comissão Europeia propôs uma revisão profunda do orçamento comunitário para o período 2028-2034.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No centro desta questão estão os chamados “Planos de Parceria Nacional e Regional”, que deverão mobilizar cerca de 865 mil milhões de euros, o equivalente a 44% do orçamento total da UE. Estes planos irão orientar reformas e investimentos em sectores estratégicos como energia, coesão territorial e agricultura.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Neste contexto, a REScoop.eu, em parceria com a Friends of the Earth Europe, apela aos Estados-Membros para integrarem explicitamente as comunidades energéticas nestes planos. Entre as recomendações destacam-se a definição de metas para a energia comunitária até 2035, a criação de quadros regulatórios mais favoráveis e a disponibilização de financiamento específico, especialmente para projectos que combatam a pobreza energética ou operem em regiões vulneráveis.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os relatórios sublinham também o papel destas comunidades durante a recente crise energética. Em vários casos, conseguiram manter preços abaixo dos níveis de mercado, graças à produção própria de energia renovável. Aliadas a soluções de armazenamento e flexibilidade, estas iniciativas podem reforçar a segurança do abastecimento e a resiliência local.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Portugal: crescimento incipiente, mas promissor</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Em Portugal, o ecossistema das comunidades energéticas encontra-se em fase de desenvolvimento, mas já apresenta exemplos relevantes. Destaca-se a Coopérnico, actualmente a única Comunidade de Cidadãos para a Energia de âmbito nacional.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Existem ainda três Comunidades de Energia Renovável — em Telheiras, na ilha da Culatra e em Braga —, bem como dez comunidades de distribuição em baixa tensão, muitas delas organizadas como cooperativas eléctricas. No total, estas iniciativas representam mais de 5,2 MW de capacidade instalada, com um investimento superior a 2,5 milhões de euros por parte de cidadãos e o envolvimento de mais de 17 mil participantes.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Um dos exemplos mais emblemáticos é a comunidade de Telheiras, em Lisboa. Composta por 70 famílias (incluindo 10 em situação de pobreza energética) e pela Junta de Freguesia do Lumiar, esta iniciativa implementou um modelo solidário em que o investimento inicial das famílias vulneráveis foi suportado pelos restantes membros e pela autarquia. Em contrapartida, todos os participantes beneficiam de igualdade de direitos na gestão e acesso à energia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para além da produção de energia, a capacitação dos cidadãos é apontada como imprescindível. A Coopérnico tem desempenhado um papel relevante neste domínio, promovendo programas de mentoria e oficinas que incentivam a criação de novos projectos e aumentam a literacia energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<title>Energia de fonte solar poupa mais de 110 milhões de euros por dia à Europa em época de crise energética </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/energia-de-fonte-solar-poupa-mais-de-110-milhoes-de-euros-por-dia-a-europa-em-epoca-de-crise-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2026 08:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[EU]]></category>
		<category><![CDATA[política energética]]></category>
		<category><![CDATA[solar fotovoltaico]]></category>
		<category><![CDATA[SolarPower Europe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia proveniente de fonte solar está a afirmar-se como um dos principais amortecedores da crise energética europeia, permitindo poupanças superiores a 110 milhões de euros por dia desde o início do conflito no Médio Oriente, segundo uma nova investigação divulgada pela SolarPower Europe. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7bfc14c38ba493147f9a6e3e0b1125b6" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>


<p><b><span data-contrast="auto">A energia proveniente de fonte solar está a afirmar-se como um dos principais amortecedores da crise energética europeia, permitindo poupanças superiores a 110 milhões de euros por dia desde o início do conflito no Médio Oriente, segundo uma nova investigação divulgada pela SolarPower Europe.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com esta organização, entre 1 e 17 de Março, o parque solar da União Europeia evitou gastos de cerca de 111,7 milhões de euros diários em importações de gás natural. No mesmo período, a energia solar contribuiu para reduzir em 32% a factura global das importações deste combustível fóssil.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No total, as poupanças acumuladas ao longo de todo o mês de Março ascenderam a 3,77 mil milhões de euros, reflectindo o impacto crescente das energias renováveis num contexto de elevada volatilidade nos mercados energéticos.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Produção solar substitui gás caro</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Durante as primeiras duas semanas e meia do conflito, a produção solar na União Europeia atingiu 19,9 TWh de electricidade. Caso essa energia tivesse sido gerada através de centrais a gás, o custo estimado seria de 1,9 mil milhões de euros adicionais, um aumento significativo face aos cerca de 6 mil milhões de euros gastos em importações de combustíveis fósseis nesse período.