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	<title>Paulo Nogueira, autor em Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 Mar 2024 10:48:17 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Paulo Nogueira, autor em Edificios e Energia</title>
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		<title>Como os bairros de energia positiva estão a transformar as cidades</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/como-os-bairros-de-energia-positiva-estao-a-transformar-as-cidades-200324-1-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 08:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os bairros urbanos de energia positiva são uma abordagem inovadora para a descarbonização das cidades. Nestes, os edifícios assumem um papel central e promove-se a concretização de um elevado potencial energético.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1 et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light"><strong>Os Bairros Urbanos de Energia Positiva são uma abordagem inovadora para a descarbonização das cidades. Nestes, os edifícios assumem um papel central e promove-se a concretização de um elevado potencial energético.</strong></div>
<div class="page" title="Page 1">
<div class="layoutArea">
<div class="column">
<p>&nbsp;</p>
<p>Estando concentrados na geração e utilização de energia renovável, os Bairros Urbanos de Energia Positiva vão contribuir decisivamente para a redução das emissões de gases com efeito de estufa e para a melhoria da qualidade do ar. Os edifícios desempenham, assim, um papel central nas áreas urbanas de energia positiva, uma vez que são responsáveis por cerca de 28 % do consumo nacional de energia elétrica*.</p>
<p>Para conseguirem atingir a neutralidade carbónica, os Bairros Urbanos de Energia Positiva devem adotar um conjunto de medidas como a geração da sua própria energia através de fontes renováveis em formato de autoconsumo individual (ACI), de autoconsumo coletivo (ACC) ou de comunidades de energia renovável (CER).</p>
<p>Para alcançarem um balanço energético positivo, os edifícios de um bairro urbano têm de ter um alto desempenho térmico e acústico, isto é, por exemplo, janelas de classe A+, equipamentos de baixo consumo para climatização e iluminação, eletrodomésticos eficientes e sistemas de gestão que permitam tirar o melhor rendimento dos equipamentos existentes. Altos padrões de eficiência hídrica são outro fator a ter em conta e, por último, mas não menos importante, a alteração de comportamentos por parte dos seus habitantes também. Com a implementação destas medidas, as famílias podem alcançar reduções de entre 20 % e 40 % na fatura de energia (em 2020, o consumo anual por habitante no setor doméstico foi de 1 320 kWh, isto é, 110 kWh/mês)*.</p>
<p>Para atingir este objetivo é necessário dar continuidade às políticas públicas de incentivo, como o <em>Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis</em>, do Fundo Ambiental, o <em>Vale Eficiência, </em>o apoio ao autoconsumo coletivo e às comunidades de energia e também os benefícios fiscais dados pelos municípios a habitações sustentáveis.</p>
<p>A implementação eficaz das áreas urbanas de energia positiva é um desafio que vale a pena enfrentar, já que estas apresentam um elevado potencial energético e apelam à sociedade para a responsabilidade social sustentável, o que promove a melhoria da qualidade de vida, do ambiente e da saúde.</p>
<p>A nível nacional e internacional já existem projetos em curso, de que é exemplo o projeto <em>POCITYF</em>, desenvolvido nas cidades de Évora e Alkmaar (Países Baixos) e que pretende implementar soluções inovadoras para a otimização energética das cidades através da adoção de infraestruturas, tecnologias e serviços (edifícios, iluminação pública, rede e mobilidade elétrica). O investimento no projeto a decorrer em Évora é de 9,8 milhões de euros.</p>
<p>* Fonte: INE</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="et_pb_module et_pb_text et_pb_text_1 et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light">
<div class="et_pb_text_inner">
<p style="text-align: center;"><em><strong>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Edifícios e Energia.</strong></em></p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>ESTE ARTIGO CONTA COM O APOIO DA <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a></em></strong></p>
</div>
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		<title>ADENE &#124; Autoconsumo e a sua implementação</title>
		<link>https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-autoconsumo-e-a-sua-implementacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paulo Nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 08:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[ACC]]></category>
		<category><![CDATA[ADENE]]></category>
		<category><![CDATA[autoconsumo]]></category>
		<category><![CDATA[cer]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade de energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a publicação do Decreto-Lei n.º 15 de 14 de janeiro de 2022, que procede a alterações no sistema elétrico nacional, Portugal afirma-se na Europa como um país que promove a transição energética através da implementação de fontes de origem renovável, ...</p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-autoconsumo-e-a-sua-implementacao/">ADENE | Autoconsumo e a sua implementação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a publicação do Decreto-Lei n.º 15 de 14 de janeiro de 2022, que procede a alterações no sistema elétrico nacional, Portugal afirma-se na Europa como um país que promove a transição energética através da implementação de fontes de origem renovável, descentralizando e distribuindo a produção de energia elétrica.</p>
