Ciclo de vida nos edifícios: Uma nova abordagem para a pegada de carbono

A União Europeia acabou de dar um passo relevante na forma como avalia o impacte ambiental dos edifícios. Pela primeira vez, foi definida uma metodologia comum para medir a pegada de carbono ao longo de todo o ciclo de vida das construções. Mas, primeiro que tudo, é importante esclarecer uma questão: o que é afinal o ciclo de vida dos edifícios?

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União Europeia define novas regras para medir a pegada de carbono dos edifícios

A União Europeia estabeleceu um método único para medir a pegada de carbono ao longo do ciclo de vida dos edifícios. A nova abordagem, apresentada pela Comissão Europeia, tornará obrigatória a divulgação deste indicador nos certificados de desempenho energético, a partir de 2028 para edifícios de grande dimensão e, até 2030, para todas as novas construções. 

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Pegada ambiental dos edifícios: Novos requisitos e novas regras para o cálculo das emissões de carbono já em 2028 

Na mais recente edição da revista Edifícios e Energia, já em circulação, fomos à procura do impacto do novo PAG (Potencial de Aquecimento Global) nos edifícios e em todas as actividades associadas, desde a construção, ao projecto e à operação. É que, a partir de 2028, este indicador é obrigatório para os grandes edifícios e, em 2030, para todas as novas construções em 2030 (período de referência de 50 anos).  

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Como vamos medir a pegada ambiental dos edifícios?

O novo PAG (Potencial de Aquecimento Global) para medir a pegada de carbono ao longo do ciclo de vida vai mudar a actividade do projecto no âmbito dos edifícios. Ao cálculo sobre o desempenho energético e a operação juntam-se novos requisitos no cálculo das emissões de carbono. Enquanto se espera pela introdução de normas harmonizadas, o caminho vai-se fazendo por etapas. Para já, os dados ambientais de produto vão ser muito importantes nesta contabilidade final, caso Portugal opte por ser mais ambicioso, já em 2028.

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