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A análise baseia-se no pressuposto de que a energia solar substitui directamente a produção a gás, actualmente a fonte marginal mais cara no sistema eléctrico europeu. Este factor é determinante num mercado onde o preço da electricidade é frequentemente definido pela tecnologia mais dispendiosa disponível, devido ao chamado sistema de “ordem de mérito”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Poupanças podem disparar até 2030</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">A investigação aponta ainda para um potencial de poupança muito mais elevado nos próximos anos. Se os preços do gás continuarem a subir, o benefício económico da energia solar poderá atingir 67,5 mil milhões de euros já em 2026.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A médio prazo, até 2030, as poupanças acumuladas poderão chegar aos 170 mil milhões de euros, mesmo considerando um cenário de crescimento moderado da capacidade solar na Europa. Estratégias mais ambiciosas poderão ampliar ainda mais estes ganhos, reforçando simultaneamente a segurança energética do bloco europeu.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Possível estagnação e necessidade de investimento</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Apesar dos resultados positivos, os responsáveis da SolarPower Europe alertam para sinais de estagnação no sector. A CEO da organização, Walburga Hemetsberger, sublinhou que o ritmo de expansão da energia solar abrandou em 2024 e 2025, apesar dos elevados custos associados à dependência de combustíveis fósseis. “O actual contexto demonstra claramente o valor da energia solar para a economia europeia e para a sua segurança energética”, afirmou.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Já Dries Acke, vice-presidente executivo, defendeu medidas urgentes para reforçar a flexibilidade do sistema energético, destacando o papel do armazenamento em baterias, da resposta à procura e das redes inteligentes. Segundo o responsável, estas soluções são essenciais para evitar que o gás continue a ditar os preços da electricidade.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5 aria-level="3"><b><span data-contrast="auto">Países líderes em energia solar</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;134245418&quot;:true,&quot;134245529&quot;:true,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:281,&quot;335559739&quot;:281}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Em termos de capacidade instalada </span><i><span data-contrast="auto">per capita</span></i><span data-contrast="auto">, os Países Baixos lideram o </span><i><span data-contrast="auto">ranking </span></i><span data-contrast="auto">europeu, com 1582 watts por habitante, seguidos pela Alemanha e pela Estónia. Espanha surge na sexta posição, com 1155 watts</span><i><span data-contrast="auto"> per capita</span></i><span data-contrast="auto">, evidenciando o crescimento consistente do sector no Sul da Europa.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O relatório conclui que a actual crise poderá funcionar como um catalisador para acelerar a transição energética na Europa. No entanto, especialistas alertam que, sem investimentos adicionais em armazenamento e infraestruturas, os ganhos proporcionados pelas energias renováveis poderão ficar aquém do seu potencial.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/energia-de-fonte-solar-poupa-mais-de-110-milhoes-de-euros-por-dia-a-europa-em-epoca-de-crise-energetica/">Energia de fonte solar poupa mais de 110 milhões de euros por dia à Europa em época de crise energética </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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		<title>Indústria do solar térmico alerta para perda de visibilidade na revisão da rotulagem energética europeia </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/industria-do-solar-termico-alerta-para-perda-de-visibilidade-na-revisao-da-rotulagem-energetica-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Apr 2026 09:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[energia solar térmica]]></category>
		<category><![CDATA[indústria]]></category>
		<category><![CDATA[indústria Net-Zero]]></category>
		<category><![CDATA[sector solar térmico]]></category>
		<category><![CDATA[Solar Heat Europe]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Solar Heat Europe, associação europeia do sector solar térmico, manifestou preocupação com a revisão em curso das regras de rotulagem energética para aquecedores de ambiente e equipamentos combinados, alertando para o risco de estas tecnologias renováveis perderem destaque no novo enquadramento. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">A Solar Heat Europe, associação europeia do sector solar térmico, manifestou preocupação com a revisão em curso das regras de rotulagem energética para aquecedores de ambiente e equipamentos combinados, alertando para o risco de estas tecnologias renováveis perderem destaque no novo enquadramento.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A organização, que tem acompanhado de perto o processo conduzido pela Comissão Europeia, afirma apoiar o objectivo de tornar os rótulos energéticos mais claros, comparáveis e compreensíveis para os consumidores. No entanto, considera que a proposta actualmente em discussão poderá ter efeitos indesejados para o sector.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Em causa está a eliminação da chamada “etiqueta de pacote” fornecida pelo instalador, um mecanismo que, até agora, permitia evidenciar o contributo dos sistemas solares térmicos no desempenho energético global dos sistemas de aquecimento. Segundo a Solar Heat Europe, esta alteração poderá reduzir significativamente a visibilidade destas soluções na nova rotulagem.