2018-04-04
Empresas já se podem registar como parceiras no Casa Eficiente

Depois do acordo firmado em Janeiro com a Caixa Geral de Depósitos para os primeiros 60 milhões de euros de um pacote total de 200 milhões, o programa Casa Eficiente está agora à procura de empresas parceiras.

 

O programa, apresentado pelo Governo em 2016 e que será gerido pela Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), tem como objectivo disponibilizar linhas de crédito bonificadas para intervenções de reabilitação em edifícios residenciais que visem a melhoria da sua eficiência energética.

 

De acordo com a nota divulgada pela CPCI e pelo Governo, as obras poderão ser desenvolvidas em prédios urbanos ou apenas em frações autónomas, e respectivas partes comuns, tendo como fim a habitação colectiva ou familiar. As operações podem decorrer em qualquer parte do território nacional e só poderão ser realizadas por empresas inscritas no programa.

 

Para tal, a participação obriga a uma inscrição no “Directório de Empresas Qualificadas”, que será disponibilizado no portal do programa, onde estará toda a informação de suporte, um simulador e um módulo de suporte para os pedidos de financiamento dos beneficiários. Neste portal, os interessados terão ainda acesso a todas as informações pertinentes, como as empresas licenciadas para os trabalhos a desenvolver, as poupanças estimadas e os tipos de obras financiadas.

 

Para ajudar os portugueses a beneficiarem deste incentivo, está disponível o Portal Casa Eficiente, no qual poderá encontrar-se toda a informação correspondente, um simulador e um módulo de suporte aos pedidos de financiamento. O Portal, lançado pelo Governo em parceria com a Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário (CPCI), funcionará como um balcão virtual, no qual poderão consultar-se informações como o tipo de obras financiadas, poupanças estimadas ou quais as empresas habilitadas para os trabalhos.

Recorde-se que o montante previsto para o Casa Eficiente é de 200 milhões de euros, dos quais 100 milhões serão assegurados pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) e os restantes pelos bancos comerciais presentes no mercado nacional e que aderiram ao Programa.

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