<p>Esta descentralização não irá ocorrer unicamente pela instalação de grandes parques de geração de energia e pelo Autoconsumo Individual (ACI), mas também pelo incentivo à implementação de projetos em Autoconsumo Coletivo (ACC) e de Comunidades de Energia Renovável (CER).</p>
<p>De acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), as políticas energéticas apresentam resultados positivos nos objetivos definidos no <em>Plano Nacional Energia e Clima 2030</em>, que preveem o alcance de uma quota de 47 % de energias renováveis no consumo final bruto de energia e perspetivam uma potência instalada de 9.0 GW de energia solar fotovoltaica até 2030, destacando a sua importância na disseminação da produção descentralizada de energia. Na tabela 1, é possível consultar a potência instalada através de instalação descentralizada.</p>
<figure id="attachment_22304" aria-describedby="caption-attachment-22304" style="width: 675px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-22304 " src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG.png" alt="" width="675" height="156" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG.png 1078w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG-300x69.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG-1024x237.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG-768x177.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2023/05/Tabela-1-Potencia-Instalada-Descentralizada-kW-Fonte-DGEG-610x141.png 610w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /><figcaption id="caption-attachment-22304" class="wp-caption-text"><strong>Tabela 1 &#8211;</strong> Potência Instalada Descentralizada (kW) (Fonte DGEG)</figcaption></figure>
<p><span data-ccp-props="{}"> O tema de ACC e CER é relativamente recente! A primeira legislação data de 2019, pelo que o mercado e os consumidores veem nestes projetos uma oportunidade para novos modelos de negócio. De uma forma resumida, os cidadãos e as empresas dos diferentes setores de atividade podem partilhar entre si a energia produzida em cada Unidade de Produção de Autoconsumo (UPAC), unindo-se para um bem comum, reduzindo a fatura de energia elétrica. E, sempre que possível, podem usufruir de outros serviços a um custo mais vantajoso – carregamento de veículos elétricos, consultoria para apoio a candidaturas, reabilitação de edifícios, entre outros –, promovendo localmente benefícios ambientais, económicos e sociais. </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}">Estima-se que, em média, este valor de redução possa rondar os 30 %. Estima-se também que, associando sistemas de gestão inteligente, alteração de comportamentos, bem como introdução de veículos elétricos, no seu todo, se possa gerar uma poupança ainda maior e, em alguns casos, completa independência energética. </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}">Deste modo, é possível ao consumidor ter um maior poder de decisão sobre a origem dos seus consumos de energia, seja ao aderir a um regime de ACC ou CER ou até mesmo ao criar o seu próprio ACC ou CER, em conjunto com outros membros. Atualmente, já existem diversas empresas que oferecem este tipo de serviço, com várias possibilidades de financiamento. </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}">De forma a dar a conhecer este tema e a desmistificar as dúvidas do mercado, a ADENE e a DGEG elaboraram documentos de apoio para o público em geral: <a href="https://adene-poupa-energia-cdn-prod.s3.amazonaws.com/app/uploads/2023/01/Manual-Digital-Autoconsumo-e-Comunidade-de-Energia-Renovavel-Guia-Legislativo_vs2-1.pdf">Guia Digital</a> / Autoconsumo e Comunidade de Energia Renovável e <a href="https://poupaenergia.pt/energia-verde/">Modelo de Regulamento Interno para ACC</a>. Foi também desenvolvida uma formação em sistemas fotovoltaicos (<a href="https://academia.adene.pt/">Academia ADENE</a>) com introdução ao ACC e à CER e encontra-se em preparação um Guia Prático / Equipamento para autoconsumo até 30 kW, bem como formação dedicada ao ACC e à CER. </span></p>
<p><span data-ccp-props="{}">São várias as iniciativas e atividades a serem desenvolvidas com o objetivo de esclarecer e apoiar os consumidores, mas se necessitar de algum apoio ou esclarecimento sobre o Autoconsumo e a CER contacte-nos através de <a href="mailto:cer@adene.pt">cer@adene.pt</a>.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>As opiniões expressas são da responsabilidade dos autores e não reflectem necessariamente as ideias da revista Edifícios e Energia.</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>ESTE ARTIGO CONTA COM O APOIO DA <a href="https://www.adene.pt/">ADENE</a></em></strong></p>
<p>O conteúdo <a href="https://edificioseenergia.pt/empresas/adene-autoconsumo-e-a-sua-implementacao/">ADENE | Autoconsumo e a sua implementação</a> aparece primeiro em <a href="https://edificioseenergia.pt">Edificios e Energia</a>.</p>
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