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">“A energia solar térmica é uma tecnologia renovável madura, amplamente fabricada na União Europeia, que oferece elevada eficiência, poupanças previsíveis e um forte potencial de descarbonização”, sublinha a associação. A sua exclusão ou menor destaque nos rótulos poderá, assim, penalizar uma opção considerada estratégica para a transição energética.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para mitigar este risco, o sector apresentou um conjunto de propostas consideradas compatíveis com o quadro regulatório europeu. Entre as principais medidas sugeridas está a criação de uma etiqueta específica para colectores solares térmicos aplicados ao aquecimento ambiente, permitindo uma identificação mais directa por parte dos consumidores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Outra das recomendações passa por assegurar coerência entre as regras de rotulagem energética e os requisitos de conceção ecológica (</span><i><span data-contrast="auto">ecodesign</span></i><span data-contrast="auto">), evitando contradições que possam dificultar a implementação ou avaliação dos sistemas. A Solar Heat Europe defende ainda que os novos requisitos devem manter-se proporcionais e adaptados a um sector composto maioritariamente por pequenas e médias empresas, com forte base industrial europeia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A associação indica que já apresentou contributos técnicos detalhados no âmbito da consulta pública realizada em Janeiro e que continua a dialogar com os Estados-Membros e com a Comissão Europeia para garantir que a revisão final tenha em conta estas preocupações.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Solar Heat Europe</p>
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		<title>Inquérito europeu quer reforçar papel das one-stop shops na renovação energética</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/inquerito-europeu-quer-reforcar-papel-das-one-stop-shops-na-renovacao-energetica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 08:48:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[balcão único]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[edifícios]]></category>
		<category><![CDATA[eficiência energética]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[EU PEERS]]></category>
		<category><![CDATA[one stop shops]]></category>
		<category><![CDATA[parque edificado]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação energética]]></category>
		<category><![CDATA[união europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está aberta uma nova edição do inquérito europeu promovido pelo projecto EU Peers, com o objectivo de recolher contributos sobre o funcionamento e impacto dos chamados serviços integrados de renovação energética, conhecidos como balcões únicos. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span data-contrast="auto">Está aberta uma nova edição do </span></b><a href="https://forms.office.com/pages/responsepage.aspx?id=phgU8LwI_Ue0QGzXAYPRM72dD-HX78xGjJD1KXZZLT5URFA0UEFWQlFNMEdWTTY2REg1UVNUR1VSTi4u&amp;origin=lprLink&amp;route=shorturl" target="_blank" rel="noopener"><b><span data-contrast="none">inquérito</span></b></a><b><span data-contrast="auto"> europeu promovido pelo projecto EU Peers, com o objectivo de recolher contributos sobre o funcionamento e impacto dos chamados serviços integrados de renovação energética, conhecidos como balcões únicos.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Sob o título </span><i><span data-contrast="auto">“Insights from One-Stop Shops in Europe”</span></i><span data-contrast="auto">, a iniciativa convida organizações de toda a Europa a partilhar experiências no apoio à reabilitação energética de edifícios residenciais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os balcões únicos têm vindo a afirmar-se como uma ferramenta-chave para simplificar o processo de renovação para os cidadãos. Ao centralizarem serviços como aconselhamento técnico, apoio financeiro e gestão de projectos, estas estruturas ajudam as famílias a reduzir o consumo de energia e a melhorar o desempenho energético das suas habitações.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">O inquérito agora lançado pretende aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento destes modelos. Entre os aspectos analisados estão a estrutura organizacional, os serviços prestados, os mecanismos de financiamento e os resultados concretos alcançados, incluindo auditorias energéticas realizadas, projectos implementados e níveis de envolvimento dos utilizadores.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, o estudo dá especial atenção ao papel destes serviços no combate à pobreza energética, procurando perceber de que forma as organizações apoiam famílias mais vulneráveis e quais as políticas necessárias para reforçar esse apoio.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A participação está aberta a um leque alargado de entidades, desde prestadores de serviços e agências de energia até autoridades públicas, redes e decisores políticos. O objectivo é recolher dados robustos e comparáveis que permitam produzir uma análise abrangente à escala europeia.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os promotores do inquérito sublinham, contudo, que o questionário exige um nível significativo de detalhe. Para uma resposta completa, será necessário recorrer a dados internos das organizações, incluindo registos financeiros, estatísticas de projectos e métricas de desempenho. Por isso, recomendam que os participantes planeiem o preenchimento com antecedência e envolvam diferentes equipas.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Os contributos recolhidos irão alimentar um relatório europeu que pretende apoiar decisores políticos, profissionais do sector e entidades financiadoras, fornecendo evidência concreta sobre o impacto dos balcões únicos. As respostas serão tratadas de forma confidencial e apresentadas apenas de forma agregada, sendo os resultados partilhados com todos os participantes.</span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p>
