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	<title>Margarida Pinto, autor em Edificios e Energia</title>
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	<description>A Revista especializada de referência nos sectores de AVAC, eficiência energética, materiais de construção e edifícios.</description>
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		<title>Qual a estratégia que Portugal vai adotar para garantir a qualidade do ambiente interior?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Margarida Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 08:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A revisão da Diretiva para o Desempenho Energético dos Edifícios (Diretiva (UE) 2024/1275, de 24 de abril) assinala uma evolução relevante do enquadramento europeu do setor dos edifícios, ao afirmar a Qualidade do Ambiente Interior (QAI) como um pilar essencial da transição para edifícios de emissões nulas de carbono (ZEB). ...</p>
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<p class="has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-d40b33503df926300139981399166ff2 wp-block-paragraph"><br></p>



<div style="height:38px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dea53629ddbbe99665a29d9c1e16187b wp-block-paragraph"><strong>A revisão da Diretiva para o Desempenho Energético dos Edifícios (Diretiva (UE) 2024/1275, de 24 de abril) assinala uma evolução relevante do enquadramento europeu do setor dos edifícios, ao afirmar a Qualidade do Ambiente Interior (QAI) como um pilar essencial da transição para edifícios de emissões nulas de carbono (ZEB). A diretiva consagra uma abordagem integrada às condições interiores que influenciam a saúde, o conforto e o bem‑estar dos ocupantes, reconhecendo que a melhoria do desempenho energético não pode ser dissociada da garantia de níveis adequados de temperatura, humidade, renovação do ar e da presença de contaminantes.</strong></p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-f66ba1fbea0943160eef8f519bf559fb wp-block-paragraph">Para Portugal, esta abordagem representa sobretudo o reforço de uma estratégia já consolidada. O enquadramento nacional integrou, desde cedo, a QAI na política energética, nomeadamente através do Sistema de Certificação Energética de Edifícios (SCE), que estabeleceu limiares para parâmetros como caudais mínimos de ventilação, níveis de proteção face a um conjunto de poluentes, requisitos de iluminação e critérios de conforto térmico, aplicáveis ao longo do ciclo de vida dos edifícios, com particular relevância nos edifícios não residenciais.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-97aaf9f962054c9e9430fac7fa7d6f64 wp-block-paragraph">Neste contexto, a transposição da nova diretiva não implica uma alteração de estratégia, mas antes a consolidação e o aprofundamento do enquadramento já existente. Em termos práticos, significa reforçar a integração dos requisitos de QAI desde a fase de conceção e dimensionamento, renovação, passando pela execução, até à exploração e manutenção dos edifícios, com incidência em aspetos como:</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-604b25404911c25d748be564d9a54cd3 wp-block-paragraph">o controlo da temperatura ambiente e da humidade relativa, a ventilação e renovação controlada do ar novo, a filtragem eficaz e a recuperação de calor, aspetos críticos num contexto de edifícios cada vez mais eficientes e estanques.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-21a4c35543c270521483fe56d718c1c3 wp-block-paragraph">Uma das novidades da diretiva é a ênfase clara na monitorização da QAI. Determina-se que os edifícios não residenciais de emissões nulas (ZEB) sejam concebidos com dispositivos de medição e controlo que permitam acompanhar, de forma permanente a qualidade do ambiente interior. Em cumprimento do disposto, &nbsp;preconiza-se em Portugal a obrigatoriedade de monitorização de parâmetros como a temperatura ambiente, a humidade relativa e a dióxido de carbono (CO<sub>2</sub>). Esta obrigação aplica-se, a partir de 2028, aos novos edifícios não residenciais detidos por entidades públicas e, a partir de 2030, a todos os novos edifícios não residenciais e aos edifícios sujeitos a grandes renovações ao nível ZEB, sempre que técnica e economicamente viável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-3b6c64985881a635fd5c3e3ce3134ea7 wp-block-paragraph">Adicionalmente, nos edifícios não residenciais novos com potência nominal útil superior a 70 kW, no âmbito da obrigatoriedade de instalação de sistemas de automação e controlo dos edifícios, está prevista a integração da funcionalidade de monitorização da QAI aquando da entrada em vigor do novo diploma, sem prejuízo das obrigações aplicáveis à avaliação do cumprimento dos limiares e condições de referência para um conjunto de poluentes, no momento da entrada em funcionamento dos edifícios.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-d292d06177b6d9981985c30e3180ed06 wp-block-paragraph">O certificado energético assume, neste quadro, um papel relevante enquanto instrumento de política pública. Para além de informar sobre o desempenho energético, constitui um meio privilegiado para sinalizar situações de QAI potencialmente deficiente, detetadas quer no âmbito da avaliação energética, quer no contexto das inspeções aos sistemas técnicos, bem como para formular recomendações de melhoria, incluindo ao nível da QAI. Este enquadramento é complementado pela atuação das entidades competentes em matéria de fiscalização, assegurando a verificação do cumprimento regulamentar aplicável.</p>



<p class="has-black-color has-text-color has-link-color wp-elements-dd0d21b4b0045ce23a1efcb6b0472100 wp-block-paragraph">Garantir edifícios carbono zero implica, hoje, ir além da energia. Implica assegurar que a descarbonização do edificado se traduz em espaços mais saudáveis, confortáveis e resilientes, onde a Qualidade do Ambiente Interior se afirma como um elemento estrutural da política pública para os edifícios em Portugal.</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="575" height="575" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/MargaridaPinto_Adene.jpg" alt="" class="wp-image-36489" style="width:200px" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/MargaridaPinto_Adene.jpg 575w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/MargaridaPinto_Adene-300x300.jpg 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/MargaridaPinto_Adene-150x150.jpg 150w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo da Autoria de <br>Margarida Pinto<br>Gestora de Equipa na Direção de Edifícios e Eficiência de Recursos da ADENE</p>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-d9469652d98eb98b703031b2e15fc82b wp-block-paragraph"><strong><em>Conteúdo com o apoio </em></strong></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-full is-resized"><img decoding="async" width="1777" height="637" src="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK.png" alt="" class="wp-image-36486" style="width:159px;height:auto" srcset="https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK.png 1777w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK-300x108.png 300w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK-1024x367.png 1024w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK-768x275.png 768w, https://edificioseenergia.pt/wp-content/uploads/2026/05/Logo_Positivo_CMYK-1536x551.png 1536w" sizes="(max-width: 1777px) 100vw, 1777px" /></figure>



<div style="height:100px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<p class="has-text-align-center has-black-color has-text-color has-link-color has-small-font-size wp-elements-3e6f99f48b56eae26c91e1e60b9b9c4e wp-block-paragraph"><strong><em>O texto acima é da inteira responsabilidade das empresas/entidades em causa</em></strong><br><strong><em>Créditos da Imagem © Pexels</em></strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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