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		<item>
		<title>Associações ambientais pedem mais ambição política na transição energética e climática </title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/noticias/associacoes-ambientais-pedem-mais-ambicao-politica-na-transicao-energetica-e-climatica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rita Galego]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A necessidade de acelerar a transição energética e reforçar a acção climática está a reunir posições convergentes entre organizações ambientais em Portugal. Em momentos distintos, mas com pontos de contacto claros, a ZERO e o GEOTA defendem maior ambição política, medidas estruturais e envolvimento activo do país em processos decisivos, tanto a nível internacional como nacional. </p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/associacoes-ambientais-pedem-mais-ambicao-politica-na-transicao-energetica-e-climatica/">Associações ambientais pedem mais ambição política na transição energética e climática </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-7bfc14c38ba493147f9a6e3e0b1125b6" style="font-size:14px;font-style:italic;font-weight:500;letter-spacing:0px"></p>


<p><b><span data-contrast="auto">A necessidade de acelerar a transição energética e reforçar a acção climática está a reunir posições convergentes entre organizações ambientais em Portugal. Em momentos distintos, mas com pontos de contacto claros, a ZERO e o GEOTA defendem maior ambição política, medidas estruturais e envolvimento activo do país em processos decisivos, tanto a nível internacional como nacional.</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No plano internacional, a ZERO apela à participação de Portugal ao mais alto nível na Primeira Conferência Internacional sobre a Transição Justa para o Fim dos Combustíveis Fósseis, que terá lugar este mês, na Colômbia. A associação considera que este é “um momento crítico para transformar compromissos políticos em acções efectivas”, num contexto marcado pelo “agravamento dos impactes climáticos, instabilidade geopolítica e crescente fragmentação internacional”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Para a organização, a ausência de representação política por parte de Portugal enviaria um sinal negativo. Pelo contrário, defende que o país deve assumir um papel activo, sublinhando que “o Governo português deve participar de forma activa e ao mais alto nível”, aproveitando esta oportunidade para reforçar a liderança europeia na acção climática.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A ZERO destaca ainda que a transição energética é estratégica para Portugal, tendo em conta a forte dependência de importações de combustíveis fósseis. A aceleração deste processo permitirá “reforçar a sua autonomia energética, promovendo fontes renováveis endógenas e reduzindo a sua vulnerabilidade a choques externos”, enquanto cumpre os compromissos climáticos internacionais.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<h5><b><span data-contrast="auto">Comunidades de energia no centro da transformação</span></b><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></h5>
<p><span data-contrast="auto">Já a perspectiva do GEOTA centra-se sobretudo na dimensão interna da transição, defendendo que o Programa de Transformação, Recuperação e Resiliência (PTRR) deve incorporar medidas mais estruturais e com impacto duradouro, com especial destaque para o sector energético.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">No seu parecer, a associação sublinha “a urgência de acelerar a transição energética através de abordagens de baixo impacte ambiental, com especial atenção às comunidades de energia”. Para o GEOTA, estas estruturas são fundamentais para democratizar o acesso à energia renovável e aumentar a resiliência do sistema energético.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Entre as propostas concretas, destaca-se a criação de um portal de informação dedicado, a simplificação dos processos de licenciamento e a adaptação do enquadramento legal para facilitar a instalação de painéis solares, nomeadamente em condomínios. A organização defende também “a criação de um programa de apoio técnico, jurídico e financeiro à criação destas comunidades por parte das autarquias e do sector da economia social”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Além disso, o GEOTA considera essencial investir em soluções de armazenamento de energia em edifícios estratégicos, reforçando a capacidade de resposta em situações de emergência e contribuindo para um sistema energético mais robusto.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">A posição da associação insere-se numa visão mais ampla sobre o PTRR, que, segundo o vice-presidente, Miguel Macias Sequeira, constitui “uma oportunidade decisiva para corrigir fragilidades estruturais do território português”, sendo fundamental garantir que os investimentos se traduzem em “acções concretas no terreno, com base no conhecimento acumulado e na participação das comunidades locais”.</span><span data-ccp-props="{&quot;134233117&quot;:false,&quot;134233118&quot;:false,&quot;335551550&quot;:0,&quot;335551620&quot;:0,&quot;335559738&quot;:240,&quot;335559739&quot;:240}"> </span></p>
<p>Fotografia de destaque: © Shutterstock</p><p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/noticias/associacoes-ambientais-pedem-mais-ambicao-politica-na-transicao-energetica-e-climatica/">Associações ambientais pedem mais ambição política na transição energética e climática </a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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